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4.3 Historisk oversikt

4.3.3 Situasjonen mellom 1973 til 1984

Com o objetivo de buscarmos mais informações sobre o clima organizacional, destacamos algumas pesquisas realizadas no Brasil, entre 1978 – 2003, com alguns elementos das respectivas metodologias empregadas.

Como já abordamos anteriormente, o clima organizacional é um tema que vem ganhando importância a cada dia. Vários modelos de pesquisa de Clima

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Organizacional já foram desenvolvidos e aplicados, mas percebe-se que no contexto das IESs o tema ainda merece destaque e espaço. Algumas pesquisas de clima organizacional realizadas no Brasil, inclusive em organizações educacionais, corroboram tal assertiva. Evocamos umas tantas a título de exemplo.

Porto (1978) realizou um estudo descritivo sobre o clima organizacional de escolas, na percepção de diretores e de professores das quatro primeiras séries do 1° grau no Município do Rio de Janeiro, onde o referencial teórico teve como base os estudos de Halpin e Croft.

Santos (1978) comparou as percepções de diretores e professores regentes de turmas de quinta a oitava séries sobre o clima organizacional das escolas da rede oficial do Município do Rio de Janeiro. O instrumento utilizado na pesquisa foi o questionário de Halpin e Croft.

Haetinger (1979) estudou a influência da eficácia de liderança no clima organizacional percebido e desejado em uma entidade hospitalar de Porto Alegre. O referencial teórico do estudo da liderança teve por base os autores Hersey e Blanchard, e sobre clima organizacional inspirou-se nas pesquisas de Litwin e Stringer.

Brock (1980) investigou a correlação entre o clima organizacional e o grau de satisfação profissional de professores diurnos e noturnos dos colégios de 2° Grau da rede oficial de ensino do Município do Rio de Janeiro. Ambas as variáveis foram medidas segundo escalas de atitude – tipo Likert – de quatro valores.

De Bona (1981), em um estudo exploratório, pesquisou a percepção de clima organizacional no ambiente de trabalho dos ocupantes de funções de direção e assistência intermediária de uma autarquia federal do sul do Brasil. O instrumento de pesquisa utilizado foi a escala de Holb.

Gutierrez (1983) realizou, em uma empresa privada e familiar, um estudo sobre o clima organizacional como instrumento de levantamento de necessidades de recursos humanos. Adotou-se como instrumento para obtenção do clima organizacional a escala de Holb.

Xavier (1985) realizou uma pesquisa de natureza exploratória em organizações de pesquisa agropecuária da região sul, um estudo comparativo sobre o clima organizacional. O objetivo era perceber se entre as empresas existiam climas organizacionais diferentes e quais os fatores que influenciavam os comportamentos de seus membros.

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Falcão Filho (1985) realizou um estudo voltado para a construção de um instrumento que permitisse aos administradores escolares conhecerem o clima organizacional que permeia as relações entre administradores e professores em escolas de 1º e 2° graus. A pesquisa fundamentou-se nos estudos de Rensis Likert.

Fierro (1986) realizou um estudo comparativo da percepção do clima organizacional e dos estilos administrativos na liderança das escolas de 1° grau de Piracicaba (Brasil) e Arica (Chile).

Picada (1986), em um estudo descritivo, objetivou caracterizar o clima organizacional de escolas de 1º grau, públicas e particulares do Estado de Santa Catarina, na percepção de seus professores na função de administradores e docentes. A pesquisa foi realizada em 24 escolas de 1º grau. O total da amostra foi de 280 professores. O instrumento utilizado na pesquisa foi o questionário descritivo de Clima Organizacional, de Halpin e Croft (1963).

Luz (1988) comparou a percepção de professores do curso de Enfermagem, tanto em função administrativa como em docência, sobre o clima organizacional nas suas unidades de ensino, tendo como referencial os estudos de Halpin e Croft.

Carvalho (1989) em um estudo descritivo, propôs-se a comparar o clima organizacional e a satisfação dos professores de duas escolas metodistas de 1º e 2º graus de Porto Alegre, focalizando as variáveis de clima organizacional e de satisfação dos professores que atuavam nessas escolas. Participaram 20 especialistas em Educação e 105 professores, todos atuantes nas duas escolas pesquisadas.

Mariz de Oliveira (1989), em uma pesquisa exploratória, estabeleceu como objetivo identificar a relação entre posicionamento filosófico sobre Educação Física sustentado por diretores e o clima organizacional percebido por professores em escolas de 1º e 2º graus, da Divisão Regional de Ensino da Capital da Secretaria de Estado da Educação, na cidade de São Paulo. Participaram da pesquisa 25 diretores e 111 professores. O instrumento utilizado foi o questionário descritivo de clima organizacional de Halpin e Croft (1963).

Oliveira (1990) através de uma pesquisa caracterizada como estudo de caso, avaliou o clima organizacional da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, tomando por base a percepção dos funcionários sobre vários atributos do ambiente de trabalho. Foi aplicado um questionário para conhecer a opinião dos

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funcionários a cerca da situação real e da ideal em 15 unidades de pesquisa e na sede da EMBRAPA, utilizando-se uma amostra de 307 indivíduos.

De Santo (1995), em um estudo com características exploratórias, investigou a relação entre liderança de diretores e o clima organizacional descrito por professores de Educação Física e de outros componentes curriculares em escolas da cidade de Osasco. Participaram 32 diretores e 142 professores de escolas de 1º e 2º graus da primeira e segunda Delegacias de Ensino. O clima organizacional foi analisado também de forma comparativa entre professores de Educação Física e professores dos demais componentes curriculares. Os instrumentos utilizados para coleta de dados foram o OCDQ (Organizational Climate Description Questionnaire), elaborado por Halpin e Croft, e colaborador Menos desejado (LPC), elaborado por Fred E. Fidler.

Lima (2001) estudou o clima organizacional em escolas de ensino médio do Distrito Federal, na percepção de professores em funções de administrador e de docente. A pesquisa foi aplicada em quatro escolas geograficamente próximas, duas públicas e duas particulares. Participaram 54 professores, sendo 9 na função de administrador e 45 na de docente. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados teve como base os estudos de Halpin e Croft.

Valle (2001) pesquisou o clima organizacional na Muri – Linhas de Montagem Ltda, sediada no município de Porto Alegre/RS.

Rubbo (2002) estudou os fatores do clima organizacional que são motivadores para a inovação tecnológica em um Centro de Tecnologia de uma empresa do setor químico. Utilizou o estudo de caso exploratório-descritivo com abordagem predominantemente qualitativa.

Souza (2003) estudou o impacto da mudança no clima organizacional: um estudo de caso na Telet/ Claro Digital 93f.O estudo de caso foi realizado na Claro Digital do Rio Grande do Sul, com foco sobre a área financeira. Primeiramente ele explorou de forma comparativa a pesquisa de clima durante os anos de 2000 e de 2001, onde se realizou um estudo não experimental longitudinal de tendência. Posteriormente realizou-se um estudo não experimental transeccional causal, com base em dados secundários coletados em entrevistas em grupo com os colaboradores da área financeira, foi usada a técnica de discussão em grupo para coletar as informações.

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