5. External Relations – Actual, perceived and construed threats
5.4 External relations and democratisation
Os resultados dos protocolos coletados demonstram (Tabelas 3 e 4) algumas diferenças entre os textos de domínio e de não domínio, levando-se em consideração a diferença de conhecimento prévio dos participantes constatada entre os textos com os resultados apresentados até este ponto. A média da duração do estudo no texto de não domínio foi menor (10:48 minutos) do que o do texto de domínio (16:46 minutos), sendo que em todos os casos, os indivíduos encerraram o estudo do texto de não domínio antes de chegarem ao seu fim. Ainda no que se refere à duração dos processos de estudo, os indivíduos apresentaram tempos mais homogêneos (desvio padrão de 6,59 minutos) no texto de não domínio do que no de domínio (desvio padrão de 12,96 minutos). Com relação às intervenções contabilizadas nos protocolos, a média de intervenções no texto de não domínio foi de 11,5 intervenções enquanto o texto de domínio apresentou a média de 24 intervenções. O texto de não domínio também foi aquele em que os indivíduos apresentaram resultados mais homogêneos (desvio padrão de 5,96 intervenções) quando comparado ao texto de domínio (desvio padrão de 17,01 intervenções).
Tabela 4 - Informações do processo de estudo do texto de não domínio Indivíduo Duração do protocolo Média do protocolo Desvio padrão Número de intervenções Média da intervenções Desvio padrão A 00:16:15 00:10:48 6,59 minutos 23 11,5 intervenções 5,96 intervençõ es D 00:07:00 5 C 00:03:00 8 E 00:10:00 8 B 00:04:55 10 F 00:23:40 15
Tabela 5 - Informações do processo de estudo do texto de domínio Indivíduo Duração do protocolo Média do protocolo Desvio padrão Número de intervenções Média da intervenções Desvio padrão A 00:45:17 00:16:46 12,96 minutos 55 24 intervenções 17,01 intervençõ es D 00:13:20 18 C 00:11:20 33 E 00:06:20 4 B 00:13:20 26 F 00:11:00 8
Os gráficos 1 e 2 apresentam as informações comparadas de duração da atividade de estudo e número de intervenções realizadas nos textos de não domínio e domínio, de onde se pode realizar análises relacionadas com o impacto do conhecimento prévio dos indivíduos com as informações mencionadas.
Gráfico 1 – Comparativo da duração do estudo nos textos de não domínio (nd) e domínio (d)
Gráfico 2 – Comparativo entre intervenções durante o estudo nos textos de não domínio (nd) e domínio (d)
As variações observadas nos tempos do processo de estudo do texto de domínio (projeto de pesquisa) se deu em grande parte à quantidade de intervenções no textos. Embora todos os participantes tenham expressado familiaridade e conhecimento acerca da temática do texto, houve variação na quantidade de colocações realizadas. No que se refere ao texto de não domínio, este
A D C E B F 00:00:00 00:07:12 00:14:24 00:21:36 00:28:48 00:36:00 00:43:12 00:50:24 Tempo nd Tempo d A D C E B F 0 10 20 30 40 50 60 Intervenções nd Intervenções d
apresentou dois indivíduos, E e F, que demostraram maior duração da atividade e número de intervenções durante a atividade de estudo no material de não domínio quando comparado ao texto de domínio. Analisando-se as respostas às perguntas filtro da entrevista, os dois indivíduos, embora não apresentassem conhecimento prévio consolidado acerca do tema do texto de não domínio (lógica/ sintaxe do cálculo de predicados), apontaram conhecimentos prévios relevantes - estudo de teorias da linguagem (indivíduo E) e familiaridade com conceitos fundamentais do texto estudado (indivíduo F) -, que podem ter motivado a persistência na leitura do texto e a maior duração do protocolo, conforme segue:
[...] mas me chamou a atenção dessa coisa de linguagem de primeira ordem, conjunto, subconjunto, já que eu quis entender isso daqui para pode relacionar com alguma coisa que eu já estou tentando fazer no meu projeto que tem essa abordagem...tipos de linguagem, ai quando eu vi aqui, linguagem, eu já me interessei...[...] Foi a primeira coisa que me chamou a atenção...quando falou sobre linguagem, eu já tentei puxar alguma coisa...quando eu vi aqui, eu já quis entender, tentei buscar explicações que me fizessem entender melhor, alguma coisa [...] Mas me interessou justamente por isso, já que me fez lembrar sobre isso e me fez ver se entendia a coisa por outro lado, entender isso né? (E, 54 anos) (grifos nossos).
