Inauguração: 29/06/1969 AUTOR (ES): Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi OCUPAÇÃO ( x ) JUSTIÇA ( ) OUTROS
PRESERVADO ( ) MUITO ( x ) RAZOÁVEL ( ) POUCO
MODIFICADO ( x ) SIM ( ) NÃO ANEXOS ( ) SIM ( x ) NÂO
PlAntAs
defesa, além da localização da sala secreta, gabinete do juiz e da promotoria. E por fim, como se dividiram os espaços de acesso mais restritos, dos ambientes
Fóruns nas seguintes cidades Amparo, Araras, Avaré, Itapira, Orlândia, Piracicaba, Porto Feliz, Promissão e Socorro. Uma ficha abre a análise contendo a localização da cidade, a população na época da execução do equipamento e outras informações sintéticas.
FÓrum de Promissão
Região de Bauru, centro-oeste do
1960: 19.884 hab. 2003: 32.186 hab.
ÁREA CENTRAL, Av. Rio Grande Projeto: 1959 Inauguração: 29/06/1969 ( ) JUSTIÇA ( ) OUTROS ( ) MUITO ( ) RAZOÁVEL ( ) POUCO ( ) SIM ( ) NÃO ( ) SIM ( ) NÂO
aguardar as audiências e júri, separando réu de testemunhas de acusação e defesa, além da localização da sala secreta, gabinete do juiz e da promotoria. E por fim, como se dividiram os espaços de acesso mais restritos, dos ambientes
Fóruns nas seguintes cidades Amparo, Araras, Avaré, Itapira, Orlândia, Piracicaba, Porto Feliz, Promissão e Socorro. Uma ficha abre a análise contendo a localização da cidade, a população na época da execução do equipamento e outras informações sintéticas.
Região de Bauru, centro-oeste do
1960: 19.884 hab. 2003: 32.186 hab.
ÁREA CENTRAL, Av. Rio Grande Projeto: 1959 Inauguração: 29/06/1969 ( ) JUSTIÇA ( ) OUTROS ( ) MUITO ( ) RAZOÁVEL ( ) POUCO ( ) SIM ( ) NÃO ( ) SIM ( ) NÂO tÉrreo
corte trAnsVersAl suPerior
A edificação conforma-se como um único corpo, que abriga todo o programa, sob a grande laje de concreto, interrompida por um jardim interno que propicia uma visibilidade do conjunto dos ambientes, organizando e
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níveis por uma rampa, cuja dimensão segue a modulação estrutural. A solução construtiva é definida por paredes “de carga”, apoiadas em pilares que recebem a laje em concreto armado. Configura-se assim, como uma variação da solução recorrente da “caixa de concreto armado” (resultante do conceito estrutural que rompe o tradicional sistema laje, viga e pilar), característica da obra desenvolvida
15Ao se referir sobre a “caixa brutalista” de concreto
criada por Artigas, Buzzar atenta que esta “grande peça arquitetônica delimitadora de um espaço fruto da ação humana” pode abrigar uma escola, um clube, uma faculdade, uma casa, neste caso um Fórum. Ver
Buzzar, Miguel, , Tese de Doutorado, São Paulo: FAU-USP,
mimeo, 2001, p.35.
esPeciFicAções: A ediicação conforma-se como um único corpo, que abriga todo o programa sob a grande laje de concreto, interrompida por um jardim interno que propicia uma visibilidade do conjunto dos ambientes, organizando e promovendo integrações visuais de todos os espaços.131 Estes são articulados em níveis por uma rampa, cuja dimensão segue a modulação estrutural. A solução construtiva é deinida por paredes “de carga”, apoiadas em pilares que recebem a laje em concreto armado. Conigura-se, assim, como uma variação da solução recorrente da “caixa de concreto armado” (resultante do conceito estrutural que 131 Ao se referir sobre a “caixa brutalista” de concreto aparente sem qualquer revestimento como uma tipo- logia criada por Artigas, Buzzar atenta que esta “grande peça arquitetônica delimitadora de um espaço fruto da ação humana” pode abrigar uma escola, um clube, uma faculdade, uma casa, neste caso um Fórum. Ver Buzzar, Miguel, Rodrigo Brotero Lefèvre e a idéia de vanguarda, Tese de Doutorado, São Paulo: FAU-USP, mimeo, 2001, p.35.
