2.8 Activity Links in Business-to-Consumer
2.8.1 Division of Work
Também através do Questionário Nórdico se avaliou os sintomas de dor quanto a sua intensidade. A tabela 15 e 16 resumem os resultados quanto à intensidade dos sintomas de dor:
Tabela 15 - Continuação dos resultados quanto à frequência dos sintomas de dor.
Região do Corpo Situação Homens Mulheres p-value Ambos
N° % N° % N° %
Cabeça Sem dor 95 66,4γ 59 47,58
1,397*10-2
154 57,68
Dor leve ββ 15,γ8 β8 ββ,58 50 18,7γ
Dor moderada β1 14,69 β6 β0,97 47 17,60
Dor forte 5 γ,50 11 8,87 16 5,99
Pescoço Sem dor 89 6β,β4 64 51,61
9,083*10-3
15γ 57,γ0
Dor leve β7 18,88 19 15,γβ 46 17,βγ
Dor moderada ββ 15,γ8 βγ 18,55 45 16,85
Dor forte 5 γ,50 18 14,5β βγ 8,61
Ombro Sem dor 68 47,55 58 46,77
5,037*10-2
1β6 47,19
Dor leve β5 17,48 11 8,87 γ6 1γ,48
Dor moderada β7 18,88 β1 16,94 48 17,98
Dor forte βγ 16,08 γ4 β7,4β 57 β1,γ5
Costas Sem dor 75 5β,45 69 55,65
0,β574
144 5γ,9γ
Dor leve ββ 15,γ8 14 11,β9 γ6 1γ,48
Dor moderada γβ ββ,γ8 β1 16,94 5γ 19,85
Dor forte 14 9,79 β0 16,1γ γ4 1β,7γ
Lombar Sem dor 65 45,45 61 49,19
0,46γ8
1β6 47,19
Dor leve β1 14,69 14 11,β9 γ5 1γ,11
Dor moderada γγ βγ,08 ββ 17,74 55 β0,60
Dor forte β4 16,78 β7 β1,77 51 19,10
Cotovelo Sem dor 1β8 89,51 97 79,0γ
1,88310-2
ββ5 84,β7
Dor leve 6 4,β0 18 7,β6 β4 8,99
Dor moderada 5 γ,50 7 γ,βγ 1β 4,49
Dor forte 4 β,80 β 10,48 6 β,β5
Antebraço Sem dor 107 74,8γ 88 70,97
0,7βγ
195 7γ,0γ
Dor leve 9 6,β9 10 8,06 19 7,1β
Dor moderada 1γ 9,09 1β 9,68 β5 9,γ6
Dor forte 14 9,79 14 11,β9 β8 10,49
Pulso Sem dor 69 48,β5 5β 41,94
0,4069
1β1 45,γβ
Dor leve βγ 16,08 β0 16,1γ 4γ 16,10
Dor moderada β6 18,18 β0 16,1γ 46 17,βγ
Dor forte β5 17,48 γβ β5,81 57 β1,γ5
Pelo teste Qui quadrado (alfa = 5%) comparou-se os sintomas de dor quanto à intensidade entre os gêneros. Fonte: Dados da pesquisa (β016)
145 Constatou-se que dores na cabeça são mais intensas entre as mulheres, sendo significativa a diferenças em relação aos homens (p-value = 1,γ97*10-β; p-value < 0,05).
Cerca de γ0% das mulheres relataram que os sintomas de dor têm intensidade forte ou moderada. Aproximadamente 18% dos homens relataram sentir dores na cabeça com intensidades fortes ou moderadas.
Resultados bem semelhantes foram encontrados para a região do pescoço no que tange a intensidade dos sintomas de dor. A diferença foi considerada significativa entre os gêneros (p-value = 9,08γ*10-γ; p-value < 0,05), onde γ5% das mulheres relataram sentir dores com
intensidade forte ou moderada. Esse valor é bem maior, se comparado às dores relatadas por homens, dado que apenas 18% dos colaboradores do sexo masculino relataram sentir dores intensas no nível forte ou moderado.
No ombro, novamente as mulheres relataram sentir dores mais intensas, embora que não seja significativa a diferenças em relação aos homens (p-value = 5,0γ7*10-β; p-value >
0,05). Cerca de 17% dos homens e 9% das mulheres relataram sentir uma dor leve. Já com relação aos sintomas mais intensos de dor, 44% das mulheres e γ5% dos homens relataram sentir dores entre fortes e moderadas, indicando que mulheres sentem sintomas mais intensos de dor.
As dores nas costas, quanto à intensidade são bem semelhantes entre os gêneros, não sendo significativa à diferença (p-value = 0,β574; p-value > 0,05). Aproximadamente γ0%
dos colaboradores relatam sentir dores fortes ou moderadas ao final da jornada de trabalho nas costas. Quanto ao sintoma mais intenso (dor forte) 16% das mulheres relataram tal intensidade de dor, sendo 10% para os homens essa intensidade. Já a dor moderada está relatada por ββ% dos homens e 17% das mulheres, algo que equilibra as dores nas costas entre os gêneros.
