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6. Conceptualisation, Instantiation and Change The main focus of this chapter is to investigate how the zero vision is

6.1 CONCEPTUALISING AND INSTANTIATING THE ZERO VISION

6.1.1 The Ministry – “Not merely empty words”

5.1 Estruturas psicológicas propostas para a explicação do funcionamento da mente humana

A dificuldade que o homem enfrenta para compreender a si mesmo é o que o faz produzir a incompreensão de sua própria história, perdendo-se muitas vezes em seu próprio eu.

Esse problema gera uma potencialidade desertificada para o nada: a contradição e o conflito em sua psique são causas desses problemas que conduzem à decadência da razão humana e que implica no sistema decisório mediado pela inteligência humana. Para Bobbio (1999, p. 56)

Quando se diz que o juiz deve aplicar a Lei, diz-se, em outras palavras, que a atividade do juiz está limitada pela Lei, no sentido de que o conteúdo da sentença deve corresponder ao conteúdo de uma lei. Se essa correspondência não ocorre, a sentença do juiz pode ser declarada inválida, tal como uma lei ordinária não-conforme à Constituição.

Por isso, da necessidade de uma ciência que possa tentar explicar como funciona a mente humana do indivíduo, as psicologias trataram de fundar escolas, cujo objetivo foi o de buscar respostas à compreensão do funcionamento da mente humana.

Elas se dividiram em correntes, com ideologias criadas a partir de seus pensadores, no entanto, o que eles enfrentaram em comum foi a constatação de certas complexidades envolvendo o homem como ser temporal e o mundo em que ele existe.

Nesse aspecto, a fisicalidade do mundo, ao mesmo tempo em que demonstra um certo equilíbrio em harmonia em si, reflete por outro lado a existência de uma lei ainda por desvendar o desconhecido. É, portanto, prova importante para tornar evidente a existência do paradoxo do tempo como um fenômeno constatável e de grande relevância para a espécie humana.

É nesse tempo “lapso temporal” que a estrutura corpórea e psicológica humana caminha em busca de se fazer a cada instante; é nesse fluxo de influxos que o conhecimento se constitui como capacidade cognitiva psicológica, porque habita uma mente que percebe e é percebida.

Portanto, o homem como ser existencial se faz no tempo, porém nunca se completa em sua totalidade como ser cognoscente, o que faz da psicologia um instrumento científico cuja finalidade é a de dar respostas às funcionalidades da mentehumana.

A literatura psicológica, na busca de delimitar seu objeto de pesquisa, essa se definiu a partir da mente humana, esse é o foco. Para isso, a fragmentação foi proposital no sentido de gerar a definição de conceitos a partir das delimitações das partes convencionalmente definidas pelos cientistas da mente.

A partir de então, as escolas das psicologias e seus percursores passaram a estudar o homem e sua relação com o mundo, a partir de certa cartografia, ou melhor, uma espécie de mapa da mente, com o intuito de esclarecer o seu funcionamento.

A categorização do cérebro humano em faculdades foi subdividida em sensação, percepção, mente e memória como elementos do tribunal da razão em que habitam os níveis da consciência. O cérebro do homem então é temporal, porque a consciência do homem faz-se no tempo no qual se abre a fenda que lhe possibilita conhecer o mundo e conhecer-se como ser existencial.

A capacidade de conhecer é mais do que isso, é energia, é ação que acontece a partir da concepção, são níveis, por isso, de sua vulnerabilidade diante dos inconstantes reflexos que ele sofre do meio que o constitui e do intuitivo meio que o circunda.

Esse é o laborioso trabalho da psicologia pela busca de dar explicação não somente da complexidade do mundo da mente humana, mas explicar sua relação com o mundo que o homem habita. A psicologia, embora seja uma ciência reconhecida há poucos séculos, remonta desde a antiguidade, conforme ilustram Telford.85O estudo da psicologia ou das psicologias revela-se essencial para uma

85 “Antes do século XIX, a Psicologia era parte integrante da Filosofia, e a maioria das especulações

sistemáticas relativas aos problemas psicológicos foi feita por filósofos. Os ensinamentos e escritos de Sócrates (470-399 a.C), Platão e Aristóteles haviam transferido o foco do interesse da filosofia grega, da natureza do universo físico, para a natureza do homem. Essa transferência pôs em destaque inúmeros problemas psicológicos. / Entre outras observações, notou Platão dois princípios

viagem rumo à compreensão da mente humana e de seus atributos. Exige do homem mais do que conhecer, saber compreender e dar às funcionalidades cognitivas suas reais funções.

