De acordo com o discernimento conceitual, este trabalho apresentou uma demanda de 311 financiamentos imobiliários por meio dos repasses de 3 Planos Empresários. Enseja-se que este trabalho seja complementado por estudos que justifiquem a ausência dos bancos A e B, detentores de 2 Planos Empresários firmados com a Construtora e Incorporadora Pesquisada, na concessão de 137 financiamentos dos 160 clientes inscritos, que durante 30 anos serão clientes de outros bancos.
Uma hipótese considerada relevante neste momento é a provável falta de recursos para financiamento imobiliário nos próximos dois anos. Sugere-se avaliar o capítulo 2 desta pesquisa para buscar o desenvolvimento conceitual para expor as afirmações, se verdadeiras, da importância da aprendizagem de ciclo duplo para encontrar a solução do desequilíbrio entre o prazo de captação e aplicação dos recursos destinados aos financiamentos imobiliários.
Outra hipótese promitente se refere às linhas de financiamentos sustentáveis, com redução de custos dos financiamentos imobiliários para construção e aquisição de imóveis que incentive as boas práticas nos empreendimentos, como a reciclagem de materiais, aproveitamento de água de chuva, eficiência energética e conservação dos recursos naturais.
REFERÊNCIAS
ABDALLA, Anésio. Mercado secundário de créditos imobiliários. Palestra proferida no SEMINÁRIO CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL: panorama, soluções e agenda positiva. São Paulo, set. 2005.
ALVES, Sérgio Darcy da S. A evolução do marco legal e regulamentar sob a ótica da diretoria de normas e organizações do SFN do Banco Central do Brasil. Palestra 58 proferida no SEMINÁRIO CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL: panorama, soluções e agenda positiva. São Paulo, set. 2005.
ALVES, Paulo Roberto R. O Desenvolvimento do Sistema Financeiro Imobiliário e da Securitização de Recebíveis Imobiliários na Redução do Déficit Habitacional Brasileiro. UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil: Instituto de Economia 2005.
ANTONACOPOULOU, Elena. Desenvolvendo gerentes aprendizes dentro de organizações de aprendizagem. In: EASTERBY-SMITH, Mark; BURGOYONE, John; ARAUJO, Luis. Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem. São Paulo: Atlas, 2001. p.263-292.
APPOLINÁRIO, F. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004
ARGYRIS, C., SCHÖN, D.A . Organizational Learning: A Theory of Action Perspective. Reading, MA: Addison-Wesley, 1978.
AYAS Karen, Estruturação de projetos para aprendizagem e a inovação: ligações com a pesquisa-ação em uma companhia manufatureira de aeronaves In: EASTERBY-SMITH, Mark; BURGOYNE, John; ARAUJO, Luis. Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem: desenvolvimento na teoria e na prática. São Paulo: Atlas, 2001.p.217-236 ______. Organizational learning II: theory, method, and practice. Reading, MA: Addison- Wesley, 1996.
BANCO BRADESCO. Crédito Imobiliário. Disponível em: <http://www.shopcredit.com.br/> Acesso em: 10 jun. 2011. BANCO HSBC. Crédito Imobiliário. Disponível em:
<http://www.hsbc.com.br/1/2/portal/pt/para-voce/emprestimos-financiamentos/credito- imobiliario>. Acesso em: 10 jun. 2011.
BANCO ITAÚ. Crédito Imobiliário. Disponível em: <http://www.itau.com.br/index.htm>. Acesso em: 10 jun. 2011.
BRANDSTETTER, M. C. G. O.; HEINECK, L. F. M. Aspectos conceituais e metodológicos do comportamento do consumidor do mercado imobiliário: uma caracterização da carreira habitacional. Ambiente Construído, Porto Alegre, V.5, 3, p. 7-21, 2005a.
