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CHAPTER 3 – METHODS

3.5 Data Collection

3.5.1 Quantitative Methods

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Por volta das 18h, ao escurecer, e este parece ser o horário que realmente era cumprido, serviam uma ceia com tudo que fora oferecido no almoço e jantar e como sobremesa melado com mandioca. Mas só após À Hora da Ave -Maria ou à Hora do Ângelus87, nas famílias católicas.

A oração que paulatinamente incorporou -se ao culto católico consiste em três textos que descreve o mistério da Anunciação. Como eixo mediativo do início (6h), meio (12 h) e final que corresponde 18h15, de um dia, regula a disciplina dos corpos e das mentes através de preces e orações. Suspendiam -se as atividades para fazer a prece e antes no Brasil. Atualmente, há dificuldade em efetuar pesquisas por meios eletrônicos para obter informações sobre coleções de faiança brasileira em museus do Brasil.

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À hora do ângelus alude à passagem bíblica da Anunciação do Anjo Gabriel à Virgem Maria da concepção de Jesus Cristo, acreditada como livre do pecado original.

das refeições era costume as famílias rezarem à mesa, ou em local apropriado como a capela, ou oratório exposto em algum ambiente da casa. Quando se trabalhava no arado os agricultores também suspendiam o trabalho para fazer a prece conforme figura 64.

F I G U R A 6 4- ÂNGELUS DE JEAN-FRANÇOIS MILLET (1857-1859)

FONTE: Museu D’Orsay

A tela acima ilustrada é intitulada O Ângelus (1858 - 1859/Museu D‟Orsay) de François Millet, com a imagem de um casal na lavoura, com mãos cruzadas e a cabeça baixa, em sinal de reverência, registra a dimensão religiosa da imagem. A cena naturalista e po ética conquistou o público oitocentista e foi amplamente difundida em cartões postais e almanaques. (GOLIN; SALVATTI, 2004.)

Em Portugal, costumava -se rezar ao meio dia; aqui no Brasil às 18 horas, antes do jantar. Quanto ao número de preces, este variav a conforme as famílias que podiam optar pelos três horários, ou escolher um horário apenas. Mas a Hora do Ângelus era bastante sagrada para as famílias ditas cristãs. Hábito preservado na contemporaneidade em pelo menos quatro famílias selecionadas para o es tudo conforme se verá em seguida.

Como estou tratando de um determinado tipo de comportamento na hora das refeições, essencial relatar, que em pleno século XXI, ainda existem famílias que mantém este hábito; e que a atividade religiosa não era necessariam ente, como não é costume de algumas residências, em algum ambiente da casa em que tivesse ou tenha um oratório, ou uma capela.

Curiosamente identifiquei quatro famílias selecionadas para o estudo, com comportamento similar aos dos séculos anteriores no que se refere ao Ângelus. A seguir dois depoimentos a respeito desse hábito:

Desde pequena fomos acostumados, eu, meus irmãos e irmãs, meu pai e minha mãe, até os empregados da casa, antes do jantar, que era às seis horas da noite, rezar o Ângelus e depois um terço. Quanto ao Ângelus, rezávamos e ainda rezamos - pois transmiti o costume aos meus filhos - durante nove meses, que é o tempo de gestação de Maria, Mãe de Jesus. No dia 25 de dezembro nós paramos e retomamos somente em 25 de março do ano seguinte. Aí começa tudo de novo. Achei estranho quando você me disse que antigamente rezavam o ângelus em horários diferentes e que era constante. [a entrevistada estava se referindo a mim quando relatei este fato no meu estudo e porque sei que ela reza o ângelus faz algum tempo]. O local? em frente ao oratório que tenho no meu quarto. Depois vamos para a cozinha jantar. Tanto faz os meus filhos e netos estarem aqui, como não. Só moram comigo dois, um filho e um neto. A filha vem duas vezes por semana. Se coincidir ser a hora do jantar, então ela tem que fazer parte do Ângelus. (Dona Zelita, 80 anos, Casa Vale).

