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7 SHIPBUILDING CONTRACT

7.2 The Standard Form Norwegian Shipbuilding Contract 2000

7.2.4 Authority of the guarantor

Este capítulo descreve os resultados obtidos no estudo e nele serão apresentados os resultados das análises estatísticas descritivas dos instrumentos utilizados. Posteriormente, serão apresentados os resultados das análises de variância e das regressões padrão e hierárquica.

Resultados das Análises Descritivas

As análises a seguir foram realizadas com os três instrumentos utilizados na pesquisa: configurações de Poder Organizacional, Perfil Pessoal nas Organizações e Jogos Políticos.

Configurações de Poder

Para avaliar a percepção relativa à variável configurações de poder, foi utilizada a escala de configurações de poder organizacional, com variação de 0 – não se aplica a 4 – totalmente aplicável. A escala mede as configurações de poder organizacional a partir de seis fatores: autocracia, instrumento, missionária, sistema autônomo, meritocracia e arena política. Os resultados descritivos encontrados estão representados na Tabela 2.

Tabela 2. Freqüência, média e desvio padrão referentes aos fatores da escala de configurações de poder organizacional Fatores N Média DP Sistema Autônomo 140 2,35 0,62 Missionária 140 2,11 0,77 Meritocracia 140 2,11 0,67 Autocracia 140 2,08 0,62 Instrumento Arena Política 140 1,25 0,78 140 1,20 0,77

Na análise dos dados, constata-se que a configuração de poder que predomina na organização é a Sistema Autônomo (média = 2,35).

Perfil Pessoal

Para avaliar a percepção relativa à variável perfil pessoal, foi utilizada a escala de perfil pessoal nas organizações, com variação de 0 – nunca a 4 – sempre. A escala mede o perfil pessoal nas organizações a partir de oito fatores: realizador, controlador, sociável, tímido, auto-exigente, descuidado, prestativo e egocêntrico. Os resultados descritivos encontrados estão representados na Tabela 3.

Tabela 3. Freqüência, média e desvio padrão referentes aos fatores da escala de perfil pessoal nas organizações Fatores N Média DP Auto Exigente 140 2,65 0,72 Prestativo 140 2,25 0,56 Realizador 140 2,02 0,58 Tímido 140 2,00 0,49 Egocêntrico 140 1,84 0,50 Sociável 140 1,83 0,63 Controlador Descuidado 140 1,61 0,58 140 1,34 0,59

Na análise dos dados, constata-se que o perfil pessoal característico da organização é o perfil Auto-Exigente (média = 2,65).

Jogos Políticos

Para avaliar a percepção relativa à variável jogos políticos, foi utilizada a escala de jogos políticos, com variação de 0 – discordo totalmente a 4 – concordo totalmente. A escala mede os jogos políticos nas organizações a partir de sete fatores: jogo de resistência, jogo de oposição, jogo de aumento de recursos, jogo de especialistas, jogo de controle gerencial, jogo de mudança, jogo de denúncia. Os resultados descritivos encontrados estão representados na Tabela 4.

Tabela 4. Freqüência, média e desvio padrão referentes aos fatores da escala de jogos políticos Fatores N Média DP Jogo de Especialistas 140 2,19 0,66 Jogo de Oposição 140 1,58 0,51 Jogo de Resistência 140 1,45 0,55 Jogo de Mudança 140 1,42 0,66 Jogo de Denúncia 140 1,35 0,72 Jogo de Aumento de Recursos 140 1,28 0,77 Jogo de Controle Gerencial 140 1,24 0,70

Na análise dos dados, constata-se que o jogo político que predomina na organização é o jogo de especialistas (média = 2,19).

Resultados das Correlações

Foram feitas correlações entre todos os fatores das variáveis configurações de poder, perfil pessoal e jogos políticos, os resultados significativos encontrados estão apresentados a seguir e a tabela completa encontra-se no Anexo B:

Configurações de Poder

Quanto à percepção das configurações de poder na organização, observam-se correlações positivas entre autocracia, meritocracia, sistema autônomo e missionária, o que indica que quanto mais autocracia, mais também a organização é percebida como meritocracia, sistema autônomo e missionária.

