DATA: 12/02/1962 AUTOR(ES):
Paulo A. Mendes da Rocha João Eduardo de Genaro OCUPAÇÃO ( x ) JUSTIÇA ( ) OUTROS
PRESERVADO ( ) MUITO ( x ) RAZOÁVEL ( ) POUCO
MODIFICADO ( x ) SIM ( ) NÃO ANExOS ( ) SIM ( x ) NÂO 1960: 36.192 hab. 2003: 81.428 hab. 12/02/1962 ( ) JUSTIÇA ( ) OUTROS ( ) MUITO ( ) RAZOÁVEL ( ) POUCO ( ) SIM ( ) NÃO ( ) SIM ( ) NÂO 1960: 36.192 hab. 2003: 81.428 hab. 12/02/1962 ( ) JUSTIÇA ( ) OUTROS ( ) MUITO ( ) RAZOÁVEL ( ) POUCO ( ) SIM ( ) NÃO ( ) SIM ( ) NÂO meZAnino PlAntAs
PlAntA nÍVel dA PrAçA
cortes
esPeciFicAções:
O edifício acomoda-se em diferentes níveis e blocos rebatidos, alojando funções distintas com restrições de acesso. Conigura-se em um único corpo de concreto armado com paredes de “carga” recebendo as lajes, com aberturas de vãos e balanços para iluminação zenital. Sua conformação espacial reme- te a uma “praça coberta”, solução também adotada por Fábio Penteado, como já visto. Trata-se, na verdade, de um grande pátio coberto, integrado com um agradável espaço aberto e luído, espaços franqueados, onde é possível uma apropriação pública dos espaços administrados de acesso restrito.
Segundo os arquitetos, o “abrigo natural” gerado pela elevação e projeção do edifício, partido conceitual da obra, seria para que a população, por vezes famílias inteiras, vinda de lugares distantes, encontrasse um lugar confortável e de sombra apropriado para espera, podendo aguardar e passar muitas horas.
Os arquitetos explicam sua solução no entendimento de que “para a região, muito quente, o espaço, assim organizado, cria umclima interno bastante ade- quado, com luz natural controlada e atmosfera de sombra desejada.” (ROCHA, 1996, p. 26).
No nível da praça, com acesso direto para o público em geral, está o Salão do Júri. Essa liberdade de acesso facilitaria e estenderiao pressuposto inicial de utilizá-lo para atividades diversas, além das especíicas da justiça.
O salão do júri também contempla, além da entrada independente, que elimina a necessidade de transitar pelo corpo principal do edifício, entrada pri- vativa para o réu, circulação e entrada distinta para magistrados, como o local reservado para aguardo e reunião dos jurados (sala secreta), garantindo a ope- racionalidade desse serviço da justiça e preservando os seus participantes. O Júri também traz uma inovação nos seus equipamentos; para assento do público foram executados bancos de alvenaria, conferindo um aspecto de despojamen- to e quebra da sobriedade excessiva. Porém, sua laje de cobertura possui um aprimorado jogo de inclinação e aberturas para iluminação zenital focada no seu tablado, colaborando para a formação de um espaço cênico, onde se desloca o eixo da lógica de seus participantes, introduzindo-os numa ambientação relexi- va e introspectiva.
No pavimento superior, dividem-se duas grandes galerias (abertas e reba- tidas na caixa), que também possuem circulações e entradas distintas. Em um dos blocos com acesso público mais restrito, estão: o gabinete do juiz, promo- toria, advogados e audiência; no rebatido, com maior movimentação do público, localizam-se os cartórios e, ainda acima deles, os mezaninos para arquivos.
As vedações das paredes externas são de “panos de vidro”, corrobo- rando também para a permeabilidade visual do edifício. Elas também são recuadas sob a laje de cobertura, ladeadas por brises verticais na sua fa- chada frontal e aos fundos. Um pergolado completa a proteção climática dos ambientes.
O edifício rompe com os padrões recursivos adotados para esta tipologia, inclusive na sua representação e hierarquia. Entretanto, pelo complexo jogo de blocos, vãos, desníveis, aberturas com iluminações zenitais nas lajes, o edifício têm qualidades arquitetônicas que, no seu conjunto, podem remeter aaspectos de monumentalidade.
