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3 Tanzania and its forests: background and overview

3.1 Country profile

A Federação era, em 1915, um dos mais importantes jornais do Rio Grande do Sul, disputando a primazia com o Correio do Povo e tendo, em relação a este, a diferença de constituir-se num “orgam do Partido Republicano”, como estampava em cabeçalhos de suas capas, desde a fundação, em 1884. Esse vínculo, por um lado, atrelava-a ao poder então dominante, exercido desde a proclamação por próceres do PRR – descontados alguns episódios em que as disputas internas conduziram a outras opções – e, por outro, limitava a sua recepção aos correligionários. A Reforma, o jornal do Partido Federalista, o outro a disputar as preferências político-partidárias dos gaúchos, havia deixado de circular em 1912, por falta de subsídios.

Como seus concorrentes da época, A Federação era um jornal pesado: com títulos sem hierarquia, assuntos misturados, expostos na sequência e, sendo necessário, em continuidade nas páginas seguintes. Ilustrações eram raríssimas, fotografias, igualmente, ambas restritas a acontecimentos extraordinários, como o aqui analisado, ou a datas comemorativas – como os aniversários do próprio jornal, da independência do Brasil, da Revolução Farroupilha e da proclamação da República.

Em 1915, a redação d’A Federação era dirigida por Carlos Penafiel; seu gerente

era A. J. Pereira da Silva. O jornal cumpria o seu trigésimo segundo ano, variando as edições de terça a domingo de seis a dez páginas, com mínima organização, baseada nas seções “Atos do Estado”, notícias (capa); notícias e eventual seqüência à capa (página

2); “Varias”, notícias e eventualmente pequenos anúncios (página 3); “Serviço Telegraphico d’’A Federação’” (página 4); notícias e eventual seqüência do serviço

telegráfico (página 5); noticias locais, esportes, “Protetora do Turfe” e anúncios

(páginas 6 a 8); anúncios (demais páginas) e eventualmente “Ultima Hora” e “Secção livre”.

Feita essa rápida apresentação do jornal de 1915, parte-se agora para a AFD propriamente dita.

A Federação, nº 209, de 10 de setembro de 1915, sexta-feira, teve cinco das seis páginas dedicadas integralmente à cobertura da morte do senador gaúcho, ocorrida havia dois dias – em luto, o jornal não circulou no dia seguinte ao crime. Na capa da edição desta sexta-feira, um título: “Senador Pinheiro Machado” e uma linha de apoio:

“Demonstrações de pezar pelo seu assassinato” que acompanhariam as edições até o dia

do sepultamento. O primeiro texto, informativo, ocupou integralmente a primeira das sete colunas da página:

(...) Á A Federação, orgam do partido republicano riograndense, têm sido também enviados do Estado e de outras partes do paiz innumeros telegrammas de pesames e á nossa redacção grande nummero de amigos e correligionarios nos têm vindo pessoalmente trazer as manifestações de pezar (...)

Outro texto, ainda na coluna inicial da capa, reproduziu telegrama do ministro do Interior, Carlos Maximiliano, a Borges de Medeiros, informando as providências para o traslado do corpo. Nas outras seis colunas, uma sucessão de manifestações de pesar encaminhadas ao presidente licenciado, ao presidente em exercício e ao secretário do Interior. É um bloco inteiro de textos, sem qualquer ilustração ou fotografia.

Na página 2, em 5,5 colunas, seqüência dos telegramas ao general Pinheiro,

vindos do Rio Grande do Sul e do Brasil; 1,5 coluna com os subtítulos: “Em casa do dr. Medeiros”, “Em Palacio”; “Commando Geral da Brigada Militar”- com a reprodução da

ordem do dia do comandante da Brigada Militar, tenente-coronel Affonso Emilio

Massot, sob o título “cobarde assassinato”.

