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4.2 R ESULTAT FRÅ KVANTITATIV DEL

4.2.7 Definisjonen av ein funksjon

INFLUÊNCIAS

Desde os quinze anos, ou menos que isso, doze anos, eu dava aula de piano na minha casa – aula particular. Depois comecei a dar aulas para crianças de jardim de infância, passei para o pré-primário, pelo ensino fundamental, ensino médio. Passei por todas as etapas de ensino.

Eu sempre quis ser professora, minha mãe é professora, meus tios são professores. Eu fiz Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado em Ecologia.

Na UFU, eu já ministrei aulas de Ecologia, por muitos anos e, por dois anos, atuei na Prática do Ensino de Biologia.

Atualmente eu não ministro aulas de Ecologia, mas de Evolução, que é, de certo modo uma abordagem da Ecologia Evolutiva. Além disto, atuo como coordenadora e ministro aulas em duas disciplinas que estão ligadas à administração do curso: Introdução à Biologia e Educação I e Introdução à Biologia e Educação II, que objetivam esclarecer ao aluno questões relativas à profissão do biólogo (campo de atuação e ética profissional). Na introdução à Biologia II, coordeno algumas palestras, que os professores ministram, descrevendo as atividades de pesquisa que desenvolvem nos laboratórios.

ATIVIDADES

IDENTIFICA me uma saudade muito grande de pesquisar, mas eu não desgosto de nada do que faço... acho que meu carinho

maior é com a sala de aula... não saberia ficar sem dar elas.

ATIVIDADES

LIGADAS À

DOCÊNCIA

Acho que docência é o tempo todo. Agora a pouco, por exemplo, eu estava num ônibus e um aluno veio conversar comigo sobre seu estágio de pesquisa... acho que isso também é docência. Sou professora o tempo todo. Não é só quando eu estou na sala de aula. Nos discursos das formaturas é muito comum ver os alunos agradecendo seus professores pelo seu modo de ser, sua postura, seu exemplo ético.. admirando a maneira como trabalham.

Eu sou professora o tempo todo. Não apenas quando eu estou na sala de aula.

Acho que geralmente os professores que são convidados para serem homenageados, são professores que a gente ve que gosta, que são comprometidos... então é isso que os alunos gostam, é isso que eles homenageiam, é isso que eles admiram. E eu acho que isso está muito próximo do meu conceito do que é ser docente. O tempo todo eu sou docente. Eu acho que até nós, como pesquisadores, aqui, como a gente orienta os alunos, isso também é uma forma de docência.

Para mim não há diferença se eu for professora de Universidade pública ou particular ou do ensino fundamental. O compromisso do educador é lidar com a formação para a convivência saudável, fazendo as pessoas crescerem, ver o crescimento delas.

A minha disciplina é muito boa porque ela desenvolve o raciocínio, a capacidade de pensar e dá oportunidade para que os alunos reflitam sobre suas próprias posturas diante da Ciência. Exercer a docência na Universidade é também formar pesquisadores. Ensiná-los a utilizar o método científico com discernimento ético e muito juízo. Já trabalhei no ensino em todos os níveis, do Jardim de Infância à Universidade. Para mim, o processo educacional é fundamentalmente o mesmo em qualquer nível.

DE DOCÊNCIA Eu acho que a docência é como a vida, é uma profissão que a gente se entrega por inteiro. A gente tem que estar o tempo todo, avaliando e tentando melhorar. Se a gente cresce como docente, cresce também como pessoa. Eu não desligo as duas coisas. Meu desejo é fazer um bom trabalho, fazer a minha parte, dar ao mundo a minha sincera e honesta contribuição.

OUTRA

Para mim não há diferença se eu for professora de Universidade pública ou particular ou do ensino fundamental. O compromisso do educador é lidar com a formação para a convivência saudável, fazendo as pessoas crescerem, ver o crescimento delas. A minha disciplina é muito boa porque ela desenvolve o raciocínio, a capacidade de pensar e dá oportunidade para que os alunos reflitam sobre suas próprias posturas diante da Ciência. Exercer a docência na Universidade é também formar pesquisadores. Ensiná-los a utilizar o método científico com discernimento ético e muito juízo.