rompe o tradicional sistema laje, viga e pilar), característica da obra desenvolvida por Vilanova Artigas, a partir do inal da década de 1950, dando corpo à chamada “escola paulista”.132
O edifício evidencia os princípios projetuais mais recorrentes de seus auto- res no repertório de sua produção arquitetônica, tais como: continuidade e disso- lução entre exterior e o interior, explorando a horizontalidade e o uso da rampa que, em conformidade com a espacialidade, dinamiza e atribui movimento ao interior da ediicação, sugerindo a ultrapassagem dos seus limites físicos.133
Para atender ao ajustamento proposto para dividir os ambientes de usos públicos mais intensos dos mais restritos, o edifício foi dividido em dois pavimen- tos: no térreo, pouco acima do nível da rua, estão lotados os serviços mais gerais e de maior luxo de pessoas: o protocolo, cartórios, secretarias e, atualmente, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O pavimento superior foi destinado aos serviços de acessos mais limitados, tais como: o salão do júri, gabinetes do juiz e da promotoria, além da sala secreta. Ainda no subsolo, aproveitando o desnível natural do terreno, foram alocados o arquivo geral e o almoxarifado.
A aparente introspectiva caixa com distribuição organizada através do jardim central, além das interações espaciais e compositivas, promove o esmaecimento das hierarquias no edifício da Justiça, dando força à requaliicação de seu uso e reconhecimento.
O acesso ao salão do júri é feito pela rampa aberta, substituindo o austero e simétrico átrio dos Passos Perdidos, ladeado por colunatas, que promoviam sentido unidirecional de percurso. Este trajeto na obra de Artigas e Cascaldi lui rompendo barreiras de visibilidade, onde o exterior e o interior do edifício se co- municam sem demarcações, sendo isto o ápice representativo do rompimento que esta tipologia alcançou, explorada por seus autores.
Os materiais e soluções recorrentes, como concreto aparente e vedações em “panos de vidro”, sustentam a proposta de oposição em relação aos antigos modelos com os novos padrões e uso das novas tecnologias para elaborar os equipamentos da Justiça, completado através da recepção de seu conjunto for- mal aspectos de despojamento.134
132 Para Buzzar, os arquitetos brasileiros ao inal da segunda guerra não se inseriram diretamente nos pro- pósitos debatidos nos congressos internacionais de arquitetura. De maneira paradoxal, faziam críticas ao projeto moderno em relação às formas de sua arquitetura, “num ângulo oposto ao dos propósitos do grupo moderno (basicamente carioca), classiicadas por eles de abstratos e internacionais, portanto anti-popula- res e anti-nacionais” (BUZZAR, 1996, p. 185). Portanto, a “escola paulista” ganhou forma regada por esse enfoque.
133 A continuidade dos espaços, segundo Buzzar, era um elemento que Artigas absorveu do contato com a obra do arquiteto norte americano Frank Lloyd Wright (1867-1959) (BUZZAR, 1996, p. 246).
134 SSobre a vedação em pano de vidro do salão do júri, ica difícil precisar se foi escolhida como princípio de natureza crítica, sugerindo uma visibilidade total do ato que ali se processa, pois o arquiteto pouco se
Não há o uso de forma explícita dos símbolos greco-romanos, embora se contemplem algumas analogias, como a rampa, substituindo de forma crítica, não como uma simples rejeição “histórico-formalista”, o átrio “Passos Perdidos”. En- tretanto, por destacar-se do padrão construtivo do município onde predominam construções ecléticas de pequena volumetria, este edifício assume um aspecto de monumentalidade. A recepção de seu volume adquirido ainda é acrescida por associação à sua implantação, onde o edifício ocupa um nível mais elevado em relação à rua, destacando-o de seu entorno.
condição AtuAl: Na ediicação foram realizadas algumas alterações que, ainda que não tenham alterado o seu corpo único, prejudicaram a recepção original que o volume propiciava. As paredes e pilares, originalmente de concre- to aparente, foram chapiscados (chapisco grosso) e pintados de verde-água. Fo- ram fechados ou subdivididos alguns ambientes abertos, como átrio, circulações e espaços de distribuição, para criação de novas salas. Notoriamente a entrada foi modiicada, pois no térreo duas novas salas foram criadas, diminuindo e alte- rando as dimensões e o signiicado (franqueado) da entrada do edifício.
