Objetivou verificar a opinião dos adolescentes sobre como desenvolver outras possibilidades para facilitar e/ou aprimorar meios que propiciem seu conhecimento sobre sexualidade e como que outros profissionais: médicos e enfermeiros (dada à temática), além da equipe pedagógica, pudessem contribuir de forma a sanar as dúvidas sobre sexualidade. Assim sendo, verificou-se como a presença regular de médicos e/ou enfermeiros ajudaria e seria útil nas orientações de sexualidade de modo geral, bem como o acompanhamento e orientação sexual com o intuito de disseminar informações para promover a prevenção de DSTs e, principalmente, na gravidez inoportuna na adolescência. Este eixo, também, por objetivo corroborou quais outras formas, além das palestras e/ou aulas e em quais outros aspectos estes profissionais poderiam contribuir.
Compreendiam as seguintes perguntas: a) visitas regulares de médicos/enfermeiros na sua escola, ajudariam você sobre a sexualidade? b) O acompanhamento e orientação sexual feita na escola pelos médicos da unidade do bairro ajudaria na prevenção de DSTs e gravidez na adolescência? c) Seria útil para você se médicos ou enfermeiros dessem aulas/palestras de
sexualidade na escola? d) Para você, haveria alguma outra forma de abordagem, além de aulas/palestras que poderiam ser interessante? e) No que mais poderia ajudar o acompanhamento e orientação sexual feita na escola pelos médicos e enfermeiros do bairro?
As falas abaixo representam sinteticamente o que expressaram alguns adolescentes: "Seria ótimo pois, seria alguém que de fato entende."
"Porque eu ia me orientar melhor."
"Não, ele tem que aprender mais sobre sexualidade para comentar com agente." "Sim, para agente saber mais sobre sexo."
"Sim, acho que são pessoas mais adequadas." "Sim, porque eles são especialistas."
"Sim, pra nós se cuidar mais."
Os resultados demonstraram os pensamentos destes adolescentes informando que, ao seu ver os médicos e enfermeiros realmente são mais capacitados que os professores para desenvolver a temática de sexualidade, além de que estes profissionais tem conteúdo para realizar não só a promoção, mas a prevenção efetivamente. Daí a importância do acompanhamento e da orientação sexual ser realizada pelos profissionais médicos e de enfermagem com o intuito de prevenir as DSTs e postergar a gravidez na adolescência, além de que estas orientações evitariam doenças, proporcionando melhor detalhamento na explicação e informando de forma clara para que erros não sejam mais cometidos. Isso, talvez, porque se associa a figura de autoridade médica à proteção à saúde, de modo que os alunos possam interpretar as informações como uma instrução ou alerta. Todavia não podemos deixar de considerar que os adolescentes vejam estas figuras como fontes seguras, podendo, com eles, tirar as suas dúvidas sem meias palavras visto que eles não poderão contar aos seus pais, pois tem por base o sigilo e o comprometimento médico. Por outro lado, o professor, que tem o comprometimento de informar aos pais quaisquer ocorrências à família junto ao desempenho, habilidades, comportamento, influenciais, problemas, somente para ilustrar.
O médico e o professor são figuras que têm papéis diferentes. O médico tem o comprometimento com a saúde e tudo que dela advir e só irá noticiar à família questões que envolvam riscos, para o adolescente ou para terceiros, direito este assegurado pelo próprio Código de Ética Médica:
Revelar sigilo profissional relacionado a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou representantes legais, desde que o menor tenha capacidade de discernimento, salvo quando a não revelação possa acarretar dano ao paciente. (Novo Código de Ética Médica, art. 74, 2010).