Assim como na parte superior das costas, na região da lombar as dores são semelhantes entre os gêneros (p-value = 0,46γ8; p-value > 0,05). Homens e mulheres
apresentaram dores fortes ou moderadas para 40% da amostra ao final da jornada de trabalho. As dores mais intensas foram relatadas em maior percentual para as mulheres (β1,77%) em relação aos homens (16,78%). Já dores moderadas foram percentualmente maiores entre os homens (βγ,08%) se comparado às dores moderadas entre as mulheres (17,74%).
Na região do cotovelo a diferença quanto à intensidade dos sintomas de dor foi significativa entre homens e mulheres (p-value =1,88γ10-β; p-value < 0,05). Pouco mais de β0%
das mulheres relataram sentir dores no cotovelo com alguma intensidade. Já para os homens, cerca de 10% relatam sentir dores no cotovelo com alguma intensidade. Desse modo, as
146 mulheres relatam sentir mais dores no cotovelo se comparado aos homens.
Aproximadamente β0% dos homens e mulheres indicaram sentir dores fortes ou moderadas na região do antebraço. A diferença quanto ao gênero no que tange a intensidade das dores não foi considerada significativa pelo teste Qui quadrado (p-value =0,7βγ; p-value >
0,05). Ainda que pequena, as mulheres (11,β9%) apresentam um percentual de dor mais alto que os homens (9,79%) quanto aos sintomas mais intensos.
Os pulsos são uma região onde os sintomas de dor foram frequentes. Aproximadamente 41% das mulheres relataram sentir dores fortes ou moderadas nos pulsos. Já entre os homens esse percentual foi de γ5%. Embora a diferença não seja significativa quanto à intensidade dos sintomas de dor entre os gêneros (p-value =0,4069; p-value > 0,05),
as mulheres relatam sentir mais dores nos pulsos se comparado aos homens.
Tabela 16 - Continuação dos resultados quanto à frequência dos sintomas de dor.
Região do Corpo Situação Homens Mulheres p-value Ambos
N° % N° % N° %
Mãos/dedos Sem dor 86 60,14 78 6β,90
5,84*10-β
164 61,4β
Dor leve β5 17,48 9 7,β6 γ4 1β,7γ
Dor moderada 1β 8,γ9 17 1γ,71 β9 10,86
Dor forte β0 1γ,99 β0 16,1γ 40 14,98
Quadril Sem dor 118 8β,5β 61 78,βγ
1,907*10-8
179 67,04
Dor leve 1β 8,γ9 14 14,5β β6 9,74
Dor moderada 8 5,59 ββ 5,65 γ0 11,β4
Dor forte 5 γ,50 β7 1,61 γβ 11,99
Joelho Sem dor 118 8β,5β 88 70,97
0,1498
β06 77,15
Dor leve 1β 8,γ9 15 1β,10 β7 10,11
Dor moderada 8 5,59 1β 9,68 β0 7,49
Dor forte 5 γ,50 9 7,β6 14 5,β4
Tornozelo/Pés Sem dor 87 60,84 64 51,61
0,447β
151 56,55
Dor leve β0 1γ,99 β1 16,94 41 15,γ6
Dor moderada β0 1γ,99 19 15,γβ γ9 14,61
Dor forte 16 11,19 β0 16,1γ γ6 1γ,48
Pelo teste Qui quadrado (alfa=5%) comparou-se os sintomas de dor quanto à intensidade entre os gêneros. Fonte: Dados da pesquisa (β016)
A diferença quanto ao gênero não foi considerada significativa para dores nas mãos, embora que praticamente exista (p-value = 0,0584; p-value > 0,05). Cerca de β0% dos
homens relataram sentir dores fortes ou moderadas, percentual pouco menor a aquele encontrado para as mulheres (aproximadamente γ0%). Assim, as mulheres são também mais sensíveis a dores nas mãos.
A maior diferença quanto à intensidade dos sintomas de dor foi observada na região dos quadris (p-value =1,907*10-8; p-value < 0,05). Pouco menos de 10% dos homens
147 percentual é quase quatro vezes maior (γ9,5β%) quanto às dores fortes ou moderadas, sendo β1,77% dores fortes. Logo, as mulheres são muito mais atingidas por dores nos quadris que os homens.
Embora a maioria das funções seja desempenhada em pé, o joelho foi um dos locais onde menos sintomas de dor foram relatados. Pouco menos de 10% dos homens relatam sentir dores fortes ou moderadas no joelho. Já pouco mais de 15% das mulheres relataram sentir dores fortes ou moderadas nos joelhos. Assim, a diferença não foi considerada significativa (p-value =0,1498; p-value > 0,05), embora que a mulheres apresentem mais sintomas de dor.
Para os tornozelos/pés mais de 40% dos colaboradores relatam algum sintoma de dor. Não se observou diferença significativa quanto à intensidade dos sintomas de dor entre os gêneros para essa região do corpo (p-value = 0,447β; p-value > 0,05). Aproximadamente γ0%
das mulheres e β5% dos homens sentem dores mais intensas (fortes ou moderadas). Ainda sim, as mulheres são mais afetadas por dores nos tornozelos/pés.