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4. D EN KRISTNE PALESTINSKE MINORITETEN

4.1 M INORITETER

4.1.4 Minoritet med innflytelse

Dos gestores entrevistados 78 % concordaram que existe dificuldade para formação continuada. No curso que foi proporcionado aos gestores, “Teve pouca palestra sobre coisas práticas [...]. Teve uma palestra muito boa sobre a violência na escola”. Os gestores sentiram que o curso deveria ser direcionado para realidade. O curso foi voltado mais para parte administrativa, uma visão parcial, ficou distante da realidade da escola, mais teoria que prática. Outro gestor acrescentou “[...] foram dadas muitas coisas interessantes, mas ficou difícil devido ao número de pessoas - local pequeno para muita gente”. Eles sentiram que o curso ocupou o pouco tempo que eles têm para resolver os problemas da escola e não contemplou os conhecimentos que eles precisariam para a gestão “Ele tomou muito tempo e ficamos ouvindo coisas amplas. Eu penso que nós diretores... somos formados para serem professores e não gestores. Penso que se tivesse assunto mais administrativo seria mais proveitos”. E ainda, “Ele foi mal elaborado, porque eles tiraram a gente da escola muito tempo. Não conseguimos ouvir. Se fosse setorizado [...]”, disse outro gestor. “[...] a formação precisa ser melhor preparada. Foi um grande passo, mas precisa melhorar”. Outro gestor acrescentou que não apenas a formação precisa melhorar, mas “acho que é tudo... é a gestão financeira, gestão de pessoas”. Contudo, três gestores acharam que o curso para o gestor foi bom “Eu tenho tempo na direção e acho que o curso contemplou, tínhamos as oficinas que foram cansativas. Para quem está entrando agora o curso não foi suficiente, principalmente quando o assunto foi sobre a verba, mas pelo fato de eu estar há muito tempo eu não senti. Eu senti que o curso foi excelente”. Outro gestor confirmou “Mesmo tendo 15 anos na direção, as informações foram necessárias. Nesse ponto a Secretaria de Educação tem dado muito apoio. O curso de gestor só vem acrescentar por mais que você saiba”. Teve um gestor que

aproveitou o curso para compartilhar conhecimento. Ele aproveitou uma experiência vivenciada por outro gestor, cujo projeto era irrigação do telhado da escola na época da seca, o qual ele implementou e percebeu que o resultado foi positivo, melhorou a sensação de calor para os alunos na época da baixa humidade. No caso da formação para o professor, eles tiveram um olhar positivo. Falaram que os cursos para o professor, oferecidos pela EAPE (Escola de Aperfeiçoamento dos profissionais de Educação) são bons, a dificuldade é chegar até o local - Plano Piloto. Há uma dificuldade de conciliar os cursos com a coordenação do professor. Outro problema identificado: a implantação do Ciclo ocorrido ao mesmo tempo em que o professor recebia as informações. Neste caso, não houve uma preparação em tempo hábil para que o professor se sentisse preparado.

A participação da comunidade ainda é um desafio. 61% dos gestores concordaram que existe a falta da participação dos pais. Os pais estão transferindo a responsabilidade de educar para a escola. Isso não é papel da escola. A escola ensina, dar conteúdo, dar cidadania, prepara para encarar o mercado de trabalho. Todavia, a escola não deveria ter a responsabilidade de ensina valores; esta tarefa deveria ser dos responsáveis pela criança. A família precisa voltar aos padrões anteriores de cuidar e educar os filhos, para que eles possam colocar isso no ambiente coletivo, reproduzir os ensinamentos. Está havendo uma reprodução de falta de limites. As escolas colocam as regras e os alunos não conseguem cumprir as regras. Os pais que acompanham o estudo dos filhos, estes são bem sucedidos. Quando o gestor chama para um evento, como a Festa junina, Festa da Família e Cantata de natal eles vêm, mas quando é para tratar de assunto mais sério, como reuniões bimestrais, são poucos os que participam. A comunidade não tem esta consciência da importância da participação. Observou-se que foram poucas as escolas da pesquisa que têm participação da comunidade significativa. A escola, durante o ano letivo, precisa da participação dos pais em diversos momentos (reuniões do CONAE, avaliação do PPP, Reunião bimestral, eventos da Festa junina, da Família, Feira cultural, etc.) e alguns pais alegam que o empregador não os libera do trabalho tantas vezes ao ano. A questão da participação da comunidade é bastante polêmica, tendo em vista que alguns gestores afirmam que a participação dos pais é um trabalho da gestão. Tem gestão que cria uma barreira. Outro reafirmou que “Você não pode andar sozinho. Nos passeios, eu levo 10 ou oito pais. A comunidade tem acesso a tudo. O PPP está exposto para todos verem. A comunidade tem que está dentro da escola, apontar os pontos negativos e positivos. Nada melhor de ter uma visão de alguém de fora. Outro gestor

concluiu “A relação com a comunidade representa uma parceria, respeitam o limite e participam muito." Ela favorece o compartilhamento de conhecimento”.

Percebeu-se que os gestores não têm a parceria que eles gostariam com saúde e segurança. 83,5% dos entrevistados sentiram a necessidade dessa integração. De acordo com um gestor, houve uma época que a Secretaria de Educação tinha parceria com o Centro de Orientação Médico Psicopedagógica (COMPP) no atendimento aos alunos com algum tipo de necessidade especial. Atualmente, este atendimento é feito pelos hospitais públicos, isto é, os alunos esperam muito tempo por uma consulta. Alguns programas de saúde já existem na Rede, como é o caso da vacina Vírus Papiloma Humano ( HPV) e o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Há ainda outros programas de saúde considerados importantes pelos gestores, mas que devido à grande demanda e a outros fatores não identificados, a criança fica muito tempo esperando para ser chamada, é o caso da consulta e entrega de óculos e tratamento dentário. Observou-se ainda, a falta de parceria com posto de saúde para entrega de atestado de saúde, segundo um gestor “Um dia nós precisamos de atestado de saúde para os alunos participarem de um passeio ao clube e o posto de saúde teve muita dificuldade em nos atender”. “O caso do piolho, a Zoonose..." não há mais este controle. Cada órgão público não pode interferir no outro. Com relação ao tema segurança percebeu-se que até existe esta parceria, no caso de palestras sobre drogas e outros assuntos “Tivemos palestra sobre secretaria de justiça sobre as drogas”, contudo não há a presença de um policial na porta da escola. Um dos problemas das brigas entre alunos fora da escola é devido à falta de policiamento. Há um Polo policial (Batalhão escolar) que atende aos pedidos de socorro das escolas nos casos de violência, briga de alunos, etc., todavia devido à distância entre o Polo e a escola, quando os policiais chegam à escola, o problema já foi resolvido.

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