6. Diskusjon
6.1. Vurdering av studiens funn
6.1.2. Demontering, ombruk og resirkulering
ANEXO A
Credo Social Da Igreja Metodista Episcopal, Sul - 191859
Considerando que a Igreja de Deus está divinamente comissionada a interpretar a Jesus Cristo e seu evangelho a cada geração sucessiva e a trabalhar a fim de que todas as coisas sejam trazidas à Sua sujeição; e considerando que os problemas de um novo ajuste industrial e redenção social que esta geração é forçada a considerar constituam um desafio à Igreja para asseverar o senhorio de Jesus Cristo na vida social, bem como na vida individual, para interpretar o evangelho a esta geração em termos sociais, bem como em termos individuais; logo, estamos ao lado de nossos irmãos, representados no Concílio Federal das Igrejas de Cristo na América, batalhando:
1. Por direitos iguais e a justiça completa para todos os homens em todas as camadas da sociedade;
2. Pela proteção da família, por meio do padrão único e igual da pureza, leis uniformes sobre o divórcio, a regulação apropriada dos casamentos, e residências convenientes.
3. Pelo mais pleno desenvolvimento possível de toda criança, especialmente pelo fornecimento da instrução e diversão convenientes.
4. Pela abolição do trabalho das crianças.
5. Por uma regulação das condições de trabalho para mulheres de tal forma que a saúde física e moral da comunidade seja salvaguardada.
6. Pela proteção e prevenção de pobreza.
7. Pela proteção do indivíduo e da sociedade contra os danos sociais, econômicos e morais de negócio em bebidas alcoólicas.
8. Pela conservação da saúde.
9. Pela proteção do trabalhador contra mecanismos perigosos.
10. Pelo direito de todos os seres humanos à oportunidade de manutenção própria, pela proteção deste direito contra toda a espécie de usurpação, e pela proteção dos trabalhadores contra os danos penosos de trabalhos forçados.
11. Por uma provisão apropriada para a velhice dos trabalhadores e para aqueles incapacitados por desastres.
12. Pelos direito dos patrões e empregados de igualmente se organizarem para meios adequados de conciliação e arbitragem no caso de disputas industriais.
13. Pela folga semanal do trabalho.
14. Pela redução gradual e razoável das horas do trabalho até o ponto mais baixo possível, e por aquele grau de descanso para todos que é a condição para a vida humana mais elevada.
15. Por um salário suficiente à vida como o mínimo em toda a indústria, e pelo salário mais elevado que cada indústria possa pagar.
16. Por uma força declarativa sobre a aplicação dos princípios cristãos quanto à aquisição e uso de propriedade, e pela divisão mais justa possível dos produtos da indústria que possa finalmente ser descoberta.
59 IGREJA METHODISTA EPISCOPAL, SUL. Doutrinas e Disciplinas da Igreja Methodista Episcoal, Sul, 1918. Edição brasileira. São Paulo: Casa Publicadora Methodista, 1919, p. 404-405 [§808]. Versão adaptada ao português atual.
ANEXO B
A Atitude Da Igreja Metodista Do Brasil Perante O Mundo E A Nação 193460
Considerando que a Igreja Metodista do Brasil é uma organização independente e que este Concílio representa o espírito da Igreja, sentimos a necessidade de declarar nossa atitude e missão perante a nação e o mundo.
Reconhecendo nossa responsabilidade na solução dos enormes e graves problemas morais e espirituais que defrontam a nação e o mundo, nós nos revestimos de forças divinas para a execução da tarefa a que nos propomos e, procurando manifestar as convicções que mantemos, esperamos tornar mais clara a nossa própria visão.
O Mundo
Jamais nos esqueceremos do caráter universal de nossa missão. Pertencemos a uma ordem espiritual livre de preconceitos raciais, em que não se exclui o grego ou o judeu, o escravo ou o livre, porque Cristo é tudo e está em todos.
O mundo contemporâneo é poderoso demais para ser enfrentado por uma Igreja dividida. Portanto, nos alegramos com o espírito de cooperação internacional numa escala até então desconhecida e nos unimos com as Igrejas de outras nações em comunhão fraternal nas coisas do Espírito.
Notamos com tristeza profunda o precipício para o qual as nações armadas estão se atirando. Por isso chamamos a atenção da Igreja para o combate aos preconceitos de raça, à má vontade, aos ódios, às vinganças, ao imperialismo, ao espírito materialista do amor ao lucro e a todas as medidas tendentes à guerra, e mobilizamos as energias espirituais da Igreja no sentido de um entendimento internacional e esforços construtivos em prol da amizade e da paz. Fazemos um apelo para que sejam reduzidos rigorosamente os armamentos e que haja uma cooperação econômica internacional.
Sintamos os laços espirituais que nos prendem aos que amam sinceramente o Senhor Jesus em todo o mundo e manifestemos nossa solidariedade aos irmãos do Continente Americano. O fato de que nações irmãs americanas não conseguem viver em paz é motivo de verdadeira humilhação para nós.
Esperamos jamais ver um conflito de nações irmãs neste continente. Faremos todo o possível para facilitar as relações internacionais e o espírito de cooperação no Continente Americano.
A NAÇÃO
É com imenso prazer que afirmamos que somos uma Igreja Nacional, hospitaleira para com todos, mas independente do domínio e direção estrangeira, composta de cidadãos e Cidadãs brasileiros, leais ao seu país.
Estamos dentro do melhor de nossa história, de nossas tradições, de nossa cultura e de nossa vida nacional. Como Igreja, não pedimos favores, nem considerações especiais, mas exigimos os direitos de uma Igreja livre, num Estado livre, sem qualquer discriminação. Nossa língua e cultura são latinas, mas nosso sangue é variado; estamos formando um novo tipo racial brasileiro. Sentimo- nos felizes com a tradição e política brasileiras da igualdade de raças e de oportunidades e condenamos qualquer preconceito racial.
Como Igreja nacional, é nosso ideal sermos os primeiros no patriotismo, no sacrifício e na lealdade; estamos prontos a servir nosso país em todos os tempos, auxiliando o povo desta terra, tão ricamente abençoada por Deus, a ser um povo livre, honesto, eficiente e feliz.
PROBLEMAS SOCIAIS
60 IGREJA METODISTA DO BRASIL. Atas do 2° Concílio Geral. Porto Alegre, 4 a 19 de janeiro de 1934. São Paulo: Imprensa Metodista, p. 95-97. Documento apresentado pelo presbítero Hugh Clarence Tucker e aprovado no dia 16 de janeiro de 1934. Ibidem, p. 31-32 e 35. Versão revisada com adequações ao português atual.
Não podemos deixar de manifestar a consciência cristã perante os problemas sociais, econômicos e industriais. O misticismo isolado da sociedade, indiferente aos sofrimentos humanos, não serve para o mundo moderno. O Evangelho que nós pregamos é uma força social transformadora. Combatemos o materialismo, o amor ao lucro, a avareza, o nepotismo, o egoísmo Urge que os raios X dos ensinos de Jesus penetrem o íntimo de nossa civilização. O amor deve ser aplicado em todas as organizações da vida humana e a religião, a força centralizadora da vida diária.
Reconhecemos a grande dificuldade que há na solução dos graves problemas sociais e a necessidade dos conselhos de técnicos especializados em respectivos assuntos. É nosso dever, todavia, estudar os problemas soco contemporâneos e estar informados das transformações sociais e industriais que se realizam hoje. Este vasto campo exige pesquisas e educação especializada. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para estudar tais questões à luz da ciência.
A contribuição especial da Igreja no campo social é perfeitamente clara: é a de facilitar uma compreensão mais viva dos acontecimentos e dar uma perspectiva mais larga e mais clara em meio à confusão reinante.
A visão do Reino de Deus deve elevar-nos acima das correntes da história e das mudanças complexas do mundo de modo que, com vistas elevadas, possamos observar os interesses humanos antagônicos e voltar novamente ao seio da vida humana para fazer a nossa parte pela cristianização da ordem social com nova coragem e fé renovada. Combatemos a tentação de fugir da vida, com seus problemas e lutas para nos enclausurarmos na religião pessoal.
Confiantes de que os valores supremos que determinam a vida do mundo são éticos e espirituais levamos aos homens e mulheres as boas novas do Evangelho, que são o remédio das nações.
