• No results found

Hovedmål I: Bevaring av naturarven

6. Måloppnåelse

6.2 Hovedmål I: Bevaring av naturarven

Acredito que os resultados da presente tese possam ser verificados a partir de modificações positivas que observei em minha prática docente, no que diz respeito aos indicativos abaixo listados:

a) Mobilização de ações com a finalidade de favorecer um estreitamento das relações entre a prática e a teoria musical;

b) Estruturações alternativas de interface entre a produção e realização de arranjos musicais de repertório popular brasileiro e as teorias musicais adjacentes vinculadas à música ocidental estruturada em idioma tonal;

c) Decisão didática de substituir excessivas regras de harmonia e contraponto por

um mínimo de orientações de modo a favorecer uma produção de conhecimento em que se sinta mais confortável para experimentar e criar pela observação, reflexão, insatisfação e pelo reconhecimento do caráter relativo dos erros estilísticos previstos pela teoria.

Para concluir, gostaria de expressar que esta tese, pelo exercício filosófico inerente a qualquer construção intelectual, ajudou-me a redescobrir o quanto a verdade por vezes apresenta-se simultaneamente em lugares divergentes; que a lógica dos nossos atos está pautada, no fundo, pela crença que nutrimos a partir do que sentimos; que essa crença não só motiva nossos atos quanto nos faz sentir norteados por princípios verdadeiros; que esse movimento faz da verdade a subjetividade.

Nesses termos a verdade felizmente não representa algo de incontestável. Portanto, essa tese sobrepuja a obtenção de uma proposta científica de verdade pronta e acabada, pelo interesse incessante, movido pela esperança na educação musical, em avançar rumo ao detalhamento alternativo de estratégias didáticas interdisciplinares em música. Logo:

Não é verdade inquestionável que esta tese funcionará sempre. Sua maior qualidade é a de impelir o movimento.

Porém, trabalhei de modo a procurar modificar minha prática docente não só orientado por observações e reflexões pessoais, mas ainda contemplando sugestões dos estudantes na expectativa de melhorar seus próprios processos formativos e assumindo

o compromisso de tentar aproximar mais o ensino de música de um exercício musical de docência.

Imerso nesse contexto, passei a nutrir resistência em acreditar que as pedagogias tradicionalmente disciplinares em música consigam atender a necessidade de constituir ambientes de aprendizado que favoreçam a produção de conhecimento e a desmistificação da possibilidade de desempenhar fazeres musicais criativos.

Desejo ainda que essa pesquisa não seja interpretada como uma forma artificial de ratificar a validade dos meus experimentos didáticos – sempre dependente, por um lado, do contexto de ensino, do poder de persuasão docente e da contingência da aceitação dos pares e, por outro, da sorte que ajuda a configurar tanto nosso destino pessoal quanto qualquer encontro humano, inclusive os intencionalmente educativos – mas, antes, para manifestar a convicção de que a cômoda anuência geral em relação à importância da interdisciplinaridade na educação não é suficiente para a escola, tampouco para a universidade. É preciso saber não só para quem, mas quê conhecimentos integrar e como fazê-lo. Trabalhar tendo esses desafios em mente é considerar a necessidade de se arriscar. Fato. Mas, se uma pessoa fizesse apenas o que entende, jamais avançaria um passo (LISPECTOR, 1998).

Nessas perspectivas, sugiro um ensino de música não organizado curricularmente em disciplinas. Conheço que uma concretização dessa proposta dependeria de uma reestruturação da própria escola, da própria academia, da própria forma como lidamos com o ensino.

Não obstante, ter imagens interdisciplinares em mente faz-se capital mesmo enquanto começamos a buscar objetivamente formas de reestruturar o ensino de música dentro do presente formato curricular fragmentário que uma disciplina pode assumir. Porque ensinar música é assumir o compromisso e o desafio de ajudar no processo de incorporação das tradições musicais historicamente soerguidas, não para sacralizar e perpetuar por força da moda essas tradições, mas para que se possa intencionalmente selecioná-las, interferindo criativamente nas próprias definições estéticas do passado, a ponto de buscar o novo na arte através do próprio movimento educativo. Nesse sentido, se o século XX logrou pouco êxito nesse ideal pedagógico, o século XXI deve consolidar o reconhecimento prático de que o ensino de música e a arte precisam assumir o compromisso intencional de se confundirem no mesmo objetivo maior: conquistar ganhos morais pela educação estética.

REFERÊNCIAS

ALBINO, César; LIMA, Sônia Albano de. A aplicação da teoria da aprendizagem significativa de Ausubel na prática improvisatória. Opus, Goiânia, v. 14, n. 2, p. 115- 133, dez. 2008

ALCANTARA NETO, Darcy. Aprendizagens em percepção musical: um estudo de caso com alunos de um curso superior de música popular. Dissertação (Mestrado em Música). 2010. 243p. Escola de Música, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.