BRANDSTETTER, M. C. G. O.; HEINECK, L. F. M. Investigação do comportamento dos clientes do mercado imobiliário: propostas conceituais e metodológicas. In: Encontro
Nacional da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração, 2005, Salvador. Anais... Salvador: Anpad, 2005b.p.7-8
BRASIL. Banco Central do Brasil. Disponível em: <http://www.bacen.gov.br/> Acesso em: 08 fev. 2011.
______. Banco do Brasil. Crédito Imobiliário. Disponível em:
<http://www.bb.com.br/portalbb/page46,116,3391,1,1,1,1.bb?codigoNoticia=6124&codigoM enu=172&codigoRet=14834&bread=5_1_1&codigoMenu=172&codigoRet=4921&bread=5_ 1>. Acesso em: 10 jun. 2011.
______. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em <http://www.ibge.gov.br/home/> Acesso em: 18 maio 2011.
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Habitação. Disponível em:
<http://www.caixa.gov.br/habitacao/index.asp>. Acesso em: 10 jun. 2011.
CARVALHO, Paulo S.B. Comportamento de consumidores de Imóveis: Um Estudo Empírico no segmento de apartamento de alto padrão e luxo. 2007. 171 p.. Dissertação
Mestrado – Fumec – Faculdade de Ciências Empresariais, Gestão Estratégica de Marketing – Belo Horizonte – 2007.
CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2005.
BRANDSTETTER C.G.O HEINECK, F. M. Variáveis determinantes da demanda – propostas para o planejamento e projeto do produto imobiliário. SIMPÓSIO DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO,13, Bauru, SP.,2006
CHOO, C. W. The Knowing Organization: How Organizations Use Information for Construct Meaning, Create Knowledge and Make Decisions. Nova Iorque: Oxford Press, 1998.
CHIVA, Ricardo; ALEGRE, Joaquín. Organizational learning and organizational knowledge: towards the integration of two approaches. Management Learning, v. 36, n. 1, p. 49-68, 2005.
FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BANCOS. Pesquisa e Conhecimento. Disponível em: <http://www.febraban.org.br/Febraban.asp?modulo=Pesquisa e Conhecimento> . Acesso em: 17 maio 2011.
FIGER, Matthias; BRAND, Silvia Bürgin. Conceito de “organização de aprendizagem” aplicado à transformação do stor público: contribuições conceituais ao desenvolvimento da teoria. In: Easterby-Smith Mark; Burgoyne John; Araujo Luiz (Org.). Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem: desenvolvimento na teoria e na prática. São Paulo: Atlas, p. 165-192, 2001
FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria Tereza Leme. Aprendizagem e inovação
organizacional: as experiências de Japão, Coréia e Brasil. São Paulo: Atlas, 1995. 237p.
______. Estratégias empresariais e formação de competências: um quebra-cabeça caleidoscópio de indústria brasileira. São Paulo : Atlas, 2000.
FREITAS, A. A. F.; HEINECK, L. F. M. Linhas de pesquisa no estudo do comportamento do consumidor: da mobilidade residencial à avaliação pós-ocupação. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 3, n. 1, p.1-33, 2003
GARDNER, M.; ROOK, D.W. Effects of impulse purchase on consumer‟s affective states. Advances in Consumer Research, v.15, n.1, p.27-30, 1988.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1991 GODOY, Arilda S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de Administração de Empresas. São Paulo: v.35, N.2, P. 57-63,aAbr. 1995.
_____. _____. v. 35, n.2 mar.abr. 1995b, p.62.
GOMES, Karla Figueiredo de Oliveira. O Capital Incorporador como Agente
Transformador da Configuração Urbana: o caso de Águas Claras, Distrito Federal.138p. Dissertação (Mestrado Em Arquitetura e Urbanismo)-Universidade de Brasília, 2007. GOMES, E; BRAGA, F. Inteligência Competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
ICHIJO, Kazuo; KROGH, Georg von; NONAKA, Ikujiro. How to Unlock The Mystery of Tacit Knowledge and Release the power of Innovation – Oxford University Press,
2000):______ Gestão do Conhecimento – Porto Alegre: Bookman, 2008. 320 p.
