Del 1. Kirkevalget 2011: Regler, tiltak, gjennomføring og resultater. Av Ulla Schmidt
5 Valgdeltakelse
5.6 Forkastede stemmer
Usual
Os dados que se seguem são referentes ao sistema clássico de drenagem, sem qualquer tipo de sistema LID nos locais de controlo definidos ao longo da rede de drenagem:
Série de Precipitação Med Série de Precipitação Max
Trecho T22: Trecho T22:
Trecho T16: Trecho T16:
5. Modelação de um Caso de Estudo
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Trecho T9: Trecho T9:
Tabela 4: Hidrogramas originais relativos às séries de precipitação Med e Max.
Este primeiro caso, tal como foi referido no subcapítulo anterior, diz respeito à análise do sistema sem qualquer tipo de sistema LID, sendo, por isso, aquele que mais se aproxima do verificado em campo.
Os gráficos obtidos apresentam a variação do caudal nos trechos T22, T16, T5 e T9, ao longo do tempo referente às séries de precipitação.
Os gráficos apresentados na coluna à esquerda dizem respeito às precipitações da série Med. A análise destes resultados vem confirmar aquilo que a priori era expectável, isto é, que o caudal iria aumentar à medida que a intensidade de precipitação também aumentasse. Tendo em conta que esta série apresenta um valor máximo de precipitação na ordem dos 16,9 mm/h, está explicado o forte aumento do fluxo de caudais, aquando do intervalo entre a quarta e a quinta horas. Referir também que, apesar de não tão elevado, a quinta hora da série de precipitação Med também apresenta um valor assinalável – 10,3 mm/h –, explicando-se, assim, também o facto de, no intervalo entre a quarta e a sexta horas, a diminuição de caudal ser feita de forma mais lenta do que o aumento.
No que diz respeito à série de precipitação Max, as conclusões e os resultados obtidos também são semelhantes.
Os picos máximos de caudais dão-se no intervalo compreendido entre a 16.ª e 18.ª horas, uma vez que na série de precipitação os valores mais altos também se situam nessa mesma altura, apresentando valores de 12,1 e 48,2 mm/h.
Isto explica também o facto de neste caso, contrariamente à série de precipitação Med, o aumento de caudal ser feito de uma forma mais gradual do que o decréscimo de caudal, após o término da 18.ª hora.
Convém referir ainda que, tanto para uma série como para outra, a evolução dos gráficos em função dos trechos analisado é semelhante.
O gráfico do trecho T22, referente à zona mais a jusante da sub-bacia GS1, quando comparado com o gráfico do trecho T16, relativo à zona mais a jusante da sub-bacia GS2,
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permite concluir que, apesar de a diferença ser muito reduzida, o impacto da sub-bacia GS1 na rede de drenagem é superior ao da sub-bacia GS2, uma vez que esta última apresenta valores totais de caudais mais reduzidos.
Por fim, é possível ainda extrapolar mais duas conclusões.
Em primeiro lugar, os gráficos do trecho T5 permitem observar que existe aumento de caudal aproximadamente equivalente ao somatório dos dois trechos anteriormente analisados, tal como era expectável, uma vez que este trecho é o responsável por receber os caudais das condutas T22 e T16.
Figura 41: Representação esquemática do fluxo de caudal em cada trecho da rede de drenagem para a série de precipitação Med.
Figura 42: Representação esquemática do fluxo de caudal em cada trecho da rede de drenagem para a série de precipitação Max.
Por outro lado, torna-se evidente que os maiores valores de fluxo de caudais se dão no último trecho analisado – T9, referente ao último troço da rede de drenagem, e demonstrado
5. Modelação de um Caso de Estudo
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nas figuras 42 e 43 –, tal como se perspetivava, uma vez que não são consideradas perdas ao longo da rede.
Em jeito de conclusão, estes resultados vêm, de uma forma global, comprovar os conceitos e resultados teóricos que se supunha verificar em campo, permitindo assegurar que o dimensionamento da rede de drenagem está bem feito e possibilitando, desta forma, a validação de todas as comparações a realizar posteriormente com os resultados das simulações provenientes da implementação de sistemas LID.
