• No results found

As dimensões da amostra e a forma como foi seleccionada impedem-nos de generalizar os resultados à escala nacional. Esta limitação leva-nos a propor a concretização de investigações idênticas com amostras representativas com a participação de uma equipa de investigadores de várias instituições museológicas e Universidades e/ou Escolas Superiores de Educação. Fizemos um estudo sobre a leitura da obra de arte e o desenvolvimento de estratégias de apreciação em contexto museológico. Não podemos esquecer que há muito que foi reconhecido que uma das principais funções do museu é o de facilitar o encontro entre o objecto e o observador, os dois pólos do sistema de comunicação, afinal a essência da função

MUSEU ESCOLA estratégia Equipa da Investigação Alunos Obra de arte

dos SE. Seria pois interessante a realização de estudos idênticos noutros contextos, nomeadamente em galerias e exposições temporárias.

Depois de recolhidos e analisados os dados teóricos e práticos desta investigação na área da apreciação artística, pensamos ter contribuído para:

(i) o debate entre a educação artística e a museologia principalmente no que diz respeito ao apoio mútuo entre os professores e técnicos do museu e para encontrarem formas de olhar objectivamente o papel de estratégias de ensino artístico que facilitem a leitura da obra de arte; (ii) o desenvolvimento de projectos de formação de agentes culturais tais como técnicos de museus e professores de escolas de diversos níveis de ensino que se preocupam com a educação patrimonial e artística;

(iii) a criação de recursos que encoragem os professores a explorar o museu e o património local nas actividades artísticas e de Educação Visual ou mesmo no âmbito de outras disciplinas tais como História, Língua Portuguesa, Estudos Sociais e contribuam para a integração da arte no quotidiano dos alunos, de forma a ajudá-los a compreender a natureza complexa da nossa cultura em constante transformação e mudança sujeita a influências europeias e não europeias.

(iv) o desenvolvimento de novas abordagens pedagógicas ao museu a partir da experimentação de modelos de apreciação artística e do uso de originais, artefactos e outros recursos utilizados para ajudar a transmitir a compreensão da identidade cultural e respeito pelo património.

Ao incluir estas actividades na programação habitual do MNS deverão ser feitos alguns acertos e, naturalmente, adaptadas às equipas que pretenderem, em conjunto com o Museu, pensar e experimentar estas e outras estratégias de apreciação artística com outros alunos, outros contextos e diferentes obras de arte.

As idas ao museu ocupam períodos curtos, uma a duas horas, não dando grandes oportunidades para um trabalho muito aprofundado. Para atenuar este facto será importante a preparação e a exploração a realizar na escola antes e depois da visita num trabalho de continuidade. Por outro lado esse carácter de experiência, de passagem, porque esporádico, porque diferente do habitual, pode ter as suas vantagens no despertar a curiosidade para voltar.

Uma dificuldade que deverá ser ultrapassada e pensadas soluções é referente ao pouco tempo que as visitas proporcionam, mesmo sendo duas, dada a complexidade de alguns conceitos ou

um período da história da arte ou o simples tratamento das texturas, serão necessárias mais idas ao museu ou uma maior preparação, em tempo escolar, de determinados conceitos.

A quantidade de questões levantadas quando, perante a obra de arte, a turma verbalizava os olhares de cada um, também não deixavam grande tempo para aprofundar determinado assunto, mesmo disponibilizando uma ida ao museu para essa tarefa, uma hora e meia, é pouco tempo para o explorar de forma aprofundada e contextualizada. De qualquer maneira não era objectivo desta investigação dar formação sobre técnicas ou processos de pintura, mas sim experimentar estratégias de leitura da obra de arte que colocassem o observador em interacção com a pintura contextualizando-a e analisando alguns dos elementos da linguagem visual mais evidentes e característicos da Senhora da Meia Laranja e respectivo simbolismo.