ISIDRO FILHO, Antonio; GUIMARÃES, Tomás de Aquino. Conhecimento, aprendizagem e inovação em organizações: uma proposta de articulação conceitual. RAI – Revista de
Administração e Inovação, São Paulo, v. 7, n.2, p. 127-149, abr/jun. 2010.
KOFMAN, Fredy. Metamanagement: a nova consciência dos negócios – São Paulo: Antakarana Cultura Arte Ciência, 2002.3V
KROGH, Georg von; ICHIJO, Kazuo; NONAKA, Ikujiro. Facilitando a Criação de Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
LACOMBE,Francisco.J.M; HEILBORN, G.L.J. Administração: princípios e tendências. 1.ed.São Paulo: Saraiva, 2003
LEITÃO, E. S.; FORMOSO, C. T. Análise do comportamento de compra do consumidor de imóveis residenciais - pesquisa qualitativa. In: ENCONTRO NACIONAL DE
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 1999, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: ENEGEP, p.1-15. 1997.
MACIEL, L. Negócio Fechado. Jornal Valor Economico, Rio de Janeiro, p. 5B, 28 jun. 2010.
MELLO, CARLOS.Henrique.Pereira et al. ISO 9001:2008, Sistem de Gestão da Qualidade para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas, 2009.
MINAYO, M.C. de S. (Org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
MIRANDA, Rafael. Construção civil: cenários e perspectivas. In: ______.estudo da Indicador Consultores Associados, p.1-44, Belo Horizonte. janeiro de 2011. Disponível em:< http://www.indicadores.srv.br/centro/files/30.pdf> Acesso em: 28 maio 2011.
MORESI, Eduardo. A. D.: Metodologia da Pesquisa – Universidade Católica de Brasília – UCB, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação, p.4-105. Brasília, 2003.
MUÑOZ-SECA, B., RIVEROLA J. Transformando conhecimento em resultados: a gestão do conhecimento como diferencial na busca de mais produtividade e competitividade. [São Paulo]: Clio Editora, 2004.
NAPOLITANO, Giuliana. A maior alta do mundo. Revista Exame, p. 34-50, ed. 992, maio de 2011. São Paulo: Abril, 2011.
NONAKA, I e TAKEUCHI, H. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. 320p.
______. The knowledge-creating company: how Japanese companies create the dynamics of innovation. Nova York: Oxford University Press, 1995.
______.; BRANDLI, L.L.; HEINECK, F. M. Caracterização das estratégias de produção e marketing no contexto construtivo. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 1999, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: ENEGEP, 1999.
______.; HEINECK, F. M. Os fatores que interferem na formação da satisfação pós ocupacional: um estudo de caso em uma edificação residencial multifamiliar. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 1998, p.1- 1808.1Niterói. Anais... Niterói: ENEGEP, 1998.
PRANGE, C. Aprendizagem organizacional – desesperadamente em busca de teorias? In: EASTERBY-SMITH, Mark; BURGOYNE, John; ARAUJO, Luis. Aprendizagem
organizacional e organização de aprendizagem: desenvolvimento na teoria e na prática. São Paulo: Atlas, 2001.
SARDENBERG, Rubens. Panorama do Mercado de Crédito, Febraban, Federação Brasileira de Bancos, 2011 Disponível em:
<http://www.febraban.org.br/p5a_52gt34++5cv8_4466+ff145afbb52ffrtg33fe36455li5411pp+ e/sitefebraban/2010%2001%2022%20Panorama%20de%20Credito_abr10.pdf > Acesso em: 28 maio 2011
PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE. Disponível em: <http://www.pbqp-h.com.br/Default.aspx> Acesso em: 25 jun. 2011.
SANTOS, J. O. Análise de Crédito:Empresas, pessoas físicas, agronegócios e pecuária. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SENGE, Peter. M., O novo trabalho do líder: construindo organizações que aprendem. São Paulo: Futura, 1997.