Os níveis para sua acomodação seguem a mesma coniguração do terreno que ocupa, suavizando a relação do espaço construído com seu território. Existe uma grande permeabilidade entre o seu interior e exterior.
Trata-se de uma construção que explora a economia de meios, tão cara ao modernismo da “escola paulista”, no sentido do uso dos materiais, predominan- do o concreto bruto aparente, da precisão das soluções espaciais e dos disposi- tivos (como o brise).140
condição AtuAl: O edifício sofreu uma série de modiicações. A mais proeminente e evidente oposição ao fundamental princípio adotado pelos arqui- tetos foi o fechamento da “praça coberta” por grades de segurança.
Novos ambientes foram criados usando espaços sob a laje ao nível da praça e do Júri, naentrada principal, modiicando sua ligação com o exterior, a luidez, bem como os acessos do edifício.
Nos ambientes internos, os cartórios foram subdivididos, deixando os es- paços de trabalho diminuídos, comprimidos e com pouca circulação de ar. As escadas para os mezaninos, que icam sobre os mesmos cartórios, destinados para arquivos, não são mais do tipo “helicoidal”, seu modelo original. Foram substituídas por outras precárias (íngreme, reta com altos espelhos, ocupando mais espaço interno) e, por serem vazadas, foram recobertas com placas de madeira improvisadas.141
A sala de audiência também foi dividida por ocasião da criação de mais uma vara, para atender as novas demandas da justiça.
140 A “economia de meios” representa o número reduzido de elementos utilizados para obtenção do máximo efeito no seu conjunto espacial e construção formal do objeto arquitetônico. Um dos rebatimentos dessa formulação aparece na “poética da economia” com Sérgio Ferro e Rodrigo Lefrève que tem como proposta básica: o mínimo útil, o mínimo didático e o mínimo construtivo que equacionam as etapas de produção e serviços executados. Ver: BUZZAR, Miguel, Rodrigo Brotero Lefrèvre e a idéia de vanguarda, Tese de mestrado, São Paulo: FAU-USP, mimeo., 2001, p. 41.
141 Para que “as funcionárias pudessem utilizá-las trajando saias e vestidos sem constrangimentos”, segundo funcionários presentes na ocasião da visita. Esta mudança está registrada no levantamento iconográico.
Ainda emum nível abaixo da entrada principal, acompanhando o declive da praça, foram construídos novos espaços para acomodar o setoradministrativo e mais cartórios, embaraçando a assimilação do espaçoconstruído.
A iluminação original, perfurações elípticas na laje de cobertura para colo- cação de lâmpadas, que garantiria o apuro no acabamento dos espaços inter- nos, não foi utilizada. Foram instaladas luminárias com lâmpadas luorescentes, provocando um efeito desagradável nos ambientes com improvisação e desar- monia, essas que, inversamente das originais, tinham suas iações embutidas na laje, icaram com o cabeamento exposto, resultando em um acabamento precá- rio e sem unidade.
Foram colocadas grades de proteção em todas as janelas e aberturas, ve- dando ventilações cruzadas e comprometendo o conforto térmico dos ambien- tes, os quais icaramabafados e quentes.
Segundo informação local, em ocasião da visita técnica, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha foi contatado para elaborar um novo projeto para acomodar as novas necessidades e ampliação dos serviços da justiça. Foi planejado um novo prédio anexo, com quatro andares, ocupando um terreno que faz divisa com os fundos da praça, área desapropriada pela prefeitura, ligando-se ao prédio atual por meio de uma passarela. Entretanto, sua execução está sem previsão.
imAgens:
Figura 122: Fachada principal (CORDIDO, 2006).
justiça. Foi planejado um novo prédio anexo, com quatro andares, ocupando um terreno que faz divisa com os fundos da praça, área desapropriada pela prefeitura, ligando-se ao prédio atual por meio de uma passarela. Entretanto, sua execução está sem previsão.
Figura 122: Fachada principal (CORDIDO, 2006).
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praça, área desapropriada pela prefeitura, ligando-se ao prédio atual por meio de uma passarela. Entretanto, sua execução está sem previsão.
Figura 122: Fachada principal (CORDIDO, 2006).
Figura 123: Lateral: a variação dos níveis da praça e acesso ao júri (CORDIDO, 2006).
Figura 124: Fachada posterior: pergolado e novo fechamento para acomodar os cartórios e serviços administrativos, interrrompendo a continuidade da “praça coberta” (CORDIDO, 2006).