Tentaremos não repetir alguns erros estruturando de uma forma mais concreta as propostas de trabalho estipulando por exemplo objectivos menos alargados como o que aconteceu com a actividade prática do sexto ano onde se poderia ter trabalhado mais profundamente, por exemplo, um, e apenas um, aspecto formal ou processual. Pedir que representassem a pintura da Senhora da Meia Laranja como se fossem artistas de hoje, era evidentemente um pedido pouco específico que apenas apelava à criatividade na reinterpretação da Senhora da Meia

Laranja e não a qualquer característica da arte Contemporânea. Essa poderá ser uma proposta

futura utilizando a comparação de duas obras de épocas diferentes, Renascimento e arte Contemporânea, trabalhar apenas um aspecto de análise da obra de arte.

Em relação à questão colocada às professoras da que equipa sobre se acharam ou não suficiente este contacto com a obra de arte apenas um elemento pensou ser suficiente, considerando a idade dos alunos (jardim de infância), os outros elementos da equipa estiveram de acordo ao considerar esta experiência como apenas um começo (AM), um exemplo a ser repetido e diversificado:

Nunca é o suficiente, quanto mais contacto existir com obras de arte, assim como com diferentes correntes artísticas, mais preparados os alunos ficam para conseguirem emitir uma atitude crítica perante aquilo que estão a visualizar.

À questão – O que poderia ser feito? Responderam

Um maior intercâmbio entre as escolas e os museus.

LA

A implementação da estratégia de leitura da obra de arte provou que, se do ponto de vista cognitivo, os resultados foram satisfatórios, do ponto de vista afectivo, as respostas de todos os intervenientes provaram que todos estavam a aprender. O Museu pareceu muito adequado como recurso, como ambiente que afectou a forma como os intervenientes aprenderam, sensibilizando-os para a aprendizagem mais do que lhes transmitindo a informação factual. E no espírito que caracteriza a investigação-acção, após alguns acertos correcções e adaptações, as actividades de apreciação artística agora experimentadas farão parte da programação habitual do Museu com o nome de Conversas com a Pintura a ser já implementado no próximo ano lectivo.

A efemeridade do contacto, uma das características já referidas no segundo capítulo a propósito do museu, condicionou o grau de profundidade e de dificuldade na abordagem aos conceitos de conteúdo, formais e processuais da obra de arte condicionando naturalmente a aquisição de vocabulário especializado. Os alunos do sexto ano, para além do contacto emotivo e de conteúdo com a pintura da Senhora da Meia Laranja, vieram ao Museu confirmar conceitos adquiridos previamente na escola ao falarem de algumas características do Renascimento. Quando não existe qualquer experiência de contacto ou conhecimento sobre arte como no caso do terceiro ano e jardim infantil, torna-se complicado, em apenas uma sessão ou mesmo duas, esclarecer conceitos como o de profundidade, plano, textura, técnica do óleo ou a utilização da cor, que necessitariam de várias sessões para integrarem essas noções.

Optamos, por isso, no Ciclo dois, na fase da preparação das questões, quando tivemos consciência dessa dificuldade, por introduzir esses conceitos sem lhes atribuir nomes, chamando a atenção do olhar das crianças para o truque mágico sem o desmontar completamente. Esse poderá ser um próximo passo do Museu implementando visitas temáticas na área da análise da pintura como Vamos mergulhar na pintura tratando questões de profundidade e perspectiva, Vamos sentir a textura, Vamos acender a luz da cor onde se podem comparar obras, utilizando o modelo de Taylor como base, contemplando, conversando

De qualquer maneira pensamos que o focar o olhar para determinados aspectos de conteúdo, forma, processo e emoção como experiência cognitiva, mesmo sem lhes dar nome foi já uma mais valia para a sensibilização do olhar para outras pinturas, apostando na motivação para outras conversas com outras obras de arte.

