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5.5 Analysestrategi

5.5.1 Faktoranalyse av indikatorene på arbeidstakernes innflytelse

Uma vez apresentado o mercado bancário, podem ser feitas as primeiras considerações relativas aos atributos descritos nos quadros 04 e 05.

Os primeiros atributos que serão analisados dizem respeito às características intrínse- cas da informação que, segundo os autores pesquisados, conferem qualidade à informação a partir de seus fatores intrínsecos.

2.4.3.1 Atributos de qualidade da informação

Vários foram os atributos de qualidade da informação identificados, conforme segue. - eficiência: essa característica, também citada por vários autores, diz respeito ao fato de a informação cumprir o seu papel, passando os dados esperados pelo tomador de decisão, embora não garanta os resultados esperados por esse tomador de decisão. No mercado bancá- rio, por se tratar de um ambiente normalmente bastante complexo, com várias estruturas estra- tégicas, táticas e operacionais, percebe-se que o mesmo tomador de decisão terá que lidar com vários tipos de informações diferentes a todo momento. Nesse contexto, uma informação efi- ciente, que atenda à demanda específica daquele momento e que auxilie esse usuário a tomar uma decisão, tende a agregar como atributo de qualidade.

- eficácia: uma informação eficaz é aquela que, quando utilizada, auxilia o tomador de decisão a atingir os resultados esperados. Também é uma característica citada por vários auto- res e, embora já demonstre extrema relevância como atributo de qualidade, não tende a ser facilmente qualificada como eficaz no momento de sua coleta ou utilização, já que normal- mente nem todas as condições que garantem o sucesso de uma tomada de decisão são conhe- cidos em momento anterior a esse processo. No mercado bancário, essa realidade não é dife- rente, dado que, muitas vezes, têm-se vários os riscos envolvidos em uma tomada de decisão,

logo, trata-se de um atributo que carece de análises mais detalhadas relativas à sua identifica- ção em uma informação, podendo ser estudada inicialmente uma linha que faça uma relação inversa com a incerteza, ou seja, quanto mais incerto for o resultado de uma decisão, menos chances haverá de a informação ser classificada como eficaz em momento anterior ao comple- to reconhecimento desse resultado.

- Precisão: citada por vários autores, reflete o grau de assertividade da informação, o que o torna como um importante atributo da qualidade da informação. No mercado bancário, existindo, muitas vezes, diversas variáveis podendo influenciar em uma decisão, como índices de inadimplência, indicadores econômicos e financeiros, variações de taxas e prazos de linhas de crédito, perfil do cliente, entre outras, não se pode ignorar a relevância de uma informação precisa.

- Objetividade: em um mundo repleto de informações, em que um tomador de decisão frequentemente precisa analisar vários casos por dia e tomar inúmeras decisões, torna-se es- sencial a objetividade. No mercado bancário, nem sempre o tomador de decisão possui muito tempo para analisar a fundo cada informação, dado que, muitas vezes, condições de mercado, como cotações de ações, por exemplo, podem se alterar a cada segundo. Por isso, informações objetivas, dado o contexto, tendem a auxiliar bastante o seu usuário.

- Reputação: diz respeito ao histórico de benefícios já obtidos com o uso da informa- ção ou do tipo de informação aqui referenciado. Um exemplo do mercado bancário pode ser uma informação importante para se analisar periodicamente como, por exemplo, algum relató- rio sobre taxa de juros mensais de nichos específicos de clientes. Tais informações podem ser utilizadas periodicamente para definir as taxas de juros atuais do banco, auxiliando sistemati- camente a empresa a apresentar bons resultados nesse campo. Tal condição de sucesso fre- quente eleva a reputação dessa informação e tende a elevar a reputação das informações que serão geradas no futuro, relativas a meses que ainda estão por vir. A reputação ainda é atrela- da a outro fator, que é a regularidade e consistência no processo de levantamento dessa infor- mação. Sendo assim, a alta reputação pode ser considerada como um atributo que poderá con- ferir qualidade a uma informação.

- Relevância: vários autores citaram a relevância como atributo de qualidade de uma informação. Tal conceito diz respeito à possível contribuição que o seu conteúdo pode forne- cer para a tomada de decisão, em que há uma expectativa mínima dessa contribuição por parte do usuário que, caso atingida, classificaria a informação como relevante e, caso não atingida, como irrelevante. Essa característica obteve uma maior importância nos tempos atuais, em que a informação existe em maior quantidade, mas muitas vezes sendo irrelevante, com pouco

ou nenhum conteúdo que realmente pode ser aproveitado. Os bancos, principalmente aqueles com maior estrutura, podem desenvolver mecanismos para capturar e processar inúmeras in- formações de seus clientes, por exemplo, na elaboração de um cadastro, entrevista para análi- se de concessão de crédito, fechamento de convênio com uma empresa para gerenciar o crédi- to de valores de folha de pagamento em conta corrente de seus funcionários, entre outros exemplos, mas, segundo os autores estudados, esse banco deve analisar o que realmente é relevante e o que não é, até porque o conteúdo irrelevante pode dificultar a localização e a análise daquilo que é relevante para a tomada de decisão.

