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Dei kommunale inntektene og kommunane si eigenfinansieringsevne

In document Kommunestruktur i Hordaland (sider 95-99)

4. Er dagens kommuneinndeling robust?

4.1 Økonomisk bærekraft

4.1.3 Dei kommunale inntektene og kommunane si eigenfinansieringsevne

Após a análise dos dados provenientes desses inquéritos foi possível chegar a várias conclusões. Os idosos e a interação com a tecnologia já não se tornam algo tão improvável e incompatível. Hoje em dia, a maioria dos idosos tem um telemóvel para funções básicas, como contactar com a família. Para eles, a tecnologia é um ponto benéfico, desde que seja para melhorar algo na sua vida, como a saúde, por isso, tudo o que seja para contribuir para essa melhoria do bem-estar é aceite pelos idosos, apesar de ainda ser algo complicado de manusear e interagir, como forma de comprovar isso, abaixo estão presentes os gráficos 6 e 7, que representam a quantidade de pessoas entrevistadas com mais de 65 anos que apoiam as novas tecnologias e mostram como consideram a sua relação com estas, bem como o tipo de produtos tecnológicos a que têm acesso.

Gráfico 6 - O que pensam os idosos das novas tecnologias? (AUTORA, 2017)

Gráfico 7 - Tem algum dos seguintes aparelhos? (AUTORA, 2017)

No entanto, ainda se verifica alguma dificuldade em manusear e perceber o funcionamento de um telemóvel, até mesmo a nível da execução de chamadas. Verifica-se que já existe um ligeiro contacto com as novas tecnologias, pois a

29% 37% 22% 9% 3% Bom

Não usa material tecnológico Difícil de aprender e usar Percebe como funciona Complicado 44% 6% 41% 7% 2% Telémovel Telefone Computador Tablet Nenhum 116 Capítulo III

maioria possui um telemóvel, mesmo que apenas para receber e fazer chamadas, mas o fácil acesso e a perceção dos sistemas tecnológicos ainda é bastante reduzido. Tendo em conta que é um público que nunca foi habituado às novas tecnologias e acrescentando as perdas de capacidades de que a maioria dos idosos sofre, estes poderão necessitar de um maior tempo de adaptação e aprendizagem, gráficos 8 e 9.

Gráfico 8 - Usa-os com facilidade? (AUTORA, 2017)

Gráfico 9 - O que pensa? (AUTORA, 2017)

- Medicação

Sendo a saúde um ponto-chave na qualidade de vida de todas as pessoas, foi importante perceber não só a quantidade de pessoas que tomavam medicamentos, a partir dos 65 anos, como também perceber como realizavam essa medicação no seu dia-a-dia. Assim, constatou-se que todos os idosos entrevistados estão atualmente a tomar algum tipo de medicação. Esta medicação é sempre prescrita por um médico através de uma receita. Geralmente, a medicação tem tendência para ser sempre a mesma ou mudar poucas vezes, o que se pode ver no gráfico 10. 81% 19% Sim Não 22% 49% 10% 5% 14% Difícil de aprender Difícil de usar Complicado

Percebe como funciona Fácil

Gráfico 10 - Como é feita a medicação? (AUTORA, 2017)

Em seguida foi importante perceber se a medicação dada pelo médico era ou não claramente percetível, ao que a maioria evidenciou o “não” como resposta, gráfico 11. Ainda no mesmo sentido, foi questionado se a receita prescrita pelo médico era fácil de perceber, ao que a resposta “não” se manteve acima da média, gráfico 12.

Gráfico 11 - A medicação que é dada é claramente percetível?

Gráfico 12 - Percebe as receitas?

Verificou-se ser igualmente importante, perceber se o idoso conseguia distinguir facilmente os seus comprimidos e se era fácil associar a cada comprimido a sua embalagem, ao que foi dada como resposta maioritária “sim”. Portanto

Sempre a mesma Muda poucas vezes Tem alterações constantes

43% 51% 6% 44% 56% Sim Não Sim Não 35% 65%

os comprimidos são facilmente distinguidos e associados à embalagem a que pertencem, gráficos 13 e 14.

