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Petroleumstilsynets rådgivningsrolle og operatørenes ansvar

5. Analyse

5.2 Reguleringsregimets plassering av ansvar

5.2.3 Petroleumstilsynets rådgivningsrolle og operatørenes ansvar

3.2.1. Introdução

A intenção desta Secção é explicar todo o raciocínio que suporta o processo de recolha de dados. Como tal, o objetivo da reflexão que agora se inicia pretende justificar o design da pesquisa e os métodos de recolha de dados que nos permitem responder à questão central de investigação.

Uma vez aqui chegados, e tendo presente os “Objectivos de Investigação”, torna-se necessário clarificar o perfil de pesquisa (Research Design), conforme o aconselhado em diversos manuais.

de pesquisa, tanto para os estudos urbanos, quanto para os estudos culturais e, por isso, a literatura nesta área procura ainda desvendar o que medir e como medir, particularmente na análise de fenômenos sociais subjetivos como o que está aqui em causa. Estas decisões são, então, feitas pelos investigadores da área de acordo com o contexto e a realidade que pesquisam (Evans e Shaw, 2006). Desta forma, no âmbito desta pesquisa, também nós nos deparámos com esse desafio: o de ter que fazer escolhas sobre o que medir e como medir. A pergunta sobre o que medir diz respeito à escolha do conjunto de dimensões, evidências e indicadores mais adequados ao estudo do CLUR na sua dimensão social (tendo em mento o objeto de estudo Mouraria mas não estritamente limitado a ele, por ser nosso objetivo dotar esta pesquisa de algum critério de reprodutibilidade, ou seja, a capacidade de produzir uma proposta metodológico-conceitual (framework de análise) que, apoiada na pesquisa, permita a sua aplicação a outros objetos de estudo semelhantes, com as devidas adaptações); quanto ao como medir, mais óbvio, diz respeito aos métodos – quantitativos e qualitativos – de aferição de uma realidade subjetiva e subjetivada, que veremos de seguida.

3.2.2. Perfil de pesquisa (research design)

Tudo o que foi dito na “Introdução” e nos “Capítulos” anteriores, particularmente no campo teórico-conceitual ligado com o CLUR, do qual derivou o foco de investigação e tendo presente a complexidade associada ao “objeto de estudo”, bem como as diversas fontes de informação a consultar para aumentar a sensibilidade à problemática em estudo, levou-nos a optar pelo “Estudo de Caso”, uma vez que: “The case study is the social research equivalent of the spotlight or the

microscope; its value depends crucially on how well the study is focused” (Hakim, 1987, p.61).

Para além disso, o “estudo de caso” é considerado “probably the most flexible of all research

designs” (ibidem, p.61).

Outra das vantagens que nos levaram a esta decisão, prende-se com a diversidade de métodos de recolha de dados que o mesmo permite e a possibilidade de utilização em mais de que um caso:

“The diversity of case study designs is further compounded by the variety of methods used, whether the focus is a single case or multiple cases. Cases studies are typically based on two or more methods of data collection” (ibidem, p. 63).

Seguindo as boas práticas recomendadas, a presente investigação recorreu a dois métodos distintos de recolha de dados, como a seguir se descreve.

3.2.3. Métodos de recolha de dados

3.2.3.1. Realidade Socio-Espacial Estudada

O estudo de caso centrou-se apenas sobre uma realidade sócio-urbana, a Mouraria (Lisboa), embora se saiba que a robustez de um estudo desta natureza poderia ser aumentada se se optasse por estudos comparativos de duas ou mais destas realidades: “While most studies focus on a single

location, the strongest designs involve the comparative study of two or more communities” (ibidem,

p.67).

Esta opção por uma única realidade sócio-espacial, conforme acontece na maioria dos estudos nesta área, prende-se com o facto de conciliar tempo e recursos disponíveis com a profundidade e a qualidade da análise que se pretende para esta investigação.

