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3. THEORETICAL AND CONCEPTUAL FRAMEWORK

3.4 Framework for analyzing institutional change

O termo “missão holística” é uma expressão utilizada por Stott para dizer que a missão deve ir além da proclamação da palavra, para atender o ser humano em suas necessidades tanto espirituais – isto é, da alma, da mente – como materiais, as que o corpo necessitado requer de imediato. Para Stott, (1997, p. 376): “holístico é um conceito filosófico de que o todo é maior que a soma de suas partes; (o termo) pretende

enfatizar que a verdadeira missão é uma atividade abrangente, que integra evangelização e ação social, recusando-se a divorciá-las uma da outra”.

A preocupação missionária tem sido dividida tecnicamente em duas partes: uma vertical e outra horizontal. A primeira se preocupa com a ação salvadora de Deus na vida dos indivíduos e a segunda se interessa pelas relações humanas no mundo. Esta poderá ser inserida da seguinte maneira (STOTT 2011, p. 29): se “Cristo teve de entrar em nosso mundo, nós também precisamos entrar no mundo de outras pessoas”. Numa visão missionária holística, não se pode separar a questão da proclamação da palavra de Deus da ação social responsável.

A relação entre evangelização e responsabilidade social é tratada aqui por Stott a partir do Pacto de Lausanne de 1974 (PL/74). Para ele, a evangelização – no sentido de proclamação da palavra – tem prioridade sobre a responsabilidade social, porque (STOTT, 1997, p. 378) “a evangelização tem relação com o destino eterno das pessoas”. Para fundamentar sua opinião, ele cita a “consulta sobre a relação entre evangelização e a responsabilidade social” realizada em Grand Rapids, 1982. Stott ainda afirma que Lausanne endossa esta prioridade da evangelização, conforme abaixo:

A evangelização tem relação com o destino eterno das pessoas; e, trazendo-lhes boas novas de salvação, os cristãos estão fazendo uma obra que ninguém mais pode fazer. Raras serão as ocasiões, se é que elas ocorrerão, em que nós teremos que optar entre… curar o corpo ou salvar a alma… no entanto, se tivermos que fazer esta opção, é bom lembrarmos que a necessidade suprema e máxima de todo ser humano é a graça salvadora de Jesus Cristo. Portanto, a salvação espiritual e eterna de uma pessoa é de maior importância do que o seu bem-estar temporal e material.

Novamente, Stott (1997, p. 379) cita parte do “manifesto de Manila” para defender sua posição de que a prioridade do evangelho é a de salvar almas: “A evangelização é primordial porque o que mais nos preocupa é o evangelho, que todas as pessoas possam ter a oportunidade de aceitar Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador”.

Compreendo a prioridade que Stott coloca na proclamação da palavra – vindo esta em primeiro plano – e depois a tarefa da ação voltada para a responsabilidade social. Como já mencionei, entendo que ele não elimina a parte social de sua Teologia da Missão Mundial (aqui ele a chama de Holística), e, sim, coloca esta numa posição secundária. Para ele, a ação social é uma consequência da evangelização, segue a

mesma, como objetivo acessório, como se a pessoa ao receber o evangelho e se converter, naturalmente passasse a ter responsabilidades sociais natas. Isto de fato não ocorre, até porque se assim fosse, esta pesquisa perderia seu sentido de vasculhar e procurar os fundamentos em que se fincam os alicerces do evangelho. Stott ainda cita que os doze apóstolos foram chamados para um ministério pastoral (voltados para a palavra) e os sete diáconos para um ministério social, porque os seguidores de Jesus têm a responsabilidade de testemunhar e de servir conforme as oportunidades que lhes forem dadas.

