Vedlikehold av bruer og kaier på riksvegene 2012-2017
Besvart 11. desember 2017 av innvandrings- og integreringsminister Sylvi Listhaug
1997/1998 2004/2005
Cursos de Mestrado • Ciências de Gestão • Finanças • Gestão Global • Sistemas de Informação • Mestrado em Gestão na Universidade de Macau • Contabilidade • Finanças • Gestão de Empresas
• Gestão de Recursos Humanos • Gestão de Sistemas Ambientais • Gestão de Serviços de Saúde • International Management • Marketing
• Pesquisa de Mercados • Prospeção e Análise de Dados • MBA/Mestrado em Logística Formação de Executivos • MBA – Cabo Verde / Praia
• MBA – Brasil / Rio de Janeiro • MBA – Moçambique / Maputo • MBA – China / Cantão
• Liderança e Mudança Organizacional • Management Trends
• Gestão de Comunicação Pessoal • Gestão de Sistemas de Informação • Logistics e Supply Chain Management • Negociação Comercial
• Mini –MBA
Desde 2012, todos os cursos com grau são geridos directamente pela IBS, gerindo o INDEG-ISCTE apenas os cursos de formação de executivos e a formação corporate
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Para além do mais, com esta escolha, existiu o propósito de separar a direcção do INDEG da da IBS, a Business School do ISCTE-IUL, regres- sando ao modelo de duas direcções distintas, que vigorou entre 1988 e 2005, acrescido do facto de que, por iniciativa de Paulo Bento, a partir de então, os presidentes do INDEG teriam limite de mandatos e deixa- riam de ser nomeados, passando a ser eleitos pelos membros do plená- rio da sua Comissão Científica. Bento, em Janeiro de 2016, seria confir- mado, em Assembleia Geral, como o primeiro Presidente eleito, depois de ter obtido dois terços dos votos do colégio eleitoral.
O seu começo de funções, em finais de 2012, foi, como se calcula, o de enfrentar as sérias condições da economia e da sociedade portu- guesa. Programas como o Energy MBA, em associação com a Columbia University, tiveram de ser suspensos, por força dos significativos impac- tos negativos que estavam a ter nas contas da instituição. Mas o essen- cial do portfolio do INDEG – renomeado, em 2013, INDEG, ISCTE Executive Education – manteve-se resiliente e a solidez financeira da instituição continuou a permitir o desenvolvimento das actividades futuras, que se incrementaram, nomeadamente a nível internacional. O prestígio dos
cursos do INDEG permaneceria intacto e reforçava-se. Entre eles, o Executive MBA (EMBA), em 2013, seria reacreditado pela AMBA, pelo período máximo de cinco anos, tendo sido o único curso a obter
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esta acreditação mundial de excelência logo após as suas três primeiras edições. No início de 2016, foram iniciados os contactos com a European Foundation for Management Development (EFMD) para a obtenção da acreditação EPAS pelo Executive MBA. Adicionalmente, a área da quali- dade do Instituto tem estado a preparar a certificação ISO 9001.
Na China, o INDEG continua a assegurar a logística de um prestigiado curso de Doctor of Business Administration (DBA), com cerca de 300 parti- cipantes. Em Moçambique, em 2014, o INDEG adquiriu uma participação de 13% numa sociedade moçambicana (Transcon) que detém o Instituto Superior de Transportes e Comunicações (ISUTC) e o Instituto de Tele- comunicações (ITC), no seu conjunto com cerca de 3000 estudantes. Foi ainda criada, na mesma sociedade, uma escola de formação de execu- tivos, a Escola de Negócios e Administração de Moçambique (ENAM), tendo-se aí iniciado, em Janeiro de 2015, dois mestrados executivos, para o sector bancário, aos quais se sucederiam outros, noutras áreas, e a perspectiva é de aumentar, significativamente, o fluxo de formação entre os dois países, nomeadamente caso se concretize a construção de um novo campus.
No Brasil, dar-se-ia boa continuidade à parceria com a Fundação Getulio Vargas, a maior instituição brasileira de formação em Gestão, e abrindo-se ainda uma importante parceria com a Fundação Dom Cabral, que tem sido incluída, nos últimos 25 anos, no top 20 entre 16 000 escolas de Gestão em todo o mundo.
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«O ISCTE foi uma opção feliz,
uma designação inteligente que o viabi- liza e caracteriza de uma maneira pragmática, inovadora e portadora de futuro. Primeiro, tem uma grandeza, dignidade e até ortodoxia que “dissolvem” com pragmatismo a oposição da política conserva- dora e do purismo igualmente conservador quanto à rigidez da divi- são da ciência em áreas, e finalmente “dissolve” também os conflitos algo bloqueadores e um tanto ridículos, provocados por protagonis- mos tendencialmente predadores.Depois, tem a inovação de indicar os pólos estruturantes, de uma forma apelativa, centrada no trabalho e na empresa, problemáticas que concretamente existem na vida de cada pessoa e a afectam. Final- mente, portador de futuro porque optar, como centralidade estrutu- rante, pelo trabalho e a empresa indicia nitidamente uma moderni- dade de conceitos e problemas induzindo pensamentos e reflexões, desencadeando em cada um de nós o processo de compreensão e construção da modernidade, isto é, portador de futuro. Em síntese, trabalho e empresa, são uma espécie de ADN do ISCTE (sem esquecer que por estável que o ADN seja, exige também mudanças para adap- tação, diferenciação e sobrevivência).»
Eduardo Gomes Cardoso (2007, p. 51)
Na Europa, realizaram-se parcerias com a HEC Paris, para o Executive MBA. Em Angola, formalizou-se uma parceria com a Universidade Agos- tinho Neto, num mestrado executivo em empreendedorismo e inovação.
Para além da formação pós-graduada em cursos abertos, o INDEG encetaria uma área de corporate, com programas business to business para formação muito específica, em empresas como a Galp, CGD, Banco de Portugal, Millenium BCP, Infraestruturas de Portugal, Banco de Portu- gal e outras.
De resto, o grande objectivo deste sempre renovado INDEG, ISCTE Executive Education é o de, reforçando a inserção nacional e as coope- rações internacionais, ser a instituição líder no universo da comunidade dos países de língua portuguesa.
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