Gráfico 13 - Percebe a que embalagem pertence cada comprimido?

Gráfico 14 - Conseguem distingui-los?

Também é essencial saber a quantidade de medicamentos tomados, de forma a perceber como é feita a sua organização e a regularidade com que são tomados. Observando o gráfico 15, conclui-se que o número de comprimidos é bastante relativo e que não existe uma quantidade padrão, mas sim soluções individuais.

Gráfico 15 - Qual é a quantidade de medicamentos que toma por dia?

A quantidade de medicamentos tomados vai desde um a dezasseis comprimidos, sendo que a quantidade que apresenta maior valor é 5 comprimidos por dia, o que

59% 41% Sim Não 78% 22% Sim Não = 1 - 3% 2 - 8% 3 - 10% 4 - 13% 5 - 15% 6 - 10% 7 - 5% 8 - 10% 9 - 8% 10 - 3% 11 - 5% 12 - 2% 13 - 2% 14 - 3% 15 - 2% 16 - 3%

119 Design de Equipamento de Apoio ao Idoso na Habitação

leva à conclusão de que a quantidade de comprimidos tomados é significativa. Ainda assim foi importante compreender quantas vezes essa medicação era feita e em que fases do dia: de manhã, a meio da manhã, ao almoço, a meio da tarde, ao jantar ou antes de deitar. Como ilustrado nos gráficos 16 e 17, percebeu- se que a maioria dos idosos tomava os seus comprimidos 3 vezes por dia, maioritariamente, começando pela manhã, ao almoço e/ou ao jantar ou à noite antes de deitar.

Gráfico 16 - Esses medicamentos são tomados quantas vezes por dia?

Gráfico 17 - Em que altura do dia?

Dada a quantidade variada de comprimidos e as suas diferentes formas e cores, foi necessário perceber se esse facto era motivo para a dificuldade em decorar os medicamentos e distinguí-los, pelo que a maioria afirmou não ser motivo de dificuldade, muito pelo contrário, para pessoas que estão habituadas aos mesmos comprimidos todos os dias até se tornava fácil de decorar e recordar quais eram esses comprimidos, gráfico 18. No entanto, mais uma vez, dada a quantidade de comprimidos tomados, foi importante identificar possíveis causas da má toma dos medicamentos e entender até que ponto a medicação era bem feita, sem erros ou falhas. Tal como se verifica no gráfico 19, referente à quantidade de pessoas que já se esqueceu de tomar algum medicamento e no gráfico 20, referente à quantidade de pessoas que eventualmente já trocaram algum medicamento, constatou-se que o esquecimento da toma de medicamentos é frequente, ao contrário da troca de comprimidos que a maioria afirmou nunca ter acontecido.

= 24% 34% 26% 4% 12% 1 2 3 4 5 = 31% 21% 19% 20% 4% 5% = = Manhã Meio da manhã Almoço Meio da tarde Jantar Antes de deitar 120 Capítulo III

Gráfico 18 - Dada a quantidade de medicação e as suas variedades de formas e nomes, torna-se difícil de a decorar?

Contudo esta última constatação, pode ser um pouco vulnerável, pois o facto de a pessoa poder ter trocado algum medicamento pode não ter sido detetado pela mesma, pois a pessoa pensou ter tomado a medicação sem se aperceber, se era a certa ou errada, apenas sabe que tomou os medicamentos, o que se torna grave e perigoso. Uma das auxiliares do Lar São José Operário afirmou exatamente o mesmo e disse ainda que a troca de medicamentos, ao contrário do que a maioria respondeu é frequente acontecer.

Gráfico 19 - Já se esqueceu de tomar algum medicamento?

