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Helligsteder i Betel og Dan, og offerhauger ellers?

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5. JEROBOAMS RELIGIONSPOLITISKE PROGRAM

5.2. Helligsteder i Betel og Dan, og offerhauger ellers?

Autor(es): Higuchi, Adriane A. da S.

Programa/ Instituição: Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura -

Universidade Presbiteriana Mackenzie

Objetivo(s): Identificar se e como o aparelho celular está sendo incorporado

pelo ambiente escolar.

Sujeitos: 10 profissionais (coordenadores e professores) de quatro escolas

públicas e uma particular de Mogi das Cruzes e Suzano – Região metropolitana de São Paulo.

Vantagens/ facilidades: Disponibilidade de câmera fotográfica para apoiar

atividades em sala de aula. Participação mais ativa e criativa no desenvolvimento de projetos. Interação e colaboração entre alunos e entre professor e aluno. Mobilidade (física, temporal e contextual)

Desvantagens/ problemas: Resistência dos educadores. Possibilidade de

distração do aluno com o aparelho.

Resenha crítica: De acordo com a pesquisadora, o uso da tecnologia móvel

tem provocado mudanças em vários segmentos da sociedade, que se apropria cada vez mais da linguagem digital e imprime novas características às relações humanas. Embora a atual geração demonstre habilidades para navegar em movimento nas inúmeras informações e para fazer tudo ao mesmo tempo, de que maneira ocorre a apropriação desta tecnologia nas escolas? Quais são os desafios para essa prática? A proposta da pesquisa é realizar uma reflexão interdisciplinar envolvendo Educação

e tecnologias da informação e comunicação, buscando compreender se e como a escola incorpora as tecnologias móveis no processo educacional.

A pesquisa buscou captar de que forma o aparelho celular é utilizado dentro do ambiente escolar e como o professor e aluno lidam, percebem, sentem e se comportam diante da experiência. O estudo mostrou que o aparelho celular vem sendo utilizado de maneira informal e em situações de improviso, a partir de iniciativas de professores ou dos alunos. O tema “aprendizagem móvel” ainda é desconhecido para a maioria dos sujeitos envolvidos e a maioria dos educadores mostrou-se contrária ao uso dos celulares durante as aulas. Outros professores admitiram nunca terem pensado na possibilidade de utilizar o celular como auxiliar de práticas pedagógicas.

A autora conclui seu estudo afirmando que os resultados demonstraram que, apesar da popularização dos aparelhos celulares, a utilização dos mesmo em atividades educacionais foi considerada incompatível com o ambiente escolar tradicional.

Título do trabalho 33: A calculadora do celular na sala de aula: uma

proposta para a exploração da divisão inexata no Ensino Médio

Autor(es): Nhoncance, Leandro

Programa/ Instituição: Mestrado Profissional em Ensino de Matemática

PUC - SP

Objetivo(s): Retomar conceitos básicos de Matemática, em especial a divisão

de números naturais.

Sujeitos: 15 alunos da 3.a série do Ensino Médio de uma escola pública

estadual.

Vantagens/ facilidades: Motivou os alunos

Desvantagens/ problemas: Não foram citadas desvantagens do uso dos

equipamentos móveis no trabalho.

Resenha crítica: O pesquisador propôs uma sequência de atividades que

calculadora do celular. O autor justifica sua pesquisa relatando que os alunos da 3.a série do Ensino Médio têm dificuldades em resolver uma operação de divisão e acrescenta que utilizou a ferramenta da calculadora do celular porque observou que nem todos os alunos carregavam consigo calculadoras, mas que todos possuíam celulares e poderiam fazer uso desse aplicativo sem maiores problemas.

Por meio da pesquisa foi constatado que o algoritmo da divisão havia sido esquecido pelos alunos, mas que, diante das propostas de atividades realizadas, as dificuldades apresentadas foram sanadas. Embora o autor cite algumas características da aprendizagem com equipamentos móveis, mesmo que de maneira tímida, não apresentou maiores argumentos que diferenciassem o uso da calculadora de um celular do uso de uma calculadora simples e portátil.

Título do trabalho 34: Expandindo a sala de aula: recursos tecnológicos

ubíquos em processos colaborativos de ensino e aprendizagem

Autor(es): Gomes, Celso A. dos S.

Programa/ Instituição: Mestrado em Tecnologias da Inteligência e Design

Digital – PUC - SP

Objetivo(s): Vislumbrar algumas potencialidades de recursos tecnológicos

em atividades educacionais contextualizadas.

