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4. Resultat

4.2 Haldningar hos vaksne om konkurransedeltaking

4.2.1 Observerte haldningar

Estimulados a discursar sobre os elementos que o autor do relato de experiência optou para iniciar seu projeto de ensino, pudemos identificar representações, concepções e critérios que os professores valorizam quando selecionam as práticas corporais a serem estudadas durante o ano letivo.

75 Dentre vários aspectos que explicam o fenômeno, o autor aponta que a carga didática para as

disciplinas de cunho pedagógico é bem menor quando comparada àquela das disciplinas biológicas. Isso influencia o entendimento do que se torna importante saber, podendo gerar significados distorcidos sobre a atuação na escola.

76 Monstro, personagem da obra de Mary Shelley, artificialmente construído a partir de partes corporais

No decorrer da entrevista, foi possível reconhecer depoimentos que revelam a importância da relação do trabalho pedagógico com os objetivos institucionais e, principalmente, com o patrimônio cultural dos estudantes, princípios que também foram encontrados em investigação de Neira (2011). Alguns professores expressam o vínculo da Educação Física com o projeto pedagógico da escola da seguinte maneira,

Então, aqui, pelo que entendi do trabalho, o professor teve a sensibilidade, foi muito importante, ele aderiu ao PP. Muitos professores de Educação Física como a gente sabe ignoram, tem aqueles que vão com planejamento com os olhos fechados, com os quatro esportes, o quarteto fantástico77 que o pessoal fala. (...) Tem que estar em cima dos objetivos que você quer atingir seja no Projeto Pedagógico, seja focado na sua matéria, seja no projeto da escola, muitas coisas, tem que estar em cima dos objetivos que você quer atingir, dentro do seu planejamento e dentro do PP. (Professor 2)

Isso, que dialogam com essas problemáticas que apareceram lá no PP. (Professor 5)

Para direcionar o trabalho dele. O norte do trabalho está ai, você conhecer o que a escola propõe para os alunos, qual o projeto pedagógico, antigamente, qual o projeto político pedagógico, agora só pedagógico, mas continua sendo político. (Professor 9) O projeto pedagógico manifesta as aspirações que se pretendem com o processo educacional. Envolve a definição dos rumos e seleção dos caminhos que a escola vai assumir. Pode ser, inicialmente, compreendido "como um processo de mudança e de antecipação do futuro, que estabelece princípios, diretrizes e propostas de ação para melhor organizar, sistematizar e significar as atividades desenvolvidas pela escola como um todo" (PADILHA, 2004, p.2). Portanto, como destacado pelo professor acima, não é neutro, e sim intencional, político.

Para um dos participantes do estudo, o projeto pedagógico é a base da escola, na qual expõe os objetivos para aquele contexto, atendendo os vários sujeitos da comunidade escolar.

O PP também está associado a essa questão da comunidade escolar, porque de certa forma o PP é o alicerce da escola, então, o que tá no PP é de certa maneira o que a escola entende o que é importante para aquele contexto, onde considera não só a escola e os alunos, mas toda

a comunidade escolar, então, a família, o entorno, tudo que está envolvido dentro da escola. Então, acaba de certa forma atrelado a comunidade escolar, o que está inserido e a um mapeamento inicial que você faz. (Professor 8)

De acordo com Padilha (2004), a definição das pretensões educativas deve articular os interesses e visões dos diversos sujeitos da educação. Ou seja, o projeto pedagógico deve expressar a construção coletiva dos objetivos educacionais, envolver a expressão de diferentes vozes, de estudantes, pais, professores e outros profissionais da educação.

Entendemos que as possibilidades de maior adesão e sucesso do projeto pedagógico, justamente, se encontram quando os diferentes participantes do processo educacional participam de sua construção, expondo seus anseios, saberes, práticas e pretensões. Padilha (2004) nos ensina que os caminhos para realizar o projeto pedagógico podem ser diversos, mas todos eles devem passar pelo reconhecimento do contexto da escola.