Em relação à variável configuração de poder instrumento, observa-se correlação positiva com arena política, o que indica que quanto mais a configuração é instrumento, mais também está presente a configuração arena política, no entanto, optou-se por retirar a variável arena política e trabalhar somente com instrumento, devido ao tipo da organização pesquisada e depois da observação das médias (instrumento = 1,25 / arena política = 1,20).

Quanto mais a organização é percebida como missionária, mais também é percebida como sistema autônomo e autocracia.

Quanto mais sistema autônomo, mais meritocracia, autocracia e missionária.

Observa-se que quanto mais meritocracia na organização, mais percebe-se também a autocracia.

Quanto mais arena política, mais a organização possui a configuração instrumento, autocracia e missionária.

Perfil pessoal

Observa-se na análise dos dados que quanto mais realizador é o sujeito, mais ele é também sociável, prestativo, controlador e egocêntrico e, em contrapartida, quanto mais realizador, menos tímido.

Verifica-se que quanto mais controlador é o indivíduo, mais ele é realizador, sociável, egocêntrico, descuidado e prestativo, porém, quanto mais controlador, menos tímido.

Quanto mais sociável, mais realizador, prestativo, controlador, auto-exigente e egocêntrico, sendo que a correlação com egocêntrico é baixa, porém, quanto mais sociável, menos tímido.

Em relação ao fator tímido, conclui-se que quanto mais tímido, menos realizador, sociável, prestativo, auto-exigente e controlador, sendo que todas as correlações com essa variável tiveram como resultado correlações negativas.

Quanto mais auto-exigente, mais realizador, mais sociável, mais prestativo e menos descuidado e tímido.

Quanto mais descuidado é o sujeito, mais controlador ele é e mais egocêntrico, em contrapartida é menos auto-exigente e menos prestativo.

Em se tratando do perfil prestativo, quanto mais prestativo, mais auto-exigente, realizador, sociável e controlador, por outro lado, menos tímido e descuidado.

Quanto ao perfil egocêntrico, observa-se que quanto mais egocêntrico, mais controlador, mais realizador, mais descuidado e mais sociável, sendo que todas as variáveis obtiveram correlações positivas.

Jogos Políticos

Quanto à percepção dos jogos políticos que ocorrem na organização, encontram-se correlações positivas entre todas as variáveis, o que indica que quanto mais jogam jogos de resistência, mais jogam oposição, aumento de recursos, mudança, controle gerencial, denúncia e especialistas.

Quanto mais jogam jogos de oposição, mais jogam jogos de resistência, mudança, aumento de recursos, controle gerencial, denúncia e especialistas.

Quanto mais jogam jogos de aumento de recursos, mais jogam jogos de controle gerencial, denúncia, mudança, resistência e oposição.

Quanto mais jogam jogos de especialistas, mais jogam jogos de oposição, resistência e mudança. Observa-se ainda que o jogo de especialistas foi o que menos obteve correlações com outros jogos.

Quanto mais jogam jogos de controle gerencial, mais jogam jogos de aumento de recursos, de denúncia, de mudança, resistência e oposição.

Em relação aos jogos de mudança, quando mais jogam jogos de mudança, mais jogam jogos de controle gerencial, denúncia, aumento de recursos, resistência, oposição e especialistas, sendo a correlação com jogos de especialistas baixa.

Observa-se ainda que quanto mais jogam jogos de denúncia, mais jogam jogos de controle gerencial, de mudança, de aumento de recursos de resistência e de oposição.

Resultados Referentes às Análises de Variância

As análises de variância foram feitas para levantar as diferenças significativas entre as médias em função dos grupos, informação que pode interessar à empresa pesquisada.

O nível de significância estatística considerado para todas as análises de variância foi p<0,05.