ALMADA, C. Arranjo. Campinas, SP: Unicamp, 2000.

ALMADA, Carlos. Harmonia Funcional. Campinas: Unicamp, 2009.

ALVES-MAZZOTTI. Usos e abusos dos estudos de caso. Cadernos de Pesquisa (online), v. 36, n.129, p. 637-51, 2006.

ALVES, Rubem. Filosofia da ciência. 2 ed. São Paulo: Brasiliense, 1982.

AMATO, Rita de Cássia Fucci. Interdisciplinaridade, música e educação musical. Opus, Goiânia, v. 16, n. 1, p. 30-47, jun. 2010.

AMATO, Rita Fucci. Voz cantada e performance. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa Editora, 2006.

BANDURA, A. Self-efficacy: the exercise of control. New York: Freeman, 1977. BARBOSA, Maria Flávia. Percepção musical como compreensão da obra musical: contribuições a partir da perspectiva histórico-cultural. Tese (Doutorado em Educação). 149p. Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2009.

BELLO, Isabel Melero. Do currículo proposto ao currículo em ação: constribuições para a área de formação de professores em serviço. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Ensino, música e interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

BERNARDES, Virgínia. A Percepção Musical sob a ótica da linguagem. Revista da ABEM, n. 06, p. 76-84, Set, 2001.

BHERING, Cristina. Repensando a percepção musical: uma proposta através da música popular brasileira. Rio de Janeiro: s.n., 2003. Dissertação (Mestrado em Música

BOLLOS, Liliana Harb. Performance na música popular: uma questão interdisciplinar. In: LIMA, Sônia Regina Albano de (Org.). Ensino, música e interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

BORÉM, Fausto; LAGE, Guilherme Menezes; VIEIRA, Maurílio Nunes;

BARREIROS, João Pardal. Uma perspectiva interdisciplinar da visão e do tato na afinação de instrumentos não-temperados. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.).

Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa Editora, 2006.

BRAGA, Simone.A formação pedagógica musical na visão interdisciplinar. Acesso em: <http://www.periodicos.ufes.br/musicaelinguagem/article/view/3599/3300>. Disponível em: 08 fev. 2014.

BRITO, Teca Alencar de. Koellreutter educador: o humano como objetivo da educação musical. São Paulo: Peirópolis, 2001.

CAPRA, Fritjof.O ponto de mutação. São Paulo: Círculo do Livro, 1982.

CARVALHO, Denis Almeida Lopes. Aprendizagem musical não formal no ambiente do samba. 2009. 68 f. Monografia (Licenciatura em Música) – Instituto Villa-Lobos, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009. CASTANHO, Marisa Irene Siqueira. Psicologia da educação e ensino de música: contribuições de Vygotsky. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Ensino, música e interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

CAREGNATO, R. C. A.; MUTTI, R. Pesquisa qualitativa: análise de discurso versus análise de conteúdo. Florianópolis: 2006.

CHAIB, D. El Aprendizaje dialógico y una nueva dimensión instrumental: la Tertulia Musical. Idea Sostenible, s.l., ano 13, n. 3, 2006.

COLLURA, Turi. I Fórum Internacional de Didática Musical. FAMES, Faculdade de Música do Espírito Santo, Vitória, 7 a 12 de Ago. 2006. Parte I.

Apostila do Curso de Harmonia Funcional.

CORRÊA, Antenor Ferreira. O sentido da análise musical. In: Opus: Campinas, n. 12, p. 33-53, dez, 2006.

CURY, Vera Helena M. Contraponto: o ensino e o aprendizado no curso superior de música. São Paulo: UNESP, 2007.

DESCARTES, René. Discurso do método. São Paulo: Ática, 1989.

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (org.). Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005.

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus, 2006.

FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UECE, 2002. Apostila.

FONTERRADA, Marisa Trench de Oliveira. et al. Práticas criativas em educação musical: análise de resumos de tese de doutorado no Brasil. In: CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM MÚSICA, 14., 1014, São Paulo. Disponível em:

<http://www.anppom.com.br/congresso/index.php/Anppom2014/trabalhosEscritos2014/ paper/view/3159/631>. Acesso em: 7 maio 2014.

