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4.4 FACTORS CONTRIBUTING TO A POLICY CHANGE

4.4.3 Sustaining the conservation path by locking out other ideas

Em r elação ao conj unt o das var iáveis f ísicas e químicas podemos adiant ar que quase t odos os pont os de colet a est udados r evelam níveis elevados de condut ividade elét r ica e baixos níveis de oxigênio dissolvido; obser vou-se que os valor es est ão mais dist ant es do padr ão de pot abilidade. As análises dessas var iáveis são impor t ant es par a a compr eensão do pr ocediment o de est udos de cor pos d’água e f acilit am a assimilação dos conceit os de degr adação dest es.

A t emper at ur a da água é det er minada at r avés do aqueciment o dir et o e indir et o pela r adiação solar O aqueciment o indir et o ocor r e at r avés da insolação no solo e r elaciona-se com o t ipo de subst r at o por onde a água escoa. Segundo Mar galef (1983), t ant o o aqueciment o dir et o como indir et o, são inf luenciados pela f isiogr af ia de bacia de dr enagem (Geologia, Geomor f ologia, Pedologia e Hidr ogr af ia), mat er ial em suspensão na água e pela veget ação mar ginal, sendo que est es f at or es podem t ambém se inf luenciar mut uament e.

O aqueciment o da água pela absor ção do calor das r adiações solar es é máximo nas hor as do dia em que essa r adiação é mais int ensa.

125 De uma maneir a ger al, a t emper at ur a da água most r ou um padr ão bem def inido e esper ado, ou sej a, aument ando nos meses de maior insolação e diminuindo no inver no.

Out r o f at or , que t ambém pode det er minar as car act er íst icas da t emper at ur a de um cor po de água é o sombr eament o pr ovocado pela mat a ciliar . Nos locais onde não exist e uma veget ação ciliar e, por t ant o, sombr eament o, a t emper at ur a da água t ende a ser mais elevada devido à exposição da água e do solo cont íguo à r adiação solar dir et a.

Fenômenos f ísicos, químicos e biológicos obser vados na água são dependent es do f at or t emper at ur a. Pesquisas r ealizadas em sist emas aquát icos demonst r am que a t emper at ur a int er f er e na solubilidade do oxigênio na água, na t axa f ot ossint ét ica das algas e macr óf it as aquát icas, na t axa met abólica dos or ganismos aquát icos e na sensibilidade dos or ganismos f r ent e a subst âncias t óxicas, aos par asit as e às doenças.

É impor t ant e esclar ecer que os gases são mais solúveis em água f r ia do que em água quent e. Quant o maior a t emper at ur a, menor a solubilidade dos gases e vice-ver sa. Assim sendo, obser va-se que água mais f r ia r et ém mais oxigênio. A t axa met abólica de or ganismos aquát icos t ambém cr esce com o aument o da t emper at ur a da água. A elevação do met abolismo cor r esponde a uma maior demanda de oxigênio pelos or ganismos aquát icos, como peixes, inset os e bact ér ias aer óbias, que necessit am do oxigênio par a a sua r espir ação. Os or ganismos vivos, dependendo da espécie, possuem dif er ent es limit es de t oler ância à t emper at ur a. Por isso, a dist r ibuição geogr áf ica dos ser es vivos est á adicionada t ambém às dif er ent es t emper at ur as exist ent es nas r egiões do planet a.

126 Quando ocor r em valor es ext r emament e elevados de t emper at ur a em ambient es aquát icos, muit as espécies de peixes t or nam-se mais vulner áveis aos danos dos r esíduos t óxicos, aos par asit as e às doenças. Na ocor r ência de t emper at ur as muit o baixas, peixes t ambém sof r em sér ias conseqüências devido ao “st r ess” ocasionado. A er osão ao longo das mar gens dos r ios é out r a condição que cont r ibui par a o aument o da t emper at ur a da água. Est a pr ovoca ainda um aument o da quant idade de sólidos em suspensão, car r egados pela chuva. Os sólidos em suspensão t or nam a água mais leit osa e t ur va e passam a absor ver maior int ensidade dos r aios solar es, aquecendo a água.

