3.1 Kvinnefunksjoner i Heimskringla
3.1.2 Kvinner med innflytelse
Quanto às questões fechadas de escolha múltipla, Padua et al. (1987) consideram, que devem abarcar o maior leque possível de respostas, para que o respondente opte pela resposta que considere ser a mais adequada à sua opinião, de entre as constantes no rol pré-determinado. Embora tivéssemos em conta este critério, na eventualidade da ausência da resposta pretendida pelo respondente, foi adicionada a opção ‘Outro. Qual?’ para contornar esta limitação.
De facto, na fase piloto, uma das questões (inserida simultaneamente no inquérito dos alunos e docentes) obteve algumas ocorrências nesta opção, funcionando como indicativo ou alerta de que as afirmações apresentadas careciam de nova conceção.
Concretamente, para além das duas opções de resposta existentes na questão (C-VII.y. alunos – Anexo J e C-7.VII.o. docentes – Anexo K) ‘Nas aulas, qual é a perspetiva mais defendida pelos professores, quanto à “Ciência & Tecnologia”, relativamente à sua repercussão e afetação nas gerações futuras’, foi incluída a opção, ‘Nunca foi abordada esta temática’. Assim, nos questionários definitivos obtiveram-se 7 respostas, no caso dos alunos, e 6 respostas, no caso dos docentes, nesta opção.
Foi igualmente incluída a opção nos inquéritos dos docentes ‘As minhas disciplinas estão ambientalizadas’ na questão (C-4.) ‘Quais as principais dificuldades (se existirem) para a inserção da EA nas suas disciplinas’, a qual obteve 8 respostas. Assim, após o pré-teste, os questionários foram-se ajustando, para que os inquiridos respondessem às questões segundo as várias alternativas previamente estruturadas, de forma que a informação desejada estivesse presente.
Para além da elaboração de questões fechadas de escolha múltipla, cujo respondente apenas pode optar por uma resposta, optámos igualmente por questões fechadas de escolha múltipla que permitem várias respostas em simultâneo e por questões fechadas, cujos respondentes apenas respondem ‘Sim’ ou ‘Não’ às perguntas colocadas.
Sintetizando, nas questões fechadas optou-se pelo uso de perguntas: diretas, quando se pretenderam dados concretos como a ‘idade’;
com apenas uma de duas respostas possíveis como o ‘género’; às quais o inquirido apenas responde ‘sim’ ou ‘não’;
de escolha múltipla com várias opções de resposta em simultâneo; de escolha múltipla com apenas uma resposta possível;
às quais o respondente faz uso de uma escala de valores que permite avaliar a sua atitude e/ou opinião.
Uma das desvantagens das questões fechadas prende-se com a falta de profundidade das respostas. Para o evitar, foram introduzidas questões abertas, onde se mostrou necessária uma resposta mais abrangente, bem como um ponto no final do questionário, ‘observações’, com o objetivo de dar ao respondente total liberdade para acrescentar algo que considerasse oportuno. Tentámos, deste modo, colmatar uma das desvantagens das questões fechadas, permitindo aos respondentes tecer algumas considerações com o seu próprio vocabulário. Embora nenhum aluno utilizasse este espaço, três docentes aproveitaram a oportunidade para efetuar alguns comentários. Dois docentes mostraram o seu desconforto relativamente a algumas questões apresentadas. Um, referiu que deu o seu melhor, embora não possua formação na área do ambiente, e outro, referiu que para responder de forma correta ao questionário, o mesmo deveria ser administrado pessoalmente pelo investigador, dado o seu desejo em o abandonar, principalmente devido à reduzida formação nesta área e à escassez de tempo. A estes docentes foi dado apoio presencial por parte da investigadora. O terceiro docente referiu que o questionário envolvia demasiadas perguntas abertas.
Para Kotler e Armstrong (1993), as questões abertas são mais reveladoras que as questões fechadas, na medida em que os entrevistados não ficam limitados nas suas respostas, sendo especialmente úteis em pesquisas exploratórias, nas quais o investigador deseja descobrir o que as pessoas pensam, em vez de determinar quantas pessoas pensam de uma
determinada forma. A maior debilidade que se coloca quando se opta por questões abertas consiste na interpretação e descrição do seu conteúdo, mais exaustivo que nas questões fechadas, as quais são mais fáceis de analisar e interpretar. Umas e outras devem equilibrar-se, de modo a evitar que o respondente não se sinta inibido na sua liberdade de expressão, o que acontece quando existem demasiadas questões fechadas. No presente trabalho, as questões abertas tiveram como propósito completar/particularizar algumas questões fechadas, dando maior autonomia ao respondente, dentro de certos parâmetros, de complementar ou exemplificar uma dada questão.
Uma vez que se pretenderam medir também as atitudes e opiniões dos respondentes, foi necessário decidir sobre o tipo de escala a adotar nos questionários. A escala de Likert é a escala de resposta psicométrica mais usada em inquéritos de opinião, dada a sua escala bipolar, que mede o nível de acordo ou desacordo a uma dada afirmação (Likert, 1932). Esta técnica permite trabalhar com cinco ou mais níveis de escala (1-não concordo totalmente; 2-não concordo parcialmente; 3-indiferente; 4-concordo parcialmente; 5- concordo totalmente).
Neste trabalho optou-se pela simplicidade que os quatro níveis de resposta oferecem, eliminando a opção referente à posição ‘indiferente’ ou ‘neutra’, o que é legítimo neste caso, dado tratar-se de uma matéria familiar aos respondentes e dado o nível educacional dos mesmos. Assim, as variáveis foram recodificadas em conformidade com os objetivos da investigação (1-nada; 2-pouco; 3-bastante; 4-muito) (Figura 7.6).
Figura 7.6: A escala de Likert segundo quatro níveis de resposta.
A introdução explícita da opção central poderia, no nosso entender, dar origem a ambiguidades, já que muitos indivíduos a adotam como ‘a resposta mais confortável’, tendendo a colocar as suas respostas nessa posição. Eliminando-a, o respondente é forçado a optar por uma resposta positiva ou negativa, não responder ou transferir a sua resposta para o ponto ‘observações’ no final do questionário.