Na página 3, seqüência da cobertura das páginas anteriores. Em duas colunas

inteiras: “Solemnes exéquias”; “Escolas Superiores”; “Na nossa redacção”; “O

depoimento do facinora é falso”:

Sabemos já estar provado que é falso quase todo o depoimento do miseravel facinora, que cobardemente apunhalou o egregio senador Pinheiro Machado.

O presidente da Republica, ao que nos consta, está empenhadissimo na punição exemplar de todos os culpados.

Está já apurado que o sicario seguiu o senador Pinheiro despreocupado, e vibrou-lhe nas costas uma punhalada, que attingiu a arteria pulmonar, e outra pela frente, por cima do hombro esquerdo, ferimento este pouco profundo, levissimo.

O inquerito está prosseguindo até apurar a verdade completa.

Toda a coluna “Varias” (altura inteira da página) foi dedicada aos telegramas

natal do senador assassinado -, coronel Firmino Paula Filho, além de uma coluna com

notas diversas (da “Varias”), sendo metade sobre o crime.

Na página 4, o “Serviço Telegraphico d’’A Federação’” foi inteiramente dedicado ao assunto, com textos separados pela procedência, sem títulos, alguns eivados de preconceitos:

O assassino, que diz ser praça desertora do Exercito e ter sido agente de policia, declarou morar á rua Bento Lisboa número 120, numa casa de commodos infecta, como muitas que por ali existem, quase que totalmente habitadas por gente de cor preta avultando em numero as mulheres que parecem não ser de vida muito honesta.

O “Serviço Telegraphico d’’A Federação’” continuou na página 5 inteira (exceto anúncio de três colunas por 1/3 da altura, do “Monte Pio da Família”, outro de cima da página do “Theatro Apollo” e um rodapé com a programação do Coliseu).

A única página sem cobertura do crime foi a última, inteiramente tomada por editais e anúncios.

A Federação nº 210, de 11 de setembro de 1915, sábado, teve mais uma edição praticamente de assunto único – das suas seis páginas, só as duas últimas não trataram do crime. A capa foi toda dedicada à cobertura, repetindo a manchete e a linha de apoio

da edição anterior: “Senador Pinheiro Machado”; “Demonstrações de pezar pelo seu assassinato”. Artigo nas três colunas iniciais: “Punhal e cinzel”, sem assinatura;

reprodução de notícia do Diário Popular de Pelotas; “Telegrammas ao dr. Borges de

Medeiros” em três colunas inteiras.

Na página 2, continuação dos telegramas a Borges, em 2,5 colunas; em 4,5 colunas, os “Telegrammas ao general Salvador”; matéria de quatro parágrafos sobre

“Manifestações de Pesar” [com s]; em três colunas: “Em casa do dr. Medeiros”. Ao pé da página: “Em Palácio” (que segue na página seguinte).

A página 3 deu continuação à cobertura da página anterior. Em 1,5 coluna, “A

trasladação do corpo”, “A classe acadêmica”, “7ª Região Militar”, “Na nossa redacção”

(texto mais extenso, com uma coluna inteira).

Na página 4, o “Serviço Telegraphico d’’A Federação’” foi inteiramente

A edição d’A Federação nº 211, de 13 de setembro de 1915, segunda-feira, teve

toda a capa dedicada ao assunto, repetindo a manchete e a linha de apoio das edições

anteriores: “Senador Pinheiro Machado”, “Demonstrações de pezar pelo seu assassinato”. Bloco de texto da página abrindo com “Memorias de Jornalista”, título acompanhado de linha de apoio “Pinheiro Machado”, reproduzindo o que escreveu

Dunshee de Abranches, deputado federal pelo Maranhão e jornalista, d’O Paiz do Rio de Janeiro, em 1913.

Outros títulos: “Momento trágico”, em três colunas, assinado por Arthur Toscano; “Martyr da Republica”, em uma coluna, reproduzindo material do Diário

Popular de Pelotas; “Telegrammas, cartões, cartas e officios ao dr. Borges de Medeiros”

– iniciando nas três últimas linhas da página.

Na página 2, seqüência das cartas e afins, incluindo as enviadas ao general Salvador Pinheiro Machado, em 2,5 colunas; convites: 1) de Salvador, 2) do coronel Marcos Alencastro de Andrade, “commandante superior interino da Guarda Nacional”.

Na página 3, seqüência dos telegramas ao general Pinheiro, em três colunas.

Outros títulos ocupando o resto da página: “Em casa do dr. Medeiros”; “Em Palácio”; “Missa funebre”; “A partida do ‘Javary’”; “No Rio Grande”; “Nesta capital”; “Representações”; “Na nossa redacção”.

Na página 4, o “Serviço Telegraphico” em 6,5 colunas ocupando-se do assunto.

A 14 de setembro de 1915, uma terça-feira, A Federação nº 212 apresentou capa com mesmo título e linha de apoio das edições anteriores: “Senador Pinheiro Machado”

e “Demonstrações de pezar pelo seu assassinato”; 2,5 colunas com “A suprema infâmia”, conclamando os republicanos em torno da memória de Pinheiro Machado

(sem assinatura); 3,5 colunas com mensagens encaminhadas “ao dr. Borges de

Medeiros”; uma coluna com os telegramas a Salvador Pinheiro Machado.

Na segunda página, 1,5 coluna com seqüência dos telegramas a Salvador; 1,5 com telegramas ao dr. Protasio Alves – secretário do Interior -; uma coluna com telegramas ao dr.Marinho Chaves – secretário da Fazenda -; duas colunas com “Em

casa do dr. Medeiros”; “Em Palacio”; “Missa funebre”; e uma coluna para o programa completo das homenagens, seguindo com “Escolas superiores”; “Superior Tribunal”; “Tribunal do Jury”; “Club Militar de Officiaes da Guarda Nacional”.

A página 3 teve 3,5 colunas de continuação da página anterior e mais:

“Representações”; “Na nossa redacção”; “No Rio Grande”; “Convites”.

Na página 4, o “Serviço Telegraphico” teve suas quatro colunas tratando sobre a repercussão do crime.

A capa d’A Federação nº 213, de 15 de setembro de 1915, quarta-feira, mais

uma vez apareceu com o mesmo título, “Senador Pinheiro Machado” e a mesma linha

de apoio: “Demonstrações de pezar pelo seu assassinato”; uma coluna com “Convites” (para os funerais); duas colunas com o texto “O Senador”, assinado por Ulysses de Nonohay, sobre o “titan” Pinheiro Machado; uma coluna dividida em duas meias

colunas com o texto “O Martyr”, de Nominando Silva, além das mensagens encaminhadas ao presidente Borges de Medeiros.

Na página 2, duas colunas de seqüência dos telegramas; 4,5 colunas de telegramas ao general Salvador; programa das homenagens que serão feitas ao morto ilustre no Rio Grande do Sul.

Na página 3, em 4,5 colunas, segue o programa, acompanhado de outras notas sobre os atos fúnebres.

Na página 4, duas colunas sobre a repercussão do assunto, nas “telegraphicas”.

A 16 de setembro de 1915, uma quinta-feira, A Federação nº 214 repetiu na sua capa o título e a linha de apoio das edições anteriores. A página trouxe ainda uma

coluna com convites; outra com o texto “Morto redivivo”, sem assinatura; duas com o texto “As conseqüências”, assinado por Arthur Toscano; e três colunas de telegramas a

Borges de Medeiros.

Na segunda página, duas colunas continuaram os telegramas a Borges; outras duas reproduzem os telegramas a Salvador Pinheiro Machado; em seis parágrafos, os

enviados ao secretário Protásio Alves. Mais as matérias em seqüência: “Em casa do dr. Medeiros”; “Em Palacio”; “Votos de pezar”; “A formatura das tropas”; “Transito de vehiculos”; “Os trabalhos de decoração funebre na Intendencia Municipal”; “Escolas Superiores”; “Foro Federal”; “Club de Regatas”; “Representações” (esta em 1,5 coluna

Na página 3, a continuação das manifestações em cinco colunas, com “No Rio

Grande”; “Na nossa redacção”; “A chegada do corpo”.