A t emper at ur a da água e do ar apr esent ou uma maior var iação t empor al com valor es super ior es na est ação chuvosa (out ubr o a mar ço) e menor es na seca (abr il a set embr o), não houve var iação espacial signif icat iva ent r e os pont os (Figur as 04 e 05).

As f or mas assimiláveis das subst âncias nut r it ivas par a os veget ais são t odas dissolvidas em seus íons e, por t ant o, bons condut or es de elet r icidade, pois o t r anspor t e de elet r icidade em soluções é f eit o por esses cor pos elet r icament e car r egados. Quant o maior o númer o de íons em solução, mais f ácil ser á a condução da elet r icidade at r avés do líquido. A condut ividade elét r ica dest e depender á dir et ament e da concent r ação dos elet r ólit os, r epr esent ados na água nat ur al quase exclusivament e pelas subst âncias nut r it ivas. Dessa maneir a, a medição da condut ividade elét r ica nos dá inf or mações imediat as sobr e a concent r ação t ot al dessas subst âncias (Mor aes, 2001).

A condut ividade elét r ica da água const it ui uma das var iáveis mais impor t ant es em limnologia, podendo f or necer inf or mações como: magnit ude

127 da concent r ação iônica (e os íons mais dir et ament e r esponsáveis pelos valor es de condut ividade elét r ica em águas int er ior es são macr onut r ient es); f ont es de poluição e; dif er enças geoquímicas nos af luent es do r io pr incipal.

Os valor es alt os de condut ividade, pr incipalment e par a os pont os 2 e 3, possivelment e est ão r elacionados à ent r ada de mat er ial alóct one ao cór r ego, vist o que suas mar gens não possuem mat a ciliar e é uma r egião de despej o de lixo domést ico e ent ulho, compr omet endo a qualidade da água. Os valor es mais alt os na est ação chuvosa, dif er ença per cebida pr incipalment e par a os pont os 2 e 3 se deve ao apor t e de mat er iais e det er ior ação da qualidade da água (Figur a 06).

Out r a var iável analisada f oi o pH. O pH pode ser consider ado uma das var iáveis impor t ant es, ao mesmo t empo que é uma das mais dif íceis de se int er pr et ar . A complexidade na int er pr et ação dos valor es de pH da água é inf luenciada pela concent r ação dos valor es de pH e pelo gr ande númer o de f at or es que possam inf luenciá-lo. Na maior ia dos cor pos d’água t r opicais o pH, inf luenciado pela concent r ação de íons H+ or iginados da dissociação do ácido car bônico, ger a valor es baixos de pH, e, pelas r eações de íons car bonat os e bicar bonat os com a molécula de água elevam os valor es de pH.

Dessa f or ma, o pH r epr esent a a at ividade do hidr ogênio na água, r esult ant e inicialment e da dissociação da pr ópr ia molécula da água e post er ior ment e acr escida pelo hidr ogênio pr ovenient e de out r as f ont es, como ef luent es indust r iais, e da dissociação de compost os or gânicos que r esult a da decomposição anaer óbia da mat ér ia or gânica (Mor aes, 2001).

Segundo Salami (1996), os alt os valor es de pH ger alment e coincidem com per íodos de gr andes concent r ações de algas. Assim sendo, o CO2 que é

128 muit o dur ant e as hor as mais clar as do dia, quando a at ividade f ot ossint ét ica super a a r espir ação. Os menor es valor es de pH são pr ovavelment e devidos à maior acidez decor r ent es da liber ação de CO2 pela at ividade r espir at ór ia

dos micr oor ganismos e conseqüent ement e a pr odução de ácido car bônico (H2

CO2) ao r eagir com a água.