Com o sentido de reconhecer a comunidade escolar e buscar dialogar com as manifestações corporais presentes no patrimônio cultural dos estudantes, os professores destacam o mapeamento como meio para a definição dos temas. Reconhecem o seu papel norteador do trabalho pedagógico.

O mapeamento te norteia, ele te dá um norte para as atividades que você vai fazer, é importante. (Professor 2)

Para começar o trabalho, para direcionar o caminho, importantíssimo, o que faz toda a diferença se vai dar certo ou não é esse mapeamento inicial, essa pesquisa inicial (...) É fundamental partir da realidade dos alunos, partir do conhecimento que ele tem, conhecer a escola, a comunidade que está inserida, o que eles fazem é fundamental. Facilita muito o trabalho, partir de um problema comum deles, bem Paulo Freire mesmo, partindo da realidade do cara. (Professor 9) Primeiramente, eu entendo isso como sendo o mapeamento do trabalho, onde ele tenta reconhecer todas as manifestações culturais corporais, neste caso aquelas que os alunos tiveram acesso e isso é válido, principalmente, para validar aquilo que é local em detrimento daquilo que é global, e para validar aquilo que as crianças conhecem, no caso aqui o que os jovens acessavam, para que eles entendessem estas práticas, nas quais tinham contato, as relações que estavam ali nessas próprias práticas. É válido para reconhecer aquilo que é local, aquilo que as crianças têm acesso. (Professor 1)

Eu acredito que seja importante na medida que esse mapeamento acaba de certa maneira aproximando o aluno, da realidade onde ele

vive e a escola. Então, eu acho que essa ligação é importante porque me parece que quando essa conversa não existe entre a comunidade e a escola a prática fica sem significado para o aluno, fica uma coisa muito distante onde se discute uma coisa na escola e no dia a dia dele, onde ele vive fora da escola, essa conversa não cria espaço de discussão, onde ele possa vivenciar, praticar e fazer. Então, esse mapeamento pra mim é importante nesse sentido de você conseguir associar a prática pedagógica com a prática do aluno no seu dia a dia, a sua vivência no dia a dia. (Professor 8)

Ao se atentar ao universo cultural dos estudantes é possível, de acordo com os professores, uma maior aproximação da instituição escolar com a realidade e com aquilo que é significante aos estudantes. Podemos dizer que é a porta aberta e passo inicial de um trabalho que não se dissocia da vida dos seus participantes, de suas experiências e da multiplicidade de vozes presente no contexto escolar. Os discentes percebem que "aquilo que ele aprende possui um sentido e uma aplicação em sua vida e em sua prática social, marcando seu lugar de pertença à espécie humana, como protagonista da história e da cultura". (CORAZZA, 2003, p. 36).

Paulo Freire78 foi um exímio defensor de uma educação que tivesse como ponto de partida a realidade dos discentes. A escolha dos temas de estudo ocorre a partir de um processo de investigação da cultura local, das experiências, práticas, de contradições e anseios existentes. Como Giroux e Simon (1999) apontam, a cultura popular tem grande força na visão que os estudantes têm de si e das relações com mundo. Portanto, o trabalho consiste em justamente captar elementos do universo cultural para o seu questionamento e ampliação.

É nesse sentido que o mapeamento, um dos encaminhamentos didáticos propostos pelas Orientações Curriculares, se apresenta como "a base do currículo escolar" (SÃO PAULO, 2007, p. 67). Tal encaminhamento pretende identificar o repertório cultural corporal dos estudantes e o que eles conhecem a respeito da temática problematizada. O professor busca perceber os saberes, discursos, estereotipias, a valorização ou desvalorização de certas identidades culturais, entre outras possibilidades. Ou seja, além de reconhecer a cultura corporal do grupo, o mapeamento se estende "para a própria aula em uma ação permanente de troca de saberes entre os alunos, entre os alunos e o professor e entre todos e a manifestação" (SÃO PAULO, 2007, p.68).

Nesta direção, na visão dos professores entrevistados, a aproximação da prática pedagógica com a história de vida dos estudantes permite conhecer, discutir e compreender mais profundamente a realidade que os rodeia, caminhando, assim, para uma melhor leitura de mundo.

