5. RESULTATDEL
5.3 L ESEFERDIGHET
5.3.2 Drøfting av resultater for leseferdighet
Desde o ano de 2005, em decorrência do Projeto denominado “TENTÁCULO”, o uso da Tecnologia da Informação – TI, baseada em Análise de Banco de Dados relacional, a Análise de Vínculos, inicio-se um aumento extraordinário na solução de crimes do tipo complexo, potencializando o processo de investigação criminal de toda a organização, criando-se uma Estrutura Organizacional de Inteligência Tecnológica, baseada em: Gerência Administrativa, Gerência de Interceptações, Gerência de Pesquisa e Desenvolvimento e Gerência de Inteligência Tecnológica, conforme mostra a figura 10.
Figura 10: Gráfico produzido pela Polícia Civil do DF - Projeto Tentáculo Fonte: Ferro Junior (2008)
O uso da técnica de Análise de Vínculos já se tornou uma constância nas ações de toda a instituição sendo de uso exclusivo da Divisão de Inteligência Policial – DIPO, devida a utilização de uma inteligência policial centralizada.
Vários crimes de repercussão social foram solucionados com a utilização da técnica de análise de vínculos. Para evidenciar como a investigação criminal teve uma ampliação nos resultados através de tal técnica, Ferro Júnior (2007) descreveu um caso real ocorrido em 06 de agosto de 2005.
O crime praticado foi de latrocínio, roubo seguindo de morte, contra Rodrigo Vale Fonseca, tentativa de latrocínio contra Guilherme Guedes Alvarenga e tentativa de estupro contra Ariadne Cezar Estes. Tal fato ocorreu na circunscrição da Unidade Policial denominada 17ª Delegacia de Polícia Circunscricional.
As vítimas estavam no interior do veículo de Rodrigo na quadra 713 da Asa Sul, quando foram abordados por dois indivíduos sob grave ameaça, entrando no veículo e obrigando o condutor do veículo, no caso o proprietário, a seguir até a cidade de Brazlândia. Logo à frente, outro veículo parou com mais um indivíduo e um dos que estava no carro das vítimas passou para tal veículo. Após rodarem por alguns quilômetros os dois carros entraram numa estrada de terra, paralela à DF 180, onde as vítimas foram amarradas e se finalizou tal crime.
Na continuação da descrição do caso, o autor Ferro Júnior (2007) demonstra que foram realizados vários procedimentos da investigação criminal pela equipe da
para a coleta do modus operandi utilizado pelos indivíduos, busca de testemunhas oculares, reconhecimento por fotografias de criminosos conhecidos, levantamento de impressões digitais, através de perícia criminal, no veículo e objetos para confronto com base nacional de impressões digitais, perícia no local da morte de uma das vítimas, exame balístico dos projéteis extraídos do corpo da vítima com armas apreendidas posterior ao fato e material armazenado no Instituto de Criminalística, coleta de vestígios para exame de DNA e investigação de pessoas identificadas que poderiam ter motivos para o crime. Além da reconstituição do crime.
Nota-se que foram realizados vários procedimentos pré-determinados em uma investigação criminal para se montar uma base de conhecimento, porém o raciocínio da investigação é realizado de forma empírica, não sendo utilizado nenhum método sistêmico para interpretação de tais informações.
Neste contexto, depois de esgotadas todas as possibilidades de identificação da autoria do crime, verificar-se a necessidade do apoio externo à Unidade Policial, no caso, à Divisão de Inteligência Policial da instituição.
A Divisão de Inteligência utiliza várias técnicas como interceptações telefônicas, análises do fluxo de ligações telefônicas e determinação de pontos geográficos através da proximidade dos celulares das vítimas às Estações Rádio Base (ERB) e análises ambientais. Além de acesso privilegiado, através de mandados judiciais, nas bases das operadoras de telefonia, provedores de acesso à internet, dentre outras empresas privadas e públicas.
Mas o diferencial desta divisão não são somente os acessos privilegiados, pois ficaria na mesma situação da unidade policial, mas sim uma tecnologia de raciocínio sistêmico de análise de banco relacional de análise de vínculos, no caso a plataforma do Sistema Cérebro, que tem por função principal a determinação vínculos e cenário entre as vítimas e os suspeitos, trazendo como resultado conhecimento conclusivo.