O pH r ef let e t ambém o t ipo de solo dr enado pelas águas. Às vezes, é ácido por que o cur so da água at r avessa r egiões de solos ácidos como o cer r ado. Out r as vezes, o pH é ligeir ament e básico devido à pr esença de solos calcár eos. As alt er ações que ocor r em nos valor es de pH da água são impor t ant es par a a vida aquát ica. Est e f enômeno pode ser melhor ent endido, quando se obser vam var iações acent uadas dos valor es de pH. Valor es de pH muit o ácido ou muit o alcalino est ão associados à pr esença de despej os indust r iais. Nest as condições, a água t or na-se inadequada par a a maior ia dos or ganismos vivos.

Os valor es de pH não apr esent ar am dif er ença signif icat iva t ant o t empor al como espacialment e com exceção da colet a do dia 26 de j unho, onde o valor de pH f oi abaixo de 7 par a t odos os pont os (6,9 par a os pont os 3 e 2, e 6,5 par a o pont o um), nas out r as colet as os valor es par a t odos os pont os f oi de 7,0, esse abaixament o no valor do pH pode t er ocor r ido por condições pont uais, como chuvas ou lançament o de alguma subst ância alóct one (Figur a 07). Teixeir a (1993) t ambém obser vou um alt o gr au de t amponament o nos cór r egos da r egião, o que pode est ar r elacionado a base geológica da r egião.

Out r a var iável ext r emament e impor t ant e em sist emas aquát icos é o Oxigênio Dissolvido (OD). A quant idade de OD na água const it ui indicador da saúde do ecossist ema aquát ico. Águas com elevados t eor es de OD são

129 ger alment e consider adas de boa qualidade e capazes de supor t ar dif er ent es t ipos de or ganismos aquát icos. Mudanças nos níveis de OD podem causar sér ias alt er ações na composição das espécies do sist ema aquát ico. Com o decr éscimo do OD, ocor r e uma subst it uição dos or ganismos que não supor t am a f alt a de oxigênio por espécies mais r esist ent es, ist o é, por aquelas que t oler am a diminuição do 02. A queda dos níveis de OD ocasiona

decr éscimo da diver sidade biológica r eduzindo o númer o de espécies de ser es vivos aquát icos.

Como j á f oi coment ada, a quant idade de OD na água depende da t emper at ur a, pois a solubilidade dos gases na água é inf luenciada dir et ament e por est e f at or . Quant o maior a t emper at ur a, menor ser á a solubilidade do oxigênio, e conseqüent ement e menor a sua disponibilidade no meio. Além disso, o aument o da t emper at ur a aument a a velocidade das r eações bioquímicas, que int egr a o met abolismo celular dos or ganismos vivos, pr ovocando maior consumo de oxigênio at r avés do aument o da r espir ação. Em compensação, at r avés da f ot ossínt ese a veget ação submer sa (macr óf it as, per if it on, et c) é r esponsável por um enr iqueciment o de oxigênio dissolvido no ambient e aquát ico. Todos esses f at or es causam impor t ant es ef eit os na var iação do t eor dest e gás no meio.

A concent r ação do oxigênio dissolvido t ambém sof r e out r os t ipos de inf luências. A const it uição da bacia inf lui na er osão mar ginal, aument ando o f luxo de subst âncias oxidáveis par a o int er ior dos r ios. A ocupação do solo ao longo do vale é r esponsável pelo acr éscimo de ef luent es domést icos, indust r iais e agr ícolas, cont r ibuindo t ambém par a a r edução do oxigênio dissolvido.

130 Os valor es de Oxigênio Dissolvido f or am baixos par a t odos os pont os amost r ados, com apenas seis amost r as com valor es maior es que 6,0 mgO2/ L

(Figur a 08), isso se deve à alt a concent r ação de mat ér ia or gânica no cór r ego aliado a pequena vazão de água pelo cór r ego, o que pr ovoca um maior consumo de oxigênio, e, t ambém devido à r et ir ada da mat a ciliar , pr ovocando uma diminuição do sombr eament o, com aument o da t emper at ur a da água e diminuição da solubilidade do oxigênio (Bar r et o, 1999; Salami, 1996).

