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Improve Coherence of and Accessibility to Information on Biodiversity

In document Room toManoeuvre? (sider 40-43)

A Figura 42 ilustra a página de gerenciamento das comunidades de prática com as opções de criação, visualização de todas as comunidades disponíveis (com a possibilidade de adesão às comunidades por meio do botão Participação) e visualização das comunidades das quais o usuário já participa. As comunidades que apresentam um ícone de cadeado são aquelas que foram criadas como

comunidades fechadas, sendo a entrada limitada à decisão do administrador da comunidade.

Figura 42 - Gerenciamento de Comunidades

Fonte: Elaborado pelo autor (2015) 6.3.4 Módulo de Comunicação

Para o módulo de comunicação foram consideradas as estratégias de comunicação síncronas, sendo que na modalidade síncrona estão disponíveis o chat privado (um para um) e o chat em grupo. As duas modalidades de chat estão disponíveis no ambiente para que todos os usuários cadastrados na plataforma possam se comunicar, independente de participação em comunidade. O chat em grupo é configurável, sendo possível incluir pessoas e deixar de participar de um grupo, caso necessário.

Desta forma, é possível suprir as demandas de consultas externas no contexto do ambiente, bem como a formação de subgrupos de discussão em virtude das especificidades das atividades às quais as pessoas se engajam. A Figura 43 mostra as janelas de chat privativo e chat em grupo abertas no ambiente.

Fonte: Elaborado pelo autor (2015).

A ferramenta é ativada ao clicar no ícone de câmera visível na janela de chat. No caso do chat em grupo, é criada uma sala com o nome do grupo, em que todos os participantes já estão automaticamente cadastrados. A interface webconferência é apresentada na Figura 44 e dispõe de funcionalidades de apoio a visualização compartilhada, apresentação e moderação.

Figura 44 - Ferramenta de webconferência

Módulo de Comunidades

O ambiente de uma comunidade de prática dispõe de repositórios para compartilhamento (imagens, arquivos, fotos), fórum de discussão, ferramenta de gravação de vídeo, enquetes, glossário e ferramenta visual para atividades colaborativas. A Figura 45 apresenta uma visão geral do ambiente de uma comunidade.

Figura 45 - Ambiente da comunidade de prática

Fonte: Elaborado pelo autor (2015).

6.3.5.1 Administração da Comunidade

A administração da comunidade é uma função disponível apenas ao Coordenador/Criador da comunidade. Será dele a responsabilidade de cadastrar novos membros (quando a comunidade for fechada), excluir membros, e emitir mensagens de caráter geral a todos os membros da comunidade. As principais funções de gerenciamento ficam disponíveis no ambiente de comunidades, como mostra a Figura 46.

Fonte: Elaborado pelo autor (2015) 6.3.5.2 Fórum de discussão

A estrutura da comunidade se baseia em uma estrutura de comunidades e adota um modelo de apresentação semelhante ao utilizado em redes sociais tendo em vista facilitar a aprendizagem da dinâmica de utilização. O fórum de discussão possibilita a postagem de conteúdos em texto, vídeo e imagens, sendo que por meio dela é possível rastrear toda e qualquer atividade realizada naquele âmbito (ex: compartilhamento de arquivos, atividades compartilhadas, discussões, enquetes, cadastramento de novos itens no glossário, entre outros). A Figura 47 apresenta o fórum de discussão de uma comunidade, com a postagem de conteúdos em vídeo, imagem e texto.

Fonte: Elaborado pelo autor (2015).

6.3.5.3 Ferramentas de apoio a decisão

Para o apoio a decisão, foram implementadas as três estratégias identificadas na análise de observação participante. São elas:

1. opinião (curtir/não curtir); 2. escolha (enquete);

3. avaliação qualitativa (ranking).

A estratégia de aprovação está presente em todas as postagens que surgem no fórum da comunidade, e quantificam as pessoas favoráveis ou desfavoráveis a um determinado tópico em discussão. Na implementação do protótipo, não são identificadas as pessoas que realizaram os posicionamentos favoráveis e desfavoráveis. A Figura 48 apresenta em destaque como esta estratégia é apresentada aos membros da comunidade.

Fonte: Elaborado pelo autor (2015).

A estratégia de escolha, por meio de enquete também foi flexibilizada de modo a comportar a apresentação dos conteúdos da consulta utilizando recursos em texto, em vídeo, ou em ambas modalidades. Uma vez que é necessário ter uma forma de finalizar a consulta, as enquetes foram desenvolvidas considerando um prazo de realização (data de início e data de finalização). As enquetes podem ser criadas por qualquer membro da comunidade e, uma vez criadas, aparecem como postagem no fórum para que as pessoas estejam atentas à votação, tal como pode ser visto na Figura 49.

Fonte: Elaborado pelo autor (2015).

A terceira estratégia implementada, foi uma estratégia de ranking, que é uma abordagem de cunho qualitativo e possibilita qualificar o conteúdo em uma escala de um (01) a cinco (05), sendo uma estrela a pior avaliação e cinco estrelas a melhor avaliação. Conforme as pessoas participam realizando as suas qualificações, o ranking geral é atualizado apresentando o valor médio de avaliação. A Figura 50 apresenta a estratégia utilizada no glossário da comunidade.