Outra família, com chefes mais jovens também tem o hábito de rezar o Ângelus, mas não nos horários determinados p ela religião católica, apesar da família ser católica praticante.

Aqui em casa rezamos o Ângelus antes de dormir; não nos apegamos aos horários que você me falou, mas uma coisa é certa: tem que ser antes da meia-noite, porque senão quebra. E todas as noites rezamos não só o Ângelus, mas várias novenas e orações. O Ângelus é sagrado. Não podemos dormir sem rezá-lo, porque senão quebra. [espécie de promessa ou visando uma graça que a família quer alcançar]. Nem que as outras orações, dependendo do cansaço, têm que se rezar em dobro. O ângelus é rezado durante nove meses. Que é quando completa o mês de gestação de Maria. Inicia em 25 de março e termina em 25 de dezembro, dia do nascimento de Jesus. (Dona Jaci, 59 anos, Casa Moema). [grifos meus].

Retornando ao século XIX, antes de dormir, quem “[...] ainda agüentasse fazer uma boquinha, as escravas serviriam pipoca, paçoca de amendoim e amendoim torrado”. (DONATO, 2005, p.203). Uma corrente de prata com uma caneca pendia do po te, para matar a sede que surgia de tanto comer. Para quem não tinha recursos, um pote de barro ficava na sombra do alpendre ou na sala, junto da porta. Ao todo eram quatro refeições fortes (fora as merendas) que eram servidas à mesa. Para as famílias abas tadas, as refeições eram um ritual doméstico que ajudava a demarcar o tempo da intimidade. Supõe -se com a família toda reunida.

Resumindo, em meados do século XIX, início do século XX, todo movimento da casa começava ao amanhecer e terminava antes das nove; depois disto as damas iam para as janelas, durante algumas horas para se refestelarem, conversar com suas vizinhas, e esperar o leiteiro, as quitandeiras e o mascate. A descrição a seguir foi de Kidder (1941): O primeiro traz o leite num veículo de novo aspecto, para o estrangeiro – ou

pelo menos ele nunca viu usado para esse fim antes de conhecer o Brasil. A vaca é o carro de leite! Antes que o sol se levante, a vaca, acompanhada de seu bezerro, é levada de porta em porta por um camponês português. Pequenina campainha pendurada no pescoço da vaca anuncia a sua presença. Uma escrava desce com uma garrafa e recebe certa porção do líquido alimentício, pela qual paga cerca de seis pence ingleses [...] o leite pode ser obtido puro, diretamente da vaca, se a gente fica fiscalizando da janela a operação; de outro modo a nossa garrafa é cheia de uma vasilha de estanho, trazida pelo portuense que, muitas vezes, introduz a devida proporção de água, que brotando do alto do corcovado, veio rolando através do Aqueduto até a fonte da esquina da rua. As quitandeiras são as vendedoras de verduras. Laranjas, goiabas, maracujás, ou frutas da „flor-da- paixão‟, mangas, doces, canas-de-açúcar. Brinquedos. Elas vendem a sua mercadoria com voz vigorosa [...] as crianças ficam encantadas quando avistam na rua as pretas com o favorito tabuleiro cheio de doces e brinquedos. „Lá vem ela‟, a quitandeira, com seu filhinho africano amarrado nas costas, o tabuleiro na cabeça, gritando: „chora menina, chora menino. Papai tem dinheiro bastante. Compra menina, compra menino!‟[...] Finalmente, faz sua aparição no fundo da rua o vendedor de sedas, e gazes, que é o encanto do dia de uma s e nh o ra brasileira. Anuncia a sua chegada com o bater do seu côvado (pau de medir), seguido de um ou mais pretos conduzindo caixas na cabeça. O vendedor sobe as escadas, certo de ser bem recebido; pois se as damas não têm necessidade alguma de seus artigos, têm necessidade de divertir-se, examinando-os. Os negros depositam as caixas no chão e retiram-se; então, o hábil italiano ou português vai tirando da

caixa uma coisa após outra; e julga-se agindo com rara inabilidade (sic!) se não consegue dominar a dama econômica de modo a torná-la possuidora pelo menos de um artigo barato. Quanto ao pagamento, não há necessidade de pressa – ele voltará na próxima semana ou, venderá a prestação. (p. 185- 187). (Grifo meu).

