4.2 R ESULTAT FRÅ KVANTITATIV DEL
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Esses três aspectos se encontram unidos nessa análise devido à forma como foram aparecendo nas entrevistas: a formação como um processo único, permeado por vários elementos, por vários fios. Então, na medida em que a formação foi sendo discutida, percebemos que uma experiência, uma lembrança sempre acompanhava a trajetória de nossos sujeitos.
A trajetória de experiências ligadas à docência foi registrada como algo relevante para compreendermos com maior amplitude as influências que sofreram no decorrer de sua vida até chegar ao momento atual de sua profissão.
Percebemos com isso que o universo que cerca cada um dos nossos sujeitos, agregou significados trazidos de experiências que ultrapassaram a barreira do tempo: experiências na escola de Educação Básica, experiência com familiares, lembranças de professores que passaram por sua vida, como expressado em alguns discursos:
Desde os quinze anos, ou menos que isso, doze anos, eu dava aula de piano na minha casa – aula particular. Depois comecei a dar aulas para crianças de jardim de infância, passei para o pré-primário, pelo ensino fundamental, ensino médio. Passei por todas as etapas de ensino.
Eu sempre quis ser professora, minha mãe é professora, minhas tias são professoras. (S1)
Uma vizinha de casa que me dava aulas particulares, me ensinava a estudar, então, não tinha nenhuma relação com a docência ... uma menina que estava no colegial, na época era o científico e eu na sétima série. Ela foi um grande ponto de referência. Depois a professora de filosofia, depois um professor de estatística, que era meu colega de trabalho na receita federal. (S2)
Resgatando um pouco meu histórico de graduação, fui ver que tive uma referência, aliás, a gente nunca tem uma posição sem uma referência. A referência a que me refiro, vem de um grupo de teatro que participava, enquanto graduanda de Biologia. Era um grupo experimental de teatro de bonecos, e dentro desse grupo interdisciplinar, havia pessoas de várias áreas. Havia uma Psicóloga já formada que trabalhava muito com Freinet, então acho que tenho muito dessa concepção de Freinet, que não era um estudo que fazia na Universidade. (S5)
Desde o começo foi o espelho... que tipo de professores fizeram a diferença na minha formação. Não foram os professores, que tiveram maior grau de formação, que fizeram a grande diferença, mas aqueles que passavam a informação ou o conteúdo de maneira mais entusiasmada, e que você conseguia perceber que aquela informação que você estava tendo, tinha uma finalidade e que a gente poderia utilizar profissionalmente, então, isso foi o primeiro momento, que eu costumo dizer que a gente sabia exatamente quais eram os professores que você queria ser igual, e quais eram os professores que você usava como exemplos negativos, também para aprender como não fazer. (S3)
Eu me lembro da professora Maria Tereza, da professora Ana Rosa, da professora Zélia, no ensino fundamental. Maria Aparecida foi a minha primeira professora e eu não posso esquecer. No colégio quem me marcou muito foi o professor Luiz Carlos, de Biologia, que como a Profa Maria Tereza balizaram a minha forma de ação, em termos de estabelecer diálogos. Acho que isso é muito importante. (S4)
Nessa perspectiva percebemos que as suas histórias de formação obedecem a uma espécie de ritual que muitas vezes se inicia na família: a mãe ou tias eram professoras, conhecidos mais próximos. E em outros momentos foram os exemplos de prática de professores que passaram pelas suas vidas, que alimentaram essa imagem a respeito do ser docente.
Esses relatos nos apontam que as experiências durante a nossa formação, de alguma forma geram referências no processo de constituição das representações, sobre o que é ser docente. As trocas ficam armazenadas nas lembranças, que posteriormente compõem a nossa prática, como sujeitos envolvidos em uma realidade que requer comportamentos parecidos, então, lembramos de alguns perfis e os materializamos em nossas práticas, a esse processo Moscovici (2001) denominou de Obejtivação.