O indivíduo, como expressão limitada, ou seja, como “Ser”, como ente, que possui limite cognitivo, faz-se representar a partir de um organismo complexo e completo no todo dentro de sua totalidade.

É, todavia, apenas um elemento, uma parte de um sistema maior, um passageiro sendo transportado com outros da mesma espécie que se reserva em suas peculiaridades; sua identidade psicológica o define e o faz singular, sendo um dos pontos centrais que envolvem sua espécie, seu limite cognitivo, dadas suas peculiaridades do cérebro e das faculdades mentais. Para Wilber (1979, p. 22),

O ponto central dessa discussão dos limites eu/não-eu é que não existe apenas um, mas muitos níveis de identidade disponíveis para um indivíduo. Esses níveis de identidade não são postulados teóricos, mas realidades observáveis – podemos testá-las em nós por nós. Com relação a esses níveis diferentes, é como aquele fenômeno é conhecido, mas essencialmente misterioso, que chamamos de consciência como fosse um espectro, uma coisa semelhante a um arco-íris composto de diversas faixas ou níveis de autoidentidade.

envolvidos na memória: a associação por contiguidade e a associação por similaridade. Ele deu a entender que a propriedade pessoal de alguém, uma lira ou uma peça de roupa, “forma aos olhos da mente” uma imagem do dono, porque o objeto e a pessoa foram repetidamente vistos juntos no passado. Platão também deu a entender que a vista de um objeto tende a evocar outro, porque as duas coisas são parecidas (Warren, 1921). E complementam os autores citados em longa, mas essencial citação (1973, p. 16-17): “Num exame dos conhecimentos do seu tempo, Aristóteles investigou tanto os fenômenos “mentais” quanto os físicos, e notou que os pensamentos se seguem uns aos outros com certa regularidade. Enumerou a similaridade, o contraste e a contiguidade como os três tipos de relações que proporcionam elos de ligação numa cadeia de pensamentos. Disse Aristóteles que a mente recebe a impressão de uma experiência exatamente como a cera recebe a marca de um anel colocado sobre ela; a persistência de uma impressão dessa natureza constitui memória. A memória afigurava-se a Aristóteles como a posse de uma experiência potencialmente revivescível. As suas concepções da aprendizagem e da memória constituem um grande passo na direção de uma explicação naturalística da vida mental – ele indicou claramente que as sequências de processos ideacionais (de pensamento) não são fortuitas, mas obedecem a princípios discerníveis. Também acreditava que os mesmos princípios definidos presidiam tanto o pensamento intencional quanto o fluxo espontâneo de pensamentos (Warren, 1921; Boring, 1950). Para Telford e Sawrey (1973, p. 21). A psicologia é definida em nossa contemporaneidade como sendo: [..]ciência do comportamento humano ou como ciência das experiências e atividades dos seres humanos. O termo passou por diversas definições provisórias: tem sido sucessivamente definido como a ciência da mente, a ciência da atividade mental, a ciência da consciência e a ciência da experiência consciente. Até certo ponto, essas mutáveis definições refletem a natureza mutável dos interesses e preocupações dos que se tem denominado psicólogos (TELFORD, Charles Witt; SAWREY, James M. Psicologia: uma introdução aos princípios fundamentais do comportamento. 4. ed. São Paulo: Cultrix, 1973, p. 16).”

Considerando que a consciência é um espectro, é possível notarmos que a subdivisão em níveis, tais como o do ego, o da existência e o da mente, dentre outros, correspondem a uma diversidade de sensações e condições capazes de influenciar na forma como o pensamento é formulado e exteriorizado com relação ao sujeito-objeto. O pensamento, portanto, presume conhecer-se o que não parece ser uma atividade simples e de fácil esclarecimento.86

Isso significa que existe algo a ser descoberto, portanto, comprova-se não somente que o homem ainda tem algo a descobrir, como o tempo pode ser provado quanto à sua existência em decorrência de algo por se descobrir: o processo de ordem cognitiva acontece na mente humana e sua relação com a exterior realidade do mundo.

A psicologia, instrumento científico investigativo da mente humana, busca dentro de sua estrutura científica compreender e explicar como se dá o amplo funcionamento do processo psicológico e, dentro de seus níveis de compreensão, isso é objeto de estudo realizado pelas escolas contendo seus tipos científicos de psicologias desenvolvidas em busca de dar uma explicação compreensivamente clara e objetiva às questões existentes comportamentais.

Para essas escolas, o comportamento do homem dentro da linha do tempo registra um histórico que pode ser conhecido, compreendido e explicado satisfatoriamente.

A relação de causa e efeito designa que pensamento, sensação, percepção, sentimento, emoção e outros comportamentos psicológicos podem ser objeto de estudo no sentido de serem compreendidos melhor, em especial pela ciência da psicologia e demais ciências que ampliam esse interesse, denominadas cognitivas.

86 Segundo Wilber: “Quando o universo como um todo procura conhecer-se, por intermédio da mente

humana, alguns aspectos desse universo hão de permanecer desconhecidos. Com o despertar do conhecimento simbólico, parece ter surgido uma cisão no universo entre o conhecedor e o conhecido, o pensador e o pensamento, o sujeito e o objeto; e nossa consciência mais íntima, conhecedora e investigadora do mundo externo, finalmente escapa do próprio domínio e continua como o desconhecido, o não demonstrado e o indominável, do mesmo modo que sua mão pode agarrar um cem número de objetos mas nunca poderá agarrar-se a si mesma, ou do mesmo modo que seus olhos podem ver o mundo mas nunca poderão ver-se a si próprios (WILBER, Ken. O espectro da consciência; tradução Octavio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 2007, p. 26)”.

Todavia, dada a complexidade da mente humana, as conclusões ainda se apresentam incertas, em que pese o esforço das escolas das psicologias e seus pensadores. Isso acontece porque o comportamento humano é probabilístico, portanto, não determinado. Na atmosfera jurídica o risco da instabilidade reside no campo da interpretação fruto da psique da espécie humana.87

O sistema humano cerebral é enquadrado tipologicamente como sistema psicológico. Em representação, pode ser definido como um sistema aberto, perceptivo e intuitivo, influenciável por todos os fatores. Em uma concepção radical, até mesmo a certeza apresentada pela ciência da psicologia está afastada da concepção determinista e aliançada com a probabilidade quanto às suas conclusões; é, portanto, incerta.

Sendo um sistema aberto, as ações humanas são relações prováveis, complexas em que as variáveis visíveis e invisíveis projetam respostas a partir das relações existentes entre a vida humana, seu eu e mundo que o circunda.

Compreender tais elementos tem como objetivo descobrir, sistematizar, qualificar e quantificar essas relações comportamentais, de modo a precisá-las, pois são úteis pelos seus fins, “a compreensão elementar”, porém difíceis dada a enorme e complexa dimensão do mundo onde todas as pessoas se encontram numa relação de causa e efeito.

No cotidiano, o homem descobre que tudo que faz pode na maioria das vezes ocorrer em decorrência das influências externas ao seu eu, de uma razão manipulável e de um inconsciente espontâneo fluido pelos anseios e desejos que a vida realizada lhe proporciona, segundo Assagioli.88

87 Segundo Ross: “Se o juiz se limitar a aplicar a lei aos claros casos referenciais, se manterá preso

às palavras literais da lei, atitude que possivelmente se liga à rejeição de uma concebível restrição dela, para o que aplica por analogia outras normas jurídicas. Por outro lado, se o juiz desejar tomar uma decisão que se situa na zona duvidosa de regra (interpretação especificadora), ou que, inclusive, é contrária ao significado linguístico natural (interpretação restritiva ou por extensão), buscará apoio para o resultado desejado onde quer que possa encontra-lo. Se o relatório da comissão dos redatores da lei puder lhe oferecer tal apoio, ele o citará; se não puder oferecê-lo, ele o ignorará (ROSS, Alf. Direito e justiça; tradução Edson Bini. Bauru: Edipro, 2003, p. 182).”