É imprescindível a adoção de práticas educativas no ambiente escolar de forma mais eficientes e de início cada vez mais precoce. Já se demonstrou que o baixo nível de escolaridade associado ao sistema educacional desestimulante tem propiciado aquisição insuficiente ou errônea de conhecimentos sobre as práticas preventivas de DSTs (Ministério da Saúde, 2000; Brêtas e Silva, 2002; Martini e Bandeira, 2003; Borges e Medeiros, 2004). O sistema educacional tem por dever levar a informação correta ao público e é prevista a necessidade de participação no processo ensino-aprendizagem pelo próprio Ministério da Saúde no documento intitulado Manual de Multiplicador: adolescente (Ministério da Saúde, 2000).
Resultado interessante ocorreu quando se questionou sobre se seria útil a visita de médicos e enfermeiros na escola, pois dois grupos surgiram: os que informaram que realmente ajudaria (Grupo 1 - "ajudaria") pelo fato de que eles são melhores agindo na prevenção e são os técnicos da área; e os que demonstraram que esta ação não ajudaria (Grupo 2 - "não ajudaria"), na escola, isto porque os pais e os professores já tratam no dia-a- dia do assunto, porque alguns já informam que conhecem o assunto não havendo necessidade de mais instruções ou ainda porque nunca foi realizada uma visita por estes profissionais e surge, portanto, até uma sensação de desesperança: "Não porque não veiu médicos e nem enfermeiros na escola. Não sei se veriam agora".
Grupo 1 – "ajudaria":
“Porque ficamos mais orientados.” “As maiorias das coisas eu não sei.” “Porque eles são capacitados.”
“Porque tenho muitas dúvidas a esclarecer.” “Porque eles entendi sobre o assunto.” “Eles nos orientariam melhor.”
“Para tirar as minhas dúvidas e a dos outros.” “Porque ele estudou o assunto.”
“Seria um novo metodo de se previnir de doenças.”
“Porque é legal saber destas coisas.”
“Eles sabem muito mais porque ele é médico.” “Não vou muito ao médicos, se viesem seria ótimo.” “Acho que são pessoas mais adequadas.”
“Porque são especialistas.”
“É um jeito melhor para tirar as duvidas.” “Para a gente fazer mais perguntas.” “Pois nessa face temos muitas dúvidas.”
“Porque as vezes os pais não falam ou as vezes os pais não sabem direito como falar.”
Percebe-se pelas falas que além do conhecimento técnico, o preparo do profissional para abordar o assunto, há também o interesse pessoal ("Porque é legal saber destas coisas"; "Pois nessa face temos muitas dúvidas"). Esta é uma fase, sabidamente, onde o movimento à busca de informações sobre seu corpo e sexualidade é movida pela curiosidade (Costa et al., 2001).
Os adolescentes consultam menos os médicos em relação aos outros grupos etários (Halbe el al., 2000). Na fala “Não vou muito ao médicos, se viesem seria ótimo.” se observa este conteúdo e o ambiente escolar pode funcionar como sensibilizador para a necessidade de acompanhamento de rotina, envolvendo ações preventivas e orientação em relação à saúde reprodutiva.
Grupo 2 – "não ajudaria":
“Porque eu não iria querer.” “Não porque eu já sei tudo.” “Nunca vieram.”“Acho que teria vergonha de perguntar ou acho que nem teria o que perguntar.” “Não porque não veio médicos e nem enfermeiros na escola. Não sei se veriam agora.” “Não porque sexo é uma aula que eu tenho muito conhecimento.”
A vergonha impedindo a busca de informações adequadas e muitas vezes, portanto, aumentando sua perspectiva de vulnerabilidade ("Acho que teria vergonha de perguntas ou acho que nem teria o que perguntar"). Presente o pensamento mágico (Goyatá, 2002) de que tudo sabe, porém lembrar que conforme mostrou o levantamento quantitativo, este
conhecimento muitas vezes, principalmente no sexo masculino, vem dos próprios pares (Tabela 2). Borges et al. (2006) encontraram informação semelhante ao realizar estudo com adolescentes que passaram por consulta periódica das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da Zona Leste de São Paulo, onde mostram que os amigos são a principal fonte de informação e de confidencialidade.