Quanto à formação acadêmica, expuseram que trilharam a formação inicial, junto ao mestrado e doutorado, como apresentado a seguir:
Formei-me em Ciências Biológicas - Licenciatura, há 15 anos atrás, em Ribeirão Preto, na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão na USP e logo em seguida fiz Mestrado e Doutorado na área de Ciências com concentração em Entomologia. (S8)
Eu fiz Licenciatura, depois fiz mestrado e doutorado. Toda minha formação de mestrado e doutorado foi voltada para Botânica. (S6)
Outros informaram que ingressaram na universidade com o título de mestre e posteriormente cursaram o Doutorado, como é apontado nos seguintes discursos:
Eu fiz Bacharelado em Ecologia. Pra quem optava por fazer Licenciatura, tinha que retornar ao segundo ano, então, o curso ficava bem mais longo. No meu caso eu já tinha idéia de tentar atuar na docência de terceiro grau que naquela época não exigia Licenciatura, você tinha que ter uma formação inclusive mais de Bacharelado então, eu fiz a opção direto para Bacharelado, terminado a graduação, eu fui, seis meses depois, fazer mestrado na área de Ecologia na Universidade de Brasília.
Depois que eu vim para cá (UFU), fiz três anos, e saí pra fazer o doutorado, na área de Ecologia Vegetal que é área que eu atuo mais, embora, toda a minha atuação de docência foi mais específica na área de Botânica, que é um pouco diferente da minha formação propriamente dita.
Sou formado em Ciências Biológicas, pela Unicamp (Bacharelado e Licenciatura) e assim que me formei na graduação, ingressei diretamente no Mestrado. Fiz Mestrado em Ciências, com área de concentração em Ecologia, também na Unicamp. Minha formação acadêmica foi toda feita na Unicamp (básica e de pós-graduação). Depois que eu terminei meu mestrado, vim pra cá (UFU). Na verdade, na semana seguinte, que eu concluí o Mestrado eu já estava prestando o concurso. Ingressei na UFU por concurso e ingressei ainda no sistema de disciplinas. Então, eu fiz concurso para a disciplina de Invertebrados uma das áreas da Zoologia.[...] Depois de dois anos, em que eu já ministrara algumas disciplinas, acabei conseguindo liberação para fazer meu doutorado. Voltei pra UNICAMP e fiz meu doutorado também em Ecologia. Estou aqui, portanto, há dezessete anos. Ingressei em 89. (S4)
Notamos com esse exemplo, que a constituição da carreira docente, caminha no sentido de promover qualificação do quadro funcional do IB. O referido instituto, está composto de um grupo altamente qualificado de doutores, aptos para a promoção da pesquisa, o que já havia sido detectado a partir das informações encontradas no questionário (nosso primeiro instrumento para conhecer o grupo investigado).
Nesse mesmo processo de formação alguns de nossos sujeitos admitem que a preparação para o exercício da docência não foi priorizada durante sua caminhada nos cursos de formação inicial e formação seqüencial (mestrado e doutorado), para atender à demanda do Ensino superior. Como apontado abaixo:
Olha, na verdade, eu não tive formação para docência, mas lógico que eu fui aluna e de certa forma como bacharel, a gente também recebia informações, e o que eu me lembro muito, que me marcou muito, foi a questão da postura ética, [...] (S7)
O mestrado e doutorado não tem objetivo de formar professores, isso pra mim é muito claro. Você forma pesquisadores, com esses dois níveis. Você pode até fazer pós-graduação lato-sensu antes, mas não tem nenhuma relação, com a pós-graduação, no sentido estrito. No mestrado e no doutorado você tem como objetivo formar o pesquisador. É bem verdade que muita gente acaba fazendo mestrado e doutorado e, vai dar aula. Vai dar aula na universidade pelo menos e aí tem uma série de fatores que têm que ser levados em conta. (S4)
Sobre a formação do professor que a atua no Ensino Superior, percebemos o grau de consciência que tais professores têm diante da formação que receberam. Tanto a formação inicial, quanto a seqüencial foram colocadas em cheque: elas não preparam para o exercício da docência no ensino superior, embora sejam trampolins para essa atividade.