Já trabalhei no ensino em todos os níveis, do Jardim de Infância à Universidade. Para mim, o processo educacional é fundamentalmente o mesmo em qualquer nível.

Eu acho que podem existir diferenças na postura. Na Universidade, a gente tem mais liberdade, é mais prazeroso em termos de carga horária de trabalho, tempo para preparação das aulas. O professor de hoje que trabalha no Ensino Médio, dá a mesma aula várias vezes, possui muitos alunos e a carga horária (se ele tem dois cargos) fica muito pesada Os professores do ensino superior de uma universidade pública tem um tempo maior para o estudo, para produção

intelectual... é mais prazeroso, financeiramente compensa mais dar aulas no ensino superior. Eu, por exemplo, se fosse dar aulas no ensino médio, eu teria a mesma postura, mesmo sendo mais difícil, com carga horária maior e menor tempo para o planejamento. O professor quando está interessado ele cria estratégias, usa a criatividade... para quem gosta, é possível assumir qualquer compromisso.

Nós temos aqui no nosso curso professores que são pesquisadores exímios, famosos, importantes e produtivos, mas que possuem dificuldades para gerenciar as atividades de sala de aula.

CATEGORIAS Discursos

FORMAÇÃO TRAJETÓRIA INFLUÊNCIAS

Sou bióloga da graduação, mestre em Biologia vegetal e doutora em Ciências.

Eu trabalho com Botânica e dentro da Botânica com Fisiologia vegetal. Há muito tempo, desde 1988.

Eu tenho a formação educacional básica. Com 15 anos eu já estava dentro de uma sala de aula. Eu fiz aquele curso antigo, que era a escola normal. Então dos quinze aos dezoito eu estudei filosofia, psicologia, teologia, sociologia e então eu acho que isso é que é a base para a formação. Porque se eu tivesse sido apenas uma técnica ... você tem vários setores técnicos mesmos desde o início.

Hoje, eu entrei para minha sala e é com ela que eu me importo.

Trabalho com Ensino e pesquisa. Orientação de iniciação científica, estágio supervisionado – que é a parte da Agronomia, relacionada com elaboração de monografia, na Biologia idem. Na pós-graduação da Agronomia, orientação de mestrado. Na pós-graduação da Ecologia, orientação de mestrado e doutorado.

A extensão eu não faço. Administração sim. Como eu articulo? Desse jeito que te falei: eu tenho pouco tempo, eu executo o que eu devo. Então a articulação significa executar o que tem quer ser feito, na hora que precisa ser executado. Dia de aula é prioridade, eu não faço nada além de aula. Dia de atendimento é atendimento. O horário de atendimento precisa ser obrigatoriamente seguido. Só assim eu consigo diferenciar todo o processo. Tudo tem data. E tudo de preferência para antes de ontem – isso leva ao stress e a exaustão do sistema.

entender o máximo, para produzir o máximo. E eu passei por essa fase. Então, dos vinte a quatro anos até uns trinta e cinco anos, eu passei por essa fase. Eu estou numa fase em que essa parte de máquina já deixou de ser importante. E isso é um

progresso meu.

Então, quem é que representa esses pontos de referência? Professores que eu tive lá no básico. Então a professora ponto de referência, era professora de tudo: de Filosofia, de Sociologia, de algumas práticas, de ensino, uma pessoa idônea, altamente responsável, que me ensinou a ler, a analisar criticamente textos, então esse é um ponto de referência.

Um anterior a esse, foi uma vizinha de casa que me dava aulas particulares, me ensinava a estudar, então não tinha nada haver com a docência ... uma menina que estava no colegial, na época era o científico e eu na sétima série. Então, ela foi um grande ponto de referência, depois a professora de filosofia, depois um professor de estatística, que era meu colega de trabalho na receita federal.