Ainda, o autor descreve que de acordo com informações fornecidas pelas vítimas, os indivíduos realizaram várias ligações telefônicas no decorrer do ato criminoso. Através dos extratos das operadoras de telefonia celular, foram identificados os locais de origem das ligações, duração das ligações e as pessoas destinatárias de tais ligações.
Como base no volume de dados, principalmente das ligações telefônicas, foi aplicada à técnica de análise de vínculos com a aplicação de diversas variáveis resultando num diagrama de relacionamento de suspeitos, conforme ilustra abaixo a figura 11.
Figura 11: Visualização Gráfica dos Suspeitos. Arquivo PCDF Fonte: Ferro Junior (2007)
A partir da análise de tais vínculos de relacionamentos entre os telefones 61- 84097410 pertencente à Wellington Costa dos Santos e o telefone 61-84365452 pertencente à Jacir Pichek, foi realizado procedimento de interceptação dos telefones a partir do dia 31 de outubro de 2005. Além disso, em análise aos sistemas corporativos da PCDF, verificou a existência, em um Inquérito Policial anterior, a apreensão de uma agenda em poder de Wellington cujo telefone 61-84097410 estava vinculado a outro indivíduo chamado Francisco Benedito.
Apesar de toda a gama de informação coletadas ainda não se tinha um vínculo concreto. Sendo assim, foi realizada uma nova análise em extratos telefônicos, porem num período determinado entre 31 de julho e 31 de outubro de 2005.
Com o resultado das novas análises conforme ilustra figura 12, abriu-se o leque para novos alvos, confrontados com as novas diligências da investigação criminal,
realizadas pela Unidade Policial competente pelo caso, foram identificados os verdadeiros autores do crime, que estavam sendo encobertos pois, utilizavam telefones de outros assinantes de serviço de telefonia, sendo eles Marinho Crisostomo Barbosa e o irmão Francisco Crisostomo Barbosa, ambos com ficha criminal baseada na prática de homicídio.
Figura 12: Diagrama dos autores encobertos que utilizaram telefones de outros assinantes. Fonte: Ferro Junior(2007)
A estrutura atual do modelo de inteligência policial, com a aplicação de raciocínio lógico através do uso da tecnologia, conforme visto no caso real descrito anteriormente tem trazido resultados positivo para toda a instituição, pois é possível comprovar que, com a utilização da técnica de análise de vínculos, há uma ampliação na elucidação dos casos do tipo complexo.
Por se tratar de uma inteligência policial centralizada, todos os casos de interesse das unidades policiais, são enviados para o Departamento de Atividades Especiais –
dependendo da prioridade e o volume de demanda local, os casos são analisados aplicando os procedimentos de inteligência necessários para a elucidação do caso.
Nota-se no resultado da investigação criminal no caso real que o período de elucidação foi muito extenso, em 06 (seis) meses. Outro ponto relevante é que a base de atuação da inteligência foi os dados dos extratos das ligações telefônicas. A utilização das bases dos sistemas corporativos da instituição só foi realizada quase no final da investigação, identificando que um dos suspeitos que já era autor em outros inquéritos policiais, tinha uma agenda que foi aprendida que constava o número utilizado na comunicação no dia do crime e que pertencia à outra pessoa. Porém, o sistema corporativo que gerencia a tramitação dos inquéritos policiais – PROCED, não contém todas as informações da peça jurídica na íntegra, tais como: Relatórios de Investigação, Laudos Periciais e Depoimentos. Sendo necessária a pesquisa manual no inquérito policial impresso em papel.
O confronto dos dados da investigação criminal realizada pela Unidade Policial e as informações levantadas pela Divisão de inteligência teve uma perda de espaço de tempo relativamente grande, pois a comunicação entre as duas unidades dependia sempre de deslocamento até a Divisão de Inteligência além da demanda interna, prejudicando a eficiência na solução do caso.
A carência de pessoal e de estrutura da Divisão de Inteligência Policial determina a agilidade na elucidação dos casos, onde em determinadas investigações, leva-se um tempo considerável para se conseguir algum resultado de relevância, principalmente em crimes de maior complexidade.
