7. DISCUSSION
7.4 The ranking and pattern of character strengths – similarities and differences
7.4.4 General considerations regarding results on character strengths
Com o levantamento de todas estas informações pode-se concluir que está região já vem sendo influenciada deste o século XVII com o início da exploração do Ciclo do Ouro. Esta falta de informações impulsionou este trabalho que acrescentou algumas informações edáficas, hídricas e florísticas sobre está região.
Apesar de previsto em lei, o Zoneamento Ambiental ainda não se consolidou como instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente. Anos atrás, o governo federal, através da Secretaria de Assuntos Estratégicos investiu esforços na tentativa de realizar, em escala piloto, o zoneamento de algumas regiões brasileiras. Entretanto, percebe-se que muitas vezes os estudos realizados não se consolidaram com a perspectiva de transformação em normas de uso e ocupação do solo e acabaram-se encerrando neles mesmos.
As informações geradas com o Zoneamento da vegetação e do solo foram relacionadas com o comportamento hídrico desta região, gerando dados que confirmam a importância do solo e das espécies nativas no comportamento hídrico desta Sub-Bacia, identificando também as espécies mais adaptadas às condições locais. No total foram encontradas 708 espécies mostrando uma elevada diversidade da flora, além de vários tipos de solos e aspectos hídricos.
Com a realização deste balanço hídrico foi possível caracterizar as Componentes do Ciclo Hidrológico relacionando com a vegetação e o solo, utilizando as séries hidrológicas das Estações Pluviométricas e Fluviométricas com pelo menos 2 anos de registros completos, possibilitando maior confiabilidade nos dados gerados.
Após a construção das barragens de armazenamento, desvio e canais de condução influenciaram diretamente o regime hídrico desta Sub-Bacia. As influências causadas pelas hidrelétricas causaram alterações no regime hídrico maiores que as atividades agrícolas e de mineração. Com a geração destas informações espera-se contribuir para aumentar o grau de preservação desta Sub-Bacia.
A principal contribuição deste estudo é a realização de um histórico sobre esta Sub-Bacia, que faz parte de uma região de manancial, além de contribuir para o planejamento e a gestão desta Sub-Bacia, que faz parte da Reserva Biológica da Serra do Espinhaço, com reconhecimento pela Unesco em 2005.
Referências Bibliográficas
AB`SABER, A.N. (1996). Campos de Altitude. In: MARTINELLI, G. (ed.) Campos de Altitude. Rio de Janeiro: ed. Index. 159p.
ABOUKHALED, A., ALFARO, A., SMITH, M. (1982) Los Lisímetros. Rome: FAO.(FAO Riegoy Drenaje, 39).
ALKMIM, F.F., MARSHAK, S. (1998). Transamazonian orogeny in the southern
São Francisco Craton Region, Minas Gerais, Brazil: evidence for paleoproterozoic collision and collapse in the Quadrilátero Ferrífero. Precambrian Research. v. 90.
ALLEN R. G.; PEREIRA, L.; RAES, D.; SMITH, M. (1998). Crop
evapotranspiration: guidelines for computing crop water requirements. Rome.
FAO: Irrigation and Drainage Paper. 56 p.
ALVES, R.J.V. (1990). The Orchidaceae of Itacolomi State Park in Minas Gerais, Brazil. Acta Bot. Bras. 4:65-72.
ANA-Agência Nacional das Águas (2005). Ministério do Meio Ambiente. HidroWeb Disponível em Http://www.ana.gov.br. Acesso em: mar.2005.
BADINI, J. (1939). Sobre a ocorrência de plantas Novas em Ouro Preto. Revista Farmacêutica de Ouro Preto, l (l): 1-3.
BADINI, J. (1940a). Arquiclamídeas medicinais de Ouro Preto. Ouro Preto : Livraria Mineira. 166p.
BARBOSA Jr., A.R. (2004). Hidrologia Ambiental. Notas de Aulas da disciplina CIV 920.
BARBOSA, S.E. S. (2004). Análise dos Dados Hidrológicos e Regionalização de
vazões da Bacia do Rio do Carmo, Ouro Preto-MG. Dissertação de mestrado. Núcleo
de Pesquisa em Recursos Hídricos - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Ouro Preto, 188p.
BRASIL. Lei Federal Nº 6.938 de 31 de Agosto de 1981.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução n.º 392, de 25 de junho de 2007. Define a vegetação primária e secundária de regeneração de Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais.
BURMEISTER, H. (1980). Viagem ao Brasil através das Províncias do Rio de
Janeiro e Minas Gerais; Visando Especialmente a História Natural dos Distritos Auridiamantíferos. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: EDUSP, (Reconquista do
Brasil; nova série; Vol. 23).