Em sala de aula f oi discut ido esse r esult ado, podendo ser per cebida nas r epr esent ações r ealizadas pelos alunos at r avés de desenhos, onde os pr incipais pr oblemas ilust r ados são: ent r ada de mat er ial alóct one (or gânico e inor gânico), per da da pr ot eção da mat a ciliar e per da de capacidade de mant er or ganismos consumidor es de maior por t e, como peixes.

De acor do com as discussões f eit as em sala de aula com os alunos, após os r esult ados obt idos at r avés da análise f ísica e química da água do Cór r ego do Tij uco Pr et o, f or am suger idas algumas int er venções que os alunos consider ar am r elevant es sobr e o pont o de vist a da conser vação dos r ecur sos hídr icos da micr o-bacia do r ef er ido cór r ego:

v Recuper ação e pr eser vação do sist ema ciliar no ent or no do cór r ego;

v os r esult ados obt idos nos pont os dois e t r ês chamar am a at enção dos alunos devido à pr esença de uma int ensa descar ga de dej et os, onde f oi obser vado uma signif icat iva t r ansf or mação das condições ambient ais local, mer ecendo por t ant o, uma at enção especial por par t e das aut or idades;

131 v f oi obser vado t ambém que os t r ês pont os, em r elação ao conj unt o das var iáveis f ísicas e químicas analisadas no cór r ego, encont r am-se inf luenciados em maior ou menor gr au pelas at ividades ant r opogênicas que se r ealizam na micr o- bacia;

v uma maior or ient ação par a a comunidade que vive no ent or no da micr o-bacia poder ia ser complement ado com pr ogr amas de Educação Ambient al, não só of er ecidos pelas escolas, como t ambém por out r as inst it uições.

De acor do com esses r esult ados, obser vou-se que o ambient e em est udo encont r a-se impact ado por at ividades ant r ópicas, como depósit o de lixo, ent ulhos, o uso inadequado do solo e desmat ament o, pr ovocando er osão. Segundo Espíndola, et al. (2000), o lançament o de ef luent es domést icos e indust r iais, r ef lexo do pr ocesso de ur banização do Município de São Car los, é a pr incipal f unção da f or ça que det er mina as condições da má qualidade de água dos sist emas lót icos, embor a exist am out r os f at or es como o desmat ament o, expansão das at ividades agr ícolas e, pr incipalment e, a ur banização do ent or no.

Após discussão em sala de aula, conclusão à qual os alunos chegar am é que se medidas de pr ot eção e conser vação não f or em logo t omadas, pr oblemas muit o mais sér ios poder ão ocor r er nest a ár ea, com per das ir r ever síveis na quant idade e qualidade da água e do meio ambient e, que est ão suj eit os a dif er ent es impact os, onde ser á necessár io, em cur t o pr azo, pr omover campanhas inf or mat ivas e t r abalho de conscient izar ão e at uação ur gent e por par t e das aut or idades dest e município. Essas medidas podem levar a uma mudança de compor t ament o dos usuár ios dest a ár ea a f im de

132 gar ant ir a manut enção da qualidade dos r ecur sos hídr icos e do ecossist ema em ger al.

No que se r ef er e à qualidade ambient al do ent or no do Cór r ego do Tij uco Pr et o, os indicador es demonst r ar am t ot al descaso com a conser vação do meio ambient e e f alt a de educação da população no que se r ef er e ao depósit o de r esíduos naquele local. Há necessidade ur gent e de que os ór gãos gover nament ais invist am ef et ivament e no t r abalho de r ecuper ação dessa ár ea ur bana.

A r ealização das análises f ísico-química da água com a ut ilização do “kit ” do CRHEA/ EESC/ USP f uncionou como excelent e est r at égia de mot ivação par a a sensibilização e conscient ização dos par t icipant es e da comunidade envolvida nesse pr ocesso pedagógico.

