DATA:
Projeto: 18-10-1961 AUTOR: Jorge Wilhein
OCUPAÇÃO ( x ) JUSTIÇA ( ) OUTROS
PRESERVADO ( ) MUITO ( x ) RAZOÁVEL ( )POUCO
MODIFICADO ( x ) SIM ( ) NÃO ANEXOS ( x ) SIM ( ) NÂO
Figura 67: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006) Figura 68: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006)
Figura 69: Instalações Sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 70: Sala do promotor. (CORDIDO, 2006)
Figura 71: Fachada posterior, onde a recepção do conjunto volumétrico da obra é interrompida pelo paisagismo adotado tornando-a precária. (CORDIDO, 2006)
Via Anhanguera, 365 Km- Região de Franca – Norte do Estado de
1960: 12.067 hab. 2003: 37.427 hab. ÁREA CENTRAL,Avenida 5 Projeto: 18-10-1961 Jorge Wilhein ( ) JUSTIÇA ( ) OUTROS ( ) MUITO ( ) RAZOÁVEL ( )POUCO ( ) SIM ( ) NÃO ( ) SIM ( ) NÂO
Figura 67: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006) Figura 68: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006)
Figura 69: Instalações Sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 70: Sala do promotor. (CORDIDO, 2006)
Figura 71: Fachada posterior, onde a recepção do conjunto volumétrico da obra é interrompida pelo paisagismo adotado tornando-a precária. (CORDIDO, 2006)
Via Anhanguera, 365 Km- Região de Franca – Norte do Estado de
1960: 12.067 hab. 2003: 37.427 hab. ÁREA CENTRAL,Avenida 5 Projeto: 18-10-1961 Jorge Wilhein ( ) JUSTIÇA ( ) OUTROS ( ) MUITO ( ) RAZOÁVEL ( )POUCO ( ) SIM ( ) NÃO ( ) SIM ( ) NÂO
diagrama de distribuição interna
tÉrreo/ sub-solo suPerior
Cartório OAB W. C. Cartório W. C. Cartório Vazio / Sala Juiz Esca- das Nível Supe -rior Vazio Vestíbulo Vazio Saguão Cartório Cartório Cartório Cartório Átrio superior Sala Secret a Réu Test. Defe sa Test. Açu- sa- ção C o p W. C. PROMOTORI A W .C . Salão do Júri Audiência Sala Juiz Esca- das Nível Supe- rior Escadas Para o nível do salão do júri (Vestíbulo) Saguão Átrio inferior
arquitetura forense em são paulo | 149 PlAntAs tÉrreo Vazio / Átrio superior júri ( ) Átrio inferior tÉrreo suPerior
O edifício configura-se também em um corpo único, com volumetria retangular. Consistindo em uma caixa vedada com panos de vidros na fachada frontal e do fundo, recuada em relação à cobertura, sob uma grande laje, na qual se arranja todo o programa abrigando os ambientes, distribuídos em dois níveis, intermediados por outro de distribuição de acessos, ao nível da rua.
Os níveis são articulados através do patamar central, por onde se entra ao edifício, e possui uma escada orientada em dois sentidos que conduz ao átrio os ambientes, ao mesmo tempo em que promove a integração dos espaços
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redes “de carga”, apoiadas em pilares, es, que recebem a laje de concreto
20 Aqui, a questão de hierarquia, não remonta aos espaços de natureza simbólica presentes nos fóruns anteriores e sim a noção formulada por Kahn de espaços servidos e espaços serventes (que servem os primeiros). A formulação de espaços contínuos e indistintos, (pressupostos da arquitetura moderna), entretanto, exclui as especificações necessárias aos espaços dos serviços judiciários que abarcam entre outras questões, além de sua estrita funcionalidade,
mais ou menos restritos. Neste edifício, por praticamente não existir o pavimento térreo (é somente um vestíbulo), e contemplar uma única entrada, essa condição não se expressa totalmente.
comentários: O edifício conigura-se também em um corpo único, com volumetria retangular. Consistindo em uma caixa vedada com panos de vidros na fachada frontal e do fundo, recuada em relação à cobertura, sob uma grande laje, na qual se arranja todo o programa abrigando os ambientes, distribuídos em dois níveis, intermediados por outro de distribuição de acessos, ao nível da rua.
