• No results found

Potential output and the output gap – structural change and responsiveness towards labour demand

In document Norges Bank Watch 2008 (sider 44-49)

Inflation in five years

3. Potential output and the output gap – structural change and responsiveness towards labour demand

1-Josenir- Eu achei que estava no programa do Gugu28. Eu gostei da brincadeira, [...] com as vendas, e eu tive a sensação de que [...], quando apareceu o cheiro, eu pensei que vinha algo melequento pra gente identificar que tipo de sensação de fato a gente estava fazendo, ainda essa que veio, essa aí foi legal porque a imaginação da gente pensava, eu descobri o material assim algumas vezes, mas aí eu não consegui imaginar instrumentos. Esse aqui quando bateu, eu tive a sensação de que realmente era um martelo, e de uma forma nova, [...][continua batendo] Eu me senti num programa de TV.

2-Imeuda- [...] eu tava me sentindo [...], nesse momento, fazendo [...] o possível, porque era como se eu tivesse assim fazendo um exercício de memória, está entendendo? É como se depois daqui, você fosse perguntar: ‘o que foi que você pegou?’ ‘Qual foi o (...) que teve isso?’ Pra fazer uma memorização, recordar o quanto que tinha acertado, está entendendo? Foi como eu me senti assim nessa terapia. Foi como se eu tivesse fazendo isso para trabalhar a minha memória. E realmente, eu acho que é uma coisa que pode exercitar a memória. [...] Foi essa sensação que tive!

3-Edneuda- [...] hoje eu fiz esse exercício comigo mesma, do silêncio, fazendo a atividade, mas num silêncio interior, assim procurando que aquela atividade fosse percebida o mais profundamente possível [...], porque acho que aí potencializa mais a

aprendizagem. Minha impressão é essa. E eu relacionei em vários momentos [fala sorrindo]. Eu estou com vontade de chorar... [Ela chora]

4-Eulina- [...] As minhas sensações de hoje, fazia tempo que eu pensava assim, quando eu fechava os olhos, eu não me sentia bem. E hoje eu fechei os olhos e eu me senti bem. Não sei se é porque eu estava acompanhada de vocês, eu não estava sozinha, estava com um grupo, mas eu me senti bem. A primeira parte, quando eu entrei de olhos abertos, eu já me descobri, porque como eu estou fazendo análise, tudo vem pra mim [...] me analisar, Procurando o meu eu, [...] Eu entrei por baixo das linhas [de crochê] porque eu achei que eu não era capaz de levantar a perna, e a minha altura não alcançava passar as linhas. Depois que eu entrei na sala, que eu relaxei, que eu toquei os objetos, eu fui sair, eu consegui sair por cima, eu ultrapassei. Então o que foi? O relaxamento da minha mente. Eu achei que se eu for por cima, as minhas pernas não vão alcançar, e eu já saí por cima E percebi o quê hoje? Que nós usarmos a visão. Nós entrarmos, nos olharmos, nós percebemos. Depois vocês fizeram a gente tocar os objetos, nós usamos o tato, a gente sentiu, percebeu, viu. Aí, depois, vocês vedaram nossos olhos pra que a gente tivesse outras sensações com os outros órgãos dos sentidos. E é o que vida ensina pra gente, quem não tem visão sempre desenvolve mais os outros órgãos dos sentidos [...]. A gente tocou. A gente ouviu o barulho dos instrumentos. Eu percebi que na hora que você fazia barulho é porque você queria que a gente também num se ligasse, despercebesse um pouco, pra não ficar tão ligado assim: ‘eu estou aqui nesse canto’. Era como se fosse pra bagunçar um pouco com o coreto, e a gente não ficar tão certinha ali naquele lugar. Eu achei que foi isso. E então eu percebi o quê? As sensações que nós tivemos esses dias com o corpo, com as mãos, os pés, essas folhas, depois eu me interroguei se quando a gente entrou, elas já estavam?[remexe nas folhas secas estendidas no chão] Já? Porque, olha aí, era mais uma sensação: pisar. E eu num olhei. Depois é que eu fui pensar, eu num pisei em folha. Então, eu acho assim que vocês hoje mexeram com a gente nesse sentido de percepção através do nosso corpo, com todos os órgãos dos sentidos. E pra mim, foi muito bom, tá! Eu me senti, sabe o quê? Criança[...]. A primeira coisa que eu peguei foi a corda para pular. Que bom! Pra mim, isso é bom porque eu estou muito madura, estou muito adulta, estou muito machucada, muito sofrida com a vida e que bom, quando um momento, você pega uma corda para pular, um bambolê pra brincar de extravasar. E eu olhei, e como eu gosto de arte, eu vi a máscara, porque antigamente eu não gostava de botar, e eu botei a máscara no rosto, e achei bonita, [...], me senti bem.

CRUZAMENTOS DA CATEGORIA SENSAÇÕES/SENTIMENTOS DE HOJE1e 2 divergem porque enquanto 1 teve a sensação de que os objetos que lhe repassavam eram para serem identificados, ou seja, adivinhar do que se tratavam; 2 sentiu que os objetos que tocou eram para que fizesse um exercício de memória, ou melhor, para recordar o quanto tinha acertado.

3 diverge de todos por ser o único que disse ter feito exercício consigo mesma para que a vivência fosse percebida o mais profundamente possível, pois acredita que isso potencializa mais a aprendizagem.

4 diverge de todos por ser o único que falou que se sentiu mexida na percepção em relação ao seu corpo, bem como com todos os órgãos dos sentidos (o olhar, o tato, os olhos vendados, tocar e ouvir o barulho dos instrumentos, o pular de corda, o brincar de bambolê, o passar por debaixo das linhas, as sensações com as mãos e pés e o ato de colocar a máscara).

TERAPIA

Eulina- [...] eu sou uma pessoa que estou precisando de uma terapia em grupo. Imeuda-[...] a terapia é essa, certo?Você se faz. É você que faz...

In document Norges Bank Watch 2008 (sider 44-49)