A formação inicial é a primeira condição para galgar uma vaga para Professor Auxiliar, como apontado por Cunha (2003) em capítulos anteriores, no entanto é sabido que na graduação, os cursos têm como proposta a formação para atender a demanda da Educação Básica – isso se Licenciatura; e no caso do Bacharelado, atender à formação de profissionais liberais e de exercitar a pesquisa. Nesses dois espaços, não existe nenhuma proposta para a preparação do professor que seguirá carreira acadêmica. Mas, no entanto, ele pode assumir suas primeiras turmas, num curso de graduação, sem nenhum tipo de preparação.
Embora a LDB 9394/96, estabeleça que a formação dos docentes para atender ao nível superior se fará em cursos de mestrado Stricto Sensu e doutorado, como bem colocado por Marques (2003), essa premissa não tem sido levada com maiores seriedades. O máximo que vem acontecendo é a formação para a pesquisa. Em Programas de mestrado e doutorado em Educação, amplia-se a discussão em torno da educação, mas a forma como estão organizados esses programas, impede maior ganho, no que tangencia a formação pedagógica.
Acreditamos que essa questão “quem forma os professores do ensino superior?”, como já mencionado nesse trabalho, guarda reflexos fortes da Lei da Reforma Universitária, a qual aponta para a formação do docente-pesquisador. A condição criada pela própria reforma, a respeito de que a pesquisa precisava ser valorizada principalmente nas áreas Tecnológicas e Biomédicas, trouxe um reconhecimento dessa atividade, como sendo a mola propulsora para a atividade da pós-graduação, negligenciando a atividade de ensino.
Voltando para as questões das representações sociais, percebemos que tais relações estabelecidas, nesse processo de formação constituíram um imaginário, acerca da formação do professor universitário: o pesquisador, o que produz conhecimento. Isso fica evidenciado, nas reflexões feitas pelos professores acerca das dificuldades que encontram no dia-a-dia de sua atividade, como professor.
Agora trabalhando na Licenciatura eu vejo que para ser professor como profissão realmente, a gente precisa de mais do que a gente aprende na Universidade. E eu não estou dizendo que seja a Licenciatura que tenha que suprir isso não, todas as áreas têm que suprir isso. Se eu dou aula de Botânica e sou profissional, não só pesquisador, mas sou também professor, tenho que conhecer sobre a profissão do professor, eu não posso conhecer
só a Botânica. E isso vai clareando para mim à medida que avanço nessa condição de ensinar a ser professor. (S6)
Como apontamos inicialmente, o processo de formação desses docentes é permeado por vários momentos, na produção de sua história como professor. Apresentaremos a trajetória de um dos sujeitos entrevistados que caracteriza bem a trajetória do professor do IB.
Eu sou formado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na época em que eu estudei lá, existiam cinco modalidades dentro da Biologia, a Licenciatura e quatro Bacharelados, que eram bem distintas em termos de formação. A partir do segundo ano de formação você já fazia a opção pela Licenciatura ou por um dos quatro Bacharelados, então, a formação era muito específica dentro da área de atuação no Bacharelado propriamente dito.
No meu caso, eu fiz Bacharelado em Ecologia. Pra quem optava por fazer Licenciatura, tinha que retornar ao segundo ano, então, o curso ficava bem mais longo, no meu caso eu já tinha idéia de tentar atuar na docência de terceiro grau que naquela época não exigia Licenciatura, você tinha que ter uma formação inclusive mais de Bacharelado então, eu fiz a opção direto para Bacharelado, terminado a graduação, eu fui, seis meses depois, fazer mestrado na área de Ecologia na Universidade de Brasília.