SENGE, Peter. A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende. 24 ed. São Paulo: Editora Best Seller, 2008.
SMITH, M. K. Chris Argyris: teorias da ação, aprendizagem de circuito duplo e
aprendizagem organizacional, a enciclopédia de educação informal 2001. Infed. Disponível em: <http://www.infed.org/thinkers/argyris.htm>. Acessado em: 21 set.2010
SILVA, R.; SOFFNER, R.; PINHÃO, C. A gestão do conhecimento. In: SILVA, R.V.; NEVES, A. Gestão de empresas na era do conhecimento. Lisboa: Edições Silabo, 2003.p.177-209
SOLOMON, Michael, R. Comportamento do Consumidor. São Paulo. Bookman, 2002. SOUZA, S.M. Acordo de Nível de Serviços: um estudo do Processo de contratação sob o enfoque da aprendizagem organizacional.2007 102 p. Dissertação (Mestrado , MGCTI. Universidade Católica de Brasília – Brasíla, 2007.
STAREC, Cláudio; GOMES, Elizabeth B.; CHAVES, Jorge B. Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 2006.
TERRA, José C.C, Gestão do conhecimento:aspectos conceituais e estudo exploratório sobre as práticas de empresas brasileiras. , São Paulo: USP. 1999.
TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2006.
VERGNA, José R. G. Formação e gerência de redes de empresas de construção civil: sistematização de um modelo de atores e recursos para obras de edificações. 2007 93 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, 2007.
YIN, Robert.K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Tradução de Daniel Grassi. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
01/09 02/09 03/09 09/09 13/09 17/09 20/09 24/09 27/09| 18/11 Definidos os
Procuradores do Banco C responsáveis pelas assinaturas dos contratos emitidos pelos demais bancos par liberação de financiamentos para os compradores das unidades do empreendimento 3por meio do IQ Reuniões para ajustes de condutas Autoriza ção para inicio E-mail enviado ao Banco C solicitando as cartas para o cartório e procurações. Reunião com banco interessado em financiar todas as unidades que não foram financiadas pelo banco credor do Plano Empresário. Primeiro teste para formaliza ção do IQ
Apêndice A - Liberação Interveniente Quitante a partir
do dia. 01/09/2010
mudanças dos procedimentos de financiamentos e autorização para testes da implantação do IQ. Outra reunião no dia 02/09 com Cartório, Banco C e demais bancos decidiu-se pelo inicio do processo de contratação e formalização do IQ. Assuntos Operacionais como apuração de saldo devedor de cada unidade, prazo de liberação do
financiamento, tarifa para contratação e procedimentos de comunicação foram
02/09 – Enviado pelo Banco C a procuração de pessoas autorizadas responsáveis pelas assinaturas do IQ em Brasília 03/09 – Iniciou-se com 03 testes em 03 bancos distintos,
examinando-se o fechamento do Ciclo Contábil e liberação da unidade financiada.
13/09 – Todos os testes foram concluídos com resultados positivos na redução do tempo de financiamento, entrega da unidade e melhoria na satisfação do cliente.
23/09 – Diretoria autorizou a formalização de todos os processos. Nesta data solicitamos para o Banco C o nome dos procuradores . Foram indicados por e-mail. Enviado a minuta do contrato para os bancos interessados Liberado o primeiro IQ. Valor do financiamento foi baixado na divida do Plano Empresário apartamento liberado para o cliente Todos os casos de IQ propostos foram encaminha- dos e aprovados Fonte: Autor
iPedido de Certidão Negativa de Débito – CND - Esta certidão comprova a regularidade do sujeito passivo em relação às contribuições previdenciárias e às contribuições
devidas, por lei, a terceiros, incluindo as inscrições em Dívida ativa do INSS - http://www.dataprev.gov.br/servicos/cnd1.htm
ii
O CRF é o único documento que comprova a regularidade do empregador perante o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, sendo emitido exclusivamente pela CAIXA.