Porém, mesmo com toda a dificuldade na estrutura de uma inteligência centralizada, a utilização da técnica de análise de vínculos determinou um marco na ampliação dos resultados das investigações criminais, principalmente nos casos de crime de alta complexidade, pois o ganho de credibilidade, tanto da unidade policial quanto da organização como um todo, vem determinado um aumento nas iniciativas das autoridades governamentais em se elevar os investimentos, em processos utilizando a tecnologia da informação aliadas às práticas de gestão do conhecimento em toda a corporação.
5. A INTELIGÊNCIA POLICIAL DISTRIBUÍDA SOB A TÉCNICA DE ANÁLISE DE VÍNCULOS BASEADA EM ORGANIZAÇÕES EM REDES - UMA PROPOSTA.
Segundo Ferro Junior (2008), é crescente a iniciativa de organizações públicas para o incremento de processos colaborativos em ambientes de informação compartilhada em rede de comunicação. A tecnologia da informação vem oferecer várias possibilidades de integração do conhecimento entre organizações que atuam em objetivos convergentes. As organizações estão buscando, através dos seus modelos de gestão, aliadas a um alinhamento entre os processos organizacionais e os processos de Tecnologia da Informação, com o compartilhamento e a redefinição de atividades, conversão de experiências, relacionamento pessoal e investimento em recursos computacionais. Onde, com a produção de conhecimento surge como resultado expressivo a integralidade organizacional.
A nova forma de gestão, baseada na tecnologia da informação deve contribuir ativamente para as capacidades intelectuais de uma organização, como a cognição, memória e o raciocínio organizacional. Sendo que esse último tem a função principal de orientar a aplicação de técnicas para a solução dos problemas organizacionais e é com o suporte da tecnologia que se consegue montar sistemas eficientes para a aplicação do raciocínio organizacional.
Segundo Kirn (1995), a organização do século XXI irá para um modelo organizacional novo, puramente baseada na tecnologia e fortemente entrelaçada com o sistema social da organização, transformando tais organizações através de subsistemas com o escopo de sistemas sócio-técnicos que adquirem, processam
informação, onde pessoas colaboram para produzir serviços. Este modelo provê uma interface entre a infra-estrutura tecnológica com o sistema social que torna a tecnologia da informação um suporte ideal para as tomadas de decisões organizacionais.
A contribuição essencial neste processo se dá quando na aplicação de tal conceito se adiciona o conhecimento de organizações em redes, pois o compartilhamento da informação e do conhecimento ultrapassa as fronteiras humanas e os elementos de inteligência organizacional são tratados de forma mais sistêmicas, ampliando o resultado de desempenho dos processos organizacionais.
E ainda, o princípio básico da teoria da comunicação afirma que os benefícios potenciais da rede crescem geometricamente à medida que aumenta a quantidade de nós interconectados com o eixo. O conhecimento e o intelecto também seguem este padrão, crescendo exponencialmente se devidamente gerenciados e incentivados.
Dependendo da complexidade na gestão, de fluxo de informações e processos em um ambiente em rede, o uso de tecnologias de informação concatenadas em um sistema de informação consistente, se torna crítico e é elemento fundamental para a gestão do conhecimento e aumento da produtividade no âmbito da rede.
O objetivo é não só tornar o conhecimento acessível à grande parte da organização, mas fazer com que a contribuição o banco de memória seja incentivada e também
combinar, de maneira flexível, alto grau de especialização em várias disciplinas diferentes, múltiplos pontos de contato geográfico e foco agudo num único problema (MANHEIN, 1996).