Gráfico 20 - Já trocou algum medicamento? = 33% 67% = = Sim Não 76% 24% Sim Não = = 84% 16% Sim Não

Para concluir, a parte relativa à medicação, foi questionado o modo como os idosos organizavam os seus medicamentos e onde, ao que a maioria respondeu que organizava ao dia ou à hora, em caixas, gráficos 21 e 22. É importante referir que apesar deste resultado, ainda há alguns idosos que não organizam os seus medicamentos, apenas os retiram diretamente da embalagem, o que pode ser mais um dos motivos de complicações, esquecimento ou troca.

Gráfico 21 - Como organiza os seus medicamentos?

Gráfico 22 - Como?

- Segurança

A segurança na habitação é outro fator bastante importante que é necessário compreender e descobrir quais as suas lacunas de forma a conseguir perceber quais os problemas e quais as possibilidades de melhoria e adaptação.

Para isso, foi colocada a questão sobre se os idosos se sentiam seguros em casa, tendo sido o resultado entre o sim e o não praticamente igual, como se pode ver no gráfico 23. = = 16% 32% 20% 32% = = Refeições Ao dia À semana À hora = 65% 25% 8% 2% Caixas Frascos Copos

Gráfico 23 - Em casa sente-se seguro(a)?

No caso das pessoas que afirmaram não se sentirem seguras em suas casas, os motivos revelados para essa insegurança foram: o medo de cair, o medo de estar sozinho e o medo de ser assaltado, gráfico 24. O motivo mais forte considerou-se ser o medo de cair, dado os problemas de mobilidade e habilidade frequentes na maioria dos idosos, bem como as condições das suas casas que muitas vezes não são adaptados às limitações próprias da idade.

Gráfico 24 - Se não, porquê? (possibilidade de mais do que uma opção)

Ainda em relação à segurança no espaço da habitação, foi questionado se as pessoas tinham todas uma lareira ou um fogão, ao que a maioria respondeu só ter fogão, gráfico 25. Neste sentido, foi importante perceber a quantidade de pessoas que ainda o usa no seu dia-a-dia, ao que a maioria respondeu que usava regularmente.

Gráfico 25 - Tem fogão e/ou lareira? (possibilidade de mais do que uma opção)

49% 51% Sim Não = 27% 62% 11% Medo de cair

Medo de ser assaltado

90% 10%

Fogão Lareira

123 Design de Equipamento de Apoio ao Idoso na Habitação Medo de estar sozinho

Gráfico 26 - Usa-os? (possibilidade de mais do que uma opção)

Com os perigos existentes relativamente a fogões e lareiras acesos, devido ao gás e a casos de inalação de dióxido de carbono, quando foram questionados sobre a eventualidade de deixarem ou não o fogão aceso, as respostas não divergiram muito nos seus valores, apesar de a resposta mais destacada ter sido que já tinham deixado o fogão aceso, ao contrário da lareira que ninguém afirmou ter alguma vez deixado acesa, gráficos 27 e 28.

Gráfico 27 - Já lhe aconteceu deixar o fogão ligado?

Gráfico 28 - A lareira fica acesa durante a noite ou quando está fora de casa?

Para concluir a parte da segurança, foi ainda questionado se o idoso tinha ou não sistema de segurança em casa, como por exemplo alarmes de vigilância, ao que a maioria respondeu que não tinha nenhum desses sistemas, gráfico 29. Para além disso, a maioria considerou esses sistemas de alarme difíceis de usar e de aceder, gráfico 30. 89% 11% Fogão Lareira 54% 46% Sim Não 100% Sim Não 124 Capítulo III

Gráfico 29 - Tem algum sistema de segurança em casa? (ex. alarmes)

Gráfico 30 - Acha esses sistemas de proteção fáceis de usar?