[...] alguns termos aqui são familiares [...]. Na verdade, na minha interpretação do que eu li aqui, eu posso fazer algum relacionamento com alguma coisa que eu já tenha visto...como essa parte de fórmula, essa parte de molecular, molecular para atômica, essa questão da forma para a fórmula ter sentido...e então eu tentei fazer esse link com outras coisas que eu já tinha visto [...] (F, 33 anos).
Ainda com relação às informações de duração da atividade de estudo e número de intervenções, um dos participantes (indivíduo A) apresentou elevado número de intervenções no texto de não domínio quando comparado ao número de interveções no texto de domíniodos demais participantes. Tal constatação também pode ser explicada pelo fato do indivíduo a possuir conhecimento correlatos à temática do material que podem ter infleucniado positivamente para a manutenção do processo de estudo. Conforme observa-se em uma das perguntas filtro do indivíduo A:
[...] no sistema de apoio à decisão que eu estava desenvolvendo no doutorado, eu fiz um encadeamento lógico das coisas, tinha uma lógica, mas eu não sei dizer se era isso daqui [...] tinha uma lógica mas eu não apliquei essa base aqui...não conhecia né, foi do meu jeito, coisas do empírico né...eu fui testando, então conhecimento prévio, se for falar, é isso ai, é uma relação tênue com alguma coisa que eu tive com isso, não necessariamente isso...nunca ouvi falar disso (A, 35 anos).
3.1.8 Qual a articulação entre o conhecimento prévio e o processo de estudo de indivíduos em contexto de expertise?
A partir das colocações realizadas pelos participantes em relação às questões levantadas para a coleta dos dados acerca da articulação entre o conhecimento prévio e o processo de estudo, foram obtidas categorizações que auxiliam no entendimento da articulação entre o conhecimento prévio e o processo de estudo de indivíduos em contexto de expertise. De forma geral, o conhecimento prévio dos participantes pôde ser articulado ao processo de estudo por meio das seguintes categorias: 1) Reconhecimento de informações; 2) Esforço de link e 3) Análise dialógica.
RECONHECIMENTO DE INFORMAÇÕES
O reconhecimento de informações demonstra a questão do sentido que o texto de domínio e não domínio apresentavam aos participantes em um processo de entendimento das informações apresentada. No texto de não domínio (sintaxe do cálculo de predicados) os indivíduos expressaram dificuldades para o entendimento das informações apresentadas, sendo mencionado principalmente a questão da ausência de sentido do texto. No texto de domínio, ao contrário, os participantes relataram facilidade e tranquilidade no seu estudo.