Sujeitos: A pesquisa não envolveu sujeitos.

Vantagens/ facilidades: Colaboração. Ubiquidade. Extensão da sala de aula.

Transgressão de limites temporais e espaciais do ambiente escolar. Autonomia do aluno.

Desvantagens/ problemas: Não foram apresentadas desvantagens do uso

de equipamentos móveis.

Resenha crítica: A partir de duas evidências, a emergência do ciberspaço

para além dos desktops e a urgente necessidade de as práticas educacionais acompanharem a ecologia comunicacional pluralista, o autor propõe a pesquisa. Assim, foram elaboradas atividades educacionais que fazem uso da ubiquidade de recursos comunicacionais. Um dos objetivos é contribuir para a integração das

práticas cotidianas tecnológicas dos estudantes em prol do processo de ensino e aprendizagem em que se inserem.

Trata-se de uma pesquisa que busca estudar tais recursos tecnológicos como ferramentas eficazes para a extensão ubíqua de processos colaborativos de ensino e de aprendizagem e pretende-se verificar se tais recursos, como extensores da sala de aula, podem ser eficientes para o processo de ensino e aprendizagem de forma contextualizada à utilização da estratégia com temas transversais. Conjectura-se que, com tal estratégia, a utilização de recursos ubíquos de comunicação pode ser vista como um caminho promissor para a ressignificação dos tempos, dos espaços e das relações em contextos educacionais, com a complexidade da configuração das sociedades contemporâneas sob o paradigma informacional.

Na conclusão o pesquisador ressalta que as potencialidades dos equipamentos móveis poderão estreitar a relação entre a Educação formal e informal. O trabalho se edifica em propostas que visam, antes de tudo, à construção de valores e éticas para a formação da consciência moral autônoma dos estudantes.

Título do trabalho 35: Uso do computador portátil na escola: perspectivas de

mudanças na prática pedagógica

Autor(es): Mandaio, Cláudia

Programa/ Instituição: Mestrado em Educação: Currículo – PUC/SP

Objetivo(s): Identificar os indícios de mudanças nas práticas que professores

do Ensino Fundamental I de uma escola estadual e de uma escola municipal do interior de São Paulo desenvolvem com o uso de computador portátil em sala de aula.

Sujeitos: alunos e professores de escolas estadual e municipal do interior de

São Paulo.

Vantagens/ facilidades: Desenvolvimento de habilidades no uso da

tecnologia e de comunicação. Promoção de atividades contextualizadas, colaborativas e responsáveis. Experiências de aprendizagem individualizada. Mobilidade.

Desvantagens/ problemas: O predomínio da reprodução de práticas de

caráter instrucionista ou de exercitação, mesmo no uso do computador e da Internet. A falta da cooperação entre os pares. O acesso à Internet em casa não ser padrão para os alunos. A inexistência de propostas de projetos colaborativos.

Resenha crítica: De acordo com a pesquisadora, as pesquisas na área

apontam para a necessidade de novas práticas pedagógicas para que os recursos tecnológicos disponíveis sejam efetivamente usados e aproveitados para uma aprendizagem mais significativa. Como resultados apresentam-se indícios de mudanças nas práticas dos professores com o uso do computador portátil, das quais se destacam: o foco nos objetivos de desenvolver a autonomia dos alunos, promover atividades colaborativas e reflexivas e buscar desenvolver competências no uso da tecnologia. A inovação tecnológica pode impulsionar a inovação pedagógica, embora esta seja mais difícil de ser implementada do que a primeira.

Merece destaque um dado citado na tese de que na escola municipal pesquisada a característica da mobilidade dos equipamentos já está sendo aproveitada, embora não na sua totalidade: os professores e alunos saem do ambiente do laboratório de informática e atuam com a tecnologia móvel em sala de aula, embora ainda se encontrem muito presos à ideia de uma sala específica para o trabalho com tecnologia. Embora essa atitude represente um avanço significativo, há entraves a serem superados, como, por exemplo, o ensino com tecnologia, mas pautado nas práticas pedagógicas mais tradicionais.

Para a pesquisadora este trabalho trouxe a confirmação de que o uso de computadores portáteis promove mudanças na prática dos professores, mesmo que essas mudanças estejam ainda nos estágios iniciais e longe de alcançar a relevância que poderiam ter os computadores no processo de aprendizagem das crianças.

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