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Faglig og pedagogisk ledelse

2. Teoretiske perspektiver

2.4 Perspektiver på ledelse

2.4.2 Faglig og pedagogisk ledelse

O processo para a elaboração da cadeia produtiva do agronegócio da soja e para a iden- tificação da forma como os agentes fornecedores de “entradas” interagem com os sojicultores envolveu material bibliográfico, dados primários e secundários. A identificação dos agentes na condição de fornecedores de “entradas”, bem como dos elementos presentes no ambiente ex- terno e interno, baseou-se em material bibliográfico. Já para a descrição da interação entre os agentes fornecedores de entradas e as unidades de produção, foram utilizados dados primários e secundários.

As formas de interação foram relatadas com base em dados primários e secundários para descrever a interação entre os agentes fornecedores de entradas e as unidades de produção.

(a) Descrição da cadeia produtiva do agronegócio da soja

A descrição da cadeia produtiva do agronegócio da soja no contexto brasileiro (objetivo A) permitiu situar o objeto de estudo (unidades de produção) dentro de um contexto macro. Considerando a referida cadeia e sua composição para fins desta pesquisa, foram abordados dois grupos de elementos: os fornecedores de entradas - agentes com os quais os produtores transacionam na aquisição dos recursos produtivos – e as unidades de produção (produtores rurais).

A partir dos materiais bibliográficos na sequência apresentados, deu-se a descrição da cadeia produtiva do agronegócio da soja:

Batalha e Silva (2012) favoreceram a compreensão de Sistema Agroindustrial (SAI), de Complexo Agroindustrial (CAI), de Cadeia de Produção Agroindustrial (CPA) e das Unidades Socioeconômicas de Produção (USEPs);

Buainain, Vieira e Vieira Junior (2006) e Zylbersztajn (2000) propiciaram o entendi- mento de que a cadeia produtiva tem seu início já na indústria produtora de insumos, o que configura “entrada” para o processo produtivo da soja;

Lazzarini e Nunes (2000) contribuíram na descrição sobre o caminho percorrido pelo produto, no caso a soja (via exportações e/ou indústrias de transformação), até chegar ao con- sumidor final;

Romeiro (2002) forneceu entendimento quanto ao ponto de vista sistêmico dessa cadeia produtiva, no que se refere aos fatores presentes no ambiente interno e externo das unidades de produção no seu processo produtivo.

Para finalizar a descrição da referida cadeia, o esboço inicial foi apresentado, em no- vembro de 2014, para dois professores da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) que já trabalharam como consultores em propriedades rurais que cultivam soja e são também pesquisadores nesse ambiente. Foi então sugerido que, na descrição quanto ao fluxo do grão, também fosse considerada a armazenagem dentro das unidades de produção, haja vista que nem todo o grão colhido e vai diretamente para armazéns das indústrias de transformação ou expor- tadoras.

A seguir (quadro 2) são apresentados os agentes investigados na condição de fornece- dores dos recursos necessários à produção de soja que compreendem: fornecedores de insumos (sementes, fertilizantes, defensivos e máquinas), tecnologia (SNPA – conhecimento especiali- zado), recursos humanos e financeiros, informação e outros (empresas de consultoria).

Quadro 2 - Fontes fornecedoras de conhecimento/tecnologia Fontes de conhecimento/tecnologia

Fornecedores de entradas Quant.