Tabela 6 – Composição da categoria reconhecimento de informações RECONHECIMENTO DE INFORMAÇÕES
TEXTO DE NÃO DOMÍNIO TEXTO DE DOMÍNIO
Ah, esse foi um texto muito chato de ler, com esse monte de letrinha, de fórmulas que para mim não faz sentido né (Indivíduo A)
No geral eu gostei, é uma coisa que eu quero para mim para utilizar nas aulas de metodologia..então que gostei da abordagem, não toda né, eu não concordo com todo o texto, mas ai tem uns pontos que me chamaram a atenção (Indivíduo A)
[...] eu não entendi nada, nem o que é CQC...esse CQC não está explicito (Indivíduo B)
Eu acho que esse texto é para quem está querendo fazer pesquisa […] é uma abordagem um pouco mais detalhada de como fazer sua pesquisa […] isso esclarece e faz com que tenha mais sentido (Indivíduo B)
[…] já que eu não sei, eu não entendi nem o título do texto (Indivíduo C)
Que é um texto bem simples, bem objetivo (Indivíduo C)
[...] mas o texto não me remeteu, não me deu a menor, o menor sinal do que se trata (Indivíduo D)
[…] e ele esquematiza muito bem, te contextualiza e ele te dá o passo a passo, então eu acho que é uma leitura tranquila né (Indivíduo D)
[...] já que eu não consegui me conectar com ele (Indivíduo E)
[...] como escrever o projeto, aquilo que é necessário e importante (Indivíduo E)
Tem muita coisa que eu não consegui identificar...não, não fez sentido para mim
Esse texto...é bem familiar, sobre algo que eu já conhecia e a leitura foi bem rápida […] ai no geral
(Indivíduo F) é uma leitura bem tranquila (Indivíduo F)
ESFORÇO DE LINK
O esforço de link demonstra as tentativas realizadas pelos indivíduos para relacionar o conteúdo dos textos às suas experiências e conhecimentos prévios. Essas tentativas ocorriam mesmo quando não havia um reconhecimento das informações apresentadas como no material de não domínio pelos participantes. O esforço de link no texto de não domínio foi realizado, embora em termos qualitativamente inferiores aos daquele realizado no texto de domínio. Tal fato, conjectura-se, ocorre pela desmotivação que ocorre a partir do momento do não reconhecimento da informação e o esforço de link que ocorre sem os resultados esperados: a descoberta de sinais ou pistas que auxiliem no processo de reconhecimento da informação apresentada. Seguem trechos significativos para a composição dessa categoria:
Tabela 7 - Composição da categoria esforço de link ESFORÇO DE LINK
TEXTO DE NÃO DOMÍNIO TEXTO DE DOMÍNIO
Assim, não vou dizer zero, mas meu contato prévio, que e eu não sei se tem haver ou não, dai o que eu falei né...no sistema de apoio à decisão que eu estava desenvolvendo no doutorado, eu fiz um encadeamento lógico das coisas (Indivíduo A)
[...] eu comentava, eu acrescentava, e já fazia relação direta com a minha vivência (Indivíduo A)
Nossa, eu tentei ver se tinha haver com matemática, raciocínio lógico […] (Indivíduo B)
o texto ficou claro […] cada parágrafo do texto eu já fui lembrando, da minha época de desenvolvimento da minha tese (Indivíduo B)
Olha, esse texto me remeteu ao período curtíssimo de aulas de química […] a parte de lógica que eu falei...essa parte de lógica, toda vez que eu faço aqueles passatempos (Indivíduo C)
[...] a gente já conhece, já sabe a estrutura...ai é chover no molhado […] ajudou não só a ler com mais rapidez, mas a pensar mais criticamente sobre aquilo que eu estava lendo (Indivíduo C)
Pois é...eu tive cálculo, e predicado...na minha época era sinônimo de adjetivo ou qualidade (Indivíduo D)
Não, é tranquilo...eu consigo até fazer algumas críticas […] primeiro eu corro o olho, eu leio, mas eu não me aprofundo […] então eu tenho familiaridade com isso, a ponto de eu poder, numa segunda leitura, dizer que ele podia colocar dessa forma, ou mudar isso de alguma forma (Indivíduo D)
[...] o contato que eu tive com esse tema foi nesse estudo que eu estou fazendo, o meu projeto, fora quando eu trabalhei, que eu abordava essa questão da linguagem (Indivíduo E)
[...] ai quando eu vejo alguma coisa que já está falando sobre projeto de pesquisa, eu fico procurando qual é a linha que está levando né? (Indivíduo E)
[...] como essa parte de fórmula, essa parte de molecular, molecular para atômica, essa questão da forma para a fórmula ter sentido...e então eu tentei fazer esse link com outras coisas que eu já tinha visto (Indivíduo F)
Totalmente né? Já que eu tinha vivenciado […] não teve grande dificuldade, na leitura desse texto (Indivíduo F)
ANÁLISE DIALÓGICA
A categoria análise dialógica relaciona-se aos relatos dos participantes enquanto estes estudavam os textos de não domínio e domínio. A comparação das falas alocadas na classe de processo de estudo demonstraram uma diferença na forma como os participantes se relacionaram com a informação apresentada nos textos, sendo que no texto de não domínio os relatos eram de natureza predominantemente transitiva, no sentido de transitar pelo texto tentando compreender a informação de não domínio que estava sendo apresentada. No texto de domínio, pelo contrário, os participantes parecem não tanto transitar pelo texto para contextualizar as informações para entendê-las, mas analisar e criticar as informações apresentadas para tratá-las no processo de estudo, estabelecendo uma espécie de diálogo com o material em que possuem conhecimento prévio consolidado.