5.4.2 Análise da Implementação de Pavimentos Permeáveis
Os dados que se seguem dizem respeito ao sistema, quando nele são aplicados pavimentos permeáveis nas estradas e arruamentos:
Série de Precipitação Med – Sistema Clássico Série de Precipitação Med – Com Sistema LID
Trecho T22: Trecho T22:
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Trecho T5: Trecho T5:
Trecho T9: Trecho T9:
Tabela 5: Hidrogramas relativos aos dois cenários – Série Med.
Série de Precipitação Max – Sistema Clássico Série de Precipitação Max – Com sistema LID
Trecho T22: Trecho T22:
5. Modelação de um Caso de Estudo
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Trecho T5: Trecho T5:
Trecho T9: Trecho T9:
Tabela 6: Hidrogramas relativos aos dois cenários – Série Max.
Tal como foi dito no subcapítulo anterior, as tabelas 5 e 6 permitem uma comparação entre os resultados obtidos, quando se aplicam pavimentos permeáveis a todas as ruas, estradas e pavimentos da área de estudo, e os resultados do sistema original, sem qualquer tipo de sistema LID.
A tabela 5 diz respeito às comparações, quando se considera a série de precipitação Med, enquanto a tabela 6 diz respeito à série de precipitação Max.
Em cada um dos casos, a variável a analisar é o fluxo de caudal em função do tempo, para um conjunto de trechos previamente definidos.
Assim, a análise dos gráficos permite logo à partida concluir que o impacto deste tipo de sistema LID – pavimentos permeáveis – é significativo na zona de estudo. Isto vem corroborar as premissas teóricas inicias, verificando-se que em todos os pontos da rede de drenagem existe um abaixamento do volume de caudal, quando em comparação com o cenário original.
Com base nos resultados supracitados, também é válido afirmar que o impacto provocado é independente da intensidade de precipitação, sendo que, tanto para a série de precipitação Med, como para a série de precipitação Max, as melhorias por via de uma redução do volume de caudal são mais do que evidentes.
Outra ponto importante a referir é o facto de a redução de caudal ser mais evidente na sub-bacia GS2 do que na sub-bacia GS1, porque esta última apresenta uma percentagem de áreas pavimentadas significativamente mais reduzida do que no caso da sub-bacia GS2.
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Tal como para o cenário original, a análise dos gráficos referentes ao trecho T5 permite observar que existe aumento de caudal aproximadamente equivalente ao somatório dos dois trechos anteriormente analisados, aliás como seria expectável, uma vez que este trecho é o responsável por receber os caudais das condutas T22 e T16.
À semelhança do que também se verifica no cenário original, o trecho T9, referente ao último troço da rede de drenagem, é o que apresenta valores de caudais mais elevados, dado que não são consideradas perdas ao longo da rede.
Por último mas não menos importante, convém ainda ressalvar que, contrariamente ao esperado, não se regista qualquer tipo de atraso no pico de cheia. Posto isto, e após se ter executado um conjunto de testes, o que se verificou é que tal cenário aconteceu porque os pavimentos permeáveis considerados apresentam capacidade para absorver toda a água que neles precipita. Assim, o sistema resultante considera que os únicos caudais presentes na rede de drenagem são os provenientes das coberturas e os que precipitam nas zonas verdes/permeáveis e que não são absorvidos pelo solo. Desta forma, e tendo em conta que o intervalo de análise dos gráficos é ainda elevado para uma bacia urbana desta dimensão – 1 hora –, o atraso provocado pelo tempo que a água que precipita sobre estas superfícies demora a chegar à rede de drenagem é insignificante.
Em síntese, com base em todos estes pontos é possível concluir que o impacto dos pavimentos permeáveis nas redes de drenagem é significativo, uma vez que permitem diminuir significativamente os volumes de escorrências e assim contribuem para a diminuição de cheias e de inundações e, indiretamente, para a melhoria das condições ambientais, sociais e económicas da região onde se inserem.