Interpreto Stott com certa crítica, porque não se pode esperar para agir e nem se pode dividir a missão com a palavra da missão com as ações sociais. Ambas devem caminhar juntas, em paralelo, não uma avançando e a outra procurando alcançá-la. Em outras obras de Stott (que veremos) vai aparecer a questão da responsabilidade social sendo valorizada, mas fica sempre uma fresta, a de que ele prioriza sim, a proclamação da palavra em detrimento da ação social. Isto porque a palavra leva à vida eterna, enquanto a ação social é passageira, terrestre e perecível, porque para ele (STOTT, 2000, p. 146) “o desejo de Deus é não apenas que os homens o conheçam, mas que sejam salvos por ele”. Para que a igreja missionária consiga cobrir todas as suas tarefas – de evangelizar, pastorear o rebanho e de prestar assistência social aos necessitados – Stott sugere que ela se divida em grupos e que de tempos em tempos preste contas à igreja como um todo, para esta acompanhar suas projeções e realizações e verificar os motivos das variações, promovendo ajustes e evitando que se desvie do plano missionário por ela proposto previamente.

Para Stott, cada cristão deve ser um missionário, assumir tarefas dentro de sua igreja e promover a missão mundial sob diversas maneiras – evangelizando, contribuindo, orando, assessorando – para que o evangelho de fato seja pregado e vidas sejam salvas. Vêm em seguida as ações sociais, as quais podem espelhar uma variedade de necessidades enormes como o cuidado do corpo doente, do ser que tem fome de alimento, que precisa se vestir, se abrigar e o cuidado das necessidades do espírito, voltadas para as carências da alma, do ser que passa por depressão e tristeza, por fatos que ocorrem de forma constante ou isolada, como o luto e a os acidentes que envolvem a pessoa e sua família. Stott (1997, p. 381) deixa clara sua reflexão teológica

missionária quando diz: “continuo insistindo que isto não pode limitar-se à proclamação do evangelho, embora eu já tenha mencionado que esta é tarefa prioritária na igreja”.

Em outra de suas obras, fica evidente que ele compreende a missão mundial como devendo abordar o ser humano por inteiro, ao dizer que (STOTT, 1982, p. 60) “Deus fez o homem um ser espiritual, físico e social. Como ser humano, o nosso próximo pode ser definido como um corpo-alma em sociedade”.

A base bíblica para a parceria entre proclamação da palavra e a ação social responsável, é o ponto de apoio para Stott. Ele diz (1997, p. 383) que “ser cristão evangélico sem ser cristão bíblico é igual a nada”. Ainda pergunta e responde a si mesmo: “haveria, portanto, uma boa base bíblica para manter juntos a evangelização e a ação social? Existe, sim”. Stott apresenta três argumentos fundamentais que veremos em seguida, em que justifica seu ponto de vista missionário.

Seu primeiro argumento, que denomina caráter de Deus, se refere ao fato de que Deus que se preocupa com o bem estar total do ser humano, o que abrange a parte espiritual e material deste ser. Se o Deus missionário não tem prazer na morte do ímpio, logo todos podem ser salvos, por meio de Jesus Cristo. Para que isso se concretize, é necessário que se pregue o evangelho, e isto somente é possível se feito pela igreja missionária, por meio de seus missionários. Vemos que Stott (1997, p. 383) não deixa de fora a questão social contida em sua missão holística ou mundial ao afirmar que:

Deus se importa com os pobres e os famintos, os estrangeiros, as viúvas e os órfãos. Ele denuncia a tirania e clama por justiça. Não é, pois, por acaso, que os dois grandes mandamentos de Deus sejam que o amemos com todo o nosso ser e que amemos o nosso próximo como a nós mesmos.

Aqui fica evidente na teologia missionária de Stott a preocupação com o lado social da missão, como venho apontando nesta pesquisa, mostrando que mesmo que priorizando a proclamação da palavra ele não abandona o serviço social como parte integrante do serviço missionário. O amor a Deus, para Stott, se manifesta pelas atitudes do cristão quando anda em seus caminhos, ou seja, quando teme, ama e serve ao Deus missionário. Já o amor ao próximo se revela na atitude de se levar a ele o evangelho.