Os níveis são articulados através do patamar central, por onde se entra ao edifício, e possui uma escada orientada em dois sentidos que conduz aos átrios superior e inferior. Essa distribuição de acessos organiza de forma hierárquica os ambientes, ao mesmo tempo em que promove a integração dos espaços internos.136
A solução construtiva é determinada por paredes “de carga”, apoiadas em pilares, evidenciando as estruturas independentes, que recebem a laje de con- creto armado. Trata-se de uma variação da recorrente solução “caixa de concre- to armado”.
Os materiais e a resolução formal e estética adotados na obra revelam que, embora aparente no seu conjunto formal uma solução simples e “esparta- na”, na verdade, essa técnica em desenvolvimento no período tratava-se de um complexo sistema construtivo. O caixão perdido encontrado em loco aponta uma dessas diiculdades, inutilizando uma grande quantidade de madeira.
A tensão interna e externa entre o edifício e o espaço urbano é diluída atra- vés do uso dos fechamentos em panos de vidro, corroborando também para a permeabilidade do campo visual do edifício, ultrapassando os seus limites físicos. O desnível do terreno também é aproveitado para distribuir os acessos e distinguir funções, agenciando a sua divisão de categorias, de espaços mais ou menos restritos.
O programa de necessidades tem sua organização espacial distribuído em dois pavimentos: no subsolo estão o salão do júri, que está dentro do corpo principal do edifício; as salas de uso mais restrito da justiça, como sala secreta, testemunhas, réus, promotoria, gabinete do juiz e audiência, que têm acessos privativos para o júri, separados por um corredor interno.
O pavimento superior é destinado aos serviços menos reservados da Jus- tiça, sendo ocupado pelos cartórios, sala para OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e, atualmente, pela promotoria.
136 Aqui, a questão de hierarquia não remonta aos espaços de natureza simbólica presentes nos fóruns anteriores, mas à noção formulada por Kahn de espaços servidos e espaços serventes (que servem os pri- meiros). A formulação de espaços contínuos e indistintos (pressupostos da arquitetura moderna), entretan- to, excluía as especiicações necessárias aos espaços dos serviços judiciários, que abarcam, entre outras questões, além de sua estrita funcionalidade, a privacidade e a segurança dividindo os acessos públicos mais ou menos restritos. Neste edifício, por praticamente não existir o pavimento térreo (é somente um vestíbulo) e contemplar-se uma única entrada, essa condição não se expressa totalmente.
O agenciamento adotado neste fórum para a distribuição interna dos am- bientes promoveu uma quebra das tradições construtivas e analogias recorren- tes nesta tipologia, pois no superior estavam locadas as funções mais “nobres” e, no térreo, as menos enobrecidas.
O edifício também rompe formal e conceitualmente com a resistência aos paradigmas greco-romanos adotados para os edifícios da justiça. Entretanto, a sua relação com o espaço construído está enfatizada por sua implantação. Cen- tralizado em uma praça, com as laterais livres, assentado sobre um platô, onde o terreno possui um ligeiro desnível, o edifício assume aspecto monumental. O Fórum também se destaca do tecido urbano, pois no seu entorno predominam edifícios ecléticos de pouca volumetria.137
condição AtuAl: Embora o edifício ainda seja utilizado para atender à Justiça, ele sofreu várias adaptações. Ao lado do corpo principal da obra, foi feito um anexo comprometendo a sua leitura e descaracterizando o seu conjunto.
Além disso, no edifício original, os ambientes tiveram usos e espaços mo- diicados para atender às novas necessidades da Justiça, cujas novas áreas foram criadas com precárias condições climáticas e de salubridade. Os espaços de circulação e vãos de escada foram fechados com divisórias, comprometendo o princípio básico da articulação entre os planos.138
Os usos dos ambientes destinados em projeto também foram modiicados, principalmente no pavimento térreo. As salas das testemunhas e réu foram ocupadas como depósitos e almoxarifados. A sala do juiz é usada para o setor administrativo. No pavimento superior, a promotoria ocupa a sala onde era previsto um cartório.
O novo prédio anexo, com características distintas ao edifício original, é ocu- pado pelo juiz e seu gabinete, mais uma sala de audiência e um cartório. A comu- nicação interna entre ambos é bem deicitária, sendo feita através de uma escada íngreme, com espelhos fora do padrão técnico, por onde circulam com freqüência servidores carregando grande volume de processos.