Observa-se que em relação às variáveis configurações de poder, perfil pessoal e jogos políticos, não houve diferença significativa em relação ao gênero, bem como em relação ao estado civil.

As médias comparadas e que não apresentaram diferença significativa não foram citadas nem colocadas nas tabelas.

Encontra-se representada na Tabela 5 a análise de variância para a variável tempo de serviço com a variável configurações de poder:

Tabela 5. Variância de médias entre configurações de poder e tempo de serviço

Variáveis Tempo de Serviço

N Média DP Df F Sig.

Missionária Até 1 ano 140 2,98 0,76 3 2,699 0,048

*Diferença estatística para p<0,05

Na tabela apresentada, observa-se que indivíduos com o tempo de serviço de 3 meses a 1 ano percebem a organização como uma organização missionária.

Encontra-se representada na Tabela 6 a análise de variância para a variável escolaridade com a variável perfil pessoal.

Tabela 6. Variância de médias entre perfil pessoal e escolaridade

Variáveis Escolaridade N Média DP Df F Sig.

Controlador Superior/Pós 139 2,09 0,65 1 3,313 0,002 Realizador Superior/Pós 139 2,39 0,84 1 6,032 0,015 *Diferença estatística para p<0,05

Na tabela apresentada, observa-se que indivíduos com escolaridade nível superior/pós- graduação têm perfil mais realizador e controlador do que os indivíduos com nível fundamental/médio.

Encontra-se representada na Tabela 7 a análise de variância para a variável tempo de serviço com a variável perfil pessoal:

Tabela 7. Variância de médias entre perfil pessoal e tempo de serviço

Variáveis Tempo de Serviço

N Média DP Df F Sig.

Auto-Exigente Até 1 ano 140 2,98 0,76 3 2,909 0,037

Sociável Até 1 ano 140 2,00 0,70 3 2,706 0,048

*Diferença estatística para p<0,05

Na tabela apresentada, observa-se que indivíduos com o tempo de serviço de 3 meses a 1 ano têm perfil mais sociável e auto-exigente do que os demais grupos com tempo de serviço superior a 1 ano.

Encontra-se representada na Tabela 8 a análise de variância para a variável idade com a variável jogos políticos:

Tabela 8. Variância de médias entre jogos políticos e idade

Variáveis Idade N Média DP Df F Sig.

Jogos de Resistência De 31 a 36 anos 140 1,59 0,53 2 3,078 0,049 Jogos de Especialistas Acima de 36 anos 140 2,38 0,65 2 3,124 0,047

*Diferença estatística para p<0,05

Na tabela apresentada, observa-se que indivíduos com idade de 31 a 36 anos jogam mais jogos de resistência do que os demais grupos e que os indivíduos com idade acima de 36 anos jogam mais jogos de especialistas.

Síntese dos resultados das análises de variância

Nas análises de variância, foi observado que existe diferença entre o tempo de serviço e a percepção das configurações de poder dentro da organização, sendo que os indivíduos que têm até um ano de serviço são os que mais percebem a organização como missionária.

Já os indivíduos com até 1 ano na organização têm perfil pessoal mais auto-exigente e sociável do que os demais, que têm mais tempo de serviço na organização.

Em relação à escolaridade e perfil pessoal, os resultados da análise de variância indicaram que os indivíduos que possuem escolaridade nível superior/pós-graduação têm perfil pessoal mais controlador e realizador do que os indivíduos com escolaridade nível fundamental/médio.

Observou-se ainda que os indivíduos de 31 a 36 anos de idade jogam mais jogos de resistência dentro da organização e que os que estão acima dos 36 anos jogam mais jogos de especialistas.

Resultados Referentes à Regressão

Apresentam-se agora as análises de regressão realizadas na pesquisa, que foram utilizadas para identificar as relações entre as variáveis do modelo teórico.

Seguindo as recomendações de Tabachnick e Fidell (1983), antes de se proceder à análise de regressão, foram atendidos todos os pressupostos para esse tipo de análise estatística. Considerando a fórmula utilizada para a realização do referido teste, utiliza-se 104 sujeitos + número de variáveis, o número de sujeitos está acima do mínimo exigido.