Este foi um ponto de partida para a experimentação e aplicação de formas de abordagem à obra de arte que poderemos considerar a base de qualquer conversa com a obra de arte, num pensamento transdisciplinar, de natureza generalista estendendo-se em redes de significados que se cruzam ou afastam, num misto de conhecimentos e sensações.

Em relação à arte contemporânea, quem não acha fascinante ouvir a explicação do próprio artista sobre a sua obra e o confronto com outros olhares, outras interpretações que nos mostram detalhes que nos tinham passado despercebidos, ou explicações sobre as opções do artista para fazer daquela e não de outra maneira, e os resultados dessas opções. Aconteceu na Galeria do Museu, há algum tempo, por solicitação das educadoras, o encontro entre o artista Pedro Sousa Vieira e um grupo de alunos do Jardim Infantil (Fig.111 e 112) que, numa conversa descontraída colocaram questões, deram opiniões e explicaram as suas interpretações sobre as fotografias expostas. Foi um momento de descoberta para todos.

Fig.111 Fig.112

Na impossibilidade desse contacto directo, o artista, com certeza, não se incomodará, ao contrário do mágico, que desvendemos os truques que usou para criar ilusões e fazer magia. Com certeza ficaria lisonjeado por lhe admirarmos tais capacidades. Afinal, a partir do momento em que uma obra de arte se torna pública, passa também a pertencer a quem a observa e a interpreta e a viver por si só, a vontade do artista deixa de ser importante.

Se colocarmos o nosso olhar na descoberta dos detalhes e das ilusões que montam uma obra de arte, como se fosse um jogo, e se conhecermos um pouco do contexto em que foi feita, estaremos com certeza a sensibilizar-nos para a descoberta de outras obras, outros jogos. Nesta aventura que é dialogar com a obra de arte é importante valorizar a obra em si, os padrões e as cronologias do estilo a que pertence mas também e principalmente usá-la para pensar estratégias de desenvolvimento da capacidade de olhar, discernir e escolher, na oportunidade de os jovens expressarem emoções e sentimentos perante qualquer obra de arte ou perante as coisas comuns.

BIBLIOGRAFIA

AGREN, Per Uno (1995) – Museus, educação e política cultural. In Actas do Primeiro Encontro

Nacional sobre Museologia e Educação. Setúbal : Câmara Municipal de Setúbal / MINOM , S.p..

AGUILERA, Carmen ; VILLALBA, Maria (1998) – Vamos al museo! Guias e recursos para visitar

los museos. Madrid : Narcea.

ALLISON, B. (1986) – Values in art and design education. In Journal of Art & Design Education. Vol. 18, pp.47-48.

ALMEIDA, Bernardo Pinto de (2002) – As imagens e as coisas. Porto: Campo das Letras.

ALVES, Luís (2003) – Potencial contribution of art museums to visual and technological education in

Portugal: two case studies. London: Universidade de Surrey-Roehampton e Escola Superior de

Educação. Tese de Mestrado

ARNHEIM, Rudolf (1986) – Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. 3ª ed. São Paulo: Pioneira.

ARNHEIM, Rudolf (1999) – Consideraciones sobre la educación artística. Barcelona: Paidós. BARBOSA, Ana Mae (1991) – A imagem no ensino da arte. Ed. Perspectiva.

BARBOSA, Ana Mae (2003) – Arte-educação em um museu de arte. [Consultado 24-11-2003]. Disponível em <www.usp.br/revistausp>.

BARTHES, Roland (1980) – A câmara clara. Lisboa: Edições 70 BARTHES, Roland (1984) – O óbvio e o obtuso. Lisboa: Edições 70. BERGER, John (1972) – Ways of seeing. London: Penguin Books.

BOGDAN, R ; Biklen, S. (1994) – Investigação qualitativa em educação. Porto: Porto Editora. BOU, Lluís Ma (1989) – Como enseñar el arte. Barcelona: Ceac.

BUFFET, Françoise (1997) – O Museu e a escola: parceiros de projectos educativos para uma problemática da co-educação cultural. In O Museu a Escola e a Comunidade, Cadernos Encontro 2. Braga: CESC e IEC.