FREIRE, Ricardo Dourado. Sistema de solfejo fixo-ampliado: Uma nota para cada sílaba e uma sílaba para cada nota. Opus, Goiânia, v. 14, n. 1, p. 113-126, jun. 2008. FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Da harmonia pela harmonia: sobre formalismo e seus impactos na ideia de harmonia funcional. Revista do Conservatório de Música da UFPel. Pelotas, No.5, 2012, p. 1-35.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. GOLDEMBERG, Ricardo. Métodos de leitura cantada: dó fixo versus dó móvel. Revista da ABEM, n. 5, p. 7-12, setembro, 2000.

GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 1997.

GORDON, Edwin. Teoria da aprendizagem musical. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.

GOSWAMI, Amit. Criatividade quântica: como despertar o nosso potencial criativo. São Paulo: Aleph, 2008.

GREEN, Lucy. Music, informal learning and the school: A new classroom pedagogy. Hampshire, UK: Ashgate, 2008.

GROSSI, Cristina de Souza. Avaliação da percepção musical na perspectiva das dimensões da experiência musical. Revista da ABEM, Porto Alegre, ano VI, n. 6, p. 49-58, setembro de 2001.

GUEST, Ian. Arranjo: Método Prático. Vol. I, II e III. Rio de Janeiro: Lumiar, 1996 JARDIM, Vera Lúcia Gomes. O músico professor: percurso histórico da formação em música. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Ensino, música e interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

KEBACH, Patrícia Fernanda Carmem. A aprendizagem musical de adultos em ambientes coletivos. Revista da ABEM, Porto Alegre, v. 22, p. 77-86, set. 2009.

KEMP, Anthony E. Introdução à investigação em educação musical. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1995.

KIERKEGAARD, S. O desespero humano. Porto: Livraria Tavares Martins, 1961. KLEBER, Magali Oliveira; CACIONE, Cleusa Erilene dos Santos. Uma experiência interdisciplinar no curso de Licenciatura em Música da Universidade Estadual de Londrina. Revista da ABEM, Porto Alegre, v. 23, p. 75-83, mar. 2010.

KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani C. A. (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 1998. KOELLREUTTER, H. J. Apontamentos de aula de análise musical. Rio de Janeiro: Seminários de Música Pró-Arte, 1980.

KOELLREUTTER, H. J. Harmonia funcional: introdução à teoria das funções harmônicas. São Paulo: Ricordi, 1986.

KOELLREUTTER, Hans-Joachim. O ensino da música num mundo modificado (1977). Disponível em: <www.latinoamerica-musica.net/ensenanza/koell-ensino- po.html>. Acesso em: 15 ago. 2008.

LACORTE, Simone; GALVÃO, Afonso. Processos de aprendizagem de músicos populares: um estudo exploratório. Revista da ABEM, n. 17. set. 2007, p. 29-38. LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Ensino, música e interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

LIMA, Sônia Albano de; APRO, Flávio; CARVALHO, Márcio. Performance, pratica e interpretação musical: significados e abrangências. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa Editora, 2006.

LIMA, Sônia Albano de. O Virtual e o real da interpretação musical. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa Editora, 2006.

LIMA, Sonia Albano de. Interdisciplinaridade: Uma prioridade para o ensino musical. vol. 7, n.° 1, São Paulo: Música Hodie, 2007, p. 51-65.

LISPECTOR, Clarisse. A maçã no escuro. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

MATOS, Elvis de Azevedo. Um inventário luminoso ou um alumiário inventado: uma trajetória humana de musical formação. 2007. 300 f. Tese (Doutorado em Educação Brasileira) – Faculdade de Educação, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2007.

MATTOS, Fernando Lewis de. Contraponto. Harmonia. História da música. Análise musical. Apostilas digitais. UFRGS. Disponíveis em:

<http://www.4shared.com/account/dir/5686079/bbfadc47/sharing.html#dir=rXJPxOZf> Acesso em: 21 fev 2014.

MINAYO, M. C. S. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2001.

MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento. São Paulo: HUCITEC, 2007. MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, repensar o pensamento. 8a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.

OTUTUMI, Cristiane Hatsue Vital. Percepção musical e a escola tradicional no Brasil: reflexões sobre o ensino e propostas para melhoria no contexto universitário. Tese (Doutorado em Música). Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2013.

OTUTUMI, Cristiane Hatsue Vital. Percepção musical: situação atual da disciplina nos cursos superiores de música. Dissertação (Mestrado em Música). 240p. Instituto de Artes, UNICAMP, Campinas, 2008.

PANARO, Pablo. Percepção musical: principais críticas e propostas metodológicas. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PÓS-GRADUANDOS EM MÚSICA, I, 2010, Rio de Janeiro. Anais do I Simpósio brasileiro de pós-Graduandos em música. Rio de Janeiro: UNIRIO, 2010, p.360-369.

PAZ, Ermelinda A. 500 canções brasileira. Brasília: Musimed, 2010.