Concluindo sobre as refeições, e particularmente os horários de refeições das famílias brasileiras, especialmente no século XIX, que supostamente parecem desencontrados, não são mais do que mudanças ao longo dos séculos ou diferenças nos hábitos tanto entre as camadas sociais, quanto ao tipo de atividades ou função que exercia o chefe de família, conforme relatado por Debret ( 1965).

O século XX, por sua vez, tem como marca a segurança alimentar e hábitos de consumo. Em Natal, por exemplo, ainda um pequeno arraial, “com conotações portuguesas, resquícios escravocratas e elite provinciana” (CAVALCANTI, 2014, p.35), na primeira d écada do século XX, em 1914, foi criada por Henrique Castriciano88 a Escola

Doméstica de Natal (ED), com base em algumas instituições de ensino da Suíça, voltadas para as mulheres e com a finalidade de fortalecer o núcleo familiar por meio do ensino domésti co para meninas e moças. Estes tipos de instituições de ensino eram conhecidos como Écoles Ménagéres. Uma ex-aluna Eulália Duarte Barros, no seu livro Uma

Escola Suíça nos Trópicos, declara que

A Escola Doméstica mudou a vida da mulher do Rio Grande do Norte em sua identidade civil. Ao formar moças das décadas primeiras deste século, com uma educação esclarecida do seu papel como personagem transformadora da sociedade, a Escola inovou. Inovou, incomodou e persistiu. (BARROS, 2000, p.30).

Realmente a Escola Doméstica causou enorme impacto na sociedade local em relação aos hábitos e costumes, na alimentação, nas

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Advogado, poeta e escritor, irmão da poetisa Auta de Souza. Em suas viagens pela Europa, conheceu algumas instituições voltadas para mulheres e quando voltou à capital, Natal, pede a colaboração do então Governador Albuquerque Maranhão, cuja família era a representação máxima do poder, conseguiu fundar a Liga de Ensino do Rio Grande do Norte, em 23 de julho de 1911 que após três anos, no dia 1º de setembro de 1914, surge a Escola Doméstica de Natal.

tarefas educacionais, e principalmente na vida familiar, sob retudo as nas ações ligadas a domesticidade. Acima de tudo preocupações “com modos à mesa, higiene, gestos e a maneira como deveriam portar -se publicamente”. (ABRAHÃO, 2010, p. 139). Hábitos, costumes e tendências aristocráticas já difundidas na França do século XVIII como forma de manter uma figuração social que assegurasse posições privilegiadas em uma sociedade ao mesmo tempo aristocrática e burguesa. (ABRAHÃO, 2010).

Funcionava, a época de sua criação, no bairro nobre da Ribeira, onde se concentravam o comércio chique e residências de famílias aristocratas. A política da instituição tinha como finalidade “o trabalho voltado somente para as mulheres, onde a atividade doméstica deveria ser respeitada”. (CAVALCANTI, 2014, p.37).

O referencial teórico, assoc iado ao prático, fazia parte da metodologia da escola, cujos conhecimentos eram baseados nos afazeres corriqueiros de uma dona de casa, com as vivências e realidades das alunas: gerenciamento prudente do lar, balanço mensal de seus gastos, além da atividade doméstica e do desempenho no lar. “A preocupação era formar mulheres com fortes valores morais da época, em um ambiente de cooperativismo e respeito às regras de etiqueta”. (CAVALCANTI, 2014, p.37).