Como base em tal conceito, ao se verificar a realidade atual das unidades policiais e o processo de investigação criminal praticado, nota-se que ainda não há um alinhamento estratégico entre a geração do conhecimento dos processos organizacionais da organização com a infra-estrutura de tecnologia da informação, pois há somente uma função de atividade de suporte praticada pela tecnologia, onde se tem uma rede física e lógica de computadores interligando tais unidades, além dos elementos de inteligência organizacional, tais como a cognição e a memória organizacional que são representados pelos sistemas corporativos e suas bases de dados. Além disso, o raciocínio organizacional ainda está baseado em experiências pessoais, que não são documentadas e nem compartilhadas com organização. As atividades de raciocínio que estão mais desenvolvidas e estruturadas, são de uso externo das unidades policiais, no caso, são realizadas pela Divisão de Inteligência Policial – DIPO, com o uso da técnica de análise de vínculos que atualmente está baseado em sistema de tecnologia da informação.
Nota-se também que, os elementos de inteligência organizacional não são baseados em processos organizacionais estruturados e documentados, o fluxograma dos processos organizacionais das unidades policiais, apresentado anteriormente, conforme figura 3, foi criado pelo mesmo, através da experiência na atividade policial e do acompanhamento “in loco” dos processos intuitivos baseados na tecnologia da informação, através dos sistemas corporativos.
A necessidade de se criar processos organizacionais estruturados é eminente porque nem todas as atividades da investigação criminal são processadas pelos sistemas corporativos, Por exemplo, os relatórios de investigações, depoimentos, os laudos periciais, dentre outros procedimentos, que ainda continuam em bases de memória manuais, sendo armazenadas em arquivos de papeis, trazendo, com isso, uma enorme lacuna de conhecimento estruturado dentro das unidades policiais e de toda a organização.
Para Zack (1999), as organizações que gerenciam de forma eficiente seu conhecimento entendem seus requisitos estratégicos de conhecimento, definem uma estratégia de conhecimento de acordo com a estratégia da organização para então, implantar uma arquitetura organizacional e técnica.
Para que a tecnologia da informação possa ampliar o desempenho nas unidades policiais, os processos organizacionais terão que ser bem definidos, quebrando em muitas vezes certos paradigmas organizacionais.
Nesta proposta, o quem vem caracterizar tal quebra de paradigma nas unidades policiais e em conseqüência, na organização como um todo, é transformar o processo de inteligência policial, que atualmente se realiza de forma centralizada, para um modelo de inteligência policial de forma distribuída.
Em tal mudança, em se tratando somente do processo organizacionais, há um ganho potencial, pois a própria unidade policial teria seu núcleo ou seção de
Isso não significa que se acabaria a DIPO, ela só deixaria de ser o centro de execução das atividades, tendo um papel de gerência dos núcleos de inteligência das Unidades Policiais.
Neste novo modelo, a Divisão de Inteligência Policial seria o cérebro da instituição onde todo o conhecimento gerado de casos e ações passadas seriam armazenadas na base do cérebro e as Unidades Policiais seriam unidades geradoras de conhecimento novo, montando uma verdadeira teia de conhecimento baseada no conceito de organizações em redes.
As unidades policiais são estruturadas de forma hierárquica, onde três seções realizam diretamente as atividades de investigação criminal. São elas: Seção de Investigação de Crimes de Maior Potencial Ofensivo, Seção de Investigação de Crimes Violentos e Seção de Investigação de Crimes de Menor Potencial Ofensivo e Delitos de Trânsito. Para se aplicar o modelo de inteligência policial distribuída, necessita-se da criação de uma nova estrutura de investigação criminal, onde o núcleo ou seção de inteligência da unidade policial exerceria a atividade de inteligência policial, conforme novo organograma ilustrado na figura 13.
Na nova estrutura orgânica da Unidade Policial, a Seção de Inteligência (SINTELG) tem como papel principal o de introduzir procedimentos de inteligência já no início das instruções policiais, com o processo organizacional de cognição policial. Além disso, a seção de inteligência é responsável em replicar todas as informações geradas pela inteligência da Unidade Policial para a Divisão de Inteligência Policial – DIPO, subordinada ao Departamento de Atividades Especiais – DEPATE.
A Seção de Inteligência da Unidade Policial terá as seguintes atribuições:
- Planejar, coordenar e executar as atividades de inteligência e contra- inteligência no âmbito da Unidade Policial em consonância aos princípios doutrinários utilizados pela Divisão de Inteligência Policial – DIPO.