Sobre a laje de cobertura, onde somente era prevista a impermeabilização com “super-zone”, lençol de “pumex” em placas sem juntas tomadas, foram co- locadas telhas de ibro-cimento, solução improvisada para compensar a preca- riedade da execução da obra.135 Estão previstas novas modiicações para o uso do subsolo, onde se encontra o arquivo. Externamente, o gradeado sobre o muro de contenção e a vegetação de copa baixa, aliados às ediicações vizinhas cons- truídas posteriormente, aparentemente sem nenhuma restrição de ocupação do solo, prejudicam as qualidades arquitetônicas que o edifício oferecia.
Em relação ao uso, no edifício ainda funciona o Fórum de Justiça e, apesar de ter sofrido várias alterações, como apontado acima, seu estado de conserva- ção é bom.
O salão do júri, embora tenha salas para o juiz e secreta, não contempla sala para réu, nem para testemunhas, não se ajustando às condições ideais do programa da justiça, separando acusação e defesa. Para o réu foi improvisada referiu a esta obra. No entanto, cabe esclarecer que as sessões de júri popular são destinadas exclusiva- mente aos crimes de natureza penais aplicadas aos cidadãos comuns. Portanto, sua exposição não atinge exclusivamente a iscalização dos préstimos do Judiciário, mas também envolve a privacidade das partes. O alcance do pensamento do arquiteto nesse caso, que sempre aliou sua produção a uma prestação so- cial voltada à elevação e à melhoria da condição humana, acima dos poderes instituídos, ica embaraçado nessa solução adotada.
135 As novas tecnologias ainda em desenvolvimento adotadas nesta produção, e que izeram que ela se constituísse em um vasto campo de experimentações, nem sempre obtiveram resultados satisfatórios. Vale lembrar, entretanto, que no procedimento em obras públicas no Estado, no que diz respeito a sua manu- tenção e reformas, seus autores nem sempre foram consultados e, por vezes, por questões políticas e orçamentárias não acompanharam a execução da obra..
uma “gaiola” atrás da antecâmara das salas especiais. O uso do fechamento da parede de divisa com o saguão de espera, por pano de vidro, provoca constrangi- mentos pela exposição dos participantes do júri, além de problemas de seguran- ça, sendo provisoriamente fechado por venezianas.
Alguns ambientes também foram subdivididos com divisórias para acomo- dar novas necessidades. Está previsto, conforme informação do encarregado ad- ministrativo, o uso do porão para ampliação dos cartórios. Também há a previsão de uma nova construção para acomodar o Fórum da cidade, inicialmente um anexo, mas, em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto.
As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato são recorrentes em praticamente todas as edii- cações analisadas e implicam em discussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonia- lista, particularmente em relação à produção moderna, e o trabalho não abordará isso de forma especíica, ainda que uma visão sobre esta produção reconheça a necessidade de preservá-la.
imAgens:
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observam a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
administrativo, o uso do porão para ampliação dos cartórios. Também há a omodar o Fórum da cidade, inicialmente um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
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um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oficiais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
administrativo, o uso do porão para ampliação dos cartórios. Também há a omodar o Fórum da cidade, inicialmente um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oficiais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
Figura 57: Entrada, acesso para galeria, cartórios, rampa e jardim. (CORDIDO, 2006) administrativo, o uso do porão para ampliação dos cartórios. Também há a
omodar o Fórum da cidade, inicialmente um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oficiais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
Figura 57: Entrada, acesso para galeria, cartórios, rampa e jardim. (CORDIDO, 2006)
Figura 58: Cartório, fechamento em pano de vidro. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oiciais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
Figura 57: Entrada, acesso para galeria, cartórios, rampa e jardim. (CORDIDO, 2006)
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um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oficiais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
Figura 57: Entrada, acesso para galeria, cartórios, rampa e jardim. (CORDIDO, 2006) Figura 58: Cartório, fechamento em pano de vidro. (CORDIDO, 2006)
Figura 59: Rampas de acesso ao nível superior. (CORDIDO, 2006)
administrativo, o uso do porão para ampliação dos cartórios. Também há a omodar o Fórum da cidade, inicialmente um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oficiais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
Figura 57: Entrada, acesso para galeria, cartórios, rampa e jardim. (CORDIDO, 2006) Figura 58: Cartório, fechamento em pano de vidro. (CORDIDO, 2006)
