OBLIGATORISKE KRAV VEDRØRENDE BESTEMMELSENE I KAPITTEL XI-2 I VEDLEGGET TIL DEN INTERNASJONALE KONVENSJON OM SIKKERHET
13 OPPLÆRING, TRENING OG ØVELSER I FORBINDELSE MED SIKRING AV SKIP
A fim de completar o quadro sobre a disciplina Língua Inglesa, os coordenadores de escolas particulares, escolas públicas e de institutos de idiomas foram questionados sobre as bases da disciplina Língua Inglesa, a língua e os materiais usados em sala de aula.
A Tabela 3.60, a seguir, mostra os dados sobre as bases da disciplina Língua Inglesa em termos de habilidades e gramática, segundo a visão dos coordenadores:
Bases da disciplina Língua Inglesa Escolas Particulares N=4 Escolas públicas N=4 Institutos de Idiomas N=4 Gramática 4 4 2 Produção oral 2 3 4 Compreensão oral 2 3 4 Produção escrita 4 3 1 Compreensão escrita 4 3 2
Tabela 3.60 – Bases da disciplina Língua Inglesa segundo os coordenadores de Língua Inglesa
Os resultados da Tabela 3.60 mostram que, para os 4 coordenadores de escolas particulares, a disciplina Língua Inglesa está baseada em gramática, produção escrita e compreensão escrita. Para os coordenadores de escolas públicas, a disciplina está baseada primeiramente em gramática. Em institutos de idiomas, a produção e a compreensão orais são as bases do curso. Comparando esses resultados com aqueles da Tabela 3.57 referentes à mesma questão, observa-se que não são semelhantes. Talvez isso ocorra pelo fato de que as instituições em que os professores e os coordenadores pesquisados trabalham não são as mesmas.
A Tabela 3.61 traz as seguintes informações quanto à língua utilizada em sala de aula na visão dos coordenadores:
Língua usada em sala de aula Escolas Particulares N=4 Escolas Públicas N=4 Institutos de Idiomas N=4
Fala somente português 0 1 0
Fala inglês o tempo todo 0 0 1
Mistura português e inglês 4 3 4
Tabela 3.61 – Língua usada em sala de aula, segundo os coordenadores
Os resultados mostram que, em escolas particulares, segundo os 4 coordenadores, os professores misturam português e inglês durante as aulas. Em escolas públicas, para 3 coordenadores, ocorre o mesmo. Somente um fala português o tempo todo. Em institutos de idiomas, os 4 coordenadores responderam que os professores misturam inglês e português durante as aulas.
Quanto ao material utilizado em sala de aula, a Tabela 3.62 mostra o seguinte: Material utilizado em sala de aula Escolas
Particulares N=4 Escolas Públicas N=4 Institutos de Idiomas N=4 Utiliza apostilas preparadas por você ou
por outros
2 3 2 Utiliza o livro didático e complementa
com material preparado pelo professor
ou coordenador 2 2 3
Utiliza apenas material preparado por
você mesmo 1 1 1
Utiliza livro(s) didático(s) do mercado 1 1 1
Tabela 3.62 – Material utilizado em sala de aula, segundo os coordenadores
Os resultados da Tabela 3.62 revelam que, em escolas particulares, o material utilizado em sala de aula, para 2 coordenadores, é o livro didático juntamente com material complementar preparado pelo professor. Para os outros 2 coordenadores, são utilizadas apostilas preparadas pelo próprio coordenador ou por outros.
Em escolas públicas, 3 coordenadores responderam que são utilizadas apostilas preparadas pelo professor ou por outros e 2 responderam que os professores utilizam o livro didático juntamente com material complementar preparado pelo professor. O nome do livro didático não foi mencionado.
Em institutos de idiomas, 3 dos 4 coordenadores responderam que os professores utilizam o livro didático juntamente com material complementar preparado pelo professor, e 2 utilizam apostilas preparadas por ele ou por outros. O nome do livro didático não foi mencionado.
3.3.2.1 Resumo dos resultados referentes à disciplina Língua Inglesa, segundo os professores e coordenadores atuantes no mercado de trabalho
Os resultados dessas duas subseções mostram quais são as habilidades enfatizadas, a língua e os materiais utilizados na sala de aula, na visão dos professores e coordenadores de Língua Inglesa.
De acordo com os professores pesquisados, as habilidades mais enfatizadas em sala de aula variam de acordo com o tipo de instituição. Em escolas particulares, a compreensão escrita é a mais enfatizada, com foco no vestibular. Em escolas públicas, são a compreensão e a produção escritas. Em institutos de idiomas, a habilidade mais enfatizada é a produção oral, seguida da compreensão oral.
Na perspectiva dos coordenadores, em escolas particulares, a disciplina Língua Inglesa está basicamente fundamentada em gramática, produção escrita e compreensão escrita. Para os coordenadores de escolas públicas, a disciplina está baseada primeiramente em gramática. Em institutos de idiomas, a produção e a compreensão orais são as bases do curso.
Tanto na visão dos professores como na dos coordenadores, os professores misturam as línguas portuguesa e inglesa na sala de aula de escolas particulares e públicas. Em institutos de idiomas, segundo os professores, a maioria deles fala inglês o tempo todo. Para alguns coordenadores de institutos de idiomas, por outro lado, alguns professores misturam inglês e português durante as aulas.
No que diz respeito ao material utilizado em sala de aula, os resultados mostram que, segundo os professores, a maioria usa o livro didático adotado por sua instituição, complementando com material preparado por eles mesmos. Segundo dois coordenadores de escolas particulares, o material usado é o livro didático juntamente com material complementar preparado pelo professor. Para outros dois coordenadores, são utilizadas apostilas preparadas pelo próprio coordenador ou por outros. Em escolas públicas, são utilizadas apostilas preparadas pelos professores, ou o livro didático juntamente com material complementar preparado pelo professor. Em institutos de idiomas, a maioria dos coordenadores respondeu que os professores utilizam o livro didático juntamente com material complementar preparado pelo professor, e 2 responderam que os professores utilizam apostilas preparadas por eles ou por outros.
Na perspectiva do delineamento de um possível syllabus para a disciplina em questão, observa-se que parece haver uma divergência no mercado de trabalho quanto
ao foco, uma vez que cada instituição enfatiza determinadas habilidades em detrimento de outras. Além disso, tendo em vista que as Diretrizes Curriculares e o projeto pedagógico do curso de Letras pressupõem que o professor seja proficiente nas quatro habilidades e considerando que o mercado de trabalho exige essa proficiência nas quatro habilidades no processo de seleção, o syllabus deveria também contemplar as habilidades de produção e compreensão orais.
A subseção seguinte apresenta os resultados quanto às atividades executadas em sala de aula segundo a visão dos professores atuantes no mercado de trabalho, nos três contextos estudados.
3.3.3 Atividades executadas na situação-alvo, segundo a visão dos