133 Temperatura do Ar (OC ) 0 , 0 5 , 0 1 0 , 0 1 5 , 0 2 0 , 0 2 5 , 0 3 0 , 0 28/3/2001 11/4/2001 25/4/2001 9/5/2001 23/5/2001 6/6/2001 20/6/2001 4/7/2001 18/7/2001 1/8/2001 15/8/2001 29/8/2001 12/9/2001 26/9/2001 10/10/2001 24/10/2001 7/11/2001 21/11/2001 5/12/2001 D a t a d e C o l e t a O C P o n t o 1 P o n t o 2 P o n t o 3

FI GURA 04. Valor es de Temper at ur a do Ar (ºC) pr óxima ao Cór r ego do Tij uco Pr et o dur ant e o per íodo amost r ado.

Temperatura da Água (OC ) 0 , 0 5 , 0 1 0 , 0 1 5 , 0 2 0 , 0 2 5 , 0 28/3/2001 11/4/2001 25/4/2001 9/5/2001 23/5/2001 6/6/2001 20/6/2001 4/7/2001 18/7/2001 1/8/2001 15/8/2001 29/8/2001 12/9/2001 26/9/2001 10/10/2001 24/10/2001 7/11/2001 21/11/2001 5/12/2001 D a t a d e C o l e t a O C P o n t o 1 P o n t o 2 P o n t o 3

FI GURA 05. Valor es de Temper at ur a (ºC) da água do Cór r ego do Tij uco Pr et o dur ant e o per íodo amost r ado.

134 Condutividade Elétrica (µµS / c m ) 0 5 0 1 0 0 1 5 0 2 0 0 2 5 0 3 0 0 3 5 0 4 0 0 28/3/2001 11/4/2001 25/4/2001 9/5/2001 23/5/2001 6/6/2001 20/6/2001 4/7/2001 18/7/2001 1/8/2001 15/8/2001 29/8/2001 12/9/2001 26/9/2001 10/10/2001 24/10/2001 7/11/2001 21/11/2001 5/12/2001 D a t a d e C o l e t a µ S/cm P o n t o 1 P o n t o 2 P o n t o 3

FI GURA 06. Valor es de Condut ividade Elét r ica (µS/ cm) da água do Cór r ego do Tij uco Pr et o dur ant e o per íodo amost r ado.

Potencial Hidrogeniônico 6 , 2 6 , 3 6 , 4 6 , 5 6 , 6 6 , 7 6 , 8 6 , 9 7 , 0 7 , 1 28/3/2001 11/4/2001 25/4/2001 9/5/2001 23/5/2001 6/6/2001 20/6/2001 4/7/2001 18/7/2001 1/8/2001 15/8/2001 29/8/2001 12/9/2001 26/9/2001 10/10/2001 24/10/2001 7/11/2001 21/11/2001 5/12/2001 D a t a d e C o l e t a P o n t o 1 P o n t o 2 P o n t o 3

FI GURA 07. Valor es de Pot encial Hidr ogeniônico da água do Cór r ego do Tij uco Pr et o dur ant e o per íodo amost r ado.

135

Oxigênio Dissolvido (mgO2/l)

0 , 0 1 , 0 2 , 0 3 , 0 4 , 0 5 , 0 6 , 0 7 , 0 8 , 0 28/3/2001 11/4/2001 25/4/2001 9/5/2001 23/5/2001 6/6/2001 20/6/2001 4/7/2001 18/7/2001 1/8/2001 15/8/2001 29/8/2001 12/9/2001 26/9/2001 10/10/2001 24/10/2001 7/11/2001 21/11/2001 5/12/2001 D a t a d e C o l e t a mgO 2 /l P o n t o 1 P o n t o 2 P o n t o 3

FI GURA 08. Valor es de Oxigênio Dissolvido (mgO2/ l) da água do Cór r ego

do Tij uco Pr et o dur ant e o per íodo amost r ado.

3. 3 - ENTREVI STAS FEI TAS PELOS ALUNOS COM A