88“Notaria logo que o homem, não obstante o imponente grau de domínio sobre a natureza, possui

um controle muito limitado sobre o seu interior. Perceberia que esse mágico moderno, capaz de descer ao fundo do oceano e de projetá-lo até a lua, é, em larga medida, ignorante do que se passa nas profundezas do próprio inconsciente e incapaz de se elevar aos luminosos níveis da supraconsciência, tornando-se cônscio de seu próprio self. Unificar-se-ia que esse pretenso semideus que controla grandes forças elétricas com o mover de um dedo e inunda o ar de sons e imagens para divertimento de milhões de pessoas é incapaz de lidar com as próprias emoções, impulsos e desejos (ASSAGIOLI, Roberto. O ato de vontade. São Paulo: Cultrix, 1973, p. 7).

Esse fenômeno dá-se em decorrência da possibilidade quase permanente da manipulação do fluxo da consciência humana em decorrência da percepção intuitiva que é exposta em sua razão, que se vê constantemente envolvida por intermédio de “artifícios tipográficos” naturais ou artificiais que comprometem o resultado fim das ações dos indivíduos, como define Humphrey (1976, p. 38).

Em primeiro lugar, a consciência é considerada fluida em seu movimento e livre de conceitos arbitrários de tempo pelos escritores que pertencem à geração que sucedeu W. James e H. Bergson. “Fluida” não significa necessariamente em fluxo suave. Podemos admitir que o fluxo da consciência é encontrado em níveis próximos ao estado de inconsciência, mas como os níveis da pré fala mais próximos da superfície são o tema da maior parte da ficção do fluxo da consciência, as condições e interferências ao fluxo vindas do mundo de fora tornam-se um fator importante. Em suma, o tempo “fluxo” não é inteiramente descritivo. A noção de sintaxe deve ser acrescentada a esse fluxo para indicar a qualidade de ser sustentada, de ser capaz de absorver interferências depois que o fluxo é momentaneamente rompido e de ser capaz de passar livremente de um para outro nível da consciência.

A relação entre memória, sentido e imaginação é estabelecida pelo processo associativo intuitivo muitas vezes sob o plano espontâneo do inconsciente, portanto, manipulável ou controlável, como bem sintetiza Krishnamurti/David Bohm (1985, p. 76).“Pensamento é o momento da memória, que é experiência e conhecimento armazenado no cérebro”.

Disso se conclui que o pensamento humano, o fluxo da consciência, está canalizado em duas vertentes que abastece o modo de obter suas ideias sobre o mundo. Sendo essa a sistemática operacional, o pensamento humano está lastreado na memória, como também na visão intuitiva que em si não é pensamento, todavia, participa ativamente na tomada de decisões.

A visão intuitiva é pura ação, que gera a incidência de modificação de forma atemporal. Esta característica da visão intuitiva é capaz de causar transformação mutativa no cérebro, o que revela a possibilidade de alteração não somente de posicionamento como na própria forma de compreender o mundo e as decisões sobre ele. A razão no contexto seria um mito.89 Tem-se uma constante instabilidade

89 Conforme esclarece Lévy, “É possível que não exista nenhuma faculdade particular do espírito humano que possamos identificar como sendo a “razão”. Como alguns humanos conseguiram, apesar de tudo, desenvolver alguns raciocínios abstratos, podemos sem dúvidas explicar este sucesso fazendo apelo a recursos cognitivos exteriores ao sistema nervoso. Levar em conta as tecnologias intelectuais permite compreender como os poderes da abstração e de raciocínio formal desenvolveram-se em nossa espécie. A razão não seria um atributo essencial e imutável da alma

sobre as posições das coisas, na medida em que o homem é uma variável suscetível de ter como revolucionada sua posição psicológica sobre o entendimento, a compreensão e a definição das coisas.

O cérebro, órgão operacional motriz do indivíduo que detém diversas atividades e a realizar por intermédio de suas faculdades, possui uma função distante de seu conteúdo, como enfatiza Krishnamurti/David Bohm (1985, p. 80). “Existe uma função do cérebro que atua sem ter relação com seu conteúdo? Sim, com o passado, com o conteúdo da consciência”.