PEREIRA, Niomar de Souza. O conceito e o comportamento: reflexões sobre o folclore. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Ensino, música e interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

PÊCHEUX, M. Semântica e discurso. Campinas: UNICAMP, 1988. RAMEAU, Jean-Philippe. A treatise of music containing the principles of composition. London: J. Murray, 1779.

RANDEL, M. The New Harvard Dictionary of Music. Cambridge: The Belknap Press University Press, 1986.

RAY, Sônia. Ciência e Performance Musical: relatos de experiência e aplicações pedagógicas. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.). Ensino, música e

interdisciplinaridade. Goiânia: Vieira, 2009.

ROSEN, Charles. Sonata forms. New York: Norton, 1988.

SANTOS, Adelson. Composição e arranjo: princípios básicos. Manaus: EDUA: FAPEAM, 2010.

SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula (Org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortês, 2010.

SCHAFFER, Margareth. Interdisciplinaridade: um novo “paradigma” para a educação e as ciências humanas. In: SILVA, Dinorá Fraga da; SOUZA, Nádia Geisa Silveira de. Interdisciplinaridade na sala de aula. Uma experiência pedagógica nas 3.ª e 4.ª séries do primeiro grau. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1995.

SCHOENBERG, Arnold. Harmonia. Trad. Marden Maluf. São Paulo: Unesp, 2001. SILVEIRA, Denise Tolfo; CÓRDOVA, Fernanda Peixoto. A pesquisa científica. In: GERHARDT, Tatiana Engel e SILVEIRA, Denise Tolfo (Org.). Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.

SOUZA, Ana Guiomar Rego. Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade no

conhecimento musical, In: ANAIS DO II SEMINÁRIO DE PESQUISA EM MÚSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, 2002. p.18-44.

TANAKA, Harue. Pensando 'todas as músicas' em Percepção Musical. In: ANAIS DO IX ENCONTRO REGIONAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. Natal: UFRN, 2010, [s.p].

TATIT, Luiz. Análise semiótica através das letras. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. TATIT, Luiz. O século da canção. Cotia: Ateliê Editorial, 2004.

TEIXEIRA, Jáderson Aguiar. Pedagogia da Percepção Musical baseada em dois norteamentos filosóficos. In: I SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PÓS-GRADUANDOS EM MÚSICA XV COLÓQUIO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MÚSICA DA UNIRIO. Rio de Janeiro, 2010, p. 192-201.

TEIXEIRA, Jáderson Aguiar. Pensando o ensino de teoria musical e solfejo: A percepção sonora e suas implicações políticas e pedagógicas. 2011. 98 f. Dissertação (Mestrado em Educação Brasileira) – Faculdade de Educação, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2011.

TEIXEIRA, Jáderson Aguiar. Veredas e desafios para o ensino musical de adultos sem extensa formação especializada anterior: alternativas pedagógicas pertinentes à

realidade cearense. In: ALBUQUERQUE, Luiz Botelho; ROGÉRIO, Pedro. Educação Musical: campos de pesquisa, formação e experiências. Fortaleza: Edições UFC, 2012. p. 135-151.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez & Autores Associados,1988.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Ementa de Estruturação Musical I. Disponível em: <https://condoc.unb.br/matriculaweb/graduacao/disciplina.aspx?cod=144045>. Acesso em: 21 fev 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Ementas da disciplina de Linguagem e Estruturação Musical. Disponível em:

<http://www.ccta.ufpb.br/clm/images/stories/arquivos/Ementas%20Habilitacoes%20Ed %20Musical%20e%20Instrumento%20Canto.pdf>. Acesso em: 21 fev 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Ementas da disciplina de Criação Musical. In: Projeto de criação do curso de licenciatura em música. Disponível em: <http://followscience.com/content/524689/projeto-de-criacao-do-curso-de-licenciatura- em-musica-ufscar>. Acesso em: 21 fev 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Projeto pedagógico de curso: graduação em Pedagogia, Educação Musical e Educação Física da Faculdade de Educação. Fortaleza: UFC - Pró-Reitoria de Graduação, 2007.

WEBERN, Anton. Os caminhos para a música nova. São Paulo, Novas Metas, 1984. ZANON, Fábio. Música como profissão. In: LIMA, Sônia Albano de. (Org.).

Performance e interpretação musical: uma prática interdisciplinar. São Paulo: Musa Editora, 2006.

ZIMMERMAN, B. J. Developing self-fulfilling cycles of academic regulation: an analysis of exemplary instructional models. In: SCHUNK, D.; ZIMMERMAN, B.J. (Eds) Self-regulated learning: from teaching to self -reflective pratice. New York: Guilford, 1998, p.1-19.