Embora se sobressaiam no Grupo 2 falas que nos induzem a pensar que sabem, de alguma forma, sobre conteúdos de saúde reprodutiva (DST/Aids, aparelho reprodutivo, métodos contraceptivos) conforme resultados mostrados na Tabela 7, porcentagem inadequada havia recebido informação sobre esse tema na escola, embora o próprio Ministério da Educação e Cultura - PCNs preveja a abordagem dessa temática como integrante das suas ações. Apesar de informar que conhece o assunto ("Não porque eu já sei tudo"; "Não porque sexo é uma aula que eu tenho muito conhecimento'"), o levantamento quantitativo mostrou que 18% deles não receberam nenhuma informação a respeito. Possivelmente a pergunta de múltipla escolha não tenha oferecido elementos suficientes para a resposta. Outra possibilidade é que ambos os grupos tenham muitas dúvidas considerando a temática, a fase da vida em que se encontram e a inexperiência decorrente disso.
Perguntou-se se o acompanhamento e orientação sexual feita na escola pelos médicos e enfermeiros das unidades do bairro ajudariam na prevenção de DSTs e gravidez na adolescência, e o que está bastante presente nas falas é a reflexão sobre a ação e suas conseqüências e a prevenção:
"Sim. Porque as adolescentes não engravidariam muito sedo".
"Sim. Porque assim nós meninas e meninos pensariamos melhor sobre o assunto". "Sim. Para não correr o risco de perde o futuro".
"Sim. Mas nem tanto porque tem pessoas que mesmo sendo orientado acaba se descuidando". "Sim. Por que meninas ficam grávidas na adolescência por falta de orientação".
"Sim. Porque já na orientação, eles dão preservativos". "Sim. Informaria melhor sobre o perigo".
"Sim. Ajudaria eu aprender sexualidade e gravidez". "Sim. Evitaria doenças venérias e gravidez mal desejada".
Observa-se, nas falas, que se tende a adquirir hábitos saudáveis de comportamento sexual e atitudes positivas transformando a realidade do adolescente, desde que ações e intervenções sejam realizadas no momento oportuno (Dias e Bueno, 2003; Souza et al., 2007).
Pode-se perceber que o adolescente faz uma análise crítica sobre a prevenção. Esta é a sua preocupação e que está relacionada, intrinsecamente, com o seu futuro.
Questionou-se se seria útil se médicos e enfermeiros dessem aulas/palestras de sexualidade na escola e de forma afirmativa os adolescentes pontuaram os seus principais interesses e preocupações:
"Sim. Porque assim nós já saberíamos melhor sobre o assunto". "Sim. Mim ajudaria a mim previnir dos males do sexo".
"Sim. Para quem quer fazer amor sem ficar grávida". "Sim. Seria ótimo pois, seria alguém que de fato entende".
"Sim. Porque nós iríamos aprender muito mais do que agora. E estariamos prontos para o futuro".
"Sim. Nós devemos saber sim pra que no futuro nós apreder tudo sobre sexo e ter uma relação segura".
"Sim. Porque eles já trabalha na área e é mais experiente".
"Sim. Seria bom porque quanto tivessemos a primeira vez. Se previnisse". "Sim. Aprendemos e si cuidamos cada vez mais sobre as doenças". "Sim. Porque nos ia saber mais do que nos já sabe".
Nota-se que a prevenção, principalmente de doenças e gravidez ( "Sim. Mim ajudaria a mim previnir dos males do sexo"; "Sim. Para quem quer fazer amor sem ficar grávida"), permeia fortemente as falas pontuadas. Assim sendo, os médicos e enfermeiros auxiliariam significativamente na promoção à saúde conforme preconizam as ações em atenção à saúde do adolescente previstas no Marco Legal (Ministério da Saúde, 2005; Paiva et al., 2006).