Tabela 8 - Composição da categoria análise dialógica ANÁLISE DIALÓGICA
TEXTO DE NÃO DOMÍNIO TEXTO DE DOMÍNIO
Então...quando eu vejo sintaxe, já me dá uma preguiça de ler […] eu eu vou lembrar do CQC, eu não sei nem do que se trata isso, ai eu vou pensar no CQC do programa […] esse aqui ai eu leio e geralmente volto...eu não me atento, eu leio assim sem ficar prestando atenção […] ai aqui, eu fico incomodada, quando ele fala assim...da linguagem geral do CQC […] me da um nervoso assim, que eu não consegui encaixar as ideias aqui ainda não […] aqui eu lembro um pouco de fenômeno dos transportes, quando tinha um monte de símbolo […] ai fala de gatos, peixes e estrelas...ai aqui já me dá uma esperança […] ai quando ele fala de linguagem de primeira ordem, eu fico curiosa para saber se ele vai falar de linguagem de segunda ordem aqui […] ó, isso aqui eu não entendi e pulo […] ai aqui eu volto porque ele
[…] ai quando eu leio isso aqui, já veio a ideia de eu reproduzir isso aqui na aula de metodologia científica, com estudantes tá […] isso aqui eu já não usaria no contexto que eu to tá […] aqui...aqui eu já discordo, quando fala da estrutura curricular e acadêmica da pós- graduação […] então aqui eu concordo é quando ele fala […] Aqui é interessante […] essa parte aqui eu gostei para usar nas aulas... […] então isso daqui vai ao encontro daquilo que eu estava falando... […] ai aqui eu discordo...aqui fala que […] é engraçado aqui... […] aqui eu li duas vezes...não sei se acrescentaria alguma coisa […] aqui eu gostei, ele fala dessa definição que ele dá de método […] ai aqui eu gosto, gosto, e falo bastante...que o projeto deverá ser alterado […] (Indivíduo A)
fez referência ao 11.1 […] não, então tá...ai aqui, na minha cabeça o L1 está sozinho, ai o L2, ele tem a questão das operações... ai ele vira 2 […] aqui eu já não to entendendo nada […] ai aqui eu vejo isso e já fico lembrando de química […] tá esse ponto aqui eu achei que fosse entender, mas eu não entendi (Indivíduo A) Nossa gente, o que é isso […] não faço ideia do que é isso aqui […] linguagem, CQC, o que é isso aqui? […] estou voltando aqui […] estou pulando um […] estou pulando mais um parágrafo […] pulando mais outro […] avançando a página (Indivíduo B)
Essa parte de trabalho monográfico é importante […] isso é verdade, esse grande abismo entre a graduação e quando a pessoa vai para uma pós né? […] e tem essa parte mesmo, da parte mais social mesmo, até na engenharia, de tecnologias sustentáveis na construção […] ai isso faz parte do trabalho, principalmente do doutorado...essa parte […] essa parte da hipótese é importante, para compor o raciocínio mesmo […] isso é interessante […] ai aqui é bem breve […] aqui está falando novamente da bibliografia (Indivíduo B)
Bem, a sintaxe do cálculo de predicados...eu nem sei o que é esse título ai […] o que é CQC?...a cálculo, não...eu quero saber o que é CQC... […] eu não entendo nada... […] predicados n-ários... […] essas fórmulas aqui...eu acho que é uma leitura totalmente fechada […] Olha aqui o conceito teórico...é, eu não entendo nada...olha, aqui tem uma pergunta […] olha, ai é uma questão de lógica que tem aqui... […] é, são questões de lógica... […] a, olha essas partes de química, essas palavras...olha, eu não entendo nada mesmo... (Indivíduo C)