- Sinalética | cor e significado

Por fim, foi importante perceber de que forma as pessoas compreendiam e interagiam com a cor, de modo a recolher a informação necessária para as cores a estudar no produto. Esta questão foi colocada com suporte de um “jogo” de cores e palavras, que tinham de ser combinadas uma com a outra, ou seja, por exemplo, na peça que dizia “Positivo”, o idoso tinha que colocar ou escolher a cor que para ele representava esse fator, e assim sucessivamente para as outras cores e fatores. Entre os fatores aos quais o idoso tinha de associar uma cor estavam as palavras: positivo, perigo, alerta e tranquilo.

As cores disponíveis para resposta eram: amarelo, laranja, vermelho, roxo, azul e verde. Esta paleta de cores foi propositada e tinha como objetivo perceber a forma como os idosos viam as cores e, em simultâneo, o que para eles significava, pois como anteriormente referido no tópico da visão do capítulo I, a distinção entre as cores e o contraste diminui com a idade, pelo que algumas cores podem ser parecidas e gerar alguma confusão. Assim, estão representados no gráfico 31 os resultados relativos à associação das cores aos fatores já referidos.

90% 10% Sim Não 29% 71% Sim Não Positivo Perigo Alerta Tranquilo

Gráfico 31 - O que transmite cada uma das seguintes cores?

Como se pode verificar pelos gráficos representados, ao fator positivo foi associada a cor verde, ao fator perigo foi associada a cor vermelha, ao fator alerta foi associada a cor laranja, sendo que a cor amarela possui apenas 10 números a baixo, e por fim, ao fator tranquilo foi associada a cor azul.

- Existência de produtos com uma ou várias funções

Para finalizar, foi perguntado aos utilizadores idosos, o que achavam de produtos com mais do que uma função, e no caso deste produto poder controlar diversas coisas ao mesmo tempo, se para eles era complicado perceber o funcionamento, pois já seriam demasiadas funções ao mesmo tempo, ou se achavam fácil de perceber e eventualmente de usar. Esta pergunta foi realizada com o apoio de exemplos de situações de forma a ilustrar bem o que se estava a questionar. Nesta pergunta apenas uma pessoa respondeu que achava fácil, o que significa que a maioria das pessoas acharam que seria complicado de perceber e que preferiam ter apenas uma função.

65% 14% 6% 3% 5% 7% 89% 6% 2% 3% = 46% 30% 6% 5% 6% 7% 51% 18% 14% 14% 3% = Amarelo Laranja Vermelho Roxo Azul Verde

Gráfico 32 - Um produto com várias funções diferentes é difícil de perceber?

- Produtos usados para a organização da medicação

Para concluir, neste inquérito, alguns dos idosos fizeram questão de mostrar as caixas para organização dos medicamentos que possuíam, assim foi possível observar os seguintes aparelhos, apresentados na figura 31.

Com base nas imagens é possível observar que nenhum dos sistemas possui qualquer tipo de controlo da medicação tomada. Muitas vezes estas embalagens eram guardadas pelos auxiliares e cuidadores do lar e do centro de reformados, de modo a que pudessem controlar a toma da medicação de alguns dos idosos. Na embalagem azul, podemos observar que a sua resistência ao uso é reduzida, pois a maioria das letras estão gastas ou já nem são visíveis.

90% 10%

Sim Não

127 Design de Equipamento de Apoio ao Idoso na Habitação

Figura 31 - Tipo de produtos usados pelos idosos para a organização da sua medicação (AUTORA, 2017)

128

17.1.1 - Conclusões

Para concluir, com base nos resultados do primeiro inquérito da fase um de testes, foi possível identificar vários problemas, tais como:

- Tecnologia

- A tecnologia é vista e recebida de bom grado pela maioria dos idosos, embora existam dificuldades e complicações relativamente ao seu manuseamento e acesso;

- A proximidade entre os idosos e a tecnologia começa a existir, através de contactos com aparelhos tecnológicos básicos como os telemóveis.