O edifício não previu a necessidade de crescimento dos serviços da justiça, tais como espaços para novos cartórios e varas, daí as improvisações adotadas para as novas acomodações. Foram colocadas divisórias em locais de circulação e espera, tais como átrios, patamares, vestíbulos e vãos de escadas, promovendo uma desqualiicação dos ambientes construídos, prejudicando ventilação e ilumina- ção natural dos espaços internos.
137 Em Orlândia, ao redor da praça em que o edifício está localizado, todas as construções são de natureza eclética, em que se inclui o prédio da prefeitura municipal defronte ao Fórum.
138 O acréscimo, segundo a arquiteta Marluce da Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, foi elaborado e construído pela prefeitura municipal.
Embora com usos dos ambientes alterados, o Fórum contemplava original- mente, no seu agenciamento espacial, algumas questões especíicas da justiça, como a distinção de aguardo para réus, jurados, testemunha e juiz e acesso ao salão do júri, o que também garante em parte as atuais questões de segurança para estes edifícios. Ressalva-se, porém, que tal condição somente é atendida quanto a sua tramitação interna, pois para a entrada do edifício existe um único acesso. imAgens:
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e a vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006)
Figuras 73 e 74: Salão do Júri, onde se nota um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação cons- trutiva do edifício. (CORDIDO, 2006); Salão do júri. Parede em jacarandá, piso taboado e forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006)
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
arquitetura forense em são paulo | 153 Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com
panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
Figura 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006).
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
Figura 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006).
Figura 77: Cartório, onde se observam esquadrias originais, porém com adaptações para ar condicionado. (CORDIDO, 2006)
Figura 78: Detalhe do puxador em alavanca da janela de persiana indicando as novas tendências dos materiais. (CORDIDO, 2006).
Figuras 75 e 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri, modiicando sua recepção. (CORDIDO, 2006); Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006)
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
Figura 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006).
Figura 77: Cartório, onde se observam esquadrias originais, porém com adaptações para ar condicionado. (CORDIDO, 2006)
Figura 78: Detalhe do puxador em alavanca da janela de persiana indicando as novas tendências dos materiais. (CORDIDO, 2006).
Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
Figura 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006).
Figura 77: Cartório, onde se observam esquadrias originais, porém com adaptações para ar condicionado. (CORDIDO, 2006)
Figura 78: Detalhe do puxador em alavanca da janela de persiana indicando as novas tendências dos materiais. (CORDIDO, 2006).
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Figura 79: Sistema de ventilação (veneziana) entre a laje da cobertura e forro. (CORDIDO, 2006). Figura 72: Vista frontal, onde se observam a estrutura independente e vedação da caixa com
panos de vidro. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
Figura 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006).
Figura 77: Cartório, onde se observam esquadrias originais, porém com adaptações para ar condicionado. (CORDIDO, 2006)
Figura 78: Detalhe do puxador em alavanca da janela de persiana indicando as novas tendências dos materiais. (CORDIDO, 2006).
Figura 79: Sistema de ventilação (veneziana) entre a laje da cobertura e forro. (CORDIDO, 2006).
Figura 77 e 78: Hall de entrada (vestíbulo), onde se observam circulação, arranjo de níveis e saguão su- perior e inferior. (CORDIDO, 2006); Sistema de ventilação (veneziana) entre a laje da cobertura e o forro. (CORDIDO, 2006)
Figura 79 e 80: Cartório, onde se observam esquadrias originais, porém com adaptações para ar condi- cionado. (CORDIDO, 2006); Detalhe do puxador em alavanca da janela de persiana indicando as novas tendências dos materiais. (CORDIDO, 2006)
154 | arquitetura forense do estado de são paulo
Figura 81: Saguão do andar superior. (CORDIDO, 2006).
Figura 82: Saguão superior e entrada para salas de promotoria, onde eram originalmente destinados a cartórios. (CORDIDO, 2006).
Figura 81: Saguão do andar superior. (CORDIDO, 2006).
Figura 82: Saguão superior e entrada para salas de promotoria, onde eram originalmente destinados a cartórios. (CORDIDO, 2006).
Figura 73: Salão do Júri, onde nota-se um mobiliário tradicionalista contrapondo a inovação construtiva do edifício. (CORDIDO, 2006).
Figura 74: Salão do Júri. Parede em jacarandá, piso taboado, forro em gesso acartonado cunhando austeridade ao ambiente. (CORDIDO, 2006).