Fornecedores de Insumos

Revenda de Defensivo 02 Revenda de Máquinas e Equipamentos Agrícolas 02 Revenda de sementes de soja 02 Revenda de Fertilizante Químico 02 Revenda de Fertilizante Orgânico 01

Total 09

Fontes de conhecimento/tecnologia

Conhecimento especializado (Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA) EMBRAPA, OEPA, Organizações Insti-

tuições públicas: Universidades e institu- tos Federais e Estaduais

EMBRAPA Agrossilvipastoril - SINOP-MT OEPA: EMAPER-MT

Organizações Instituições públicas: Universidades e institutos Federais e Estaduais (UNEMAT, UFMT, IFMT)

Organizações públicas e privadas

FUNDAÇÃO-MT SENAR-MT UNIC e UNIVAG Fontes de conhecimento/tecnologia

Recursos Humanos Contemplado nas IES e SENAR-MT-

Recursos financeiros de fomento a aqui-

sição de tecnologias Crédito Rural: Banco do Brasil

Informação

Informações diversas Implícita em todos os fornecedores de “entradas” e websites da área agrícola, eventos como Dias de Campo e palestras Fontes de conhecimento/tecnologia

Outras fontes Serviços de consultoria (02)

Fonte: dados de pesquisa

(b) Fornecedores de sementes, fertilizantes, defensivos e máquinas

A busca de dados junto a esse grupo permitiu identificar as tecnologias oferecidas e o acesso a elas, além do tipo de interação com produtores de soja. O critério de escolha desses entrevistados deu-se a partir de indicações obtidas junto a alguns produtores de soja que fazem parte do Sindicato Rural de Tangará da Serra-MT (SRTS), entidade que congrega grandes pro- dutores do município, junto ao qual a UNEMAT desenvolve projeto de extensão. A pesquisa-

dora recorreu a um grupo de produtores de soja que faz parte do SRTS, solicitando que indi- cassem dois fornecedores de insumos (produtos) para o cultivo da soja que percebiam como destacados quanto à revenda de sementes, fertilizantes, defensivos e máquinas, sendo citadas mais vezes as escolhidas.

Após a indicação, foram contatadas dois fornecedores para cada tipo de produto: defen- sivos agrícolas (que compreendem: herbicidas, fungicidas, inseticidas), fornecedores de máqui- nas (colheitadeiras, pulverizadores, tratores, dentre outros), sementes de soja e fertilizantes/adu- bos químicos e biológicos/orgânicos. No caso dos fornecedores de fertilizantes, foram conside- radas três, visto que uma delas atende a região com fertilizantes biológicos (produto diferenci- ado dos demais). Para facilitar a identificação quando da análise dos dados, as empresas foram nominadas por tipo de produto comercializado, conforme apresentado no Quadro 2.

As entrevistas com esse grupo deram-se no período de setembro a novembro de 2015, no município de Tangará da Serra, MT. As questões que nortearam a abordagem a esse grupo, denominado neste estudo como “fornecedores de entradas”, foram: 1) tipo de produto/serviço comercializado; 2) forma como interagem com o cliente (além da venda do produto, o que mais oferece/disponibiliza); 3) produtos/serviços que estão por vir no segmento que atua e a serem disponibilizados aos produtores. Os dados obtidos por intermédio das entrevistas foram com- plementados, quando necessário, por dados secundários por meio de informações disponíveis nos websites das empresas.

(c) Conhecimento Especializado: Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária

Com base na descrição da cadeia produtiva do agronegócio da soja adotada para este estudo, após citar os fornecedores de entradas denominados fornecedores de insumos, a sequên- cia contempla o quesito tecnologia para a qual se considerou o conhecimento especializado, no caso o SNPA, uma vez que os insumos (sementes, fertilizantes, defensivos e máquinas) já tra- zem tecnologia embarcada.

O SNPA compreende instituições de pesquisa de âmbito federal ou estadual e organiza- ções públicas e privadas, direta ou indiretamente vinculadas à atividade de pesquisa agropecu- ária, como cooperativas, sindicatos, fundações e associações. Em nível do Estado do Mato Grosso, foram consideradas as seguintes: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Agros- silvipastoril (EMBRAPA Agrossilvipastoril), Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistên- cia e Extensão Rural (EMPAER-MT), Universidade Federal do Estado de Mato Grosso (UFMT), UNEMAT, Instituto Federal do Estado de Mato Grosso (IFMT), Fundação de Apoio

à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (FUNDAÇÃO-MT), Serviço Nacional de Aprendi- zagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), Universidade de Cuiabá (UNIC) e Centro Uni- versitário de Várzea Grande (UNIVAG). O mapeamento dessas instituições e o conhecimento produzido direcionado ao agronegócio da soja deu-se com base em dados secundários, via con- sulta em websites institucionais.