Tal fenômeno é definido como uma visão intuitiva que, por sua vez, surge dentro do processo material do pensamento, dentro do cérebro, fazendo com que seu movimento e seu destino sejam influenciados, como bem define Krishnamurti/David Bohm (1985, p. 139). “Poderíamos considerar que a visão intuitiva é um movimento muito mais amplo do que o processo material que ocorre no cérebro e, consequentemente, que o movimento mais amplo pode agir sobre o movimento mais restrito, mas o mais restrito não pode agir sobre o mais amplo”.

Essa natureza sem causa da razão intuitiva, sem que haja uma preconcepção, porém há uma percepção diante dos fenômenos do mundo, reforça sua atemporalidade, conforme noticiada, além de ser um elemento ou uma propriedade que parafraseando Krishnamurti/David Bohm “...alterado o padrão do argumento, do pensamento, do raciocínio e outras faculdades do cérebro de forma energética e influente, é capaz de registrar um funcionamento diferente nas atividades cerebrais”.90A limitação estrutural psicologizada da mente humana por

humana, mas sim um efeito ecológico, que repousa sobre o uso de tecnologias intelectuais variáveis no espaço e historicamente datadas”. E complementa em trecho contínuo: “O que é racionalidade? Esta é, sem dúvida, uma pergunta que pode gerar muitas controvérsias. Concordemos, por enquanto, com esta definição mínima: uma pessoa racional deveria seguir as regras da lógica ordinária e não contradizer de forma por mais grosseira a teoria das probabilidades nem os princípios elementares da estatística. Entretanto, um certo número de pesquisas desenvolvidas em psicologia cognitiva experimental a partir dos anos sessenta monstraram de forma convincente, que, quando separado de seu meio ambiente sociotécnico pelos protocolos experimentais da psicologia cognitiva, o ser humano não é racional [40, 58, 104] (LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática; tradução Carlos Irineu da Costa. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2011, p. 154).”

90 Neste aspecto é esclarecedor Koestler: “Todo que podemos decir es que se nuestra orientación y

nuestras reacciones motoras y posturales dependen de los circuitos electricos del cérebro el hecho de vivir en un mundo invertido debe entreñar muchas modificaciones en el diagrama de instalación. Las gafas de inversión son artefactos drásticos, pero la mayoría de nosotros vamos por la vida llevado unas lentes de contacto que no sentimos y que deforman nuestras percepciones de maneira mas sutiles. La psicoterapia antigua y moderna, desde el chamanismo hasta las formas contemporâneas de las técnicas analíticas y abreacción, siempre se la baseado en variante del processo de destrucción y reconstrucción que Enst Kria, em mente psicoterapeuta, la llamado “regresión para el servicio del ego” El neurótico con sus compulsiones, su fobia y sus elaborados mecanismos de

vezes interrompe a possibilidade de instituir-se uma nova e bem melhor condição de conhecimento para atender a uma nova realidade.91 A condição humana conhece

que as falhas no processo de resgate de informações e dados na memória são comuns, mesmo que assentados em conteúdos armazenados. Isso se dá devido à estrutura do sistema cognitivo da espécie humana, a qual conduz a percepção a fazer predominar a atenção às informações e aos dados da “razão” intuitiva de curto prazo, muitas vezes contradição às de longo prazo que se encontram na memória ou na estrutura esquemática.

A instabilidade é fecundada pela incerteza no processo de ponderação das informações e de dados ao qual está submetido o sistema cognitivo humano. Isso pode colocá-lo em questionamento, uma vez que um conflito a envolve, a descrença de ser uma forma exclusiva geradora de conhecimento ou que possa gerar um tipo de conhecimento insubstituível. Para Azevedo (2006, p. 21):

Assim, as concepções de significado e de representação entrelaçam-se com visões de mundo e do ser vivo. Se, por um lado, pensamos a realidade defensa, es victima de una especialización rígida y mal adaptada, en Koala colgado, para toda la vida, de un poste de telegrafo”. E complementa o mesmo autor (1998, p. 166-167): “Toda revolución tiene un aspecto destrutivo y outro constructivo. La destrucción se opera echando por la borda doctrinas que antes parecia inexpugnables y axiomas aparentemente evidentes. El progresso en el arte implica una reapreación, igualmente dolorosa, de los valores, critérios de importância y marcos