CIVA: A Carta dos Andes. São Paulo, 1960.
COELHO NETTO, A.L. Hidrologia de Encosta na interface com a Geomorfologia, In GUERRA, A.J. e CUNHA, S.B. (Orgs) Geomorfologia: Uma Atualização de Bases
e Conceitos, Ed. Bertrand Brasil 2ª edição: 93-148, 1995.
CONCEICAO, M. A. F. ; MANDELLI, F (2005)a. Comparação entre métodos de
estimativa da evapotranspiração de referência em Bento Gonçalves, RS. Revista
Brasileira de Agrometeorologia, Piracicaba, v. 13, n. 2, p. 304-307.
CONCEICAO, M. A. F. ; MANDELLI, F. (2005)b. Cálculo da evapotranspiração de
referência com base na temperatura do ar. Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho,
CONCEICAO, M. A. F. ; MANDELLI, F. (2005)c. Estimativa diária da radiação
solar incidente com base no número de horas de brilho solar para a região de Bento Gonçalves, RS. In: Congresso Brasileiro de Agrometeorologia, 2005, Campinas.
Anais Do XIV Congresso Brasileiro de Agrometeorologia. Campinas : Sociedade Brasileira De Agrometeorologia/Universidade Estadual De Campinas.
CONCEICAO, M. A. F. ; MARIN, F.R. (2005). Estimativa da radiação solar
incidente com base na amplitude térmica diária. In: Congresso Brasileiro De
Agrometeorologia, 2005, Campinas. Anais Do XIV Congresso Brasileiro De Agrometeorologia. Campinas : Sociedade Brasileira De Agrometeorologia/Universidade Estadual De Campinas.
COSTA, C.M., HERRMANN, G., LINS, L. V., LAMAS, I. R. (1998). Biodiversidades
em Minas Gerais: um Atlas para sua conservação. Belo Horizonte: Fundação
Biodiversitas. P. 93.
CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (2005). Serviço Geológico do Brasil. Disponível em Http://www.cprm.gov.br. Acesso em: out.2005.
CPRM - Serviços Geológicos do Brasil. Mapa Geológico do Estado de Minas Gerais Convênio CPRM/Ministério das Minas e Energia/Governo do Estado de minas Gerais/Comig (2003).
CPRM - Serviços Geológicos do Brasil. Proposta de Zoneamento Ambiental da APA Carste de Lagoa Santa - MG Convênio IBAMA/CPRM (1997). Edição Interna Belo Horizonte - MG.
DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral (2005). Ministério de Minas e Energia. Disponível em Http://www.dnpm.gov.br. Acesso em: mar.2005.
DOORENBOS, J.; KASSAM, A.M. Efeito da água no rendimento das culturas. Campina Grande: FAO, 1994 (Estudos FAO, Irrigação e Drenagem 33).
DOORENBOS, J.; PRUITT, W.O. Guidelines for predicting crop water water
requirements. 2 ed. Rome: FAO, 1977 (FAO Irrigation and Drainage Paper 24).
EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema brasileiro de
classificação de solos. Brasília : Embrapa Produção de Informação; Rio de Janeiro :
Embrapa solos, 1999.
FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (2005). Fao Brasil. Disponível em Http://www.fao.org.br. Acesso em: jun.2005.
FERRARI, C. (1977). Curso de planejamento municipal integrado: Urbanismo. Coleção Mackenzie. Livraria Pioneira Editora. São Paulo.631 p.
FILHO, A.B.R. (2004). Desbravamento, Caminhos Antigos e Povoamentos nos
Sertões do Leste – Uma Aventura de Pioneiros. Centro de Referência do Professor –
Viçosa - MG, pág. 237.
GALLION, A. B. (1960). The Urban Pattern. Compañia Editorial Continental S.A.. GANGOPADHYAYA, M., URYVAEV, V. A., OMAR, M. H., NORDENSON, T. J., HAR-BECK, G. E. (1966). Measurement and estimation of evapotranspiration.
Geneva: World Meteorological Organization. (WMO Technical Note, 83).
GIULIETTI, A. M., FORRERO, E. (1990). Workshop “Diversidade Taxonômica e padrões de distribuição das angiospermas brasileiras – Introdução”. Acta bot.
GIULIETTI, A. M., HARLEY, R.M., QUEIROZ, L.P., WANDERLEY, M.G.L., PIRANI, J. R., (2000). Caracterização e endemismos nos Campos Rupestres da
Cadeia do Espinhaço. In: CAVALCANTI, T.B., WALTER, M.M.T. (eds.) Tópicos
atuais em Botânica. Brasília: SBB/EMBRAPA. P.311-318.