- Temporalidade: citada assim por De Sordi (2008, p. 42), essa característica, também conhecida como atualidade, diz respeito à informação se referir a um contexto contemporâ- neo, do tempo presente, ou seja, a informação deve estar atualizada quanto à realidade do meio em que será aplicada à decisão tomada. A temporalidade é essencial no mercado bancá- rio, por ser atuante em vários campos, como seguros, crédito, previdências, capitalização, investimentos, captação, e por cada um desses poder ter realidades distintas, podendo ocorrer alterações frequentes de cenários.

- Abrangência: atributo citado por vários autores, demonstra que uma informação de qualidade deve contemplar em seu conteúdo a completude necessária, dada a expectativa do tomador de decisão. No mercado bancário, por exemplo, muitas vezes a posse de uma infor- mação que demonstra uma ação de um cliente sobre um produto, sem o conhecimento do tipo de público em que tal ação será aplicada, pode não se converter em nenhuma decisão a ser tomada pela empresa, e sim em tempo perdido no levantamento da informação e nos debates posteriores sem conclusão apontando ação a ser seguida.

- Usabilidade: outra característica identificada cuja contribuição está no grau de facili- dade que o tomador de decisão encontra ao manusear a informação trabalhada. Também cita- da como organização por outros autores, tal atributo demonstra que uma informação desorga- nizada ou que possua complexas formas de acesso tendem a se tornar um dificultador para o seu usuário, afetando negativamente a sua qualidade, ao passo que informações facilmente manuseáveis e organizadas tendem a ser um diferencial para as mesmas, conferindo um atri- buto de qualidade às mesmas. Essa dificuldade pode ocorrer no mercado bancário, podendo ser citado como exemplo a existência de grande repositório de informações, mas desprovidos de mecanismos eficientes de pesquisa e de busca. Nesse exemplo, devido à dificuldade encon- trada, muitos usuários podem preferir trabalhar com soluções empíricas a ter que trabalhar com informações desorganizadas ou de difícil manuseio.

- Satisfação do usuário: nesse item, a informação de qualidade deve procurar satisfazer o tomador de decisão, de forma com que esse tomador de decisão enxergue as características relevantes da informação e tenha as suas expectativas alcançadas ou superadas, decidindo dessa forma. No mercado bancário, essa satisfação do usuário é bastante mensurada, dado que, para esses profissionais, tomar decisões baseadas em informações sem qualidade pode significar uma exposição a riscos, liberações errôneas de créditos, projeções equivocadas de cenários econômicos, estratégias errôneas, entre outros, podendo culminar em demissões de tomadores de decisão, pagamento de multa ou até prisão, a depender da gravidade do erro ou omissão causado ou motivado pela informação sem qualidade.

- Geração de valor: citada por vários autores, esse motivador de ação reza que uma in- formação de qualidade deve ter um valor econômico mensurável a partir de seu uso. Um exemplo pode ser visto quando um economista de um banco está estudando informações que dizem respeito ao cenário financeiro nacional. Nesse momento, as informações levantadas para passar um cenário de todas as taxas de juros do mercado devem possuir a faculdade de serem mensuradas economicamente para que sejam consideradas informações de qualidade.

- Surgimento do poder de ação: esse atributo ressalta a capacidade motivadora que uma informação de qualidade deve possui para conferir poderes ao seu usuário para agir. No mercado bancário, muitas decisões importantes podem não ser tomadas ou tomadas intempes- tivamente devido a ausência de informações de qualidade. Sendo assim, esse motivador de ação, referenciado por vários dos autores citados no referencial desta obra, diz respeito ao poder criado pela informação, poder este capaz de convencer o usuário a agir e a tomar deci- sões. Nos bancos, local em que, muitas vezes, o tomador de decisão deve aliar velocidade e risco para agir, a presença de informação de qualidade torna-se quase que uma condição sine qua non.

- Traz segurança: a informação de qualidade confere segurança ao tomador de decisão, seja para agir, seja analisar mais profundamente o contexto dessa ou de outras informações correlatas, seja para gerar conhecimento ou outras contribuições diversas para a empresa. Dentro não somente do ramo bancário, mas de vários outros tipos de organização, torna-se quase que indispensável se comentar a importância da segurança para que um usuário da in- formação tome decisões relevantes para a empresa.

- Explica fenômenos: são vários os fatores em um ambiente bancário que, em princí- pio, podem parecer sem explicação, especialmente se tratando de serviços não antes executa- dos naquele banco. A informação de qualidade deve explicar tais fenômenos. Um exemplo pode estar no cancelamento de um limite de crédito de um cliente processado automaticamen-

te pelo sistema sem motivo aparente. Uma informação de qualidade relativa a esse assunto deve apresentar a causa de tal cancelamento ao tomador de decisão, para que ele possa reparar ou não o limite ora cancelado.

- Possibilita diagnósticos: muitas vezes, problemas diversos ocorrem em uma empresa; e um banco também está sujeito a esses problemas, como falhas em análises, ocorrência de situações aparentemente inexplicáveis, entre outros. O uso de informações de qualidade po- dem auxiliar bastante a empresa a criar diagnósticos para esses problemas, o que tende a aju- dar também no processo de busca de soluções para essas situações.