Em outra parte de sua obra Stott (1997, p. 384) aponta para a dupla preocupação da missão holística (mundial), como segue: “assim, adoração e obediência, por um lado,

e filantropia e justiça, por outro, andam de mãos dadas, constituindo-se no duplo dever do povo de Deus”. O cuidado com o lado espiritual e com o lado material se apresenta em sua teologia missionária, mas em meu entendimento, é com as questões da salvação eterna que sua visão recomenda devemos nos envolver com maior demanda.

A segunda base bíblica, conforme Stott, para que proclamação da palavra e preocupação social andem juntas é o ministério e o ensinamento de Jesus. Uma característica marcante na forma como Jesus anunciava o evangelho é que ele fazia isso de maneira itinerante. Não ficava parado. Ele caminhava muito, ia aonde fosse necessário, levando a palavra e também curando, isto é, proclamando o Reino de Deus e oferecendo aos necessitados aquilo que precisavam e lhe pediam. Algumas vezes lhe pediram saúde, e ele deu; pediram pão, e ele assim o fez; pediram uma boa palavra de conforto ou de instrução para saberem como agir, e ele também o fez. Stott (1997, p. 385) nos lembra que “ele andava; ele desenvolveu um ministério itinerante e percorreu o território palestino de ponta a ponta […] era para ensinar, fazer o bem e curar […] evangelizar e servir. Ele demonstrava em ação o amor de Deus que estava proclamando”.

As palavras ditas por Jesus refletiam diretamente suas ações e atitudes para com Deus e para com o próximo. Sua vida era um espelho daquilo que ele pregava. Não existiam distorções entre o que ele falava e fazia. Amar a Deus e cumprir seu ministério terreno de amar ao próximo, marcou definitivamente sua vida e ação. Jesus ensinava e vivia aquilo que estava comunicando, porque suas atitudes refletiam diretamente tudo o que procurava dizer. Esta forma de ser, de combinar absolutamente o que “sai pela boca” com o que “se vive concretamente”, é um dever da pessoa cristã, para que por meio do bom exemplo de vida possa influenciar outras pessoas a seguirem a Cristo. Fazer missão mundial é estar por inteiro dedicado ao serviço de Deus, compreendendo que esta dedicação deve ser integral.

Stott (1997, p. 386) aponta para o fato da conciliação do falar e do fazer de Jesus: “Palavras sem ação não têm credibilidade; ações sem palavras carecem de esclarecimento. Assim, as ações de Jesus tornavam visíveis suas palavras; e suas palavras tornavam suas ações inteligíveis”. Assim, o que Jesus demonstrou com palavras, viveu na prática, na vida concreta.

Stott, conta as parábolas do “filho pródigo” e do “bom samaritano” e traça um paralelo interessante para identificar nas parábolas a justificação da proclamação da palavra (evangelho) e as ações de responsabilidade social. Para ele, a do filho pródigo se concentra na conversão, na salvação da alma, na pregação e anúncio da palavra para se obter a vida eterna. Ele é vitima de seu próprio pecado, isto é, um pecado pessoal. Porém ele se arrepende e volta para casa e o pai o recebe de braços abertos e com festa. O pródigo é perdoado, apesar de não merecer tal perdão.

Já a parábola do bom samaritano, vem enfatizar a ação baseada na responsabilidade social, pois o homem atacado pelos salteadores é vitima do pecado cometido por outros. Alguém pecou contra ele, isto é, houve um pecado social. A vítima nada podia fazer para se ajudar. Ela dependeu de outro ser humano para isso, e surpreendentemente, a ajuda veio de alguém inesperado, um samaritano, um “inimigo declarado” e não um “irmão” judeu que passou de largo. Aqui vemos o amor do próximo para com seu próximo. O samaritano tem piedade de um desconhecido, ata sua feridas, o socorre e se dispõe a gastar dinheiro com um estranho, mais que isto, um inimigo.

