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The landscape of non-formal life skills programs for girls

In document CMI REPORT (sider 33-40)

4 Comparative findings

4.2 The landscape of non-formal life skills programs for girls

Este manual destina-se a analisar a relação das fotografias e texto nas UIs que constituem o corpus desta pesquisa.

Campo 1

Trata-se do número de identificação atribuído às UIs no Manual 1. A denominação atribuída ao campo foi NUI.

Campo 2

Refere-se ao número seqüencial das fotos, no conjunto completo das UIs. É composto por três dígitos seguidos da letra F e foi denominado NUFOTO.

Campo 3

Destina-se à compilação do número de pessoas presentes nas fotos. O campo é composto por dois dígitos, tendo recebido a denominação PESSOFOTO.

1 – não se aplica – paisagens, cenários, ambientes sem a presença de pessoas.

2 – grupos numerosos de pessoas, multidões, pessoas de diferentes gerações reunidas na mesma fotografia, grupos de 10 ou mais pessoas.

3 – Foto com família ampliada – pai, mãe, filho(s), avós. 4 – Foto da família nuclear – pai, mãe e filho(s)

5 – Foto de pequeno grupo de crianças na escola ou outro ambiente institucional, com ou sem cuidadora (or)

6 – Foto de criança com a mãe e irmãos 7 – Foto da criança com a mãe

8 – Foto da criança com o pai e irmãos 9 – Foto da criança com o pai

10 – Foto da criança e cuidador (discriminar) 11 – Foto da criança e irmão (s)

13 – outros, impossível discriminar o acompanhante Campo 4

Diz respeito ao numero à presença individual ou coletiva de crianças nas fotos. O campo é composto de um dígito e foi denominado COLIND.

1 – foto individual 2 – foto coletiva 3 – não se aplica Campo 5

Contempla as fotos da criança em diferentes ambientes.O campo, denominado CRIAMB, é constituído por dois dígitos.

1 – não se aplica/ impossível determinar 2 – ambiente doméstico

3 – ambiente escolar – creche, maternal, escolinha e espaços afins.

4 – ambiente institucional de saúde – consultório médico, posto de saúde, consultório dentário e espaços afins

5 – ambiente externo de passagem – ruas, praças, avenidas 6 – ambiente externo de lazer acompanhada de adulto – parques, jardins, ruas (em situação de lazer)

7 – ambiente externo de passagem acompanhada de outra (s) crianças – ruas, praças, avenidas

8 – ambiente externo de lazer acompanhada por outras crianças – praças, parques, jardins

9 – ambiente externo sozinha. 10 – outros

11 – cenário publicitário Campo 6

Trata-se de campo destinado a identificar o sexo da criança. Recebeu a denominação CRISX e é composto por um dígito.

1 – masculino 2 – feminino

3 – impossível determinar 4 – misto

5 – não se aplica Campo 7

Destina-se à avaliação da idade da criança presente na foto.. O campo é constituído por um dígito. O campo recebeu a denominação CRIDADE e é constituído por um dígito.

1 – recém-nascido – bebê de 0 a 2 meses. 2 – bebê – de 2meses a 1 ano e 11 meses

3 – criança pequena -2 anos até 3 anos e 11 meses 4 – criança de 4 anos ou mais

5 – misto

6 – impossível determinar 7 – não se aplica

Campo 8

Refere-se à atividade desempenhada ou sugerida. O campo é denominado CRIATIV e é composto de 1 dígito.

1 – impossível avaliar

2 – dormindo/ deitado no berço ou cama 3 – brincando sozinho

4 – brincando com outra(s) criança(s) 5 – em atividade escolar

6 – em atividade de cuidados pessoais – alimentação, higiene, por exemplo

7 brincando em grupo sob orientação de cuidador (es) 8 – outras atividades; misto

9 – posando para foto Campo 9

Trata-se da expressão de sentimentos sugerida pela foto. O campo, denominado CRISENT, é constituído por um dígito.

2 – alegria, riso, sorriso

3 – choro, tristeza, aborrecimento

4 – medo, susto,insegurança, fragilidade 5 – seriedade, indiferença 6 – raiva 7 – curiosidade, interesse 8 – zanga, ira 9 – misto/outros Campo 10

Refere-se à avaliação da relação da foto com o conteúdo da matéria em que tal fotografia está inserida. O campo é denominado FOTOMAT e é composto por um dígito.