Ou seja, seguindo o conselho da “Banca”, preferimos estudar apenas a realidade da Mouraria, ganhando em qualidade e profundidade de análise sobre este espaço de reflexão, o que eventualmente se perde por não termos optado por duas realidades distintas. O campo de estudo, sua demarcação espacial e social, foi previamente enquadrado na Introdução (7. Demarcação do

Campo de Estudo).

Essa qualidade e profundidade de análise foi obtida através de diferentes métodos de recolha de dados, com recurso a dados primários e secundários, não só qualitativos, mas também quantitativos, numa fase posterior, descrição que terá lugar mais adiante.

No caso do inquérito por questionário, optou-se por uma abordagem estatística, com recurso a uma Análise Factorial de Componentes Principais, para se testarem as variáveis/items que resultaram das entrevistas e da revisão da literatura, ou seja, no fundo, para testar a abordagem de

medida dos impactos sociais subjetivos por nós desenvolvida com base na literatura, como mais à

frente será aprofundado.

3.2.3.2. Fase qualitativa

Como foi dito, optou-se por 2 métodos de recolha de dados distintos, em função das questões de investigação e dos objetivos enunciados para este estudo, como de seguida se explicará.

Para aumentar a sensibilidade à problemática de investigação e conhecer o “estado da arte” em relação ao tema tratado neste trabalho, a 1ª fase da pesquisa foi dedicada à consulta de fontes

secundárias tradicionais (livros, artigos, pesquisas sobre o tema, relatórios, artigos de jornais e entrevistas que tenham sido publicadas sobre a matéria, relatórios de fontes oficiais).

Posteriormente, além da observação do bairro e de quem lá circulava durante o trabalho de campo e várias conversas informais (a população da Mouraria mostrou-se quase sempre muito disponível e amistosa), foi realizado um total de 32 entrevistas semi-estruturadas com

moradores da Mouraria, a partir de um “roteiro de entrevista” (ver Anexo 2 – Roteiro de

Entrevista), que aborda as variáveis mais relevantes a impactar na regeneração urbana pela cultura, na sua vida cotidiana.

As entrevistas foram feitas em dois momentos, com objetivos distintos: primeiro, em Julho e Agosto de 2014, num contato inicial com a população, no sentido de comparar as conclusões da análise da literatura quanto aos indicadores a usar para medir a dimensão social sob a ótica dos moradores com as próprias visões e opiniões dos moradores da Mouraria, ou seja, quisemos confirmar se, no caso do nosso objeto de estudo, as aspirações, expectativas e necessidades dos moradores da Mouraria quanto ao seu bairro e comunidade davam respaldo às conclusões retiradas da literatura (nesta primeira fase também entrevistamos ONGs39 e membros do GABIP/Mouraria);

segundo, em Dezembro e Janeiro de 2015, para aprofundar a temática do PrM e seus impactos em

análise, bem como reforçar a comparação mencionada no primeiro ponto.

Depois de recolhida toda esta informação, ainda foi feita uma segunda comparação entre aquilo que os residentes valorizam no total das entrevistas e o que é citado como relevante para esta análise na bibliografia internacional, no que se refere aos indicadores sociais, no sentido de melhorar a qualidade do inquérito por questionário que foi desenvolvido na fase subsequente.

Poder-se-à, assim, afirmar que esta investigação se enquadra, no que respeita à recolha de dados, no que é vulgar designar-se por “estudos de uma comunidade”, ou “estudos sociográficos”:

“Community studies are case studies of a single local community or town which seek to describe and analyse the pattern of, and the relationships between, the main aspects of community life: politics, religious activities, family life, work, leisure, community activities, and so forth. The term sociography is sometimes used for such studies, to denote the social mapping out of the community’s institutions, structure and patterns of relationships.”

(ibidem, p. 66/67).

Esta recolha de dados, de índole qualitativa, na comunidade da Mouraria, sobre a dimensão social da regeneração pela cultura, permitiu avançar para a fase quantitativa do estudo.

3.2.3.3. Fase quantitativa

Depois de recolhida a informação tipificada na fase qualitativa e da consequente reflexão sobre a mesma, foi desenvolvido e aplicado um inquérito por questionário junto dos moradores da Mouraria, por forma a avaliar a importância que estes atribuem aos vários indicadores que constituem cada uma das dimensões em análise.

No entanto, para melhor compreender o rigor com que a peça principal de recolha de dados foi desenvolvida, convém salientar as etapas que precederam a feitura do questionário final.

Numa primeira aproximação ao desenvolvimento do questionário propriamente dito, tomou-se em consideração a informação que foi julgada relevante na bibliografia internacional. De seguida, juntou-se a reflexão sobre as entrevistas semi-estruturadas efetuadas e toda a informação que delas resultou, por forma a tentar “esgotar” todas as dimensões consideradas relevantes para a investigação em curso.

Para além de 2 perguntas de carácter geral, que funcionavam como “filtro” do lugar de residência e do conhecimento que a pessoa a inquirir tinha sobre o PrM (só eram inquiridos moradores da Mouraria e que afirmassem ter conhecimento do PrM), o questionário subdividia-se em sub-dimensões de perguntas que cobriam os vários aspetos mais relevantes da dimensão social a estudar, de acordo com a literatura. Cada uma delas abordava sub-tópicos relevantes, que, como atrás foi mencionado, abrangiam diversos aspetos do cotidiano dos residentes nesta comunidade da Mouraria, que correspondiam às evidencias dos impactos que pretendíamos aferir.

Obteve-se, assim, um primeiro “draft” do questionário, o qual foi sujeito a um “pré-teste” junto de uma pequena amostra de residentes na Mouraria (7), aleatoriamente selecionados.

Pre-Teste do Questionário:

O pré-teste do questionário revelou que o mesmo era bastante extenso, com algumas perguntas/afirmações redundantes, ou mesmo confusas, face ao perfil sócio-demográfico dos inquiridos, sendo o tempo de duração demasiado elevado (30 a 45 minutos). Por este facto, foi decidido simplificar o mesmo, quer no número de perguntas/afirmações que constituíam cada uma das dimensões, quer na simplificação das mesmas (ver Anexo 2 – Inquérito por Questionário).

sendo também notória a melhoria da interpretação das questões por parte do inquirido(a).

Este processo permitiu-nos chegar a 10 dimensoes de análise, cada uma delas com uma bateria das respetivas métricas do que queríamos medir. A bateria de métricas construída, para as várias dimensões, foi transformada em indicadores que permitissem recolher essas evidências, materializados em um número variável de afirmações sobre as quais o inquirido(a) manifestava o seu grau de concordância (entre parêntesis, no final de cada uma das dimensões, o número de afirmações em que o inquirido manifestava o seu grau de concordância/discordância), num total de

46 indicadores (45 repartidos pelas 10 dimensões de análise + 1 de apreciação global do projeto),

conforme explicado em detalhe na Capítulo 1, Secção 1.5. (tabela 3). Relembramos as 10 dimensões de análise:

1.

Coesão Social, Sense of Community (7);

2.

Tempos Livres (2);

3.

Oferta Cultural (5);

4.

Desenvolvimento Pessoal (3);

5.

Espaço Público e Liveability (7);

6.

Valorização do Património e Tradições (5);

7.

Imagem do Bairro e Sense of Place (2);

8.

Mobilidade e Acessibilidade (2);

9.

Segurança (3);

10.

Turismo e nobilitação (9).

Convém assinalar que para as várias dimensões e suas métricas, o número de afirmações é função: da importância que a literatura lhe atribui; da relevância que os entrevistados(as) lhe atribuem (moradores da Mouraria), na fase qualitativa deste estudo; das características em concreto do nosso objeto de estudo e dos nossos objetivos, como a literatura recomenda,

“[indicators] will vary according to the nature and scale of regeneration undertaken, local

conditions, ‘history’ and the objectives being pursued (…) A pick and mix approach is required as there is no universally applicable set of indicators that will be appropriate for a paricular intervention (…)”. (Evans, 2005, p.15),

pretendendo-se, desta forma, que o inquérito por questionário englobasse ambas as realidades (teórica e empírica).

O questionário descrito terminava com a caracterização sócio-demográfica do inquirido(a).

A recolha de informação foi feita de forma presencial, com base no instrumento acima descrito, por 3 pessoas, em 5 dias diferentes, incluindo dias da semana e fins-de-semana por forma a diversificar a população inquirida, sempre coordenada no terreno pela autora deste estudo.

Definição do Processo de Amostragem

Tendo presente as boas práticas definidas por Reis et al (1996), relacionada com as fases do processo de amostragem, entendeu-se necessário tipificar:

1) A identificação da população alvo/população inquirida e unidade de análise; 2) O Método de Seleção da Amostra; e

3) A Dimensão da Amostra

Sabendo-se que o Universo/População Alvo em estudo se centrava sobre a população residente na Mouraria, foi definido que a população a inquirir seriam todas as pessoas que tenham vivenciado e fossem conhecedoras do PrM implementado no bairro no triénio 2010-2013 e que lá residam há mais de 5 anos (antes do PrM).

No que respeita à unidade de análise e tendo em consideração os aspetos acima referidos, a recolha de dados foi feita a sujeitos de ambos os sexos, com mais de 18 anos.

Quanto ao Metodo de Seleção da Amostra e tendo presente que não era possível, em tempo oportuno, obter uma listagem atualizada da população a inquirir e garantir a sua fiabilidade, optou- se por uma amostragem por conveniência.

Tal significa que a equipa de campo foi distribuída pelas diferentes freguesias da Mouraria, tendo a preocupação de abordar as pessoas na rua, nos cafés, ou em qualquer outro local onde as mesmas se encontrassem.

Em resumo, o inquérito foi realizado por entrevista presencial, sendo a mesma suportada por um inquérito estruturado, a partir de um processo de amostragem não-aleatório (amostragem por

conveniência).

No tocante à Dimensão da Amostra, é necessário ter presente que o nível de consistência dos fatores/componentes que derivam de uma Análise Fatorial/Análise de Componentes Principais (ACP) dependem da dimensão da amostra. Por isso mesmo, alguns investigadores aconselham amostras com um número significativo de inquiridos, apontando-se para uma heurística de cinco vezes o número de variáveis e, pelo menos, cem inquiridos, embora não exista consenso quanto a um número concreto de pessoas a inquirir (Bryan e Cramer, 1997; Pestana e Gageiro, 2000).

No entanto, Bryman e Cramer afirmam que o único consenso que existe na comunidade científica quanto à dimensão da amostra é de que o número de inquiridos deve ser superior ao número de variáveis a introduzir na análise: “There is agreemente, however, that there should be

more subjects than variables” (ibidem, 1997, p. 279)

De qualquer forma, alguns investigadores, argumentando que a análise fatorial está muito dependente da consistência dos coeficientes de correlação, dos quais depende uma boa solução fatorial, julgam mais conveniente optar por amostras de dimensão significativa: “Factor analysis is

based on correlation coefficients, which tend to be most reliable when computed for large scales”

(Hutcheson and Sofroniou, 1999, p. 222).

Sublinham, no entanto, que a dimensão da amostra pode ser significativamente diminuída quando não se pretende confirmar/testar processos/modelos concretos:

“It should be noted, however, that these recommendations are for studies designed specifically to investigate underlying processes and that factor analysis may be usefully applied to much smaller samples…One should always keep in mind, however, that computing factors on small samples can be problematic and the solutions variable”

(Hutcheson and Sofroniou, 1999, p. 222).