Já na graduação e depois em nível de mestrado o meu ex-orientador (de mestrado e doutorado) e alguns pesquisadores que a gente encontra e que são pessoas altamente confiáveis, do ponto de vista ético, profissionais que agem como seres humanos e não como máquinas, você vai encontrando de tudo pela frente. Esses meus pontos de referência são os básicos e na verdade eu uso mais como referência o mau do que o bom. O mau, eu não quero.

Esse modelo não me interessa, me interessa o outro. Agora, o outro eu vou trabalhando comigo mesma. Aquilo que não fere pessoas, a minha liberdade termina quando começa a sua! Esse é o princípio básico. Perto de colegas eu não tenho muito ponto de referência não. Por quê?

Uma vez eu escutei de um pesquisador, aliás, um grande ponto de referência para mim, ele me disse: “Um dia eu me orgulhei de ser do Instituto de Botânica de São Paulo. Um dia eu me orgulhei de ser de tal seção ..., e hoje eu me orgulho de ser da minha sala” e eu levei um susto, estava começando o mestrado. Perguntei-me o que teria acontecido com ele ao longo da carreira, que o teria levado a esse egoísmo – eu achei que fosse, pois eu sempre achei que as pessoas deveriam se relacionar para fazer o sistema crescer

ATIVIDADES COM AS QUAIS

MAIS SE IDENTIFICA

Pesquisa e orientação. Aula frente aluno, não é meu prato preferido.

Não privilegio nenhuma atividade. Todas elas são executadas, com o mesmo empenho e a mesma busca pelo melhor desempenho. ATIVIDADES LIGADAS À DOCÊNCIA Todas elas. CONCEPÇÃO DE

Docência é o compromisso máximo com a formação de um ser humano. É por isso que apesar de não ser o meu prato preferido dar aula, pois a aula em si me desgasta porque você se empenha o máximo e nem sempre você tem o retorno do aluno, eu dou o melhor de mim.

aula: Professora! vi você atravessando a rua e entrando na farmácia, o que a senhora foi comprar lá? Ou então já dizia, a senhora foi comprar tal coisa. A senhora está doente? Eu dizia, nossa, não quero mais trabalhar em cidade pequena que todo mundo vai me conhecer. Hoje com 20 anos de ação, eu não caminho dois quarteirões em lugar algum da cidade, sem encontrar alguém dizendo, professora! ... professora! ... professora! ... É... as pessoas te observam.

Então a docência é um modelo de vida. A maneira como você chega ao balconista, como você pede, agradece, e de repente você vê que atrás do balcão ou da porta tem uma “professora”. Então, se você chegou mal educada com o

balconista, teve alguém que viu você ser mal educada. Se você chega no banco ... então isso para mim é docência.

É por isso que é tão exaustiva, essa atividade. O tempo todo os alunos estão te usando como modelo e eles voltam e dizem isso para você.

Quantos alunos me escrevem e-mails hoje, já fazendo doutorado ou então sendo professores, dizendo: professora, eu uso você, como modelo. Tenho aqui, um colega de Instituto que foi meu aluno, que diz: eu uso você como exemplo. Docência é isso, é sua vida inteira. É por isso, que ela custa muito caro. Publicar um trabalho sua pesquisa, acaba sendo muito barato.

CONCEPÇÃO DE ENSINO

Você levar só a parte técnica é fácil, é tranqüilo. Você chega cospe uma série de informações, dá uma série de livros e acabou. Nós trabalhamos nessa relação feita de cuspe e giz, continua isso né?! A figura do docente ainda é muito importante para o aluno, apesar de toda a globalização, de toda a internet, ele não tem maturidade para selecionar aquilo que tem disponível.

A docência, eu vejo como o preparo de um ser humano, que dentro da sala de aula, além do conteúdo teórico, que geralmente é muito grande, eu preciso dar-lhes, eu repasso toda a parte de formação como pessoa, como futuro docente, como futuro

ser humano, mas o respeito pela biosfera, pois como nós trabalhamos com a Biologia, esse respeito, precisa ser repassado no primeiro dia.