Figura 75: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, vestíbulo de acesso ao saguão do salão do júri modificando sua recepção. (CORDIDO, 2006).
Figura 76: Ocupação dos espaços vazios com divisórias, sob escadas e saguão do salão do júri. (CORDIDO, 2006).
Figura 77: Cartório, onde se observam esquadrias originais, porém com adaptações para ar condicionado. (CORDIDO, 2006)
Figura 78: Detalhe do puxador em alavanca da janela de persiana indicando as novas tendências dos materiais. (CORDIDO, 2006).
Figura 79: Sistema de ventilação (veneziana) entre a laje da cobertura e forro. (CORDIDO, 2006). Figura 80: Hall de entrada (vestíbulo), onde se observa circulação, arranjo de níveis e saguão superior e inferior. (CORDIDO, 2006).
Figura 81: Saguão do andar superior. (CORDIDO, 2006).
Figura 82: Saguão superior e entrada para salas de promotoria, onde eram originalmente destinados a cartórios. (CORDIDO, 2006).
Figura 83: Detalhe do caixão perdido da laje do piso do andar superior, sob a antiga sala do juiz, demonstrando as condições construtivas do período. (CORDIDO, 2006).
Figura 84: Instalações sanitárias originais. (CORDIDO, 2006).
Figura 85: Ampliação anexada a construção original. (CORDIDO, 2006). Figura 84: Instalações sanitárias originais. (CORDIDO, 2006).
Figura 85: Ampliação anexada a construção original. (CORDIDO, 2006).
Figuras 81 e 82: Saguão do andar superior. (CORDIDO, 2006); Saguão superior e entrada para salas de promotoria, originalmente destinados a cartórios. (CORDIDO, 2006)
Figuras 83 e 84: Detalhe do caixão perdido da laje do piso do andar superior, sob a antiga sala do juiz, demonstrando as condições construtivas do período. (CORDIDO, 2006); Instalações sanitárias originais. (CORDIDO, 2006)
Figura 86: Cartório do prédio anexo. (CORDIDO, 2006).
Figura 87: Balcão na fachada frontal. (CORDIDO, 2006). Figura 86: Cartório do prédio anexo. (CORDIDO, 2006).
Figura 87: Balcão na fachada frontal. (CORDIDO, 2006).
Figura 86: Cartório do prédio anexo. (CORDIDO, 2006)
Figura 88: Detalhe da fachada posterior e junção com anexo. (CORDIDO, 2006).
Figura 89: Fachada lateral onde se vê o platô de assentamento. (CORDIDO, 2006).
Figura 88: Detalhe da fachada posterior e junção com anexo. (CORDIDO, 2006).
Figura 89: Fachada lateral onde se vê o platô de assentamento. (CORDIDO, 2006). Figura 88: Detalhe da fachada posterior e junção com anexo. (CORDIDO, 2006)
Figura 90: Fachada posterior que fica de frente à Praça e Prefeitura. (CORDIDO, 2006).
Figura 91: Detalhe da calha (gárgula) para escoamento de águas pluviais da laje. (CORDIDO, 2006).
Figura 92: Fachada frontal, o edifício em relação à avenida na extremidade da praça. (CORDIDO, 2006).
Figura 90: Fachada posterior que fica de frente à Praça e Prefeitura. (CORDIDO, 2006).
Figura 91: Detalhe da calha (gárgula) para escoamento de águas pluviais da laje. (CORDIDO, 2006).
Figura 92: Fachada frontal, o edifício em relação à avenida na extremidade da praça. (CORDIDO, 2006).
Figura 90: Fachada posterior que fica de frente à Praça e Prefeitura. (CORDIDO, 2006).
Figura 91: Detalhe da calha (gárgula) para escoamento de águas pluviais da laje. (CORDIDO, 2006).
Figura 92: Fachada frontal, o edifício em relação à avenida na extremidade da praça. (CORDIDO, 2006).
Figura 90: Fachada posterior que ica em frente à praça e à Prefeitura. (CORDIDO, 2006)
Figura 91: Detalhe da calha (gárgula) para escoamento de águas pluviais da laje. (CORDIDO, 2006)
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FÓrum: dr. mAnoel Augusto de ornellAs – itAPirA MUNICÍPIO: ITAPIRA
Região de Campinas, sudeste do Estado de São Paulo.
POPULAÇÃO: