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Den allestedsnærværende Skyen ... Teknologisk determinisme

In document Analog Politikk, Digital Fremtid? (sider 23-27)

2. Teori

2.1 Den allestedsnærværende Skyen ... Teknologisk determinisme

• Degradação do espaço físico das escolas. Mobília, iluminação e recursos didático-pedagógicos escassos; baixos salários; falta de reconhecimento e valorização profissional (âmbito governamental e social) (Amélia)

• O que desfavorece é a falta de motivação que se instalou no nosso meio. A nossa profissão está virando um fardo pesado para muitos de nós. Atualmente, não conseguimos pensar e refletir sobre o que fazemos ou no que está sendo feito do nosso trabalho diário. Simplesmente, estamos fazendo! O trabalho é solitário, com falta de projeto pedagógico consistente. Existe ainda a falta de interesse da sociedade em investir verdadeiramente na escola. O salário é defasado, falta plano de saúde, dentre outros problemas. (Clarice)

• São os aspectos desfavoráveis na minha profissão, a começar pelo sucateamento em que se encontra a maioria das escolas públicas deste país, e no Distrito Federal não é diferente. A superlotação das salas de aula, baixos salários, a desestrutura familiar e a falta de uma política educacional contribuem efetivamente para a desvalorização do professor. (Clotilde)

• A desvalorização intensa e constante da profissão; a falta de uma política educacional clara, objetiva, que busque eficiência. Sei que isso é mais amplo que uma discussão que avalie apenas o DF, o Brasil, a América do Sul, Central, os países “em desenvolvimento” ou subdesenvolvidos. (Dandara)

• O aspecto negativo de minha profissão é, sem dúvida, a falta de valorização do professor. A imagem que eu guardava na memória dos meus avós e tias, sendo reverenciados, destacados em eventos e respeitados por serem professores se desfez junto com as políticas públicas que não valorizam o profissional da educação. Somos uma classe sem voz ativa! E isso me incomoda muito. (Sandra)

• Como nem tudo são flores, também percebo um certo descrédito em relação a nós por parte da sociedade civil e governamental, onde se refletem os baixos salários e a cobrança excessiva de resultados.(Flávio)

• Sofremos com o processo de proletarização: turmas superlotadas, condições financeiras ruins por causa dos baixos salários, falta de material pedagógico (no caso do final de mandatos governamentais, ausência até da folha branca). Estamos vivendo esta situação no momento. Professores transmissores,

medíocres, reprodutores da ideologia capitalista, às vezes por alienação, outras por cooptação ideológica. Infinitos papéis que o professor acaba assumindo para tentar resolver os problemas de seus alunos, por causa do caos social que vivemos no nosso país. (Gisele)

• A classe de professores está, no momento, desacreditada. Parece que generalizam por baixo os profissionais, desde o governo até alguns pais, incluindo direções de escolas descompromissadas, que acabam por trazer mais desestímulo para a nossa classe. Digo isto porque parece-me que não temos ou não sabemos a força que temos coletivamente e isto nos faz desestimulados e apáticos.(Honória)

• Não podermos fazer a escolha (de opinarmos sobre ela) da equipe de direção escolar; a falta de condições de trabalho na escola; os salários defasados; a violência escolar; a não participação nas decisões impostas pelo governo, que atingem a área de educação (seja de que natureza forem); o sucateamento das escolas; a falta de emprego de uma política de prevenção com a saúde dos professores; a falta de oferecimento de cursos sérios que realmente qualifiquem o professor; a falta de professores nas escolas; a burocratização, com o preenchimento de diários e relatórios.(Ivonete)

• Sendo professora, não posso perder de vista o meu objetivo, que á a formação, a construção de um homem consciente da sua realidade, e portanto a possibilidade de transformá-la. Não posso aceitar que no ambiente em que basicamente trabalha-se com idéias, estas possam ser engessadas pelo germe do descrédito em relação ao nosso objetivo profissional. Descrédito em relação à nossa formação e à possibilidade de melhores condições de trabalho. As políticas públicas no âmbito educacional são voltadas apenas para o aluno e o seu ingresso nas instituições de ensino. Não há, a meu ver, uma política que amplie e dê dignidade à nossa profissão. (Joelma)

• Os aspectos mais desfavoráveis da nossa profissão são de ordem prática e estrutural, compreendendo baixa remuneração, falta de material didático (quantitativa e qualitativamente), falta de apoio de profissionais afins (orientadores, psicólogos para atendimento aos alunos com dificuldade de aprendizagem). A falta deste apoio causa sérios problemas na eficácia pedagógica: desgaste físico e emocional dos profissionais de educação (em

momentos de crise ou situações de alteração da saúde física e mental). (Constância)

• Considero altamente desfavorável a desvalorização do magistério e da educação no geral, a falta de condições de trabalho e a visão retrógrada que percebo em alguns professores.(Laura)

• Infelizmente, são muitas as forças contrárias que se opõem ao projeto de escola nessa linhagem. Contudo, poderíamos elencar alguns que julgamos importantes, como por exemplo: a) crescente alienação da classe professoral, o que leva à desmobilização e ao isolamento dos sujeitos enquanto efetivos membros de uma categoria; b) a cultura da improvisação dos representantes políticos, que estão sempre “preocupados” em resolver os problemas da educação com pirotecnias e ações inusitadas, abdicando, porém, de sua principal responsabilidade: a de destinar de fato os recursos previstos para a educação, pois para a implantação de qualquer projeto são necessários recursos humanos e materiais, e isso depende diretamente do financiamento da educação; c) falta de valorização dos profissionais de educação através de condições dignas de trabalho, formação continuada, melhores salários, etc. Enfim, a lista é grande, mas isso, de maneira geral é o que concorre de forma desfavorável para nossa profissão.(Miguel) • O descaso por parte das autoridades e a apatia por parte dos professores, que

fazem com que a educação não tenha movimento, não se veja reais transformações em suas respectivas comunidades.(Noel)

• A falta de apoio pedagógico; as condições de trabalho são difíceis, os alunos carentes e muitas temos que buscar alternativas para melhorar o atendimento. Outro fator desfavorável na atividade é a situação de acomodação em que os colegas se encontram, onde a maioria não busca apoiar as ações de transformação no ambiente escolar. Estão sempre preocupados em “manter a continuidade das vantagens que a prática individualizada lhes proporciona”. (Graça)

• Falta de condições adequadas para tornar o ensino mais significativo e prazeroso, pois muitas vezes o professor utiliza recursos próprios para enriquecer a aula. Outro fator desfavorável da profissão, causador da insatisfação da maioria dos professores é a não participação na elaboração e planejamento de projetos educacionais que adentram o estabelecimento de

ensino, concluídos por profissionais muitas vezes distantes da realidade educacional do país, e ao professor cabe executar e ser responsabilizado pelo fracasso. Aconteceu assim com classes de alfabetização (CBA – Ciclo Básico de Alfabetização) e volta a ser repetido com o BIA (Bloco de Iniciação à Alfabetização), tornando o professor um mero proletário. Além disso, a composição familiar vem se modificando ao longo dos anos, transferindo para a escola toda a responsabilidade pela educação de seus filhos. Nesse contexto, a escola, que deveria complementar essa “educação de berço”, assume papel de pai, mãe, médico, psicólogo, dentre outros. Esse acúmulo de papéis sociais descaracteriza e sobrecarrega os professores. (Paula)

In document Analog Politikk, Digital Fremtid? (sider 23-27)