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ning med lovforslag

5 Lovforslag med generelle merknader

5.1 Plan- og bygningslovens alminnelige del

5.1.5 Departementets vurdering

Para a coleta de dados em campo foram selecionados quatro trechos, distribuídos nas vias W-3 e L-2, com extensões de 200 a 800 metros. Em todos os trechos foram realizadas pesquisas simultâneas de velocidade e de volume de tráfego.

Foram definidas inicialmente, para cada trecho, as seções inicial e final dos segmentos a serem analisados. Esses limites foram definidos conforme determina a metodologia do HCM 2010 (Tabela 3.2), que utiliza as interseções semafóricas como delimitações dos limites dos segmentos. Foi considerado, como outro critério, limitar o trecho pela sua homogeneidade, utilizando somente trechos em que os corredores tenham uma caracterização física, operacional e de uso do solo semelhante.

A coleta de dados nos trechos escolhidos precisou ser feita em diferentes dias, tendo em vista o número de pessoas e o equipamento necessário para fazer a pesquisa. O número de pessoas variou de acordo com a extensão do trecho e o número de percursos necessários para a coleta da velocidade, que precisou ter, no mínimo, duas pessoas por veículo.

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Tabela 3.2 – Características dos trechos e segmentos para a coleta de dados

Trecho Segmento de Via Interseção Sentido Numero de faixas Dias de pesquisa Inicial Final

1-A W-3 Norte SCLRN 704 SCRN 703 N-S 3 Dia 1

1-B W-3 Norte SCRN 703 SCRN 702 N-S 3 Dia 1

1-C W-3 Norte SCRN 702 SRTVN N-S 3 Dia 1

1-D W-3 Norte SRTVN V. AC. SCN-

SMHN N-S 3 Dia 1

2-A W-3 Sul EQS 510 EQS 509 S-N 3 Dia 2

2-B W-3 Sul EQS 509 EQS 508 S-N 3 Dia 2

3-A L-2 Norte SGAN 606 SGAN 607 S-N 3 Dia 3

3-B L-2 Norte SGAN 607 SGAN 608 S-N 3 Dia 3

3-C L-2 Norte SGAN 608 IESB (609) S-N 3 Dia 3

4-A L-2 Sul EQS 402 EQS 405 N-S 3 Dia 4

Os trechos 1, 2, 3 e 4 foram escolhidos para fazer à análise da capacidade e do nível de serviço. As vias escolhidas representam o funcionamento normal do fluxo interrupto. Isso ocorre devido ao tipo de controle semafórico nas interseções que regulam o tráfego de veículos numa zona da cidade, que concorre com a atividade comercial e laboral das pessoas. O uso de meios de transporte utilizados para deslocamentos, tais como ônibus e carro particular são frequentes nesta área. Objetivando avaliar o estado operacional das vias nos trechos, foram feitos estudos de volumes de tráfego e velocidade por meio de filmagem e percursos do veículo teste.

Além do anterior, os quatro trechos foram escolhidos para fazer à análise dos atrasos que podem ser produzidos por manobras de estacionamento e cruzamentos de pedestres. Esse tipo de análise pode-se conseguir por meio das características geométricas das vias escolhidas e/ou pelo tipo de controle de tráfego que possuem.

Trecho 1:

 número de câmeras: 5 , Figura 3.6;

 pessoal mínimo: 7;

 tempo de pesquisa: 1 hora no entre picos da manha/tarde; e

54 Trecho 2:

 número de câmeras: 5 , Figura 3.7;

 pessoal mínimo: 6;

 tempo de pesquisa: 1 hora no entre picos da manha/tarde; e

 número de percursos: 7.

Trecho 3 :

 número de câmeras: 4, Figura 3.8;

 pessoal mínimo: 6;

 tempo de pesquisa: 1 hora no entre picos da manha/tarde; e

 número de percursos: 6.

Trecho 4 :

 número de câmeras: 5, Figura 3.9;

 pessoal mínimo: 6;

 tempo de pesquisa: 1 hora no entre picos da tarde/noite; e

 número de percursos: 7.

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Figura 3.7 - Trecho 2

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Figura 3.9 - Trecho 4

A realização das pesquisas de campo serviu como o estudo de caso para comparar os resultados observados em campo, com os estimados pelo manual HCM. Analisando as diferenças encontradas, e propor soluções aos problemas encontrados.

3.5.1 – Filmagens

As filmagens consistiram na instalação de câmeras filmadoras por parte de pesquisadores em locais onde foi possível visualizar os acontecimentos que interessam à pesquisa (Figura 3.10). As câmeras foram localizadas no início, meio e fim do segmento, permitindo coletar informação de volume e composição do tráfego, dos estacionamentos, dos pontos de entrada e saída e formação de filas nas faixas das interseções. Além disso, foram anotados todos os fatores relevantes observados em campo para a caracterização dos parâmetros pesquisados.

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Figura 3.10 - Limites do segmento parcial e locais de marca de referência (adaptado Bonneson et al , 2008)

3.5.2 – Veículo teste com aparelho

Após identificar os segmentos com seus respectivos comprimentos, foi feito o planejamento da pesquisa da VMP. A metodologia buscou avaliar a operação do trânsito de veículos particulares mediante a determinação de velocidades de percursos nas vias e as causas que influenciam nas variações da velocidade como retenções e atrasos.

Para a determinação da velocidade nos corredores da amostra, foi utilizado o método do veículo-teste com aparelho de Global Positioning Systems (GPS), para registrar todos os eventos relacionados ao percurso tais como: inícios de arranque, tempos de paradas (retardamentos), velocidade de percurso e velocidade efetiva de movimento por trecho da via.

Uma vez determinados os percursos, se observa os limites dos segmentos, para dar inicio ao veiculo teste se desloca ao longo das vias a uma velocidade que represente as condições médias de trânsito fazendo com que o veículo se comporte igual aos demais da via.

Foi necessária uma pessoa para dirigir o veículo e outra para registrar os tempos de passagem pelos pontos de controle (ou interseções) que determinam a extensão do percurso e as velocidades registradas pelo velocímetro do carro. Além disso, foram determinados os tempos de duração de cada atraso experimentado pelo veículo no momento do deslocamento, associando cada atraso ao local exato onde ocorreu.

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Devem-se fazer tantos percursos quanto a confiança estatística requeira, resultando em durações de estudos prolongadas ou a utilização de vários veículos. O manual HCM 2010 sugere entre 6 a 12 observações. A quantidade de observações para os corredores variou entre 5 a 7 percursos em cada sentido levando em consideração a extensão de cada corredor, o horário em que foi realizada a coleta e a disponibilidade do veículo (DNIT, 2006).

A pesquisa de velocidade e de atraso pode ser realizada em qualquer via do sistema. A única exigência básica é que o comprimento do percurso seja suficiente para coletar dados variados e consistentes estatisticamente. É recomendável que o trecho mínimo percurso seja da ordem de 0,8 km (DNIT, 2006).