- Auxiliar ao delegado chefe da Unidade Policial na gestão de polícia judiciária e na proposição de políticas e estratégias, por meio da análise criminal através dos diagnósticos, prognósticos e apreciações;
- Produzir conhecimento por meio de relatórios de inteligência, com o objetivo de assessorar e antecipar a tomada de decisão pelas autoridades policiais da Unidade Policial no exercício das atividades administrativas, operacionais e investigativas;
- Proporcionar um processo interativo entre policiais de investigação criminal e os policiais de inteligência para produzir efeitos cumulativos de conhecimentos, aumentando o nível de efetividade das unidades policiais;
- Coordenar o processo de coleta, busca e análise de dados e informações obtidas de fontes humanas, tecnológicas e de conteúdo, visando subsidiar as investigações criminais nas unidades policiais no planejamento e execução de ações repressivas, na apuração de infrações penais e em operações policiais;
- Apoiar as investigações criminais que exijam técnicas operacionais de inteligência e análise de inteligência em casos complexos;
- Produzir e difundir conhecimentos que viabilizem a detecção, neutralização e obstrução de organizações criminosas na circunscrição da Unidade Policial.
- Realizar, com exclusividade, e na forma da Lei, o gerenciamento, fiscalização e suporte técnico na execução de interceptações de comunicações telefônicas, ambientais, em sistemas de informática e telemática, para prova na instrução criminal e processual penal, provendo as instruções e os recursos tecnológicos necessários para que as unidades policiais tenham acesso ao conteúdo interceptado e a compilação ordenada dos dados obtidos para análise;
- Elaborar planos de segurança orgânica visando implementar às medidas de proteção das áreas e instalações físicas; segurança das comunicações
internas e operacionais; na tramitação, na guarda, no acesso e na eliminação de documentos e materiais na Unidade Policial.
- Manter sistematicamente a produção de conhecimento sobre assuntos pertinentes à segurança pública, atos ilícitos de qualquer natureza e sobre atividades de grupos ou subgrupos sociais que tenham potencialidade de promover desordem pública, violência e crimes;
- Manter o funcionamento de plantão para segurança das instalações, controle e apoio técnico na execução das interceptações telefônicas, comunicação de ocorrências e fatos relevantes de interesse da atividade de inteligência, fornecimento de dados e informações às unidades policiais.
- Gerenciar todas as informações de estatísticas das demais seções no intuito de se realizar análise criminal na circunscrição da Unidade Policial.
- Replicar todo o conhecimento de inteligência e da Investigação Criminal gerado pela Unidade Policial à Divisão de Inteligência Policial – DIPO, para a alimentação das bases de memória organizacional do sistema cérebro da instituição.
Após as mudanças na estrutura orgânica da unidade policial, com a inclusão de uma Seção de Inteligência, haverá uma agilidade no processo cognitivo organizacional, pois não existe mais o problema de deslocamento e de demanda da atividade de
sendo que sua atuação torna-se mais pró-ativa, determinando uma agilidade maior nas investigações criminais e ainda determinando uma análise criminal mais eficiente à realidade da região de abrangência da Unidade Policial, proporcionando à autoridade policial, informações com maior credibilidade para se desenvolver políticas estratégicas de prevenção do crime, além disso, transforma a Unidade Policial em uma unidade geradora de conhecimento estrutura, o qual todo conhecimento gerado será disponibilizado para as outras Unidades Policiais, inclusive para a Divisão de Inteligência policial (DIPO) que é a divisão cérebro de inteligência policial da organização.
Outro aspecto importante a se tratar é que com a adoção do novo modelo de processos organizacionais nas unidades policiais, aplicando os elementos de Inteligência Organizacional, tais como: Cognição, Memória e Raciocínio, sendo desenvolvidos de forma estruturada e padronizada, resultando num processo estruturado para uma análise de desempenho dos processos organizacionais e de Tecnologia da Informação (TI) mais eficientes, podendo, futuramente, se desenvolver uma aprendizagem organizacional, utilizando fatores críticos de sucesso de casos anteriores, determinado novas estratégias para as tomadas de decisões tanto das Unidades Policiais quanto de toda à Policia Civil do DF.
Neste contexto, para se fechar o raciocínio da proposta desta dissertação, que está