Primeiramente foram identificadas, por meio do uso da regressão padrão, a existência de relações significativas entre as variáveis antecedentes e a variável mediadora e entre as variáveis antecedentes e critério, para depois proceder às análises com o objetivo de identificar a existência de mediação apenas nos casos que houvesse significância estatística (p<0,05). Os resultados dessa etapa anterior indicaram quais eram as relações significativas entre a variável configurações de poder e a variável perfil pessoal.

Diante dos resultados que mostraram quais as variáveis antecedentes eram preditoras da mediadora, foram então feitas regressões múltiplas hierárquicas para testar a mediação da variável perfil pessoal entre as variáveis antecedentes e a variável critério.

A regressão múltipla hierárquica permite explicar as relações existentes entre variáveis descritas em modelos teóricos, tendo como objetivo determinar quais são os melhores preditores da variável critério em estudo. Na regressão hierárquica, o pesquisador define a ordem de ingresso dos preditores na equação, tendo como referência teorias sobre o fenômeno que está sendo estudado. A pesquisa considera como variável independente/antecedente as configurações de poder, como variável mediadora o perfil pessoal e como variável dependente/critério os jogos políticos. No caso desta pesquisa, o modelo a ser investigado é apresentado na Figura 2.

Figura 2. Representação do modelo de mediação proposto no estudo.

Nos resultados a seguir, a primeira tabela mostra as relações entre a variável antecedente e a variável mediadora e as demais indicam as relações entre a variável antecedente e a variável critério e entre as variáveis antecedentes e mediadoras juntas e a variável critério. Os resultados descritos são os que apresentaram significância estatística (p<0,05).

Encontram-se representadas na Tabela 9 as relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador.

Tabela 9. Relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador.

Variável

Antecedente Variável Critério R² Beta Sig.

Instrumento Controlador 0,256 0,439 0,001 Configurações de

Poder

Encontram-se representadas na Tabela 10 as relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador e a variável critério jogos de oposição.

Tabela 10. Relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador e a variável critério jogos de oposição.

Variáveis Antecedentes e

Mediadora

Variável

dependente R² Beta Sig.

Instrumento* Jogos de Oposição 0,238 0,488 0,000 Instrumento* Controlador** 0,238 0,311 0,338 0,310 0,000 0,000 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = 43,154; F2 = 30,974

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal controlador se mostrou mediadora da relação positiva entre a variável configuração de poder instrumento e a variável jogos de oposição, o que significa que os indivíduos que têm perfil controlador são os que mais jogam jogos de oposição quando percebem a configuração de poder como instrumento.

Encontram-se representadas na Tabela 11 as relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador e a variável critério jogos de especialistas.

Tabela 11. Relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador e a variável critério jogos de especialistas.

Variáveis Antecedentes e

Mediadora

Variável

dependente R² Beta Sig.

Instrumento* Jogos de Especialistas 0,020 0,488 0,000 Instrumento* Controlador** 0,020 0,058 0,033 0,223 0,727 0,020 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = 2,828; F2 = 4,224

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal controlador se mostrou mediadora da relação positiva entre a variável configuração de poder instrumento e a variável jogos de especialistas, o que significa que os indivíduos que têm perfil pessoal controlador são os que mais jogam jogos de especialistas quando percebem a configuração de poder como instrumento.

Encontram-se representadas na Tabela 12 as relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador e a variável critério jogos de mudança.

Tabela 12. Relações entre a variável antecedente configuração de poder instrumento e a variável mediadora perfil pessoal controlador e a variável critério jogos de mudança.

Variáveis Antecedentes e Mediadora Variável dependente R² Beta Sig. Instrumento* Jogos de Mudança 0,316 0,562 0,000 Instrumento* Controlador** 0,316 0,391 0,410 0,313 0,000 0,000 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = 63,834; F2 = 43,949

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal controlador se mostrou mediadora da relação positiva entre a variável configuração de poder instrumento e a variável jogos de mudança, o que significa que os indivíduos que têm perfil pessoal controlador são os que mais jogam jogos de mudança quando percebem a configuração de poder como instrumento.