1 – não se aplica/ impossível avaliar 2 – relação direta entre foto e texto

3 – a foto tem uma relação distante com o conteúdo da matéria 4 – a foto não tem relação com o conteúdo da matéria.

Campo 11

TAMAFOTO – Refere-se ao tamanho da fotografia e contém um dígito. 1 – pequena – até cerca de 1/8 da página

2 – acima de 1/8 da página até cerca ½ página 3 – acima de ½ página.

Campo 12

COR/RAÇA – Trata-se das características observáveis nas fotos a respeito da cor/raça. É adotada a classificação do IBGE.

1 – Branca 2 – Preta 3 – Parda 4 – Amarela 5 – Indígena 6 – Mista 7 – Impossível identificar 8 – Não se aplica

Quadro 1 – Alguns modos de operação da ideologia e estratégias de construção simbólica* MODOS ESTRATÉGIAS Legitimação Racionalização Universalização Narrativização Dissimulação Deslocamento Eufemização Tropo (metáfora, metonímia, sinédoque) Unificação Estandardização Simbolização da unidade Fragmentação Diferenciação Expurgo do outro Reificação Naturalização Eternalização Nominalização/ passivização

Quadro 3 – Síntese dos manuais e categorias de análise

Manual categorias Nº Categorias de análise

1 Informações Catalográficas

12 nº de ordem, data de publicação, nº de páginas, título da matéria, título e creche, autoria, autor atuação e sexo, consultor nome, consultor sexo, consultor atuação, seção, gênero jornalístico

2 Relação Bebê/ Criança pequena e Creche

24 concepção sobre criança pequena, diferença entre criança pequena e bebê, direitos da criança, criança no espaço público, melhor opção para o cuidado e educação, idade ideal para o ingresso na creche/escola, número de horas para permanecer na creche escola, expressa opinião sobre problemas relacionados à baixa imunidade da criança que frequenta a creche, comparações entre

creche/escola pública e privada, políticas de creche, aborda licença maternidade, aborda licença paternidade, aborda auxílio creche, apresenta critérios de qualidade, qual o termo empregado para designar o espaço de EI, abre espaço à palavra da mãe, abre espaço à palavra do pai, abre espaço à palavra da criança, abre espaço à palavra dos profissionais da creche, abre espaço à palavra de especialistas, abre espaço à palavra de políticos, abre espaço à palavra de militantes, legitima pontos de vista por meio de especialistas, legitima pontos de vista por meio de literatura técnica

3 Personagem Bebê/ Criança Pequena

10 nº de ordem, nº do personagem, tipo, sexo, idade, raça/cor, descrição, descrição genérica, interação na UI, ambiente

4 Fotografias

12 nº de ordem, nº da fotografia, nº de pessoas, presença coletiva ou individual de crianças, ambiente retratado, sexo da criança, idade da criança, atividade desempenhada, sentimento expresso ou sugerido, relação da foto com a matéria, tamanho da fotografia, raça/cor da criança

Quadro 4 – Princípios éticos propostos por Andrade e Rosemberg (2004)

Princípios éticos que devem nortear a produção e divulgação de peças – texto e imagem – sobre infância e adolescência em situação de vulnerabilidade social e ao estigma.

A produção e divulgação de peças – texto e imagem - sobre crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade deve ter por objetivo o benefício de crianças e adolescentes, atentando para o fato de que, mesmo nos casos de denúncia, estas peças podem servir como estímulo para a exploração, o abuso e a violência contra crianças e adolescentes;

Evitar a veiculação de informações – estatísticas, imagens, relatos de experiência – sobre crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade que não se baseiem em fontes confiáveis;

Quando for o caso, explicitar, claramente que informações sobre crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade baseadas em fontes seguras não são disponíveis;

Divulgar informações que esclareçam contradições na conceituação, metodologia e resultados sobre incidência, causas e impacto de condições de vulnerabilidade vividas por crianças e adolescentes;

Dar um tratamento ao texto e às imagens que evidencie o que se refere a valores e opiniões dos produtores e divulgadores da peça e o que se refere a informações baseadas em fontes seguras e confiáveis sobre crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade;

Evitar a produção e divulgação de peças – imagem e texto – que veiculem discriminação de raça, gênero, condição econômica, religiosa e cultural;