No que se refere à EMPAER-MT, além dos dados secundários, utilizou-se também de dados primários obtidos em contato realizado em fevereiro de 2016, no escritório de Tangará da Serra- MT. Foi entrevistado um dos técnicos da EMPAER-MT, o qual informou a dinâmica de atuação dessa instituição junto aos pequenos e médios produtores no que concerne à pesquisa e extensão rural.

Quanto à FUNDAÇÃO-MT, além dos dados primários obtidos na entrevista em agosto de 2015 com o gestor de pesquisa, o entendimento sobre a atuação foi complementado por meio de dados secundários existentes no website dessa fundação sobre pesquisa, desenvolvimento e difusão de tecnologias.

Também para o SENAR-MT, as informações envolveram dados primários e secundá- rios. Nesse sentido, os dados disponíveis no website foram complementados pela entrevista feita em setembro de 2015 com a responsável pela divulgação e organização dos cursos do SENAR-MT no SRTS. O trabalho dessa agente é oferecer treinamentos do SENAR MT. Assim, informa aos produtores rurais e aos seus funcionários oportunidades de qualificação por meio de contatos via telefone e visitas in loco para ofertar serviços. Quando desse contato, a agente foi indagada sobre funcionamento, oferta e demanda dos cursos junto aos sojicultores.

Em relação às Instituições de Ensino Superior (IES) mato-grossenses, com base nas informações disponíveis nos respectivos websites, foram citados todos os cursos oferecidos em seus diferentes níveis de formação e os projetos de pesquisa e extensão vigentes em 2015 com foco no agronegócio. Esses dados, somados aos demais, permitiram desenhar, em termos de forma e conteúdo, a configuração do SNPA no Mato Grosso.

(d) Informação

A informação envolve o ato ou efeito de informar, a notícia (dada ou recebida) é escla- recimento sobre algo ou alguém, e o conhecimento (pano de fundo deste estudo) tem como base a informação. (FERREIRA, 2010). Assim se entendeu que esse fator já estava implícito nos demais fornecedores de “entradas” e, por isso, não foi abordado isoladamente como recurso de entrada. No entanto, considerou-se a perspectiva dos usuários (unidades de produção), os quais

foram indagados sobre as informações necessárias e o local que buscam para o cultivo da soja, previstos nos itens 3.2, 3.3 e 3.4 do roteiro de entrevista semiestruturada (APÊNDICE C).

(e) Recursos humanos e financeiros

Os recursos humanos e financeiros também constituem “entradas” no processo de pro- dução agrícola. Em relação ao fator humano, a contribuição dá-se em termos de conhecimento especializado e, para tanto, são elencados os cursos de capacitação oferecidos no Estado e dis- poníveis para a região. Foram analisados desde cursos de curta duração, técnicos, tecnólogos, graduação e pós-graduação lato e strictu sensu que tivessem conteúdo voltado à formação de recursos humanos para trabalharem nas unidades de produção. Nesse quesito, foram conside- rados, para fins de análise, o que já fora contemplado pelos dados apresentados no SNPA, ou seja, as IES (UFMT, UNEMAT, IFMT, UNIC e UNIVAG) e SENAR-MT.

Quanto aos recursos financeiros necessários ao processo de produção que constituem fonte indireta de transferência de conhecimento, citam-se, como exemplo, as políticas de cré- dito que fomentaram a adoção de novas tecnologias. Por tal motivo, um agente de crédito foi entrevistado. Isso permitiu entender como são operacionalizados os financiamentos do Banco do Brasil (BB) aos produtores de soja, via entrevista realizada em outubro de 2015 com o as- sistente de negócios para o Agronegócio do BB, na agência de Tangará da Serra, MT. Na en- trevista semiestruturada, conduzida de forma a contemplar a produção de soja, abordaram-se questões envolvendo: (a) tipos de crédito para o agronegócio; (b) linha do Programa de Incen- tivo à Inovação Tecnológica na Produção (INOVAGRO) e (c) acesso às linhas de crédito. A entrevista foi gravada e depois transcrita.

Ainda quanto a outras “entradas” para o processo produtivo da soja, foram considerados os consultores que atuam juntos aos sojicultores nas áreas de gestão e agronômica. Para tanto, foram contatadas duas consultorias indicadas pelo grupo de produtores rurais anteriormente citados. Essas empresas, como os demais agentes, estão localizadas no município de Tangará da Serra- MT. Uma delas, denominada Consultoria 1, e outra, denominada como Consultoria 2, foram entrevistadas em novembro de 2015 e fevereiro de 2016, respectivamente. A Consul- toria 1 iniciou suas atividades em 2002 e, para a realizacao do seu trabalho, conta com equipe formada por cinco agrônomos que prestam serviços de campo nas propriedades assistidas em sete municípios mato-grossenses e também atuam na sua estação de pesquisa. Em 2015 atendia 40 propriedades rurais. A Consultoria 2, desde 1995, desenvolve trabalhos na área agronômica e conta um grupo de cinco agrônomos para o trabalho a campo e mais uma equipe na sede

(escritório) responsável pela gestão financeira e de compras para os produtores. Atende nove municípios mato-grossenses e o município de Vilhena-RO.

Na abordagem realizada juntoas as empresas de Consultoria 1 e 2, foram considerados os tipos de serviços que prestam e a forma como interagem com os produtores de soja.

De forma a sumarizar os procedimentos adotados na obtenção de informações junto aos fornecedores de “entradas”, no quadro 3 são caracterizados os dados obtidos por meio de en- trevistas (dados primários); e, no quadro 04, estão os dados documentais buscados em websites institucionais (dados secundários).

Quadro 3 - Fontes de dados primários

Fonte Características do(a) entrevistado(a) Quando Tipo de entrevista e duração IES – UNEMAT 01 Professor e pesquisador que já atuou como consultor no agronegócio da soja 11/11/2015 Duração: 40min Presencial

IES – UNEMAT atuou como consultora no agronegócio 01 Professora e pesquisadora que já

da soja 11/11/2015

Presencial Duração: 40min Fornecedor de Sementes

1 01 agrônomo representante comercial 22/09/2015 Duração: 50min Presencial Fornecedor de sementes

2 01 agrônomo representante comercial 19/11/2015 Duração: de 30 a 50min Presencial Fornecedor de Máquinas

e Equipamentos Agríco- las 1

01 vendedor de máquinas e equipamen-

tos agrícolas 03/09/2015 Presencial Duração: 50min e website Fornecedor de Máquinas e Equipamentos Agríco- las 1

01 vendedor de máquinas e equipamen-

tos agrícolas 03/09/2015 Duração: 40min Presencial Fornecedor de Defensi-

vos 1 01 agrônomo vendedor de defensivos 26/09/2015

Presencial Duração: 40min Fornecedor de Defensi-

vos 2 01 agrônomo gerente comercial de uma revenda de defensivos 30/11/2015 E-mail Fornecedor de Fertili-

zante Químico 1 01 agrônomo vendedor de fertilizantes químico 25/09.2015 Duração: 40min Presencial Fornecedor de Fertili-

zante Químico 2 01 vendedor vendedor de fertilizantes químico 23/11/2015 Duração: 40min Presencial Fornecedor de Fertili-

zante Orgânico 01 agrônomo vendedor de 01 único for-necedor de fertilizante orgânico 17/11/2015 Presencial e website Duração: 1h Organização Estadual de

Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (OEPA-

MT)

FUNDAÇÃO-MT

01 gestor de pesquisa da instituicão pri- vada de P&D na área de soja e algodão

em Mato Grosso 14/08/2015

Presencial e website Duração: 2h43min

SENAR-MT

01 promotora de cursos que operaciona- liza os treinamentos para agropecuária

promovidos pelo SENAR-MT 30/09/2015

Presencial e website Duração: 1h

Instituição financeira - Banco do Brasil (BB)

01 consultor de negócios para o agrone-

gócio 12/10/2015

Presencial e website Duração: 1h

Consultoria 1

01 administrador consultor em gestão que atua em uma consultoria agronô-

mica e de gestão 06/11/2015

Presencial Duração: 50min

Consultoria 2 01 agrônomo que presta serviços de con-sultoria agronómicos 22/02/2016 Duração: 50min Presencial

Fonte: dados de pesquisa

Quadro 4 - Fontes de dados secundários

Fontes Características da fonte Quando e onde Tipo de dados

EMBRAPA

EMBRAPA Agrossilvi- pastoril SINOP-MT – de-

senvolve pesquisas em sistemas de ILPF.

- 30/11/2015 - Dados disponíveis no

website

- Capacitação e trabalhos de pesquisa que desenvolve;

- Eventos que promove.

OEPA-MT

EMPAER-MT - realiza assistência técnica, pes- quisa e extensão rural voltadas para agricultura

familiar nas pequenas e medias propriedades. - 30/11/2015 - Dados disponíveis no website - Histórico; - Unidades no Estado; - Atuação quanto assistência técnica,

pesquisa e extensão rural.

SENAR-MTC

Promove treinamentos gratuitos para agro-pecu-

ária

- Dados disponíveis no

website

- 01/12/2015

- Quem é o SENAR-MT e o que faz; - Cursos disponibilizados e cadeias

produtivas atendidas

IES públicas mato-grossens-

ses

Universidades e institu-

tos Federais e Estaduais: - Dados disponíveis no website - Histórico institucional

- Cursos técnicos, tecnólogos e gradu- ação que ofertam;

- Pós-graduação lato e strictu senso; - Projetos de pesquisa e extensão que

realizam. - UNEMAT - 29/11/2015 - UFMT - 30/11/2015 - IFMT - 30/11/2015 FUNDAÇÃO – MT Instituicao privada de P&D na área de soja e al-

godão - Dados disponíveis no website - 19/08/2015 - 11/11/2015 - 01/12/2015 - Histórico institucional - Projetos que desenvolve

- Eventos que promove.

IES privadas mato-grossenses

- UNIC

- Dados disponíveis no

website - Histórico institucional

- Cursos técnicos, tecnólogos e gradu- ação que ofertam;

- Pós-graduação lato e strictu senso - 01/12/2015

Banco do Brasil

- Umas das instituições que financia o agronegó-

cio brasileiro

- Dados disponíveis no

website

- 01/10/2015 - 20/10/2015

- Linhas de crédito e características dos financiamentos do Banco do Bra-

sil; - Crédito rural

Consultoria A - Presta serviços na área de gestão e agronomia

- Dados disponíveis no website - 05/12/2015 - Histórico institucional; - Atuação no Estado. Fornecedor de Máquinas e Equipamentos Agrícolas 1 - Fornecedor de máqui- nas e equipamentos agrí-

colas

- Dados disponíveis no

website

- 06/12/2015

- Informações sobre o programa

FarmSight, que combina maquinaria

inteligente e um pacote de serviço de concessionário para otimizar os servi-

ços oferecidos. Fornecedor de

fertilizante Or- gânico

Fornecedor de fertili- zante orgânico e de equi-

pamento para produção

- Dados disponíveis no

website

- 03/12/2015

- Informações sobre adubação bioló- gica

Fonte: Dados de pesquisa