Comecei a trabalhar com o cerrado, mais com vegetação. E quando eu terminei o mestrado, fui chamado para ser professor substituto na UFU. Naquela época em 1985, praticamente, o professor atuava em todas as áreas, não necessariamente dentro da área de formação.
Eu vim pra cá pra ficar quatro meses, e tinha um contrato na Universidade Federal do Maranhão e passado esses quatro meses, houve concurso aqui, eu resolvi fazer o concurso, acabei passando e já fazem 21 anos que estou aqui.
Terminei o doutorado em 1992 e comecei a introduzir uma linha de pesquisa, na parte de comunidades vegetais, que seria relacionado à recuperação de áreas degradadas. Embora eu não atuasse na docência nessa área, todas as minhas pesquisas estão relacionadas a esse assunto, mas, depois que nós implantamos o curso de pós-graduação em Ecologia, a minha atuação de pesquisa ficou mais centrada dentro da minha formação, e atualmente eu dou aula de graduação nessa área de formação que é Ecologia. Então, eu atuo tanto na docência quanto na orientação, de graduação e de pós-graduação na área de Ecologia Vegetal, trabalhando com o cerrado, com florestas, dando sempre um enfoque de conservação e alguns instrumentos para a recuperação de área degradada.
Hoje eu atuo somente nas disciplinas da minha formação. A partir desse ano eu estou tentando resgatar os cinco anos perdidos, na parte de pesquisa não só dentro da UFU, mas em cooperação com a Universidade de Brasília, com grupos externos, tenho atuado na FAPEMIG, uma parte de consultoria, e orientação tanto na Universidade de Brasília quanto aqui na UFU e, tenho um grupo enorme de alunos orientandos. (S3)
Com base nos depoimentos de nossos sujeitos, quanto às suas trajetórias profissionais, foi possível visualizar algumas constantes e esboçar algumas etapas percorridas pelos docentes do IB.
Um primeiro momento está localizado na formação inicial, na qual as bases da carreira acadêmica foram assentadas, envolvendo os anos de formação inicial e mestrado, comumente cursado, após a conclusão da graduação. Com certeza um momento importante, porque aí começa a se delinear sua representação de docência, que começa a se definir antes mesmo da graduação, a partir de suas vivências, influências, referências escolares e até mesmo familiares. Todos os docentes do IB passaram por essa etapa.
Após ingressarem no ensino superior, ou no ensino privado ou no IB, não têm ainda um campo definido de atuação em termos de disciplinas que vão lecionar, entretanto começam a engajar-se em atividades, cuja temática nem sempre fecha com seus interesses e com sua formação no mestrado.
Após cursarem o doutorado, comumente com afastamento, quando já pertencem ao quadro do IB, retornam para o Instituto e, aqueles que ainda não pertenciam, ingressam por concurso. Uns e outros começam a orientar alunos em suas monografias, em campos mais próximos de sua formação. Através do ensino, da pesquisa e da publicação de trabalhos, divulgam sua área de atuação, condição necessária para o ingresso em programas de pós- graduação do IB ou outros.
Alguns participaram ativamente da implantação do programa de pós-graduação do IB, ao qual se referem com muito orgulho. A princípio, os docentes ainda não fecham sua área de atuação, mas a pressupõem. Já conseguiram se estabelecer na carreira, atuando como professores efetivos e podendo dedicar-se ao estudo de temas dentro do seu campo de especialização.
Em termos de pesquisa, publicam trabalhos dentro de sua orientação, adquirem maior autonomia, recebendo auxílio econômico e podendo contar com um grupo de trabalho, do qual constam estudantes, assistentes e candidatos a doutorado. Ministram aulas na graduação, na pós-graduação “stricto sensu” e às vezes “lato sensu”, orientam alunos, investem na produção, atividade em que se sentem muito cobrados, participam de bancas, se engajam em atividades administrativas, conforme suas escolhas, enfim, estão totalmente engajados na vida de seu Instituto.