Olha, até agora está fácil...eu estou concordando com tudo, o que eu penso também […] eu me pergunto se os nossos cursos de pós- graduação conseguem fazer isso com a gente […] não, não tem nada do que eu achava aqui […] eu não sei se eu concordo com isso que está sendo falado […] ai volta para o que eu estava argumentando inicialmente […] eu concordo com esse parágrafo […] agora eu fiquei com vontade de saber quem escreveu o texto...a, não tem o nome […] é aqui eu paro para perguntar...isso tem uma relação muito forte com a área […] ai aqui eu acho que ele vai falar do que a gente já sabe né? Como tem que elaborar um projeto […] ai eu vou pulando um pouquinho né...porque tem coisa aqui que a gente já […] delimitação do tema...eu vou passar os olhos para ver se tem algo de novo […] é bacana essa parte aqui, bacana...a formulação das hipóteses […] bom, eu vou voltar lá...uma coisa é modelo teórico, outra coisa é você ter bases teóricas né? […] (Indivíduo C)
[…] então como tem o 2 aqui, eu procuraria o 1, mas eu não tenho o 1 […] o CQC me chama a atenção, porque para mim o CQC é um programa […] ai a definição 1 eu tenho que ler duas vezes, porque eu não consigo captar... […] e ai eu paro aqui na definição 2 mesmo... […]
[...] então é um tema que já me deixa mais confortável na leitura […] então aqui nesse primeiro parágrafo, dá uma geral... […] tu tende a transitar no texto, tu vai e volta... […] interessante que eu nunca li um texto que fala aqui dessa ponte né... […] qui então, vou
então eu até folheei aqui, para ver né […] ai aqui tem mais fórmulas... […] (Indivíduo D)
concordando né...que são coisas que não dizem né... […] então aqui eu leio né...ai já me incomoda porque eu acho que está um pouco fora de ordem […] aqui, então isso me incomoda né, porque a pessoa pessoaliza né... ai na leitura da uma paradinha aqui... […] mas na leitura essa é...um tipo de coisa que me tira a concentração, e se eu não concordar […] esses itens aqui eu passo o olho rapidinho porque, oque eu faço... […] aqui, uma coisa que eu aprendi, que eu não sabia...não falava título técnico, para mim era só subtítulo... […] ai tem um treze...ai quando tem esses numerosinhos, me incomoda, eu acho melhor uma nota de rodapé ou um parêntese […] aqui então aparece outro número né […] (Indivíduo D) [...] estou procurando aqui o significado do
CQC... […] quando aqui diz linguagem de primeira ordem, me lembrou uma referência que eu estou lendo agora […] esse aqui, o que eu quero entender, a linguagem de primeira ordem, isso me chamou a atenção […] essas fórmulas [...] aqui...eu não entendo […] essa linguagem aqui...irreconhecível […] é, parei, fui mais ou menos até aqui (Indivíduo E)
Estou tentando acelerar a leitura, para ver ele […] é um assunto mais do nosso meio, que a gente está vendo […] essa questão de título me chama a atenção...sempre é bom saber, já que sempre é difícil de definir né? […] (Indivíduo E)
Primeiramente minha leitura começa aqui […] nossa, o assunto, estou voltando aqui, que é novidade […] eu retornei aqui de modo a contextualizar isso aqui, já que eu não sei o que é CQC […] ai eu quero descobrir o que é CQC […] o endereço daqui eu retornei nesses pontos...da mesma forma esses pontos aqui […] eu to parando um pouco aqui tá bom? […] estou voltando aqui nessa definição […] eu aqui, to tentando associar, to tentando entender […] eu estou retornando aqui para confirmar a leitura […] estou retornando aqui […] (Indivíduo F)
[...] lendo aqui, mais rápido, esse é bem tranquilo mesmo […] eu to pulando esses aqui, está mais rápido […] aqui está bem rápido […] aqui eu estou seguindo tá? […] estou tentando identificar aqui […] (Indivíduo F)
3.1.9 Discussão das categorias “reconhecimento de informação, esforço de link e análise