BURTON, Judith M. (1980) – Developing minds, beginnings of artistic language. In School Arts. September, October, November.

CARTER, Graham (1996) – The wider Role of Museum Educators. In Cahiers d’Études. ICOM/CECA [International Council of Museums/Comité pour l’Éducation et l’Action Culturelle], pp.3 a 5.

CLEMENT, Robert (1994) – The art teacher’s handbook. London: Stanley Thornes.

CLARK, Kenneth (1980) – Civilização. São Paulo : Martins Fontes / Editora Universidade de Brasília. COHEN, Louis ; MANION, Lawrence (1986) – Research methods in education . London : Croom Helm.

COHEN, Louis ; MANION, Lawrence (1990) – Métodos de investigación educativa . Madrid : La Muralla.

COSTA, João Bénard da (2002) – Isabella no caramanchão de madressilvas. In Público. Lisboa (30 Ago. 2002).

DACK, Richard (1994) – An introduction to the art and design syllabus : Philosophy and aims. In The

art teacher’s handbook. London : Stanley Thornes.

ECO, Umberto (1981) – A definição da arte. Lisboa: Edições 70. ECO, Umberto (1986) – Obra aberta. São Paulo: Perspectiva.

EISNER, E. W (1985) – The educational imagination. New York : MacMillan

ELLIOT, John (1990) – Action research for educational change. Milton Keynes : Open University Press.

ELLIOT, John (1997) – La investigación-accion en educación. Madrid : Morata.

ERLANDSON, D. ; HARRIS, E. ; SKIPPER, B. ; ALLEN, S. (1993) The naturalistic inquiry : a guide

to methods . Newbury Park, CA : Sage Publications.

FELDMAN, Edmund Burke (1970) – Becoming human through art. New Jersey : Prentice Hall. FERREIRA, Sueli (1994) – Focalizando o diálogo com o texto visual: Fundamentos para a formação

e prática docente. Braga: CESC/Universidade do Minho. Texto seleccionado para a revista Ensinarte.

FONTES, Patrícia Joyce (2003) – Investigação-acção em educação. In O Museu a Escola e a

Comunidade, Cadernos Encontro 3. Braga: CESC/IEC/UM.

FONTES, Patrícia Joyce ; MACEDO, Ana Paula (2003) – Mediação cultural entre escolas e museus: Resultados de um projecto de investigação-acção. In O Museu a Escola e a Comunidade, Cadernos Encontro 3. Braga: CESC/IEC/UM.

FRANCASTEL, Pierre (1998) – A imagem, a visão e a imaginação. Lisboa : Edições 70.

FRANCOIO, Maria Ângela Serri [S.d.] – Museu, a educação e o jogo : Refletindo sobre a construção

de uma metodologia lúdica em visitas. [Consultado 24-11-2003]. Disponível em

<www.arte.unb.br/anpap/francoio.htm>.

GARCÍA BLANCO, Ángela (1994) – Didáctica del museo. Madrid: La Torre.

GONÇALVES, Rui Mário ; FRÓIS, João Pedro ; MARQUES, Elisa (2002) – Primeiro olhar. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

GREEN, Linda ; MITCHELL, Robin (1997) – Developing primary teaching skills. London : Routledge.

GUBA, E. G. ; LINCOLN, S. (1981) – Effective evaluation : improving the usefulness of evaluation

results through responsive and naturalistic approaches . San Francisco : Jossey-Bass Publishers.

GUIA dos Programas Educativos (2004) – Porto : Fundação de Serralves.

HOOPER-GREENHILL, Eilean (1987) – Museums in education : Towards the end of the century. In Ambrose, T. (ed.) Education in museums, museums in education. Edinburgh: Scottish Museums Council, pp. 39-52.

HOOPER-GREENHILL, Eilean (1991) – Museum and gallery education. Lester: Lester University Press.