Figura 125: Fachada lateral: a alteração do perfil original da estrutura. Construção de novas salas: obstrução da “passagem sob o edifico”, sua permeabilidade (CORDIDO, 2006).
Figura 124: Fachada posterior: pergolado e novo fechamento para acomodar os cartórios e serviços administrativos, interrrompendo a continuidade da “praça coberta” (CORDIDO, 2006).
Figura 125: Fachada lateral: a alteração do perfil original da estrutura. Construção de novas salas: obstrução da “passagem sob o edifico”, sua permeabilidade (CORDIDO, 2006).
Figura 123: Lateral: a variação dos níveis da praça e acesso ao júri (CORDIDO, 2006).
Figura 124: Fachada posterior: pergolado e novo fechamento para acomodar os cartórios e serviços admi- nistrativos, interrrompendo a continuidade da “praça coberta” (CORDIDO, 2006).
Figura 125: Fachada lateral: a alteração do peril original da estrutura. Construção de novas salas: obstru- ção da “passagem sob o ediico”, sua permeabilidade (CORDIDO, 2006).
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Figura 126: Lateral e praça fechadas por grades de segurança (CORDIDO, 2006).
Figura 127: Espaço reformado para abrigar protocolo, defronte ao júri (CORDIDO, 2006).
Figura 128: Entrada para os cartórios (CORDIDO, 2006).
Figura 129: Comunicação entre os blocos, entrada para o júri e cartórios (CORDIDO, 2006). Figura 126: Lateral e praça fechadas por grades de segurança (CORDIDO, 2006).
Figura 127: Espaço reformado para abrigar protocolo, defronte ao júri (CORDIDO, 2006).
Figura 128: Entrada para os cartórios (CORDIDO, 2006).
Figura 129: Comunicação entre os blocos, entrada para o júri e cartórios (CORDIDO, 2006).
Figura 126: Lateral e praça fechadas por grades de segurança (CORDIDO, 2006).
Figura 127: Espaço reformado para abrigar protocolo, defronte ao júri (CORDIDO, 2006).
Figura 128: Entrada para os cartórios (CORDIDO, 2006).
Figura 129: Comunicação entre os blocos, entrada para o júri e cartórios (CORDIDO, 2006). Figura 127: Espaço reformado para abrigar protocolo, defronte ao júri (CORDIDO, 2006).
Figura 128: Entrada para os cartórios (CORDIDO, 2006).
Figura 129: Comunicação entre os blocos, entrada para o júri e cartórios (CORDIDO, 2006). Figura 130: Salão do Júri (CORDIDO, 2006).
Figura 131: Salão do júri: ao fundo, escada de acesso exclusivo dos magistrados (CORDIDO, 2006).
Figura 130: Salão do Júri (CORDIDO, 2006).
Figura 131: Salão do júri: ao fundo, escada de acesso exclusivo dos magistrados (CORDIDO, 2006).
Figura 132: Escada tipo “helicoidal”: acesso ao júri para os magistrados (CORDIDO, 2006).
Figura 133: Detalhe da iluminação zenital do salão do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 134: Sala secreta (CORDIDO, 2006).
Figura 135: Sala secreta: detalhe das janelas pivotantes no recuo da viga invertida (CORDIDO, 2006).
Figura 132: Escada tipo “helicoidal”: acesso ao júri para os magistrados (CORDIDO, 2006).
Figura 133: Detalhe da iluminação zenital do salão do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 134: Sala secreta (CORDIDO, 2006).
Figura 135: Sala secreta: detalhe das janelas pivotantes no recuo da viga invertida (CORDIDO, 2006).
Figuras 126 e 127: Lateral e praça fechadas por grades de segurança (CORDIDO, 2006); Espaço reforma- do para abrigar protocolo, defronte ao júri (CORDIDO, 2006).
Figuras 128 e 129: Entrada para os cartórios (CORDIDO, 2006); Comunicação entre os blocos, entrada para o júri e cartórios (CORDIDO, 2006).
Figuras 130 e 131: Salão do Júri (CORDIDO, 2006); Salão do júri: ao fundo, escada de acesso exclusivo dos magistrados (CORDIDO, 2006).
Figuras 132 e 133: Escada tipo “helicoidal”: acesso ao júri para os magistrados (CORDIDO, 2006); Detalhe da iluminação zenital do salão do júri (CORDIDO, 2006).