Em sendo a contribuição importante, conforme pontuaram os adolescentes, qual seria a melhor forma de abordagem? A forma tradicional de disseminação de informação é a exposição do tema que por vezes é realizada através de técnicas pedagógicas tradicionais como: aula ou palestra (Scarpato et al., 2004). Perguntou-se, então, para o adolescente qual outra forma que se pode abordar sexualidade de modo que ele tenha interesse em conhecer e/ou manusear esta informação. A utilização de livros, revistas, cartazes, teatro, filme, cursos e eventos são métodos eficazes e que lhes desperta interesse:
“Colocar cartazes nas paredes.”
“Podia ter o dia da camisinha. Tipo assim para entregar mais camisinha no posto.” “Programas de TV, conversas familias tipo circulo.”
“Passar filmes, fazer teatro.” “Mostrar sobre assédio.”
“Levar a gente para alguma pessoa que tenha AIDS para explicar para nós como aconteceu ir o que ele virou agora.”
“Acho que palestras os pais e os professores já tomam contam.” “Com muitos desenhos.”
“Com joguinhos. Seria legal alguma coisa assim.”
Percebe-se nas falas que informam da utilidade de abordagem teórica (“Colocar cartazes nas paredes"; “Passar filmes, fazer teatro”; “Com joguinhos. Seria legal alguma coisa assim”), muitas vezes voltada para a prática (“Programas de TV, conversas familias tipo circulo”) e atividades práticas, de vivência (“Podia ter o dia da camisinha. Tipo assim para entregar mais camisinha no posto”; “Levar a gente para alguma pessoa que tenha AIDS para explicar para nós como aconteceu ir o que ele virou agora”). Diagnóstico este que aponta os recursos didáticos possíveis de serem utilizados em sala de aula ou fora dela, buscando assim a inovação, a abordagem lúdica, trazendo a realidade para a sala de aula, e despertando o interesse do aluno à medida que se sai do modelo tradicional do usar somente o livro didático como fonte de informação (Duarte, 2003; Ruiz, 2003; Pérez-Jiménez, 2003; Scarpato, 2004; Veiga et al., 2005; Castro, 2005; Maheirie et al., 2007), mostrando a necessidade de inovação. Por outro lado a inovação como prática docente já é lei (LDB, 1996) necessitando somente passar da teoria à prática: "adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes", ressaltando-se que as atividades grupais são de grande importância, pois possibilitam o compartilhar de experiências que envolvem emoções, vivências e frutos de contextos reais, que podem ser compartilhados voluntariamente e sem ideais pré-concebidos (Albino et el., 2005).
Existe sim a possibilidade de realizar novas ações que atinjam efetivamente esta população. Exemplo interessante de intervenção exitosa é o Projeto Pavio Erótico, realizado no município de Suzano (São Paulo) que tinha por objetivo fomentar as discussões do universo das sexualidades humanas com vista às práticas sexuais seguras por meio da exibição de filmes, declamação de poesias, mesas de diálogo, interpretação de contos, apresentação teatral, dança e musical, entre outras. Tal experiência deu origem ao I Concurso de Literatura Erótica de Suzano e hoje é realizado trimestralmente com divulgação ampla em
cartazes e folders fazendo parte da agenda cultural (Sousa et al., 2009), tendo assim ampla penetração na comunidade.
Entre as falas, duas das pontuadas merecem atenção: a primeira está voltada para a comunidade e a importância do bairro onde se vive (“Podia ter o dia da camisinha. Tipo assim para entregar mais camisinha no posto"), informando que se deve realizar atividades na UBS. Resultado intrigante e significativo, demonstrando que o adolescente está atento para o seu entorno e ao que acontece nos locais em que se socializa; a segunda demonstrou uma preocupação (“Mostrar sobre assédio”) surpreendente porque, ainda que esteja fora do contexto da pergunta, mas não da temática, demonstra necessidade de esclarecimento sobre o que efetivamente seja abuso e assédio, e quiçá, até uma conversa mais próxima.