JOLY, Martine (1999) – Introdução à análise da imagem. Lisboa: Edições 70.

JORGE, João Miguel Fernandes (2002) – Museu das Janelas Verdes. Lisboa: Relógio d’Água.

KEMMIS, J. ; MACTAGGART, R. (1998) – Como planificar la investigación-acción. Barcelona : Laertes

LEI n.º47/2004. D.R I.ª Série-A. N.º 195 (19 Ago. 2004), p. 5379.

LEITE, Elvira ; GUIMARÃES, Samuel (2002) – Habitares Serralves 2001 e 2002. Porto: Fundação de Serralves.

LEON, Aurora (1996) – El Museo : Teoría, praxis y utopía. Madrid: Cátedra.

LOPES, Eduardo Jorge Madureira (1999) – Perder tempo. In [Catálogo da] Exposição de trabalhos

realizados por alunos que visitaram o museu em 98/99. Braga : Museu Nogueira da Silva.

LOWENFELD, Viktor ; BRITTAIN, W. Lambert (1977) – Desenvolvimento da capacidade criadora. São Paulo: Mestre Jou.

MALRAUX, André (1996) – Le musée imaginaire. Paris: Gallimard, 1965.

MCFEE, J. K. ; DEGGE, R. (1977) – Art, culture and environment : a catalyst for teaching . Belmont, California: Wordsworth

MCFEE, J. K. (1993) – DBAE and cultural diversity : some perspectives from the social sciences. In

Discipline – Based Art Education and cultural diversity: Seminar Procedings. Austin, Texas: The

Getty Center for Education in the Arts , pp. 64 – 67

MCMANUS, P. (1993) Families in museums. In MILES, R. ; ZAVALA, L. (1993) – Towards the

museums of the future: New Euro plan perspectives. London: Routledge.

MEAGER, N. (1996) – Teaching your children Art: a handbook for teachers and parents. Corsham: NSEAD

MINISTÉRE DE L’EDUCATION NATIONALE. Direction de l’enseignement scolaire. Mission de l’éducation artistique et de l’action culturelle (2001) – Le plan pour les arts et la culture à l’école. Paris : Centre National de Documentation Pédagogique.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Departamento da Educação (2001) – Currículo Nacional do Ensino

Básico: competências essenciais. Lisboa : Ministério da Educação.

MONTEIRO, Joana Sousa ; FIGUEIREDO, Cláudia (2004) – Roteiro de museus. Lisboa: Instituto Português de museus/Rede Portuguesa de Museus.

MORANTE LÓPEZ, Felisa ; RUIZ ZAPATA, Ana Maria (1994) – Análisis y comentario de la obra

de arte: Estúdio de obras de pintura, arquitectura y escultura. Madrid : Edinumen.

MOREIRA, Maria Alfredo ; VIEIRA, Flávia ; MARQUES, Isabel (1997) – Investigação-acção e formação inicial de professores: Uma experiência de supervisão. In Actas do I.º Encontro Nacional de

Supervisão e Formação. Aveiro.

MOTTET, Gérard (1996) – Les situations-images: Une approche fonctionnelle de l’imagerie dans les apprentissages scientifiques à l’école élémentaire. In ASTER. N.º 22. Paris: INRP.

MOURA, Anabela ( 1993) – The effects of prior learning and a specialist art course on the acquisition

of art vocabulary by Portuguese teacher training students . Leicester: Montfort University . Tese de

Mestrado policopiada

MOURA, Anabela (2000) – Prejudice reduction in teaching and learning Portuguese cultural

patrimony. Tese de Doutoramento, Faculdade de Educação, Universidade de Surrey Rochampton.

MOURA, Anabela (2001) – Uma perspectiva global acerca da arte, cultura e investigação. In Actas do

seminário de investigação Expressões artísticas e educação física em Portugal. Braga : Universidade

do Minho / Instituto da Criança (IEC), pp. 21-35.