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Figura 132: Escada tipo “helicoidal”: acesso ao júri para os magistrados (CORDIDO, 2006).
Figura 133: Detalhe da iluminação zenital do salão do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 134: Sala secreta (CORDIDO, 2006).
Figura 135: Sala secreta: detalhe das janelas pivotantes no recuo da viga invertida (CORDIDO, 2006).
Figura 133: Detalhe da iluminação zenital do salão do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 134: Sala secreta (CORDIDO, 2006).
Figura 135: Sala secreta: detalhe das janelas pivotantes no recuo da viga invertida (CORDIDO, 2006).
Figura 136: Cela (CORDIDO, 2006).
Figura 137: Circulação em frente aos cartórios e atrás do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 136: Cela (CORDIDO, 2006).
Figura 137: Circulação em frente aos cartórios e atrás do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 136: Cela (CORDIDO, 2006).
Figura 137: Circulação em frente aos cartórios e atrás do júri (CORDIDO, 2006).
Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006). Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006). Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006).
Figuras 134, 135 e 136: Sala secreta (CORDIDO, 2006); Sala secreta: detalhe das janelas pivotantes no recuo da viga invertida (CORDIDO, 2006); Cela (CORDIDO, 2006).
Figuras 137 e 138: Circulação em frente aos cartórios e atrás do júri (CORDIDO, 2006); Cartório (CORDI- DO, 2006).
Figuras 139, 140 e 141: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006); 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006); Janelas bas- culantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006).
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Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006).
Figura 142: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006).
Figuras 143 e 144: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 145: A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006). Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006).
Figura 142: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006).
Figuras 143 e 144: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 145: A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006).
Figura 142: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006).
Figuras 143 e 144: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 145: A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006). Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006). Figura 142: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006).
Figuras 143 e 144: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 145: A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 146: Circulação interna do bloco onde se acomodam promotoria, juiz e audiência. A Iluminação zenital é para o júri (CORDIDO, 2006).
Figura 147: Circulação entre as galerias superiores vista da praça; acréscimo para administrativo (CORDIDO, 2006).
Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006). Figura 142: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006).
Figuras 143 e 144: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 145: A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 146: Circulação interna do bloco onde se acomodam promotoria, juiz e audiência. A Iluminação zenital é para o júri (CORDIDO, 2006).
Figura 147: Circulação entre as galerias superiores vista da praça; acréscimo para administrativo (CORDIDO, 2006).
Figura 142 e 143: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006); A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figuras 144, 145 e 146: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006); Relação de luidez entre o edifício e a praça interrompida pelos novos acréscimos (CORDIDO, 2006).
Figuras 147 e 148: Circulação interna do bloco onde se acomodam promotoria, juiz e audiência. A Ilumina- ção zenital é para o júri (CORDIDO, 2006); Circulação entre as galerias superiores vista da praça; acrésci- mo para administrativo (CORDIDO, 2006).
Figura 138: Cartório (CORDIDO, 2006).
Figura 139: Mezanino: anteriormente destinado para arquivos (CORDIDO, 2006).
Figura 140: Detalhe da perfuração elíptica na laje de cobertura: para colocação de lâmpadas (CORDIDO, 2006).
Figura 141: Janelas basculantes do cartório e passagem improvisada entre eles (CORDIDO, 2006). Figura 142: Acesso (rebatido) para os cartórios em desuso (CORDIDO, 2006).
Figuras 143 e 144: Detalhe da laje de cobertura com abertura zenitais localizada na interligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 145: A praça sob a ligação dos blocos (CORDIDO, 2006).
Figura 146: Circulação interna do bloco onde se acomodam promotoria, juiz e audiência. A Iluminação zenital é para o júri (CORDIDO, 2006).
Figura 147: Circulação entre as galerias superiores vista da praça; acréscimo para administrativo (CORDIDO, 2006).
Figura 148: Relação de fluidez entre o edifício e a praça interrompida pelos novos acréscimos (CORDIDO, 2006).
FÓrum dr. lAuro FerreirA de cAmArgo – AmPAro MUNICÍPIO DE AMPARO:
Mesorregião de Campinas, 155 km da capital. POPULAÇÃO:
1960: 28.412 hab. 2003: 63.379 hab.
LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO: