5.3 Kompetanse og fagovergripende
5.3.1 De ulike delene av læreplanverket 59
d) Existe uma elevada proporção de desnutridos entre os escolares, que deve traduzir um estado de desnutrição também existente nos demais elementos da família;
b) Os diferentes autores sugerem medidas supletivas que se enqua-
dram, seja na administração aos escolares do corpo de leite ou sopa, esta a chamada "sopa escolar", ou ainda de outros tipos de merenda; acordes nesse suplemento, alguns o pedem como medida para minorar os efeitos da fome relativa durante o período horário de estudo; outros indo além. como medida de real suprimento alimentar. O efeito educativo é tam- bém. focalizado como de primordial importância;
c) Focalizam vários autores as medidas mais apropriadas para a realização, seja do suprimento de merenda ou de um programa mais vasto, como o do estabelecimento de refeitórios escolares;
d) Das discussões havidas, a propósito dos vários trabalhos apre-
sentados, ressalta a extrema necessidade de preparar pessoal adequado, seja para a direção dos refeitórios ou fiscalização da alimentação entre os escolares como ainda, "e mais importante, a realização do ensino ade- quado da melhor forma de se alimentarem as famílias. Donde cuidar-se da intensificação do preparo de profissionais destinados a estes misteres, a saber: nutricionistas e auxiliares de alimentação, sem contar com o preparo da população; em geral, e, em especial, das donas de casa e das cozinheiras. A fim de não haver confusões possíveis sobre a competência e deveres das diferentes classes de profissionais, conviria o estabeleci- mento de uma comissão composta de elementos de vários setores do país, a fim de. que se estabeleçam os mínimos exigíveis para o exercício de cada uma das profissões enumeradas. Não deseja o Congresso o esta-
belecimento de padrões rígidos, mas simplesmente que se tracem as nor- mas contendo os mínimos acima referidos, deixando, a cada região, a
liberdade de organizar, acima desses mínimos, o que mais convier ao bom preparo dos respectivos profissionais;
e) Sendo, o problema alimentar, parte integrante do grande pro-
blema médico-social e sanitário, convém que todas as medidas, a serem tomadas, o sejam, dentro do âmbito de atuação dos Departamentos de Saúde, especialmente no setor da educação sanitária, uma vez que o problema alimentar não se destaca do problema global da higiene e é dependente das condições econômico-sanitárias existentes.
IX — BASES CIENTÍFICAS PARA A RESTAURAÇÃO BIOLÓGICA DOS DÉBEIS FÍSICOS
a) A formação de gerações sadias e com desenvolvimento físico
harmônico é uma questão vital para a Nação;
b) A educação física da juventude das escolas deve repousar sobre
bases científicas, levando-se, em conta, os ensinamentos colhidos em ou- tros países e adaptando-os ao nosso meio;
c) A missão da Escola, nesse sentido, consistirá em reduzir ao mínimo, por meio de jogos e ginástica adequados, os danos inevitáveis da imobilidade prolongada em posição sentada necessária para o estudo;
d) Para esse fim devem concorrer a boa distribuição dos horários,
a correção dos defeitos visuais, o uso de carteiras individuais, e, sobre- tudo, uma ginástica apropriada;
e) Deve-se aumentar o número de médicos escolares, com estágio
em clínicas ortopédicas, onde possam adquirir as noções fundamentais sobre as deformidades e vícios de postura;
f) A formação intensiva de professores de ginástica escolar deve ser favorecida, até que se possa dotar, cada cidade do interior, de, pelo menos, um desses indispensáveis auxiliares técnicos;
g)) Três tipos de ginástica são considerados: a escolar, a especial,
e a ortopédica. Somente as duas primeiras podem e devem ser feitas na escola. A última, a ortopédica, já é da alçada do médico especialista;
h) A ginástica escolar é destinada a desenvolver os músculos que
mais sofrem com a imobilidade em posição sentada. São eles: os exten- sores do tronco, os grandes peitorais e os grandes glúteos, além dos
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músculos respiratórios. Esta ginástica visa, principalmente, melhorar a respiração e manter a postura correta;
i) A ginástica especial é destinada a certos e determinados alunos de tipo constitucional débil ou com tendência a atitudes viciosas c defor- midades. Estes alunos devem ser previamente selecionados pelo médico e divididos em grupos afins, para a respectiva ginástica especial, a eles, mais adequada. Este agrupamento não é tarefa simples e deve ser feito cuidadosamente, para evitar erros que poderiam trazer agravamento em
vez de melhoria das condições físicas do aluno;
j) Toda deformidade já iniciada ou estabelecida excluirá o seu por-
tador tanto da ginástica geral como da especial, devendo o doente, neste caso, se se tratar de uma verdadeira doença, ser encaminhado para um serviço ortopédico, onde, ao lado de outros tratamentos, como apare- lhos, por exemplo, lhe será indicada a ginástica mais adequada ao seu caso;
l) A organização e eficiência da ginástica nas Escolas depende de quatro fatores principais: médicos escolares com noções, indispensáveis de ortopedia; professores de ginástica particularmente instruídos para a ginástica escolar e especial e com noções de ginástica ortopédica; grupa- mento cuidadoso dos alunos para a ginástica especial; tempo disponível para a ginástica;
m) A organização de horário especial para ginástica diária e jogos,
sem aumento do horário atual, é indispensável, para combater os danos da Escola sobre o desenvolvimento físico das crianças;
n ) Seria desejável que. entre cada hora de aula, se intercalassem,
obrigatoriamente 10 minutos de ginástica escolar, mesmo que esta deva ser feita na própria classe;
o) Seria muito para desejar que a exemplo do que se faz em outros países, fosse proibido, aos professores, sobrecarregar os horários das aulas com trabalhos e problemas a serem feitos em casa.
X A ADAPTAÇÃO E A ESCOLHA DE PROFISSÕES
a) A Orientação Profissional é um serviço de caráter social; b) A Orientação Profissional deve visar o adulto, o adolescente,
principalmente o menor que estiver a terminar o curso primário, aquele que, por lei, não está em idade de ingressar na vida profissional, e os anormais passíveis de orientação profissional;
c) A Orientação Profissional é um trabalho de cooperação entre
a Família, o Estado, e as Instituições particulares;
d) A Orientação Profissional precisa da colaboração do médico,
do psicólogo, do psicotécnico, do professor, do educador sanitário e do assistente social;
e) A Orientação Profissional exige pessoas especializadas para o serviço de orientação e aconselhamento profissional e educacional;
f) Há necessidade de por em prática, com modificações que aten- dam à situação atual, o que determina o art. 290 do Código de Educação do Estado de São Paulo, em seu capítulo III que trata dos Cursos Pré-
Vocacionais;
g) O trabalho só constitui uma solicitação útil ao desenvolvimento
psico-físico do indivíduo, quando este, por suas disposições mentais e corpóreas, se encontra em condições de satisfazer as suas exigências;
h) Para a escolha de uma dada profissão deve o indivíduo ser estu-
dado do ponto de vista psico-físico, de modo a verificar-se se ele oferece as disposições mentais e corpóreas necessárias à realização integral das atividades peculiares à profissão escolhida;
i) Para o estudo das exigências do trabalho, cumpre realizar a sua
análise funcional verificando qual a natureza e qual a intensidade de seu mecanismo;
j) Para o estudo do indivíduo do ponto de vista da sua constituição psico-física, recorrer-se-á ao emprego de provas clínicas e de psicotécnica, destinando-se aquelas, à determinação das possibilidades mentais do indi- víduo ;
l) Quando tais provas demonstrem a incapacidade psico-física do
indivíduo, deve ele ser encaminhado para outra profissão, compatível com a sua capacidade, recorrendo-se, em tal caso à correlatividade e edu- cação das funções;
m) A seleção profissional deve ser feita nos cursos vocacionais das escolas profissionais ou institutos congêneres, como condição essencial à preservação da saúde individual e à boa execução de um dado trabalho.
Vida educacional