Nome: Processo: Contactos:
Data nascimento: Data da Avaliação: Tipo Clínico da Paralisia Cerebral:
EspásticaBilateral Nº membros afectadosEspástica Unilateral EsqªDrtª Diplegia Tetraparésia
Disquinésia Se sim de que tipo: Distónico Coreo-atetósico Desconhecido Ataxia Não classificável
Observações ... ... Etiologia Provável / Factores de risco…...
SCFMG (GMFCS) (a) MFB (BFMF) (b) SCCM (MACS) (c) CDA (d) CCE (e) CCB (f) Epilepsia Nível Cognitivo Nível de Educação da mãe Inclusão Participação
Nível I Nível I Nível I Nível I Nível I Nível I Nível I Nível I Nível I Nível I
Nível II Nível II Nível II Nível II Nível II Nível II Nível II Nível II Nível II Nível II
Nível III Nível III Nível III Nível III Nível III Nível III Nível III Nível III Nível III Nível III
Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV Nível IV
Nível V Nível V Nível V Nível V Nível V Nível V Nível V Nível V Nível V Nível V
Patologia associada:
Def. Visual: Sim Não DescDef visual Grave: Sim Não Desc Def Auditivo: Sim Não DescDef Auditivo Grave Sim Não Desc
Anomalias Congénitas / Sindromes: Sim Não Desc Quais?... Luxação: Sim NãoSub-luxação da anca: Sim Não EsqºDrtºBilDesc
Peso Data Percentil Estatura Data Percentil P. Cefálico Data Percentil
Observações
...
Legenda:
(a) SCFMG – Sistema de Classificação da Função Motora Global; GMFC – Gross Motor FunctionClassificationSystem; (4 a 6 anos)
Palisano R., Rosenbaum P., Walter S., Russel D., Wood E., Galuppi B. Development and validation of a gross motor function classification system for children with cerebral palsy. Dev. Med. Child Neurol.., 39, 214-223, 1997.
(b) MFB – Teste de MotricidadeFina Bimanual; BFMF – Bilateral Fine Motor Function
Beckung E., Hagberg G. Neutoimpairments activity limitations and participation restrictions in children with cerebral palsy. Dev. Med. ChildNeurol.., 2002; 44; 309-316.
(c) SCCM – Sistema de Classificação das Capacidades de Manipulação; MACS – Manual AbilityClassificationSystem
Eliason AC, Krumline-Sundholm L, Beckung E, Arner M, Öhrvall AM, Rosenbaum P. The Manual Classification System (MACS) for children with cerebral palsy: scale development and evidence of validity and reliability. Dev. Med. ChilsNeurol., 2006; 48:549-54
(d) CFO – Classificação da Comunicação e Função Oromotora , Alimentação
(e) CFO – Classificação da Comunicação e Função Oromotora , Capacidade de Expressão (f) CFO – Classificação da Comunicação e Função Oromotora , Controle da Baba
físicas e desportivas dependendo das suas escolhas pessoais e de factores ambientais. Nível
II
Anda na maior parte dos contextos. Factores ambientais (terreno irregular ou inclinado, distâncias longas, restrições de tempo, alterações climatéricas e aceitação dos pares) e preferências pessoais influenciam as escolhas a nível da mobilidade. Na escola ou trabalho pode andar utilizando um dispositivo auxiliar de locomoção, por motivos de segurança. Nos espaços exteriores e na comunidade pode utilizar cadeira de rodas para longas distâncias. Sobe e desce escadas segurando no corrimão. As limitações na execução de actividades motoras globais podem implicar a necessidade de adaptações para permitir a participação em actividades físicas e de desporto.
Nível III
É capaz de andar utilizando um dispositivo auxiliar de marcha. Comparado com indivíduos de outros níveis, demonstra maior variabilidade de métodos de mobilidade, dependendo da capacidade física e de factores ambientais e pessoais. Na posição de sentado pode ser necessário utilizar um cinto para alinhamento pélvico e controlo do equilíbrio. As transferências do chão ou de sentado para a posição de pé requerem assistência física de uma pessoa ou apoio superficial estável. Na escola pode auto-propulsionar uma cadeira de rodas ou utilizar tecnologias de apoio com motor para a mobilidade pessoal. Nos espaços exteriores e na comunidade é transportado numa cadeira de rodas manual ou utiliza tecnologias de apoio com motor para a mobilidade pessoal. Pode subir e descer escadas usando corrimão com supervisão ou com ajuda física de uma pessoa. As limitações na marcha podem implicar a necessidade de adaptações para permitir a participação em actividades físicas e desportivas, incluindo a utilização de cadeira de rodas manual ou tecnologias de apoio com motor para a mobilidade. Nível
IV
Utiliza cadeira de rodas na maior parte dos contextos. Necessita de assento adaptado para controlo pélvico e de tronco. Nas transferências necessita de ajuda física de uma ou duas pessoas. Pode suportar peso nos membros inferiores para ajudar nas transferências. No espaço interior pode andar distâncias curtas com ajuda de uma pessoa, utilizar cadeira de rodas ou, quando posicionado, usar andarilho com suporte do tronco. É capaz de manobrar tecnologias de apoio com motor para a mobilidade pessoal. Quando estas tecnologias não estão disponíveis ou não é viável a sua utilização é transportado numa cadeira de rodas manual. As limitações na mobilidade podem implicar a necessidade de adaptações para a participação em actividades físicas e desportivas, incluindo a ajuda física de uma pessoa ou tecnologias de apoio com motor para a mobilidade.
Nível V
É transportado em cadeira de rodas manual em todos os contextos. Está limitado na capacidade de manter posturas anti-gravidade da cabeça e do tronco, e no controlo dos movimentos dos membros superiores e inferiores. São utilizadas tecnologias de apoio para melhorar o alinhamento da cabeça, a posição de sentado, o posicionamento e a mobilidade, mas as limitações não são totalmente compensadas pelo equipamento. Para realizar as transferências é necessária ajuda física de uma ou duas pessoas ou um elevador/grua. Pode ter controlo da cadeira. As limitações implicam a necessidade de adaptações para permitir participar em actividades físicas e desportivas, incluindo a ajuda física de uma pessoa e a utilização de tecnologias de apoio com motor para a mobilidade.
(b) MFB – Motricidade Fina Bimanual; BFMF – Bilateral Fine Motor Function
(c) SCCM – Sistema de Classificação da Capacidade de Manipulação MACS – Manual Ability Classification System. (4 a 18 anos)
Nível I
Uma mão manipula sem restrições e a outra manipula sem restrições ou tem limitações nas capacidades mais diferenciadas da motricidade fina.
Manipula os objectos facilmente e com sucesso. Tem apenas limitações nas tarefas manuais que requerem rapidez e precisão. Contudo, qualquer limitação da função manual não restringe a independência nas actividades de vida diária.
Nível II
Uma mão manipula sem restrições e a outra mão só tem capacidade de segurar; ou as duas mãos têm limitações nas capacidades mais diferenciadas da motricidade fina.
Manipula a maioria dos objectos mas com menor qualidade e/ou velocidade. Algumas actividades podem ser evitadas ou só serem conseguidas com alguma dificuldade; podem ser utilizadas estratégias alternativas, mas a funcionalidade usualmente não restringe a independência nas actividades de vida diária,
Nível III
Uma mão manipula sem restrições a outra não tem capacidade funcional; ou uma mão tem limitações nas capacidades mais diferenciadas da motricidade fina e a outra só tem capacidade de preensão ou pior. Necessita de ajuda nas tarefas manuais.
Manipula objectos com dificuldade; Necessita de ajuda para preparar e/ou modificar a actividade. O desempenho é lento e tem sucesso limitado em relação à qualidade e quantidade. As actividades são efectuadas com autonomia mas só se forem preparadas ou com adaptações.
Nível IV
As duas mãos só têm capacidade de preensão; ou uma mão só com capacidade de preensão e a outra só com capacidade de segurar ou pior. Necessita de ajuda e/ou equipamento adaptado.
Manipula uma selecção de objectos facilmente manipuláveis necessitando de adaptações. Executa parte da actividade com esforço e sucesso limitado. Necessita de apoio contínuo e/ou equipamento adaptado mesmo para a realização parcial da actividade.
Nível V
As duas mãos só com capacidade de segurar ou pior. Requer assistência total mesmo com adaptações.
Não manipula objectos e tem limitações graves na realização de qualquer actividade, mesmo muito simples. Requer assistência total.
(d) Classificação do Desempenho na Alimentação (e) Classificação da Comunicação Expressão
Nível I Mastiga, engole e bebe sem problemas. Come sem ajuda. Comunica sem problemas pela fala, com boa articulação verbal.
Nível II Algumas dificuldades na mastigação e deglutição (maior lentidão). Come só sem adaptações. Necessita de pequena ajuda ocasional e supervisão.
Comunica com alguns problemas na articulação verbal. Fala lenta ou com disartria mas compreensível por estranhos. Nível III Dificuldades na mastigação e deglutição persistentes com engasgamento ocasional.
Necessidade de adaptações, mas com autonomia, necessitando apenas de supervisão.
Comunica com articulação verbal deficiente sendo a fala só compreensível por familiares mas não por estranhos. Nível IV Dificuldades acentuadas na mastigação e deglutição com impulso da língua e/ou reacções
de morder. Engasgamento ocasional. Necessita de ser alimentado. Tempo de alimentação < 1 hora.
Comunicação pela fala não perceptível. Uso de comunicação aumentativa (símbolos).
Pode apontar os símbolos. Nível V Totalmente dependente na alimentação. Engasgamento frequente. Tempo de alimentação
> de 1 hora. Gastrostomia ou sonda nasogástrica.
Comunicação só com o olhar, expressão facial ou tecnologias de apoio.
(f) Classificação do Controlo da Baba Niv.Cognitivo Nível de Educação da mãe
Nível I Não se baba nunca. > 84 Nível universitário ou Licenciatura
Nível II Baba-se ocasionalmente e com grande esforço. 70 – 84 12º ano escolaridade ou curso técnico Nível III Baba-se com frequência e com médio ou pouco esforço. 50 – 69 Escolaridade obrigatória – 9º ano Nível IV Baba-se frequentemente, sem qualquer esforço. 20 – 49 Sabe ler e escrever – 4º ano
Nível V Baba-se sempre em fio. < 20 Sem escolaridade – Sem apoio familiar
Epilepsia Inclusão / Participação
Nível I Nunca teve convulsões ou com crises nas primeiras 72 horas de vida ou crises esporádicas com factordesencadeante (ex. Febre).
Inclusão no ensino regular a tempo completo, sem apoio ou com apoio esporádico de orientação.
Nível II 2 ou mais crises sem factordesencadeante (Liga internacional contra a Epilepsia), controlo das crises com monoterapia e sem crises nos últimos 2 anos.
Inclusão no ensino regular a tempo completo, com apoio técnico no mínimo 1/ Semana.
Nível III Epilepsia – Média de crises 1 a 4 por ano / com monoterapia. Inclusão no ensino regular com apoio continuado na classe ou em Sala de apoio ou Unidade para crianças com deficiência, mas partilhando actividades integradas com as outras crianças.
Nível IV Epilepsia – Média de crises mensais / com mono ou politerapia Frequenta o ensino especial a tempo inteiro. Nível V Epilepsia – Média de crises semanais ou com > frequência / politerapia Permanecem em domicílio ou instituição.