Podemos perceber que entre a parábola do filho pródigo e a do bom samaritano, existem similaridades que devem ser consideradas na missão holística (mundial), em que o cuidado e a preocupação com a alma e com o corpo, devem ser consideradas. Ambas demonstram compaixão, amor pelo próximo. O evangelista (Lucas) procurou retratar um Deus preocupado com o ser humano integral, cuidando da salvação e aceitando em seus braços o homem arrependido (filho pródigo) e também acolhendo o estrangeiro, caído no mundo, vítima do pecado e da maldade dos outros, que necessitava de auxilio para seu corpo físico, machucado pelos salteadores (o judeu socorrido pelo samaritano). Existe uma lição embutida sobre a recusa: o irmão do pródigo recusa-se a festejar seu retorno; na parábola do bom samaritano, o sacerdote e o levita recusam-se a (evitam) fazer o bem.

Stott (1997, p. 386) faz um paralelo entre as parábolas do filho pródigo e do bom samaritano, e apresenta um belíssimo ensinamento sobre o fazer missão holística (mundial), mostrando que:

Deus não quer que seres humanos criados à sua imagem sejam desmoralizados e fiquem perdidos em uma terra distante, nem sejam assaltados e abandonados na sarjeta. Seu desejo é que tanto o perdido como o espancado sejam trazidos de volta para casa”. Se nós as conservarmos juntas, elas servirão de reforço para a ligação necessária entre evangelização e ação social. Tanto numa como na outra, existe uma vítima e um resgate. Em ambas há uma demonstração de amor. O amor triunfa sobre o preconceito. Até poderia dizer que, quem resiste ao chamado para evangelizar, abandona as pessoas sozinhas em seus pecados, assemelha-se ao irmão mais velho (do pródigo), ao passo que aqueles que resistem ao chamado para a ação social e deixam as pessoas sozinhas em seus sofrimentos, lembram o sacerdote e o levita que passaram de largo. Cada um de nós lembra o filho pródigo; cada um de nós deveria lembrar o samaritano. Todos nós já fomos pródigos um dia; Deus deseja que também sejamos samaritanos.

A terceira base bíblica que Stott usa como argumento para a dupla tarefa missionária – que junta os elementos da evangelização (palavra) com ação social – se relaciona com a comunicação do evangelho. A transmissão deve ser feita pela fala, ser verbalizada, e também pela escrita. O Cristo que antes era o verbo se fez carne e habitou entre nós. Agora, os missionários cristãos precisam anunciar com a voz que “só Jesus Cristo Salva”, não há outro Deus que possa resgatar a humanidade do pecado e lhe oferecer vida em abundância. Stott (1997, p. 389) afirma que: “se a palavra de Deus se tornou visível, nossas palavras também deveriam tornar-se visíveis. Nós não podemos anunciar o amor de Deus com credibilidade, a não ser que possamos demonstrá-la em ação”. Ele nos lembra ainda que a missão holística (mundial) deve levar em consideração o contexto em que será pregada a palavra e realizada a ação social, sempre respeitando as pessoas inseridas em suas culturas. Por último, Stott nos alerta dizendo que, ao nos envolvermos com as causas sociais, nossas vidas se transformam (refletem) nossa pregação.

Refletindo um pouco mais sobre a “pregação”, Stott (2003, p. 9) reafirma que a pregação se faz necessária “tanto para o evangelismo quanto para o crescimento saudável da igreja”, ou seja, tem uma dupla utilidade vinculada ao amor, fraterno entre os irmãos em Cristo e extensivo a todos os outros seres humanos que se disponham a ouvir o evangelho, para que se tenha a esperança de uma vida em abundância no Salvador e Senhor Jesus. Stott (2000, p. 146) continua em outra de suas obras dizendo que “o desejo de Deus é não apenas que os homens o conheçam, mas que sejam salvos por ele”.

Quase que finalizando esta fase da pesquisa sobre a Teologia da Missão Mundial, lembro que Stott (1997, p. 390-393) elenca cinco objeções a considerar: “embora a base bíblica para a parceria entre evangelização e responsabilidade social pareça estar bem estabelecida, levantam-se contra ela diversas objeções”.