PARINI, Pino (2002) – Los recorridos de la mirada: del estereotipo a la creatividad. Barcelona: Paidós

PARSONS, Michael J. (1987) – How we understand art. Cambridge: Cambridge University Press. PASTOR HOMS, Maria Inmaculada (1992) – El museo y la educación en la comunidad. Barcelona: Ceac.

PEREIRA, Fernando António Baptista (1995). Serviços educativos dos museus portugueses: Que perspectivas? Que carreiras? Que técnicas? In Actas do Primeiro Encontro Nacional sobre Museologia

e Educação. Setúbal: Câmara Municipal de Setúbal / MINOM [Movimento para uma Nova

Museologia].

PÉREZ SERRANO, Gloria (1998) – Investigación cualitativa : Retos e interrogantes. Madrid : Muralla. 2 vols.

PERNIOLA, Mário (1994) – Enigmas, o momento egípcio na sociedade e na arte. Venda Nova: Bertrand.

PILLAR, Analice Dutra (1996) – Desenho e escrita como sistemas de representação . Porto Alegre : Artes Médicas.

PILLAR, Analice Dutra (1996) – Jogos de apreciação artística. [Consultado 24-11-2003]. Disponível em <www.arte.unb.br/anpap/rebouças.htm>.

PROGRAMA das actividades para professores e grupos escolares da FCG/CAM (2003/2004). Lisboa : FCG/CAM.

REGALO, Maria Helena (1999) – Olhar, ouvir e sentir o museu. In Fórum. N.º 25. Braga: Universidade do Minho.

RIVIÈRE, Georges Henri (1989) – La muséologie. Tours : Dunod.

ROTEIRO de museus (2004) – Lisboa: Instituto Português de Museus/Rede Portuguesa de Museus. SILVA, Raquel Henriques [et al.] (2000) – Inquérito aos museus em Portugal. [S.l.]: Ministério da Cultura / Instituto Português de Museus.

SCHÖN, Donald A. (1987) – Educating the reflective practitioner: Toward a new design for teaching

and learning in professions. San Francisco : Jossey-Bass.

SMITH, Y. E. (1966) – The educational role of the museums and field centres in England from 1884. Mathesis: University of Sheffield.

STERN, Arno (1974) – Aspectos e técnicas da pintura de crianças. Lisboa : Horizonte.

TAYLOR, Rod (1988) –Educating for art: Critical response and development. Harlow : Longman.

TEIXEIRA, Madalena Brás (1995) – Um percurso pedagógico. In Actas do Primeiro Encontro

Nacional sobre Museologia e Educação. Setúbal : Câmara Municipal de Setúbal / MINOM

[Movimento para uma Nova Museologia].

THISTLEWOOD, David (1989) – Critical studies in art and design education. Harlow : Longman. TAVARES, Gonçalo M. (2003) – O Senhor Valéry e uma obra de Helena Almeida. In Aprender a

Olhar. N.º9. Lisboa: Firmamento.

VALENÇA, César (1998) – A recâmara do Museu Nogueira da Silva. Braga : Museu Nogueira da Silva / UM.

VENEGAS, Alicia (2002) – Las artes plásticas en la educación artística y estética infantil. Buenos Aires: Paidós.

WOODFORD, Susan (2002) – Cómo mirar un cuadro. 8ª ed. Barcelona: Gustavo Gili.

[PÁGINA Web do Museu do Chiado. Consultado 19-05-2004]. Disponível em <www.museudochiado- ipmuseus.pt>.

[PÁGINA Web do Instituto Português de Museus. Consultado 19-05-2004]. Disponível em <www.mnsr-ipmuseus.pt>.

[PÁGINA Web do Museu Gulbenkian. Consultado 19-05-2004]. Disponível em <www.museu.gulbenkian.pt>.

[PÁGINA Web do Museu Nacional de Arte Antiga. Consultado 19-05-2004]. Disponível em