Após passarem pelas etapas anteriores estabelecem-se firmemente em sua carreira, ou seja, têm laboratórios e temas de pesquisas próprios e, são reconhecidos pelos alunos e parceiros. Continuam atuando na graduação, por exigências da instituição, embora alguns gostem, mas de alguma forma priorizam a pós-graduação. É uma fase de grande produtividade científica, vêem-se menos cobrados pelos alunos, pelos pares e têm liberdade para dedicar-se àquilo que mais gostam.
Nos vários momentos de sua carreira, são cobrados pela Instituição, a se envolverem nas atividades administrativas, em suas várias estâncias: representações, colegiado, conselho, comissões e até mesmo nos cargos de coordenação de curso e direção do Instituto.
Ressalta-se que os diversos docentes do IB encontram-se em momentos diferentes dessa trajetória, mas comumente percorrem o mesmo caminho.
Elementos destacados da formação, trajetória e influências, nos possibilitam dizer que o fazer-se docente é um movimento partilhado no social, através de um grupo que o legitima, mais ao mesmo tempo é algo tecido individualmente. A forma como cada um articula seu trabalho, organiza sua visão diante do que faz, possibilita fazer-se no caminho, mesmo sabendo que existem ausências. São nessas lacunas, que o saber diante de sua profissão é cristalizado: as primeiras concepções são agregadas a sua esfera de relações já estabelecidas entre o ser docente e o que a universidade solicita, e como ele reflete sobre esses dois espaços.
Necessário se faz, repensar sobre as formas com as quais os cursos de Formação Inicial e de Pós-Graduação vêm lidando e respondendo a essas ausências. O saber, como nos aponta Tardif (2002) se produz fazendo, se produz na profissão, mas também é elaborado a partir de outros saberes, aqui reconhecidos como saberes pedagógicos.
No decorrer dos seus discursos, os professores se manifestaram, quanto a essa formação. Escolhemos dentre eles, o discurso que melhor representa o ponto de vista do grupo entrevistado:
Eu percebo que independente do tipo de formação formal que cada um recebe, a atividade de docência ou a didática propriamente dita, é imprescindível, pois você em algum momento terá que repassar para o outro o seu conhecimento de uma maneira clara, e isso está ligado com a formação formal de cada um e muito com o dom, com a habilidade que cada um tem de conseguir expressar suas idéias, de maneira clara, linear e que outras pessoas que não tem o mesmo nível de formação que você consiga captar isso.
É muito comum dentro dessa área de Ciências, a gente ter excelentes pesquisadores e péssimos professores, ou seja, a atividade de
pesquisa ela é tão endógena, tão encasulada, pra muitas pessoas, que elas têm grande dificuldade de fazer a comunicação quer dizer, de conseguir se comunicar, já partindo do princípio que você não vai entender o que eu vou fazer, então, para que eu vou te explicar. E isso eu acho que é muito da habilidade das pessoas, mas pode ser de certa forma minimizado com algum treinamento profissional, que seria o treinamento para a atividade de docência, acho até que algumas pessoas deveriam procurar esse tipo de treino, porque a gente percebe que tem muito profissional com dificuldade pra se comunicar, tem muito conhecimento mas não consegue repassar. (S3)
A consciência de que a formação recebida para atuar na docência da universidade é insipiente e, que a formação para a pesquisa é o que prepondera, reitera o que vem se discutindo, sobre a formação do docente desse nível de ensino. Pimenta e Anastasiou (2002, p. 109) ponderam que “a docência universitária é profissão que tem por natureza constituir um processo mediador entre sujeitos essencialmente diferentes, professor e alunos, no confronto e na conquista do conhecimento”.
Nesse sentido torna-se necessário um olhar diferenciado para a formação desses docentes.
4.2 ATIVIDADES COM AS QUAIS SE IDENTIFICA: os fios que fascinam a vida