O conteúdo é necessário, mas ao mesmo tempo tantas outras coisas fazem parte.

OUTRA

A formação para o ensino superior é ruim hoje, muito ruim. Isso significa que no corpo docente nós temos pessoas em diversos níveis de maturidade pessoal.

Alguns estão na fase de descaso com a docência, porque tem outras atividades que lhe dão mais satisfação, mais dinheiro, que são exercidas além da universidade, isso é fato.

Outras pessoas estão na fase mecanicista ainda, onde o mais importante é quanto e quão rápido, não importando quantos ele derruba pela frente, ele tem que chegar em primeiro lugar e ele tem que ser o máximo. Então hoje você tem pessoas muito jovens com 70, 80 trabalhos publicados. Para ele não importa que nível é. Se é um trabalho grande, se é um trabalho pequeno, se ele construiu algum equipamento para gerar aquele trabalho, se ele não construiu, não importa... importa o quanto. E isso é repassado para o mestrado e para o

doutorado. E a minha postura é a mesma... no mestrado, eu trabalho com o ser humano. Um ser humano que está bem próximo de formar outros. Então as minhas brigas com os meus alunos, são nesse sentido. Ele tem que fazer o melhor, ele tem que executar a técnica da melhor maneira possível, mas... ele tem que assumir os erros, ele tem que saber voltar atrás, saber pedir desculpas, ele tem que ser ético na produção da informação. Se ele dividiu com um colega, essa questão de co-autoria tem que ser levado em consideração... então, tudo isso eu repasso para o mestrado também.

E. outras estão numa fase mais tranqüila em que já passaram por tudo isso, e hoje, o principal é a qualidade e o ser humano que está do lado dele.

E como a pessoa nova no instituto, recebe todas essas informações. Elas não têm uma linha principal que as puxe para um lado e para outro, vai acontecer com elas o mesmo que aconteceu comigo e talvez só quando estiverem em final de carreira, ou do meio para o fim, é vão acordar! A mulher acorda mais rápido que o homem. O homem é mais máquina do que a mulher, ele é mais prático, ele vê um fim muito imediato, ele é imediatista, não sei se é inerente a personalidade dele ou não. Essa é que é a questão.

CATEGORIAS Discursos

FORMAÇÃO

TRAJETÓRIA

INFLUÊNCIAS

Eu sou formado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Universidade Federal do Rio. Na época em que eu estudei lá, existiam cinco modalidades dentro da Biologia, a Licenciatura e quatro Bacharelados, que eram bem distintas em termos de formação. A partir do segundo ano de formação você já fazia a opção pela Licenciatura ou por um dos quatro Bacharelados, então, a formação era muito específica dentro da área de atuação no Bacharelado propriamente dito.

No meu caso, eu fiz Bacharelado em Ecologia. Pra quem optava por fazer Licenciatura, tinha que retornar ao segundo ano, então, o curso ficava bem mais longo, no meu caso eu já tinha idéia de tentar atuar na docência de terceiro grau que naquela época não exigia Licenciatura, você tinha que ter uma formação inclusive mais de Bacharelado então, eu fiz a opção direto para Bacharelado, terminado a graduação, eu fui, seis meses depois, fazer mestrado na área de Ecologia na Universidade de Brasília.

Comecei a trabalhar com o cerrado, mais com vegetação. E quando eu terminei o mestrado, fui chamado para ser professor substituto. Naquela época em 1985, praticamente, o professor atuava em todas as áreas, não necessariamente dentro da área de formação.

Eu vim pra cá pra ficar quatro meses, e tinha um contrato na Universidade Federal do Maranhão e passado esses quatro meses, houve concurso aqui, eu resolvi fazer o concurso, acabei passando e já fazem 21 anos que estou aqui.

da minha formação propriamente dita.