Figura 50 - Técnica de ranking

Uma vez que para a discussão das terminologias é importante que haja compartilhamento de conhecimentos, foram criados repositórios para mídias interacionais, tais como imagens, vídeos e documentos. Todos os usuários podem postar materiais no repositório, bem como ter acesso para visualização ou download dos documentos ali presentes. Caso o responsável pela postagem considere adequado, ele possui disponível a função Excluir arquivo. Os repositórios de mídias representacionais pode ser acessado pelo menu principal da comunidade, tal como destaca a Figura 51.

Figura 51 - Acesso aos repositórios de mídias representacionais

Fonte: Elaborado pelo autor (2015). 6.3.5.5 Ferramentas de registro

Para que o uso de vídeos seja facilitado em todas as ferramentas, foi implementada uma ferramenta de gravação de vídeo. Optou-se pelo desenvolvimento da ferramenta utilizando a tecnologia HTML5, a qual, de acordo com Ferreira e Eis (2014), permite a manipulação dos elementos HTML e possibilitando ao desenvolvedor modificar as características dos objetos de forma não intrusiva e transparente ao usuário. Para a ferramenta em questão, foi utilizada uma tag que ainda está em fase de draft24pelo W3C, chamada getUserMedia (BURNETT et al., 2015).

Com o apoio das funções em JavaScript e o uso da tag, a ferramenta realiza a gravação da mídia no formato WebM, que é um formato aberto de arquivos de vídeo, livre de royalty, desenvolvido para a web (WEBM, 2014). Os arquivos em WebM consistem de streams de vídeo codificados no formato VP8 (BANKOSKI et al., 2011), em

conjunto com streams de áudio codificados no formato Vorbis (VORBIS, 2003) e armazenados em uma estrutura de container de mídia baseada no formato Matroska. Os detalhes relativos ao desenvolvimento e às tecnologias utilizadas foram publicados em Saito, Pivetta e Almeida (2015) e Saito, Pivetta e Ulbricht (2015).

A Figura 52 apresenta a tela da ferramenta de gravação de vídeo. A ferramenta possui duas áreas de visualização: a primeira, que mostra as imagens captadas pela webcam, e a segunda, que apresenta a imagem registrada após o clique no botão Gravar. O vídeo gravado fica disponível para download pelo link disponibilizado abaixo da visualização. Caso o usuário inicie uma nova gravação, o vídeo anterior é sobrescrito e os dados anteriores são perdidos.

Figura 52 - Ferramenta de gravação de vídeo

Fonte: Elaborado pelo autor (2015).

Por sua vez, os vídeos gerados pela ferramenta de captura podem ser utilizados no registro dos neologismos no glossário. Cada neologismo é registrado em uma perspectiva bilíngue, relacionando as seguintes informações para cada novo termo registrado:

 sinal proposto e termo;

 representação do sinal em signwriting;  conceito em LS e em português;  exemplo em LS e em português.

A organização dos dados buscou facilitar a visualização ao utilizar evitar a rolagem de conteúdos e uma navegação por abas entre os conteúdos (termo, conceito e exemplo). Em complemento, os registros em Libras e português foram organizados lado a lado, de forma

que se possa ter um rápido acesso ao conteúdo em qualquer uma das modalidades apresentadas. A Figura 53 apresenta a estrutura da interface de visualização de um termo registrado. É importante salientar que a imagem trata de uma interface de teste, em que conteúdo em signwriting não corresponde ao sinal e conteúdos registrados no artefato.

Figura 53 - Apresentação de um termo no glossário

Fonte: Elaborado pelo autor (2015)

Por fim, é importante destacar que o termo em português e a representação em signwriting são mantidos na tela para visualização de sinal, conceito e exemplo, objetivando a fixação dos dados apresentados e manutenção do contexto de visualização.

Uma vez corretos, os termos cadastrados são indexados em ordem alfabética, e podem ser localizados por uma busca simples. A Figura 54 apresenta a tela de visualização das entradas no glossário. Pela listagem dos termos já é possível ter uma visão do ranking do termo postado.

Fonte: Elaborado pelo autor (2016). 6.3.5.6 Ferramentas colaborativas

A Figura 55 apresenta a interface da ferramenta colaborativa incorporada ao ambiente. A ferramenta tem como objetivo a construção de mapas conceituais, mapas mentais, bem como dar suporte a outras estratégias de planejamento visual de forma colaborativa. Além da colaboração ao longo da edição dos documentos, a ferramenta possibilita a interação via chat entre os usuários ativos. Com isso, apoia atividades de negociação de significados, visto que possibilita modelar e visualizar a estrutura conceitual do domínio de conhecimento, estabelecendo as relações entre os conceitos discutidos naquele âmbito, além de ter a possibilidade de discutir a atividade com os demais colaboradores. Tal como estabelece Almeida (2006), a elaboração de mapas conceituais dá a visão dos campos que compõem o domínio e que devem integrar o mapa.

Fonte: Elaborado pelo autor (2015)

O acesso à ferramenta é disponibilizado por meio do ambiente, sendo que cada atividade (diagrama) criado pode ser compartilhado com os demais usuários por meio de cadastramento dos usuários habilitados na própria ferramenta, e por meio do compartilhamento do link de acesso à atividade.

In document Room toManoeuvre? (sider 40-43)