Evitar a produção e divulgação de peças – imagem e texto – que tratem as experiências de vulnerabilidade em que se encontram crianças e adolescentes como sendo atributos do caráter dessas pessoas, preferindo tratá-las como decorrência de uma situação contingencial;

Evitar a veiculação de peças – texto e imagem – que reforcem o prognóstico de um destino inexorável a partir das condições atuais de vulnerabilidade em que vivem crianças e adolescentes;

Atentar para o fato de que encontramos famílias pobres e ricas que respeitam e amam seus filhos (as), do mesmo modo que encontramos também famílias ricas e pobres que não amam e nem respeitam seus filhos (as);

Atentar para a possível discordância entre valores dos produtores e divulgadores de peças e os dos grupos focalizados de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade;

Atentar para o fato que os adultos, mesmo especialistas em infância e adolescência, nem sempre agem no”melhor interesse da criança”.

Princípios éticos que devem orientar a produção e divulgação de peças – texto e imagem – que envolvam diretamente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

A preservação da dignidade, privacidade e integridade física, psíquica, moral, religiosa e cultural da criança ou adolescente em situação de vulnerabilidade deve superar qualquer outro interesse na produção e divulgação de peças a seu respeito, especialmente quando sua identidade e intimidade possam ser expostas;

O consentimento livre e esclarecido de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, bem como o de pessoas responsáveis por sua guarda, deve ser obtido para que participem, através de suas palavras ou imagem, da elaboração ou divulgação de peças;

A decisão para envolver crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na produção de peças – texto e imagem – deve ser precedida da ponderação quanto a riscos e benefícios, tanto atuais como potenciais, individuais ou coletivos, comprometendo-se com o máximo de benefícios e o mínimo de danos e riscos;

Prever procedimentos que assegurem a confidencialidade e a privacidade, a proteção da imagem e a não estigmatização, garantindo a não utilização de informações e imagens em prejuízo de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade quando envolvidos na produção e divulgação de peças, inclusive em termos de auto- estima, de prestígio econômico-financeiro;

Assegurar a inexistência de conflito de interesses entre crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e produtores e veiculadores de peças a seu respeito e que as envolvam;

Prever formas de indenização a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade diante de eventuais danos decorrentes da produção e veiculação de peças – texto e imagem - a seu respeito e que as envolvam;

Garantir que crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade tenham acesso a peças produzidas a seu respeito e que as envolvam, criando condições para que avaliem seu conteúdo e impacto;

Atentar, particularmente, quanto ao respeito a esses princípios éticos na produção e veiculação de peças – texto e imagem - envolvendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade de países estrangeiros, especialmente sub-desenvolvidos.

Quadro 5 – Autores e matérias assinadas Nome nº UI Adriana Teixeira 14 Amélia Gonzalez 2 Ana Gray 42 e 43 Ana Lima 16

Ana M aria Rossi 28

Anamaria Ferreira 33

Andréa Boechat 57

Annie Nielsen 20

Bet ina Serson 52

Carolina Chagas 13

Cecília Dias Ferreira 5

Cecy Hirano 35 Ciano Norões 46 Cláudia M iranda 18 Cristina Dissat 60 Cynthia Ladvocat 6 Dalva Ventura 11 Deborah B. Valentini 56 Dênis de M orais 38

Eliane Pires do Rio 35

Elza Lucchesi 60

Equipe Pais & Filhos 36 e 39

Fábio Sabba 8 Fernando Guedes 33 Flávia Galenbenck 29 Halina Laufer 32 Heloísa Pacheco 28 Humbelina Dourado 41 Janaína Gimael 8 e 30 Jeanine Leal 65 Letícia Belfort 17

Liana Correia Fortes 65

Lucy Dias 35

Luiza Helena 35

M árcia M odesto 48

M aria Amélia Krause 34

M aria Christ ina M artins 47 M aria Costa Pinto 7 e 33

M ariângela M edeiros 7

M arilda Lippi 28

M arisa Accioly 3

M ônica Figueiredo 54 M yrian Coutinho 9, 23 e 37

Neide Nóffis 50

Patrícia Laura 53

Paula Bacchi 28

Pina de Azevedo Santos 15 Regina M aria de Barros

Piment el 1

Regina Rodrigues 44

Regina Stela Braga

40, 49 e 58 Rosângela Vianna 9, 12 e 31 Sandra M oura 26 Simone Intrator 25 Takao M iyagui 7 Telma Alvarenga 10 Thaís de M endonça 4 Vera Ferraz 35 Wanda Carrilho 45 Wilson Bueno 7 Zilda Ferreira 19