Por outro lado, é nítida a separação que os autores fazem quanto ao objetivo inerente a uma análise fatorial exploratória e a uma análise fatorial confirmatória:

“The one most commonly reported is the exploratory kind in which the relationships between various variables are examined without determining the extent to which the results fit a particular model. Confirmatory factor analysis, on the other hand, compares the solution found against a hypothetical one (Bryman and Cramer, 1997, p. 277).

Da leitura das citações acima transcritas destes investigadores (Bryman and Cramer, 1997 e Hutcheson e Sofroniou, 1999), decorre que uma análise fatorial exploratória é um técnica estatística multivariada menos exigente e, por isso mesmo, a dimensão da amostra pode,

eventualmente, ser de dimensão mais reduzida, mas não retiram as devidas consequências, pois não indicam uma heurística concreta que permita chegar à quantificação “ideal” da referida amostra.

Ou seja, no que diz respeito à dimensão da amostra, no que respeita a uma análise fatorial exploratória, que é a técnica estatística multivariada que vai ser utilizada neste estudo, a literatura é omissa quanto ao número de inquiridos que deve ser utilizado.

Do atrás exposto, relativamente à dimensão da amostra, coloca-se, simultaneamente, uma certeza e uma dúvida quanto a esta matéria. A primeira tem a ver com a constatação de que a consistência dos fatores que derivam de uma análise fatorial depende da dimensão da amostra, mas a dúvida instala-se quando se sabe que não há consenso sobre a dimensão da mesma.

Navegavamos, por isso, num mar de interrogações/dúvidas sobre essa matéria, sendo certo que o número de inquiridos se situaria, no seu limite superior, nos 225 (5 vezes o número de variáveis

(45) englobadas na análise fatorial) e um número significativamente inferior, mas nunca inferior ao

número de variáveis consideradas, como é referido por Bryman e Cramer (1997).

Para ultrapassar este problema, foi nosso objetivo atingir os 100 questionários, embora só fosse possível obter 94, sendo 87 estatisticamente válidos, quase o dobro do número de variáveis sujeitas à análise fatorial (45), o que respeita o defendido por Bryman e Cramer (1997).

Tendo chegado a um número concreto para a dimensão da amostra, que, como acima se refere, totaliza os 87 questionários em condições de serem submetidos a uma ACP, estamos agora em condições de explicar com que escalas foram recolhidos os dados que se pretendem analisar.

Escalas de Medidas Utilizadas

O inquérito por questionário utilizado, recorre, na sua esmagadora maioria, a escalas ordinais, que admitem uma ordenação numérica das suas categorias. Tal significa que é possível estabelecer uma relação de ordem entre as respostas alternativas, sem contudo medir a magnitude das diferenças entre essas mesmas categorias. Optou-se por uma escala de 7 pontos para minimizar a tendência dos inquiridos pelo ponto neutro (3), quando se utilizam escalas de 5 pontos.

Neste estudo, o recurso exclusivo a escalas de Likert, que são escalas ordinais que avaliam o grau de concordância com certas afirmações, para recolha dos dados que foram sujeitos à análise fatorial exploratória, evitou, por outro lado, uma desvantagem importante do método das

componentes principais, que é a sua variação consoante as escalas de medida das variáveis iniciais (Reis e Moreira, 1993).

Em certas situações, as escalas ordinais, como é o caso das escalas de Likert, podem ser equiparadas a escalas métricas, o que facilita o recurso a técnicas estatísticas multivariadas. Ou seja, sempre que a distribuição das respostas é unimodal e mais ou menos normal, é admissível tratar os valores numéricos ligados com as respostas como tendo sido obtido através de uma escala métrica, o que permite o recurso a métodos paramétricos, nomeadamente a análise fatorial (Hill e Hill, 2005).

Feita esta explicação, passemos agora à apresentação dos resultados da pesquisa.