Terminei o doutorado em 1992 e comecei a introduzir uma linha de pesquisa, na parte de comunidades vegetais, que seria relacionado à recuperação de áreas degradadas, embora eu não atuasse na docência nessa área, todas as minhas pesquisas estão relacionadas a esse assunto, mas, depois que nós implantamos o curso de pós-graduação em Ecologia, a minha atuação de pesquisa ficou mais centrada dentro da minha formação, e atualmente eu dou aula de graduação nessa área de formação que é Ecologia. Então, eu atuo tanto na docência quanto na orientação, de graduação e de pós- graduação na área de Ecologia Vegetal, trabalhando com o cerrado, com florestas, dando sempre um enfoque de conservação e alguns instrumentos para a recuperação de área degradada.

Hoje eu atuo somente nas disciplinas da minha formação. A partir desse ano eu estou tentando resgatar os cinco anos perdidos, na parte de pesquisa não só dentro da UFU, mas em cooperação com a Universidade de Brasília, com grupos externos, tenho atuado na FAPEMIG, uma parte de consultoria, e orientação tanto na Universidade de Brasília quanto aqui na UFU, e tenho um grupo enorme de alunos orientandos.

No inicio dava aula de tudo, qualquer coisa que faltasse no semestre você dava aula, porque a gente chegou a ter cinco alunos em sala de aula, formando cinco alunos, e você pegar isso e mudar, ter coragem de fazer mudanças curriculares, atualizar currículo e dentro de lugares de trabalho diferenciados, colocar o profissional pesquisador, Bacharelado que a gente não tinha, dentro de um momento, trazer a formação dos professores, quer dizer, fazer o professor fazer seu mestrado, fazer seu doutorado, hoje a gente se dá ao luxo, por exemplo, de não contratar professor que não tenha doutorado, a gente tem uma demanda grande não só de alunos que entram, mas de profissionais que trabalham com atividades de ponta, nós temos professores em atividade de pesquisa que são reconhecidos internacionalmente

minha atividade seja muito mais ligada à Ciência mesmo, à pesquisa científica, até por trabalhar com planta. Por exemplo, tem uma demanda muito grande de informações, para identificação de plantas. Buscam informação para quê servem determinadas plantas, não é formal, mas a gente acaba fazendo informalmente, tanto pelas pessoas que vem até a Universidade buscar essa informação, quanto pela imprensa que procura com muita freqüência.

Eu fiquei desde 2000 até maio de 2005, na administração, está fazendo um ano agora que me afastei da direção do Instituto de Biologia, na época, em que a Universidade criou as unidades acadêmicas. Era a implantação de uma nova organização administrativa, e atuei cinco anos nessa direção, tentando durante esse período, não me afastar das atividades de docência, e de orientação, o que não é muito fácil, porque a administração absorve muito, mas não é minha aptidão.

Eu fico tentando sempre fazer uma ligação com o que aconteceu comigo, no passado. A gente costuma dizer ainda que as pessoas decidem muito novo pela profissão, no meu caso, eu já tinha muito claro no que eu queria atuar profissionalmente, não só na escolha da Biologia como área de formação propriamente dita, mas a atividade profissional ligada à docência de 3° grau, em que você tem a possibilidade não só de fazer a formação de recursos humanos, de nível especializado na graduação, mas também de estar produzindo um conhecimento novo, ou seja, fazer a ligação entre a pesquisa propriamente dita em que você está buscando novas informações ou novas formas de ver o funcionamento das coisas, no meu caso mais relacionado à Ecologia Vegetal e a formação dos recursos humanos.

Desde o começo foi o espelho... que tipo de professores fizeram a diferença na minha formação. Não foram os professores, que tiveram maior grau de formação, que fizeram a grande diferença na minha formação, mas aqueles que passavam a informação ou o conteúdo de maneira mais entusiasmada, e que você conseguia perceber que aquela informação que você estava tendo, tinha uma finalidade e que a gente poderia utilizar profissionalmente, então, isso foi o primeiro momento, então, eu costumo dizer que a gente sabia exatamente quais eram os professores que você queria ser

Eu consigo lembrar da minha professora do primeiro ano, porque o professor naquela época, era a figura mais importante que você tinha contato fora a sua família, era uma pessoa realmente marcante na sua vida. A professora