Para finalizar este eixo, não se podia deixar de perguntar em quais outros aspectos ajudaria a visita de médicos e enfermeiros à escola e de forma bem direta e objetiva responderam que elas contribuiriam para a prevenção de doenças e de gravidez, para tirar dúvidas técnicas, para apresentar e explicar o que é vinculado em campanhas realizadas no Brasil e, principalmente, para ajudar ao professor neste tema:
“Ajudaria nas coisas que eu não sei.” “Previnir contra as doenças e gravidez.” “Que falasse mais claro.”
“Muitas mudanças, porque pessoas tem dúvidas.” “Em esclarecer meus problemas.”
“Os professores.” “Os pais e professores.”
“A pensarmos melhor sobre o que queremos da vida sexual.” “As consequências de doenças e até a gravidez.”
“Explicar que idade é mais utio a gente fazer amor.”
“Explicar os risco de engravidar e os cuidados que devo tomar.”
“Tenho 12 anos e gostaria de ser orienta pelo médico ou profissional desta área sobre sexualidade, assim me sentiria segura caso fosse fazer algo.”
“Na escola, tem bastante gente que pensa no sexo e quer aprender mais sobre isso.” “Em várias coisas como modo de previnir aids, gravidez e outras doenças."
“Aqui na escola axo que tem 2 meninas que tiveram bebe muito cedo, ajudaria as outras.” “Eles poderiam dar dicas para não acontecer gravides com adolescentes.”
“Para os pais ajudariam muito.”
Parece, mais uma vez, que existe muita preocupação com a gravidez, numa das falas, até a colocando no mesmo plano das doenças: “Em várias coisas como modo de previnir aids, gravidez e outras doenças”. É possível que algumas falas (“Os professores”; “Os pais e professores”) tenham refletido a necessidade de aumentar o conhecimento, embasado no conhecimento técnico de médicos e enfermeiros, entendendo que os pais e professores não são técnicos da área, aliás, reforçando o conteúdo que surgiu nas respostas à primeira pergunta deste eixo (Visitas regulares de enfermeiros e médicos na sua escola, ajudaria você sobre sexualidade).
Salienta-se que a corrente que coloca a gravidez na adolescência dentro do modelo tradicional médico, inserindo-a na perspectiva de doença não a percebe como uma preocupação de toda sociedade. Desta forma colocando-a no lugar de uma enfermidade a trata como um paradoxo, pois a enfermidade poderia ser curada com uma medida tecnológica, por exemplo, a contracepção. Assim sendo, o modelo médico perpassa superficialmente pelo tema crucial que é a motivação do adolescente para evitar ou desejar a gravidez. As adolescentes grávidas sofrem carências, conflitos e tensões, seu ambiente familiar é dominado freqüentemente por graves problemas médicos e sociais (depressão, alcoolismo, prostituição e enfermidades crônicas); além disso muitas vezes a comunicação com sua família é falha, seja por indiferença dos pais ou por conflitos entre pais e filhos. Embora as limitações ao modelo médico sejam fácies de assinalar é tarefa difícil a busca de novos enfoques para oferecer em seu lugar. As ciências sociais, a antropologia e a sociologia têm de longa data (Kosa et al., 1969) descritos modelos de interpretação que podem representar uma alternativa que enfocam primordialmente a saúde no lugar da enfermidade.
Neste sentido estabelece como prioridade considerar a prevenção da gravidez, o cuidado da adolescente grávida e não a "cura" da gravidez (mediante aborto ou o parto), o comportamento que resulta na gravidez e perceber a gravidez na adolescência como uma responsabilidade de toda sociedade e não só da profissão médica (Basso et al., 1991).
O professor pode ser de extrema valia, pois pertence e/ou está muito próximo ao contexto social do adolescente com o qual trabalha e pode assim, participar dessas ações direcionando e auxiliando na transformação de comportamento.