É a ideia do mapeamento é essa, você tentar de certa maneira trazer o aluno, onde o aluno vive, aonde ele frequenta, o que ele faz para você trazer para escola e discutir isso, para ganhar um significado daquilo que ele tá fazendo, o aluno. Então, o mapeamento na minha forma de entender é esse, você tentar de certa maneira olhar o ambiente social onde ele está inserido e discutir esse ambiente. Conhecer, discutir o ambiente que ele está. (Professor 8)

Principalmente para fazer uma leitura melhor daquilo que a cerca. Assim ela consegue fazer uma leitura melhor de mundo partindo daquilo que ela tem perto dela. (Professor 5)

A perspectiva multicultural, justamente, defende um ensino que considere o patrimônio cultural dos discentes, analise suas construções, conhecimentos, discursos, procurando ampliar o olhar. Compreender o ambiente social em que se está inserido é um instrumento importante para que se enfrente os desafios presentes no cotidiano e fomente o compromisso em formar estudantes críticos. McLaren e Giroux (2000) defendem uma pedagogia que abarque a experiência cultural dos discentes e os subsidiem com meios críticos para a análise e engajamento na transformação social.

No processo de escolha das manifestações corporais a serem desenvolvidas, os professores compreendem a possibilidade de trabalho tanto com práticas que os estudantes vivenciam como aquelas que acessam por outros meios, mas que fazem parte do contexto social.

Seria mais interessante ele encontrar naquela região, no entorno escolar algumas dessas práticas, ou então talvez não no entorno, mas a partir daquilo que as crianças acessam em casa, na internet, na tv, algo que seja próximo deles (...) A ideia é olhar para a região e para além da mesma, considerando toda a cultura corporal que os alunos acessam, por meio da mídia, por outros meios que eles têm acesso, para, a partir disso, tentar encontrar uma prática que dialogue com essas problemáticas que apareceram no PP da escola que faziam parte dos objetivos do professor a serem alcançados. (Professor 5)

O que me faria escolher tal manifestação e não a outra eu acho que a vivência dos alunos, eu consideraria o que eles conhecem sobre cada uma e o que eles praticam ou que a maioria faz ou conhece. Então, eu

tentaria ir para esse caminho, o que existe e o que eles fazem a partir daquilo que existe ou até não fazem. (Professor 8)

Aqui com essa turma de repente é bom eu trabalhar a questão da luta, porque, por exemplo, o futebol é presente no entorno da escola, mas tem uma turma do sétimo ano que é vidrada nessas lutas de MMA, está o maior burburinho na escola e você viu isso lá. Eu acho que isso já é um gancho também para o professor trazer, entendeu. (Professor 6)

Não precisava ser uma prática que eles já sabem. Eles já utilizam essa prática no dia a dia deles, a maioria, que pudesse ser apresentado outra prática, mas que se discutisse as mesmas questões. (Professor 7)

Tais depoimentos se aproximam do que as Orientações Curriculares propõem, ou seja, um trabalho que abrange tanto práticas presentes na comunidade escolar quanto no universo cultural mais amplo. Contudo, em outro sentido, apesar de o professor defender que se deve desenvolver projetos com práticas diferentes daquelas que os estudantes vivenciam, encontramos a compreensão que o mapeamento se refere a práticas corporais presentes no entorno escolar e com o que os estudantes praticam no seu dia a dia.