Quadro 6 – Matérias em ordem de publicação

Data de

Publicação Título da Matéria

UI

08/1970 Aurora Miranda: do palco à escola 44 08/1971 Escolinha de arte: vale a pena? 7 08/1972 Escola risonha e livre 34 08/1972 Mamãe, eu vou gostar da creche? 35

02/1973 As aulas vêm aí 32

05/1973 2-10 anos. A criança, o lar e a escola 39 08/1973 A dona de casa pode trabalhar fora 33 02/1974 O primeiro dia de aula 15 08/1974 Semi-internato, uma opção para a mãe que trabalha fora 45 02/1975 Viva em paz com a babá. Seu filho vai adorar 38 05/1977 Maternal: um dia-a-dia mais criativo 40

05/1977 Viva bebê 46

02/1979 sem nome 1

08/1979 Sete meses: dia a dia vai ficando mais levado e muito engraçadinho 2 08/1980 4o. mês - conversa animada; a papa e a sopa; primeira separação; vovó, creche, babá 65

05/1981 Psicologia 3

08/1983 2/5 anos: o desafio da adaptação à escola 36 02/1984 Atendimento profissional 4 02/1984 Escolhendo uma boa creche 21 02/1984 Um roteiro completo para a volta às aulas 63 10/1984 Crianças agressivas 6 02/1985 A moda que volta às aulas 11

02/1985 Volta às aulas 60

08/1986 Creche: confie nesta escolha 5 08/1987 Ausência da mãe prejudica o filho? 41 02/1988 Boas-vindas, pequeno estudante 31 05/1988 Com a palavra, nossas redatoras 9

05/1988 Um dia na creche 10

10/1988 O emprego, duas crianças. Como sair mais tranquila 12 05/1989 Ir à escola? Nem pensar 37 02/1991 Tudo pronto para a volta as aulas 18 08/1991 Amigdalite, Sinusite e Otite: as falsas doenças do frio 17 08/1992 A creche do seu filho tem este selo? 61

08/1992 Creche 62

02/1993 Creche, maternal, alfabetização: chegou a hora 25

05/1993 Berçário moderno 23

05/1993 Tudo pronto para voltar ao trabalho 24 05/1994 Quando a criança não quer ir à escola 16 02/1995 Creche: como escolher bem 20

02/1995 Volta ao trabalho 22

02/1996 Cheio de saúde para enfrentar a escola 19 08/1996 A importância da pré-escola 27

10/1996 Terceirização de creche 49 05/1998 Creche: como escolher 59

08/1998 A palavra é não 42

08/1998 Berçários estimulam o desenvolvimento 43 08/1998 De volta ao maternal 57

08/1998 Nada de palmada 58

05/2001 Adaptação à creche 47

05/2001 Para minha mãe! 48

02/2002 1º dia de aula: um momento muito especial 26

10/2004 A escolha certa 8

10/2004 Educação garantida 13 05/2005 Hora de ir para a escola 52 05/2005 Trabalhar não faz mal 64

02/2006 Fui! 14

08/2006 Mudança de escola 50

08/2006 Para saber 51

08/2006 Quanto mais cedo melhor? 56

10/2006 Escolher escola 54

10/2007 A primeira escola 29

10/2007 O ponto de vista da tia 30

10/2007 Segure o bebê 53

02/2008 Vamos para a escola 55

Tabela 1 – Tiragem de revistas de Puericultura Revista\ ano 2005 2006 2007 2008 Pais e Filhos 39.064 42.600 38.565 41.983 Crescer 75.243 83.845 81.089 79.366 Meu Nenê 38.522 35.466 34.856 20.587 Fonte: IVC, 2009.