A primeira objeção trata da “política”, quando ele questiona se os cristãos devem ou não se envolver com tais questões. Para Stott, o cristão deve, sim, se envolver com serviços sociais, como a filantropia, com movimentos que pressionem o governo para construir hospitais, manifestar-se pela ordem econômica e para melhorar a segurança pública. Agora, se o envolvimento for em relação a partidos políticos, no sentido de fazer mudanças legislativas, Stott diz que isto “é coisa para políticos que já tem a experiência necessária”.

Compreendo que sobre a questão política, Stott está de acordo com o envolvimento do cristão em missão, com a ressalva de que assuntos profissionais sejam tratados apenas por políticos de carreira. É um posicionamento brando e retraído, em que a moderação política aparece claramente em seu pensamento.

A segunda objeção trata do “evangelho social”, o qual na definição de Stott, tenta identificar o reino de Deus com a sociedade, em termo de construir o Reino de Deus na terra. Para ele, é uma visão orgulhosa, autoconfiante e utopista. A implicação do evangelho bíblico é diferente, pois nos leva a sermos sal e luz na sociedade.

A terceira objeção trata da “Teologia da Libertação” (STOTT, 1997, p. 392): Essa preocupação social não é o mesmo que Teologia da Libertação? Não, mais uma vez, não é. Nossa principal crítica à Teologia da Libertação, como evangélicos, é que ela pretende igualar a libertação social, política e econômica dos seres humanos com a salvação que Cristo veio conquistar com sua morte e ressurreição. Além disso, ela tende a endossar as teorias marxistas (especialmente a sua análise social) e desposar a violência. Tendo dito isto, a completa libertação do ser humano de tudo aquilo que o oprime, diminui ou desumaniza é certamente agradável a Deus, o seu criador. Oxalá os cristãos evangélicos tivessem chegado primeiro, com uma teologia da libertação verdadeiramente bíblica! Mas colocar a ‘libertação’ material e ‘salvação’ no mesmo nível de igualdade é distorcer e deturpar a escritura.

Quanto às duras críticas que Stott faz à Teologia da Libertação, não me parece que ele a tenha compreendido por completo ou a tenha estudado o suficiente em

contexto diferente dos países desenvolvidos, para fazê-las. Por ser apenas uma passagem breve no seu texto, consigo inferir que para ele, existe uma ordem de prioridade na missão holística (mundial) vindo em primeiro lugar a proclamação da palavra (Escritura) – com a intenção de salvar almas para a vida eterna – e depois, em segundo lugar, as ações sociais, que promovem o bem estar material. Para ele o marxismo é um sistema de libertação ligado à teologia que pode desencadear uma violência social pelos revoltosos.

A quarta objeção, Stott coloca em forma de pergunta e ele mesmo a responde: não seria impossível esperar uma mudança social sem que as pessoas se convertam? A resposta é não. Para ele, a legislação pode garantir melhorias sociais, embora a mesma não promova a conversão (salvação) ou as torne boas.

A quinta e última objeção, também sob a forma de pergunta e resposta, colocada por Stott, é a seguinte: será que o comprometimento com a ação social não irá nos desviar da evangelização? Sim, pode até ser; mas não é preciso. E continua (STOTT, 1997, p. 393) “nós certamente precisamos nos precaver quanto a esta possibilidade […] e então a ação social, longe de desviar-nos da evangelização, irá torná-la mais efetiva, conferindo ao evangelho mais visibilidade e mais credibilidade”.

Fica claro para minha compreensão, que a teologia de Stott voltada para a missão holística (mundial) tem um compromisso quase que total com a evangelização no sentido de proclamar a palavra (Escritura), mas que até no fazer da ação social conforme exposto acima, existe um foco no proselitismo, uma busca de visibilidade social que alimente e direcione os necessitados de bens materiais a uma possível conversão ao cristianismo.

CAPÍTULO II – EVANGELHO E MISSÃO INTEGRAL – R.