Figura 59: Rampas de acesso ao nível superior. (CORDIDO, 2006)
Figura 60: Detalhe da iluminação sobre a rampa. (CORDIDO, 2006)
administrativo, o uso do porão para ampliação dos cartórios. Também há a omodar o Fórum da cidade, inicialmente um anexo, mas em função da ocupação dos lotes vizinhos, este objetivo é incerto. As questões de manutenção, reorganização dos ambientes, ampliação e relação com o entorno imediato apontadas, são recorrentes em praticamente todas as scussões sobre valor arquitetônico, revisão e substituição de projetos sociais que informavam a arquitetura, política patrimonialista, particularmente em relação à produção moderna, que o trabalho não abordará de forma específica, ainda que uma visão sobre esta produção
Figura 55: Fachada do edifício, onde se observa a sua volumetria alcançada e sua relação como espaço urbano. (CORDIDO, 2006)
Figura 56: Fachada do edifício, onde se observa o novo fechamento na alvenaria para acomodar sala para Oficiais de Justiça e colocação de gradis. (CORDIDO, 2006)
Figura 57: Entrada, acesso para galeria, cartórios, rampa e jardim. (CORDIDO, 2006) Figura 58: Cartório, fechamento em pano de vidro. (CORDIDO, 2006)
Figura 59: Rampas de acesso ao nível superior. (CORDIDO, 2006) Figura 60: Detalhe da iluminação sobre a rampa. (CORDIDO, 2006)
Figura 65: Detalhe do escoamento de águas pluviais da rampa, canaleta, grelha e buzinote, revelando as preocupações com os detalhes construtivos da obra. (CORDIDO, 2006)
Figura 62: Andar superior, onde se vê ao final da rampa o vestíbulo e salão do júri. (CORDIDO, 2006)
Figura 63: Articulação de níveis pelas rampas. (CORDIDO, 2006)
Figura 59: Rampas de acesso ao nível superior. (CORDIDO, 2006)
Figuras 60 e 61: Detalhe da iluminação sobre a rampa. (CORDIDO, 2006); Detalhe do escoamento de águas pluviais da rampa, canaleta, grelha e buzinote, revelando as preocupações com os detalhes constru- tivos da obra. (CORDIDO, 2006)
Figura 63: Articulação de níveis pelas rampas. (CORDIDO, 2006)
Figura 64: Salão do Júri, fechamento em pano de vidro, detalhe da estrutura independente, obstruindo o campo focal do tablado. (CORDIDO, 2006)
Figura 65: Salão do Júri, mobiliário e acabamento original da época da construção, incompatíveis com a arquitetura que ocupam. (CORDIDO, 2006)
Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006)
Figura 64: Salão do Júri, fechamento em pano de vidro, detalhe da estrutura independente, obstruindo o campo focal do tablado. (CORDIDO, 2006)
Figura 65: Salão do Júri, mobiliário e acabamento original da época da construção, incompatíveis com a arquitetura que ocupam. (CORDIDO, 2006)
Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006) Figura 64: Salão do Júri, fechamento em pano de vidro, detalhe da estrutura independente,
obstruindo o campo focal do tablado. (CORDIDO, 2006)
Figura 65: Salão do Júri, mobiliário e acabamento original da época da construção, incompatíveis com a arquitetura que ocupam. (CORDIDO, 2006)
Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006) Figura 63: Articulação de níveis pelas rampas. (CORDIDO, 2006)
Figura 64: Salão do júri, fechamento em pano de vidro, detalhe da estrutura independente, obstruindo o campo focal do tablado. (CORDIDO, 2006)
Figuras 65 e 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006); Salão do júri, mobiliário e acabamento original da época da construção, incompatíveis com a arquitetura que ocupam. (CORDIDO, 2006)
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Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006)
Figura 67: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 68: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006)
Figura 69: Instalações Sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006)
Figura 67: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 68: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006)
Figura 69: Instalações Sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 67: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 68: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006)
Figura 69: Instalações Sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figuras 67 e 68: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006); Insta- lações sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figuras 69 e 70: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006); Sala do promotor. (CORDIDO, 2006)
Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006) Figura 67: Trava da janela basculante revelando a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006) Figura 68: Sala do juiz. (CORDIDO, 2006)
Figura 69: Instalações Sanitárias ainda no acabamento original, expondo a tendência dos materiais. (CORDIDO, 2006)
Figura 70: Sala do promotor. (CORDIDO, 2006)
Figura 71: Fachada posterior, onde a recepção do conjunto volumétrico da obra é interrompida pelo paisagismo adotado tornando-a precária. (CORDIDO, 2006)
Figura 66: Corredor de acesso das salas do juiz e promotoria ao salão do júri. (CORDIDO, 2006)