A urbanização acelerada e suas consequências, na metade do século XX, em muitos países, provocaram mudanças nos hábitos alimentares. A entrada da mulher no mercado de trabalho; assim como a distância entre o local de trabalho e a moradia provocaram necessidades e condições de deslocamento espaciais humanos (VILLAÇA, 2005, p.180); necessidades não só de alimentar -se fora de casa, em especial para alguns membros, ou até mesmo famílias inteiras, que adquiriram o hábito de comer fora. O que não significa que em séculos anteriores não se comia fora; a diferença do s éculo XIX em

relação aos séculos XX e XXI é que não se tinha o hábito de fazer da rua o seu modo de vida, como cotidianamente comer em fast food, por exemplo. Ou fazer dos produtos pré -preparados ou prontos para o consumo - encontrados nos supermercados - o hábito alimentar de boa parte das famílias.

Para quem mora só e quase nunca tem tempo de cozinhar, o mercado single criou estratégias de marketing a investir neste nicho solitário de consumidores do século XXI como idosos e jovens com mais de 35 anos. Encontram-se, hoje, em supermercados, prateleiras inteiras com produtos pré -preparados e embalagens pequenas para os solteiros que já são 77 milhões de brasileiros.89 Tudo tem que ser bem prático.

Legumes e frutas são descascados e picados; bolos, sanduíches , doces em embalagens para levar pra casa ou comer na rua mesmo. Tem refeições prontas em pratos individuais. Além de produtos, este mercado oferece serviços que buscam atingir e satisfazer as necessidades não só de uma família inteira, mas dos moradores solitários, com produtos em porções menores, de qualidade; e serviços voltados para o perfil de consumo e hábito deles. A agilidade no atendimento é uma das preocupações dos supermercados para atender este tipo de consumidor, especialmente nos grandes centr os.

É uma espécie de substituição dos congelados feitos nas próprias residências, que levavam nos anos oitenta e noventa do século XX, em média, dois dias para serem preparados e consumidos entre quinze dias ou um mês nos lares brasileiros. Dependendo do n úmero de moradores. Esse movimento foi facilitado em função do maior acesso aos eletrodomésticos que, por sua vez, faziam e fazem parte do estilo urbano, dos séculos XX e XXI.

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Dados do IBGE apontam que dos 77 milhões de brasileiros solteiros, cerca de 49%, quase metade da população acima de 15 anos são solteiros. Proporcionalmente a região Norte tem mais solteiros com 60,5%; Região Nordeste 56,7%; Região Centro-Oeste 48,6%; Sudeste 44,3% e Sul 44,2%.

Então, a forma de preparar a alimentação da família sofreu alterações significat ivas nos três últimos séculos XIX, XX e XXI. Mas, mudanças significativas mesmo, se deram na segunda metade do século XX e início do século XXI. Entre os anos oitenta e noventa, do século XX, aqui no Brasil, a alimentação da família brasileira passou por u m novo processo que foi o congelamento dos alimentos, conforme citado acima. A atividade de congelamento, além de demorada e de certa dificuldade em realizar, necessitava contratação de profissionais do ramo para prepará -la entre dois dias, ou o dia todo, como revela uma entrevistada:

Nos anos oitenta utilizamos muito a marmita. Tínhamos empregada, mas como éramos três, mais a babá do meu sobrinho - filho da minha irmã que mora comigo desde que se separou - fizemos opção pela marmita. Era cômodo, mas tinha o inconveniente de ser repetitiva. O menino cresce, a babá se casa, continuamos com a faxineira uma vez por semana. Empregada sempre foi um luxo e hoje mais ainda. Então, fizemos uma experiência pelo congelamento, que em termos de praticidade e tão em moda nos anos 90, tinha duas conveniências: preparávamos pratos de nossa preferência e passávamos um mês sem preocupações; pois a comida estava lá no freezer, íamos lá e levávamos para o micro-ondas. As inconveniências eram muitas: além da parafernália de eletrodomésticos, que deveríamos possuir, para viabilizar a sua preparação; tinham os utensílios domésticos em grandes quantidades para armazenar os alimentos de acordo com as categorias, como peixe, carne vermelha, aves, etc. Além da profissional que preparava o alimento; esta trazia uma espécie de acompanhante para ajudá-la nas embalagens e lavar as louças. O processo era desgastante e levava em média o dia inteiro. Iniciava às 7h30 da manhã e concluía porvolta de uma hora da madrugada. Ainda tínhamos que levar as duas em casa que moravam um pouco distante de nós. Hoje, variamos: marmita, novamente; ou então vou ao supermercado e compro feito. É só chegar e colocar no freezer e depois micro-ondas. Se pudesse comeria feito por mim. Mas, é muito cansativo. (Violeta, 61 anos, Casa Trevo).

A cozinha dos anos oitenta e noventa, do século XX, era realmente toda equipada para tal atividade. Além do básico fogão, geralmente de seis bocas, necessitava -se de freezer, gelade iras, batedeiras, panelas de todos os tipos e tamanhos, formas refratárias90

liquidificador, micro -ondas, um número considerável de depósitos de vidro, papel filme, papel alumínio, plásticos apropriados, de

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preferência tupperware91, que lança conceitos saudá veis de produção;

ou seja, os produtos são fabricados sem prejudicar o meio ambiente; a companhia recicla todo material que sobra e se compromete com o conceito de conservação quando ajuda a dona de casa a adquirir ou desenvolver hábitos de armazenamento e não desperdiçar alimentos. Criou potes plásticos, usados em casa, para guardar comida e protegê - la do ar e de possíveis contaminações.

FIGURA 65- DEMONSTRATIVO: PRODUTO DA TUPPERWARE EM FORNO DE MICRO-ONDA FONTE: http://www.tupperware-br.com.br

Para quem não utiliza o congelamento de forma sistemática, os produtos são armazenados em módulos de plásticos. São potes para armazenar grãos, massas, sementes, cereais, doces, por certo período e

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É o nome de uma empresa estadunidense da indústria dos plásticos e, simultaneamente, o nome do produto plástico

produzido e vendido pela empresa, especialmente recipientes para utilização na conservação e preparação de alimentos. A

empresa está na origem de uma estratégia de marketing e forma de venda original: a demonstração e venda ao domicílio. Tupperware foi desenvolvida em 1948 em Leominster, Massachussets. Com o início o "baby boom" no pós-guerra, as mulheres se dedicavam às suas famílias, que se tornavam maiores. Nascia a cozinha "Tupperizada" uma cozinha que era bem organizada e limpa, e apresentava uma variedade de recipientes que substituíram sacos pouco apresentáveis e que mantinham os alimentos frescos por mais tempo. Em 1946, Tupper lançou suas lendárias tampas hermeticamente fechadas criadas no molde da borda de uma lata de tinta de cabeça para baixo. Elas evitavam que os alimentos ficassem ressecados, murchos ou perdessem seu sabor na geladeira, que se tornava popular na época. Apesar de sua natureza inovadora, os produtos de Tupper não eram vendidos em lojas de varejo, principalmente porque os consumidores precisavam de demonstrações para entender como eles funcionavam. Em resposta a isso, a primeira Festa em Casa da Tupperware foi realizada em 1948, introduzindo uma forma totalmente nova de os consumidores terem acesso aos produtos Tupperware. As demonstrações provaram ser uma forma muito eficaz de divulgar as vantagens das revolucionárias tampas.

com garantia de que não pereçam antes do tempo. Além do que for am projetados para que os espaços dos armários para mantimentos sejam organizados com eficiência, conforme ilustrações a seguir.

FIGURA 66- POTES DE MANTIMENTOS TUPPERWARE PARA ARMAZENAR. SÉCULOS XX-XXI. Fonte: http://www.tupperware-br.com.br

FIGURA 67- DEMONSTRATIVO DA TUPPERWARE DE COMO ORGANIZAR MANTIMENTOS COM