Eu tenho uma certa dificuldade em relação a isso. Tenho um ano inteiro na escola ou eu posso acompanhar uma turma, posso estar dois, três anos com o mesmo grupo até mais que isso. Se eu for levar dentro do mapeamento da região, eu posso focar o futebol, pode ser que eu pegue o funk. Mas, por exemplo, em que momento eu vou jogar se não existe por ali, por exemplo, algumas coisas de esportes radicais? O próprio skate, por exemplo, ou o slackline, ou qualquer coisa assim, para que eles que nunca ouviram falar, conheçam, se não tem por ali, entendeu. Então, eu acho que também é minha função apresentar coisas que não são do dia a dia deles, para eles conhecerem. Às vezes, você pega grupos de oitavo ano que não conhecem, se você falar de slackline uma grande parcela nunca ouviu falar, não sabe o que significa. E assim vai, quando vai para um arvorismo. Então, por que não, você viu que eu tenho muitas perguntas, por que não apresentar aquilo que ele nunca viu? (Professor 1)

Restringir o mapeamento aos aspectos vivenciais dos estudantes causa incertezas sobre trazer para a escola práticas culturais mais distantes, de outros grupos culturais, dificultando a identificação de distintas possibilidades de estudos. O documento curricular explicita a noção de um trabalho que envolva as construções de outros grupos culturais ao expor que ao longo do percurso escolar os discentes "terão oportunidade de conhecer, debater, vivenciar, experimentar, pesquisar, modificar e ampliar seus conhecimentos a respeito do próprio patrimônio e do patrimônio da cultura corporal dos

outros grupos que compõem a sociedade" (SÃO PAULO, 2007, p.44). Ou seja, não se trata de permanecer apenas na cultura de chegada dos estudantes ou então, criar guetos curriculares, mas de reconhecer seu repertório cultural.

Dessa forma, o professor poderá acessar práticas corporais que geralmente não são discutidas, trabalhadas ou vivenciadas, mas que os estudantes têm acesso seja por meio midiático, relatados por outras pessoas ou que foram observadas em determinados locais, como por exemplo, os esportes radicais, o slackline e o próprio skate citados pelo professor. Além disso, dependendo do projeto proposto, o trabalho com práticas de outras culturas pode ser uma interessante forma de ampliar os conhecimentos e desenvolver reflexões que questionem a construção da diferença, aspecto fundamental em um currículo multiculturalmente orientado.

Para alguns professores, começar o trabalho a partir de práticas que os estudantes realizam pode servir de referência para o estudo com outras que sejam diferentes.

O futebol poderia ser um chamativo, porque a gente sabe o quanto eles gostam. O futebol seria a ponte para outras práticas. (Professor 7) [em relação ao relato de experiência] Eu penso também que a questão do futebol tem que ser discutida sim, mas acho que não pode ficar limitado. Não é que isso aqui tá errado (...), mas isso aqui é a ponte, como ela falou, para levar a outras discussões. (Professor 6)

Até porque é difícil você trazer um trabalho diferente, é sim um ponto de partida para um trabalho diferente, que fuja da realidade deles, se você quer ampliar alguma coisa, ampliar a visão. Então, partindo da realidade deles é mais fácil ampliar depois. Agora começar com uma coisa que ele não tem contato ele vai se distanciar mesmo. (...) O processo para as outras modalidades é a mesma coisa, ele vai conhecer o jogo que muitas vezes ele não conhece. Às vezes ele não tem acesso aquele jogo, às vezes, ele fala que não gosta, mas não teve acesso. Às vezes um ponto de partida interessante para uma outra modalidade. (Professor 9)

As falas dos entrevistados apontam caminhos que encontraram para facilitar e propiciar o desenvolvimento do trabalho em consonância com a proposta curricular. No entanto, também verificamos que na opinião do entrevistado é mais fácil iniciar o trabalho com algo que os estudantes gostam de fazer para posteriormente desenvolver o projeto com outras práticas, o que denota uma concepção distorcida79 de mapeamento.

79 Vale destacar que no campo da teorização curricular pós-crítica não há representação fiel sobre as

Como dito em um depoimento, "Talvez começar com uma modalidade diferente seja difícil, começar com uma coisa que ele gosta é mais fácil" (Professor 9).

Não há na proposta curricular a indicação de um trabalho que tenha como base o que os estudantes querem ou gostem de usufruir. Inferimos, assim, que a noção expressa pelo professor estaria equivocadamente relacionada à compreensão de valorização dos saberes discentes. Deduzimos uma certa aproximação com a concepção que o ensino e as aulas de Educação Física têm que relacionar-se aos interesses pessoais dos estudantes e de serem prazerosas.