- Saúde

- A medicação é muitas vezes esquecida;

- A medicação é provavelmente trocada várias vezes sem que o idoso tenha consciência disso;

- O tipo de embalagens para organização dos comprimidos não permite assegurar a toma correta dos comprimidos. Neste caso, surge uma oportunidade de criar um sistema que não permita errar e que motive o utilizador para a toma de medicação;

- A diversidade de cores e de tamanhos não torna difícil para o idoso decorar os seus medicamentos, muito pelo contrário, na maioria dos casos permite decorar todos os comprimidos tomados, principalmente no caso dos idosos que estão dependentes de alguém responsável que lhes dá a medicação, ou num copo ou em recipientes específicos para o efeito. Por vezes, o que acaba por acontecer com frequência é que quando existe uma alteração do laboratório e a cor do comprimido se altera, isso provoca a desconfiança dos idosos, pois não têm a noção de que comprimido se trata;

- Para a maioria dos idosos, a medicação é tomada três vezes ao dia. Sendo que na maioria dos casos, essas três vezes podem repartir-se entre manhã, almoço, jantar ou antes de deitar;

Oportunidade: Necessidade de acrescentar um compartimento extra para existir uma margem e flexibilidade na divisão dos comprimidos por refeições.

- Segurança

- A maioria das pessoas não se sente em segurança em casa por ter medo de cair, de estar sozinho ou até de ser assaltado;

- Os fogões ainda são muitas vezes esquecidos ligados;

- As lareiras são mais vigiadas e a maioria não deixa a lareira acesa quando sai de casa ou durante a noite;

- A maioria das pessoas não tem sistemas de segurança em casa, nem conhecimento sobre eles, o que as torna mais suscetíveis de intrusão;

- Sinalética | cor e significado

- Para a maioria dos idosos, as cores verde, vermelho e laranja correspondem a um sinal positivo, de perigo ou de alerta/atenção. Tais significados podem estar associados a uma ideia impregnada na sociedade sobre a sinalética, pois as pessoas estão habituadas a ver os sinais luminosos nas estradas, por exemplo, que de facto revelam esse tipo de estereótipo.

- No caso do fator tranquilidade, as cores mais associadas foram o roxo e o azul, que tiveram a percentagem superior, no entanto, isto significa que é uma cor menos fácil, pois não é associada a nenhuma imagem ou objeto real específico;

- Funções

- O foco numa só função torna-se mais fácil e acessível na aprendizagem e manuseamento do produto.

Assim sendo, o foco em apenas uma função é essencial, num primeiro contacto com as novas tecnologias para o idoso, pois demasiadas funções ainda são consideradas algo que não está ao alcance dos mesmos, pois não estão adaptados a este tipo de sistemas. O tempo de reação é um dos influentes no que toca à interação com um produto, por exemplo, na fase de aprendizagem, o utilizador idoso pode demorar mais tempo para perceber e adaptar-se. Por isso, a existência de apenas uma área será o ideal numa fase inicial, visto que a maioria adapta-se melhor a produtos com apenas uma função. No entanto, o objetivo deste produto é que seja evolutivo e que as suas características se tornem mais adaptadas ao longo do tempo, conseguindo criar motivação para a adaptação e a integração dos idosos em sistemas mais complexos (IOT).

Deste modo, o produto focar-se-á apenas numa função pertencente a uma área, numa fase inicial, neste caso a área selecionada para foco foi a saúde, visto ter-se apresentado como a área em que se verifica maiores lacunas e necessidades, bem como possíveis oportunidades de melhoria. A saúde é um bem essencial a todos, que se não for tratado e cuidado, se torna instável e perigoso. Sem saúde não é possível ter qualidade de vida, nem reagir adequadamente a situações complexas. A junção da tecnologia e da saúde será um benefício para os utilizadores como para os familiares que são responsáveis e cuidam dos seus idosos, permitindo o controlo a longa distância e a personalização de parâmetros que controlam o acesso a certas funcionalidades do produto, como o carregamento dos comprimidos, que dependendo do estado de dependência e autonomia de cada idoso, poderão possibilitar o acesso a essa função ou não.

17.2 - Entrevistas e inquéritos a especialistas

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