Tabela 3 – Frequência de UIs por década Ano N % 1969 a 1978 12 18,5 1979 a 1988 17 26,2 1989 a 1998 19 29,2 1999 a 2008 17 26,2 Total 65 100,0

Tabela 4 – Média de páginas por década

Década Média

1969 a 1978 4,1 1979 a 1988 2,6 1989 a 1998 3,1 1999 a 2008 2,5

Tabela 5 – Distribuição das UIs por mês de publicação

Mês N % Fevereiro 18 27,7 Maio 15 23,1 Agosto 23 35,4 Outubro 9 13,8 Total 65 100,0

Tabela 6 – Área de atuação dos autores por década

Área

1969 a

1978 1979 a 1988 1989 a 1998 1999 a 2008 total por área

N % N % N % N % N % Educação 0 0,0 0 0,0 0 0,0 3 15,0 3 4,2 Psicologia * 0 0,0 3 16,7 2 15,4 5 25,0 10 13,9 Redação 21 100,0 15 83,3 11 84,6 12 60,0 59 81,9 Total por década 21 100,0 18 100,0 13 100,0 20 100,0 72 100,0 * Engloba Psicologia, Psicanálise, Psicoterapia, Terapia e Psicopedagogia

Tabela 7 – Autoria por sexo

Sexo N %

Feminino 54 90,0 Masculino 6 10,0 Total 60 100,0

Tabela 8 – Área de atuação dos consultores por década

Área 1969 a 1978 1979 a 1988 1989 a 1998 1999 a 2008 Total área

N % N % N % N % N % Arquitetura 0 0,0 0 0,0 2 11,1 0 0,0 2 3,4 Educação 0 0,0 6 37,5 5 27,8 11 47,8 22 37,9 Fonoaudiologia 0 0,0 0 0,0 1 5,6 0 0,0 1 1,7 Ginecologia e Obstetrícia 0 0,0 0 0,0 1 5,6 0 0,0 1 1,7 Nutrição 0 0,0 1 6,3 0 0,0 0 0,0 1 1,7 Otorrinolaringologia 0 0,0 0 0,0 1 5,6 0 0,0 1 1,7 Pediatria 0 0,0 3 18,8 3 16,7 2 8,7 8 13,8 Psicologia * 1 100,0 6 37,5 5 27,8 10 43,5 22 37,9

Total por década 1 100,0 16 100,0 18 100,0 23 100,0 58 100,0 * Engloba Psicologia, Psicanálise, Psicoterapia, Terapia e Psicopedagogia

Tabela 9 – Título e Creche

Codificação N %

Não se aplica 18 27,7

Ausente 1 1,5

Volta ao trabalho 6 9,2 Escola, creche, berçário e

EI 38 58,5

Babá 1 1,5

Misto 1 1,5

Tabela 10 – Gênero jornalístico Codificação N % Editorial 1 1,5 Artigo 3 4,6 Reportagem 34 52,3 Crônica 2 3,1 Entrevista 1 1,5 Carta 11 16,9 Outros 13 20,0 Total 65 100,0

Tabela 11 - Melhor cuidado do bebê/ criança pequena

Codificação N %

Sim, parente do sexo feminino (avó, tia, irmã) 9 13,8 Sim, parente do sexo masculino (pai, avô, tio,

irmão) 0 0,0 Sim, creche 4 6,2 Sim, outros 8 12,3 Misto 6 9,2 Não 37 56,9 Não se aplica 1 1,5 Total 65 100,0

Tabela 12 - Índice de indeterminação no tema educação e cuidados de crianças pequenas

Categorias N índice

direitos da criança 1 1,5 criança pequena no espaço

público 1 1,5

discussão sobre público X

privado 1 1,5

referência a políticas para

creche 2 3 licença paternidade 0 0 auxílio creche 0 0 palavra do pai 1 1,5 palavra da criança 2 3 palavra de políticos 0 0 palavra de militantes 0 0 legitimação por meio de

literatura 1 1,5

Tabela 13 – Tipos de personagens

Codificação N % G = Genérico 25 33,8 P Individual 21 28,4 P Coletivo 8 10,8 P000 = Sem personagem 20 27,0 Total 74 100,0

Tabela 14 – Cor/raça nas fotos por período Período Codificação N % 1969 a 1978 Branca 32 52,5 Negra 1 1,6 Parda 8 13,1 Mista 6 9,8 Impossível identificar 9 14,8 Não se aplica 5 8,2 Total do período 61 100,0 1979 a 1988 Branca 32 100,0 Total do período 32 100,0 1989 a 1998 Branca 35 76,1 Mista 1 2,2 Impossível identificar 3 6,5 Não se aplica 7 15,2 Total do período 46 100,0 1999 a 2008 Branca 9 50,0 Mista 3 16,7 Impossível identificar 3 16,7 Não se aplica 3 16,7 Total do período 18 100,0 Total Geral 157

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