No documento curricular, considerar o patrimônio cultural dos discentes, seus interesses, não se refere àquilo que eles gostam de realizar80. Ao compreender que o processo educativo é político e o planejamento é uma intervenção intencional, é fundamental que a seleção dos temas e a ação docente se referenciem em reflexões sobre o que e o porque das opções e caminhos delineados. Como Corazza (1997) aponta, o planejamento é uma forma de política cultural. Caso deixemos essa função de lado, desvalorizaremos o trabalho pedagógico e abriremos espaços para a continuidade de um currículo hegemônico. Olhar e dialogar com os escolares, portanto, não significa optar por aquilo que eles querem, mas abrir espaço para suas diferentes construções, saberes, anseios e realizar aquelas opções que dialoguem com as pretensões educativas. Opções que são políticas e importantes na luta cultural contra discursos unívocos e para a ampliação e reflexão crítica dos discentes.

Preocupados em identificar mais profundamente os elementos da cultura e as práticas corporais que os estudantes acessam, acessaram alguns professores indicaram a observação do entorno da escola e a utilização de outros meios como o uso de registros escritos, desenhos e o contato direto com os educandos por meio do diálogo.

Pelo que entendi aqui ele observou e tinha uma série de campos de soçaite, se a gente observa tem vários locais, por exemplo, que tem baile funk, eu poderia tematizar o funk e abordar todas essas questões juntas. Se de repente ele olhasse, por exemplo, fosse um lugar com muitas quadras de basquete, por que não abordar o basquete e dentro do basquete abordar todas essas questões. (Professor 1)

disputas pela significação. O termo é utilizado no sentido em que se trata de representações que se distanciam daquelas presentes no currículo oficial.

80 Como Neira (2010b) explica, não quer dizer que não se deseja uma participação interessada, animada

ou a apreciação das atividades por parte dos discentes, no entanto, não se tratam de objetivos e finalidades do componente.

Bom, é que ele olhou com critério da região, viu que tinha alguns campos lá, tudo bem. Mas, acho que poderia ter sido feito também um mapeamento com os alunos, seja via desenho, via escrita, seja lá de que forma fosse, e a observação, porque isso aqui foi via observação, para ver também outras possibilidades. (...) Iria pensar em uma ficha, em alguma coisa que eu pudesse coletar dados dos alunos. É claro, obviamente, que eu vou olhar para o que tem no bairro, relacionado à cultura corporal, só que eu também ia ver de repente o que os alunos estão interessados em aprender, qual é esse conhecimento que eles têm, qual essa bagagem que eles têm com relação a cultura corporal. (Professor 4)

Uma conversa, um caminhar no bairro, reconhecer as coisas que tem no bairro e conversa, diálogo com os alunos também é essencial. (...) Converso com os alunos até mesmo antes para saber as práticas que eles acessam, sempre a partir do diálogo com eles. (...) Com perguntas, fazendo perguntas sobre o que acessam, o que veem. Por meio de perguntas mesmo, com o registro na lousa e outras formas de registro fazendo ali, um mapa da região, alguma coisa desse tipo. (Professor 5)

Eu acho que nada mais que a conversa direta com os alunos, porque aqui a partir do mapeamento do entorno ele percebeu que tinha áreas de futebol, escolinhas, mas eu penso que mesmo que o futebol seja uma atividade presente no dia a dia dos alunos, eles têm outras vivências e ai fazer um levantamento com a turma. Nesse levantamento, por exemplo, o que mais apareceu foi lutas, então, vai trabalhar esses conceitos em cima da luta. Ah, apareceu depois do futebol a ginástica, então, faz um levantamento com os alunos. (Professor 6)

Eu sempre converso muito com os alunos nos primeiros dias de aula sobre o que eles fazem, você conhece mais a realidade da escola, o projeto da escola e o que eles fazem. A grande maioria até joga futebol, talvez pela facilidade ali, coloca um chinelo de um lado e um