Encontram-se representadas na Tabela 13 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal sociável.

Tabela 13. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal sociável.

Variável Antecedente Variável Critério R ² Beta Sig. Missionária Sociável 0,239 0,334 0,000

Encontram-se representadas na Tabela 14 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal sociável e a variável critério jogos de denúncia.

Tabela 14. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal sociável e a variável critério jogos de denúncia.

Variáveis Antecedentes e Mediadora Variável Dependente R² Beta Sig. Missionária* Jogos de Denúncia 0,113 0,336 0,000 Missionária* Sociável** 0,113 0,190 0,223 0,299 0,008 0,000 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = 17,556; F2 = 16,025

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal sociável se mostrou mediadora da relação positiva entre a variável configuração de poder missionária e a variável jogos de denúncia, o que significa que os indivíduos com perfil pessoal sociável são os que jogam mais jogos de denúncia quando percebem a configuração de poder como missionária.

Encontram-se representadas na Tabela 15 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal auto-exigente.

Tabela 15. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal auto-exigente.

Variável Antecedente Variável Critério R ² Beta Sig. Missionária Auto- Exigente 0,200 0,306 0,001

Encontram-se representadas na Tabela 16 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal auto-exigente e a variável critério jogos de resistência.

Tabela 16. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal auto-exigente e a variável critério jogos de resistência.

Variáveis Antecedentes e Mediadora Variável Dependente R² Beta Sig. Missionária* Jogos de Resistência 0,003 0,051 0,547 Missionária* Auto-Exigente** 0,003 0,090 0,149 -0,312 0,085 0,000 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = ,365; F2 = 6,814

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal auto-exigente se mostrou mediadora da relação negativa entre a variável configuração de poder missionária e a variável jogos de resistência, o que significa que os indivíduos que têm perfil auto-exigente são os que menos jogam jogos de resistência quando percebem a configuração de poder como missionária.

Encontram-se representadas na Tabela 17 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal auto-exigente e a variável critério jogos de aumento de recursos.

Tabela 17. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal auto-exigente e a variável critério jogos de aumento de

recursos. Variáveis Antecedentes e Mediadora Variável Dependente R² Beta Sig. Missionária* Jogos de Aumento de Recursos 0,003 0,095 0,266 Missionária* Auto-Exigente** 0,003 0,090 0,199 -0,335 0,020 0,000 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = 1,249, F2 = 8,468

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal auto-exigente se mostrou mediadora da relação negativa entre a variável configuração de poder missionária e a variável jogos de aumento de recursos, o que significa que os indivíduos que têm perfil auto-

exigente são os que menos jogam jogos de aumento de recursos quando percebem a configuração de poder como missionária.

Encontram-se representadas na Tabela 18 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal prestativo.

Tabela 18. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal prestativo.

Variável Antecedente Variável Critério R ² Beta Sig. Missionária Prestativo 0,208 0,311 0,001

Encontram-se representadas na Tabela 19 as relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal prestativo e a variável critério jogos de aumento de recursos.

Tabela 19. Relações entre a variável antecedente configuração de poder missionária e a variável mediadora perfil pessoal prestativo e a variável critério jogos de aumento de

recursos. Variáveis Antecedentes e Mediadora Variável Dependente R² Beta Sig. Missionária* Jogos de Aumento de Recursos 0,009 0,095 0,266 Missionária* Prestativo** 0,009 0,011 0,074 0,053 0,421 0,568 Nota. *Variável independente; **Variável mediadora; F1 = 1,249 F2 = ,785

Considerando os resultados apresentados, a variável perfil pessoal prestativo se mostrou mediadora da relação positiva entre a variável configuração de poder missionária e a variável jogos de aumento de recursos, o que significa que os indivíduos que têm perfil