GIULIETTI, A. M., MENEZES, N.L., PIRANI, J. R., MERGURO, N., WANDERLEY, M.G.L. (1987). Flora da Serra do Cipó – Minas Gerais: caracterização e lista de espécies. Bol. Bot. Univ. São Paulo v. 9, p. 1-151.
GIULIETTI, A. M., PIRANI, J. R. (1988). Patterns of geografic distribution of some
plant species from the Espinhaço Range. In: HEYER, W.E.; VANZOLINI, P.F.(eds.)
Proceedings of a workshop on Neotropical distribution patterns. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. P.39-69.
GIULIETTI, A. M., PIRANI, J. R., HARLEY, R.M. (1998). Espinhaço Range Region,
Eastern Brasil. In: DAVIS, S. D. ET. AL. (eds.). Centers of plants diversity. Oxford:
Information Press. V.3., p. 397-404.
GRIFITTI J. J. ett Ali( 1995). Roteiro Metodológico Para o Zoneamento de Áreas de
Proteção Ambiental. Universidade Federal de Viçosa. 37p.
GUERRA, A.J. e CUNHA, S.B. Geomorfologia: Exercícios, Técnicas e Aplicações. Ed. Bertrand Brasil 1ª edição: 103-138, 1996.
HAFER, J. (1982). General aspects of the refuge theory. In: PRANCE , G.T. (ed.) Biological diversification in the tropics. New York: Columbia Univ. Press. P.131-137. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2004). Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Disponível em Http://www.ibge.gov.br. Acesso em: out.2004.
INPE-Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais(2001). Ministério da Ciência e Tecnologia. Imagens de Satélites Disponível em Http://www.inpe.br. Acesso em: ago.2005.
IUCN - International Union For Conservation Of Nature And Natural Resources (2000). IUCN guidelines for the prevention of biodiversity loss caused by alien invasive species. 51st meeting of Council, February 2000. Disponível em Http://www.iucn.org. Acesso em: out.2004.
IUCN - International Union For Conservation Of Nature And Natural Resources (2000). IUCN Red List of Threatened SpeciesTM.. Disponível em Http://www.iucn.org/redlist/2000/index.html . Acesso em: out.2006.
JOLY, J. A. (1970). Conheça a Vegetação Brasileira. São Paulo: Ed. USP e Polígono. 165 p.
KING, L.C. (1956). A geomorfologia do Brasil Oriental. Revista Brasileira de Geografia, Rio de Janeiro, v. 18, n. 2.
KÖPPEN, W. Grundriss der klimakunde. Walter de Gruyter : Berlin, 1931, 338 p. LEPSCH, I. F. (2002). Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de textos.
LINSLEY, R.K. e FRANZINI, J.B. Engenharia de Recursos Hídricos. Tradução e adaptação de Luiz Américo Pastorino. EDUSP, Ed. Mcgraw-Hill do Brasil, 1978. LISBOA, M.A. (1956). Pteridophytes de Ouro Preto. Anais da Escola de Minas de Ouro Preto (29): 21-27.
LISBOA, M.A. (1971). A Flora de Ouro Preto. Revista da Escola de Minas de Ouro Preto (99): 1-10.
LOMBARDI, J. A. (2000). Gimnospermas e Angiospermas. In: MENDOÇA, M.P., LINS, L.V. (eds.). Lista vermelha das espécies ameaçadas de extinção da flora de Minas Gerais. Belo Horizonte: Fundação Biodiversitas. P. 105-111.
MENDONÇA, M.P., LINS, L. V. (2000). Lista vermelha das espécies ameaçadas de
extinção da flora de Minas Gerais. Belo Horizonte: Fundação Biodiversitas, Fundação
Zoobotânica de Belo Horizonte. 157p.
MIRANDA, E.E. Embrapa. (2004) – Brasil Visto do Espaço Disponível em Http://www.cdbrasil.cnpm.embrapa.br. Acesso em: mar.2005.
MITTERMEIER, R. A., P.ROBLES GIL, C.G., MITTERMEIER (1997).
Megadiversidad: los países biologicamente más ricos del mundo. México: D.F.
CEMEX. 501p.
MOREIRA, A.N. (1965). Relevo. In Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Geografia do Brasil, vol. 5. Grande Região Leste. IBGE, Rio de Janeiro. Pp. 5- 54.
MOREIRA NETO, D. F. (1976) Curso de direito administrativo. 3ª ed. Rio de Janeiro, Forense. 552 p.
MOREIRA, J. C., SENE, E. (2004). Geografia geral e do Brasil: espaço geográfico e
globalização. Ed. Reform. São Paulo: Scipione.
MUNHOZ, C.B.R., PROENÇA, C.E.B. (1998). Composição Florística do município
PAULA, C.C., OLIVEIRA, D.A.S. e SILVA, R.R (2002). Flora Fanerogâmica da
Serra do Ouro Branco. Ouro Branco, Minas Gerais. Projeto Germinar.
PAULA, C.C., SCHAEFER, C.E.G.R. OLIVEIRA, D.A.S. e SILVA, R.R (2004). Flora
Fanerogâmica da Serra do Ouro Branco. Ouro Branco, Minas Gerais. Projeto
Germinar.
PEIXOTO, J. P., OORT, A. H. (1990). Le cycle de l`eau et lê climat. La Recherche. Spécial: L`eau, v.21, p. 570-579, mai.
PENMAN, H. L. 1956. Evaporation: an introductory survey. Netherland Journal of Agriculture Science, Wageningen, v.4, p.9-29.
PERON, M.V. (1988). Levantamento Florístico dos Campos Rupestres do Parque
do Itacolomy. In: Resumos do XXXIX Congresso Nacional de Botânica Belém, Pa.
PERON, M.V. (1989). Listagem Preliminar da Flora Fanerogâmica dos Campos
Rupestres do Parque do Itacolomy, Ouro Preto/Mariana, MG. Rodriguesia, 67
(41):63-69.
POHL, J. E. (1976). Viagem no Interior do Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: EDUSP.
PORTAL DESCUBRAMINAS (2002). Secretária Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC – MG) em parceria com a Secretaria de Estado de Turismo (SETUR-MG). Disponível em Http://www.descubraminas.com.br. Acesso em: ago.2005.
RIZZINI, C.T. (1979). Tratado de fitogeografia do Brasil: Aspectos sociológicos e
ROMERO, R., MARTINS, A.B. (2002). Melastomataceae do Parque Nacional da
Canastra, Minas Gerais. Rev. Brasil Bot. V.25, p. 19-24.
SAINT-HILAIRE, A. (1975). Viagem pelas províncias do Rio de Janeiro e Minas
Gerais. Belo Horizonte: Itatiaia.
SAMANI, Z. (2000). Estimating solar radiation and evapotranspiration using
minimum climatological data. Journal of Irrigation and Drainage Engineering, Reston,
v.126, n.4, p.265-267.
SEMIR, J. (1991). Revisão taxonômica de Lychnophora Mart. (Vernoniaceae:
Compositae). Campinas: IB – UNICAMP. (Tese de Doutorado). 515p.
SIQUEIRA, T. C. P. A., AKUTSU, M., LOPES, J. I . E., SOUZA, H. A. (2005). Dados
climáticos para avaliação de desempenho térmico de edificações. Rem: Rev. Esc.
Minas vol.58 no.2 Ouro Preto Apr./June .
SOUZA, A. L., LEITE, H. G. (1993). Regulação da produção em florestas
ineqüiâneas. Imprensa Universitária. Universidade Federal de Viçosa, MG. Apostila 5.
154 p.
SOUSA, H. C., MESSIAS, M. C. T. B., ROSHEL, M. B., SILVA, J. L., CORDEIRO, C. H. G., STEHMANN, J. R. (1997). Estudo da Vegetação do Parque Estadual do
Itacolomy , Ouro Preto, Minas Gerais. Trabalho de Iniciação Científica. Cooperação
FAPEMIG / UFOP. Universidade Federal de Ouro Preto. 40p.
SPRING - Integrating remote sensing and GIS by object oriented data modelling. (1996) Camara G, Souza RCM, Freitas UM, Garrido J Computers & Graphics, 20: (3) 395-403, May-Jun.
UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (2005). Unesco no Brasil. Disponível em Http://www.unesco.org.br. Acesso em: jun.2005.
VELOSO, H. P.; RANGEL FILHO, A. L. R.; LIMA, J. C. A. ( 1991). Classificação da
vegetação brasileira, adaptada a um sistema universal. Rio de Janeiro: IBGE,
Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. 123 p.
VILELA, S. M. e Mattos, A. Hidrologia Aplicada. Ed. McGraw-Hill do Brasil, 1975. VITTA, F. A. (1995). Composição florística e ecologia de comunidades campestres
na Serra do Cipó, Minas Gerais. Dissertação de Mestrado, Universidade de São
Paulo, São Paulo.
VITTA, F. A. (2002). Diversidade e conservação da flora nos Campos Rupestres da
Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais. In: ARAÚJO, E.L. et. al (eds.)
Biodiversidade, conservação e uso sustentável da flora do Brasil. Recife: UFRPE, Brasil, Imprensa Universitária. P. 90-94.
VOCABULÁRIO BÁSICO DE RECURSOS NATURAIS E MEIO AMBIENTE (2002). IBGE - Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Rio de Janeiro: IBGE. 300p.