A IGREJA
As Igrejas evangélicas do Brasil sentem cada vez mais a sua responsabilidade em face de todos os grandes problemas que agitam o mundo e que interessam ao nosso país e à sociedade. Unidas fundamentalmente no Espírito de Jesus Cristo, na orientação comum e na mesma esperança, o espírito de fraternidade e cooperação as aproxima cada vez mais.
É tempo de se estreitarem ainda mais os laços fraternais, de modo que as Igrejas, estimuladas pela grandeza de uma só tarefa superior e gloriosa, possam, unidos os corações e dadas as mãos, cooperar entusiasticamente em prol do bem espiritual e temporal dos brasileiros e brasileiras.
ANEXO C
O Credo Social Da Igreja Metodista Do Brasil- 193461
Art. 3 - Visto que a Igreja de Deus foi devidamente comissionada para apresentar Jesus Cristo a cada geração como o único meio de solucionar os problemas humanos e para trabalhar a fim de que a Ele todas as coisas se sujeitem, a Igreja Metodista do Brasil considera os problemas de uma nova e justa orientação industrial e social como um desafio à sua comissão e, por isso, interpretando o Evangelho, tanto para o indivíduo como para a sociedade, declara-se solidária com os demais ramos da Igreja de Cristo na defesa dos seguintes princípios, que constituem o seu Credo Social:
1. Direitos iguais e justiça rápida e econômica para todas as pessoas, em todas as camadas sociais.
2. Proteção à família, exigindo-se o mesmo grau de pureza, tanto para o homem quanto para a mulher; preparo educativo para o casamento e para a vida doméstica, e leis que possibilitam o divórcio em termos dos ensinos do Senhor Jesus.
3. Abolição do emprego da criança em trabalho que lhe prejudique o desenvolvimento natural e a provisão adequada para a sua proteção e educação física, espiritual, intelectual e moral.
4. Regulamentações das condições do trabalho para as mulheres de modo que seja salvaguardada a saúde física e moral da sociedade.
5. Proteção do indivíduo e da sociedade contra os prejuízos sociais, econômicos e morais do comércio e uso de bebidas alcoólicas e tóxicas e da prática de jogo e da prostituição. 6. Conservação da saúde individual e disseminação dos conhecimentos higiênicos que visam
ao bem-estar da família e da sociedade.
7. Proteção do operariado contra maquinismos perigosos e contra todas as enfermidades e prejuízos provenientes de trabalho.
8. Direito de todas as pessoas a uma oportunidade de manutenção própria; proteção deste direito contra toda a espécie de usurpação, e proteção do operariado contra os malefícios de trabalhos forçados, a fim de minorar e prevenir o desenvolvimento da pobreza.
9. Legislação apropriada que garanta o sustento doia operário/a na velhice, ou no caso de acidente, ou falta de trabalho.
10. Direitos de patrões e empregados igualmente se organizarem para a ação social e para facilitar os meios de conciliação e arbitragem no caso de disputas industriais; obrigação de ambos trabalharem para o bem público, e encorajamento de organizações cooperativas entre os agricultores e outros grupos.
11. Descanso semanal e redução gradual e razoável das horas de trabalho até o mínimo praticável com o fim de um melhor ajustamento das condições econômicas da vida. 12. Salário necessário ao sustento de todo/a operário/a, urbano ou rural, como o mínimo na
indústria e na lavoura, e propugnação pelo salário máximo que a indústria e a lavoura possam pagar.
13. Aplicação prática dos princípios cristãos à aquisição e uso de propriedades e divisão a mais equitativa possível dos produtos da indústria e da agricultura.
14. Extensão, à família do/a lavrador/a, de todas as oportunidades primárias, culturais e de assistência social que as populações urbanas gozam.
15. Repúdio da guerra, redução drástica dos armamentos, ajuste pacífico das controvérsias internacionais e construção de uma nova ordem mundial de cooperação e boa vontade. 16. Habilitação dos/as cristãos/ãs para o exercício de seus deveres e direitos cívicos,
notadamente, o do voto.
61 IGREJA METODISTA DO BRASIL. Cânones da Igreja Metodista. São Paulo, SP: Imprensa Metodista,
ANEXO D
Regras Gerais62
CAPÍTULO II