Na página 4, 1,5 coluna sobre o assunto em “Serviços Telegraphicos”.

A Federação nº 215, de 17 de setembro de 1915, sexta-feira, voltou a reproduzir na sua capa o título e a linha de apoio das edições anteriores, na concentração de uma cobertura que se estendeu por uma coluna com os “Convites”; uma coluna com o texto

“Traído”, assinado por Junot Barreiros: “(…) Pinheiro Machado não morreu (…)”; e

cinco colunas com telegramas a Borges.

Na página 2, cinco colunas com a seqüência dos telegramas a Borges de

Medeiros. No restante da página: “Em Palacio”; “A formatura das tropas”; “Ordem do

dia do Commando Geral da Brigada Militar”; “Club de Regatas”; “Uma herma”;

“Sociedade Uruguaya Artigas”; “Busto do Senador”; “Representações”.

Na página 3, 2,5 colunas dão seqüência às representações; 2,5 colunas de notícias diversas sobre o assunto; 2,5 colunas com outros temas (fora da cobertura).

A página 4 tem 4,5 colunas repercutindo o tema em “Serviços Telegraphicos”. E a página 5 abre a seção de “Varias” com um texto sobre a “Politica Nacional”,

tratando do momento político pós-morte de Pinheiro Machado.

A 18 de setembro de 1915, um sábado, A Federação nº 216 voltou a ter na capa o mesmo título e a mesma linha de apoio que acompanhou nessa cobertura diariamente até aqui, quatro colunas pela metade, equivalendo à meia página, com ampla foto do corpo do senador deitado, ilustrando o texto “Palavra de ordem”; quatro colunas pela

metade, com “Reliquias sagradas”; duas colunas de pé de página com “A chegada do corpo do Senador Pinheiro Machado ao seu estado natal/No Rio Grande”:

Realizou-se, esta manhã, a trasladação de bordo do Javary para uma das salas do edificio da Intendencia Municipal, do corpo exanime do eminente republicano rio-grandense, o senador Pinheiro Machado. No desejo de recapitular as primeiras e eloqüentes demonstrações de tributo cívico que está promovendo o arrasto da opinião e alma colectiva deste Estado à grandiosa, significativa e espontanea manifestação pública de pezar que há de ser a romaria amanhã, ‘A Federação’ relata, hoje, nestas columnas, o que foi a recepção no porto

de Rio Grande dos despojos do grande brazileiro, conduzido pelo couraçado ‘Deodoro’ (...)

A página 2 ocupou suas sete colunas com a continuação da material do pé da página anterior, com intertítulos sobre a cerimônia programada para Porto Alegre, detalhando o transporte do corpo pelo “Couraçado Deodoro”.

Houve ainda uma série de outros textos que vão a detalhes como “Os hospedes

do Rio”, “Do caes á Intendencia Municipal”, “A volta do Javary”, “A camara ardente”, “A romaria”, “O toque dos sinos”, “O elogio funebre” – numa cobertura poucas vezes

igualada pelo jornal porto-alegrense até então, e que se estende pela página 3, com 2,5 colunas de continuação da anterior, com a relação das pessoas autorizadas como

“mundo official” mais o restante da programação e os telegramas a Borges; e pela 4,

com 2,5 colunas continuando a reprodução dos telegramas ao presidente estadual licenciado e ao seu substituto legal.

A Federação nº 217, de 20 de setembro de 1915, segunda-feira, mudou finalmente a manchete e os títulos de capa do jornal que vinham desde o início da

cobertura: “Os funeraes do Senador Pinheiro Machado” e “Demonstrações de pezar pelo seu assassinato” buscaram dar a intensidade e o detalhamento dos dias anteriores. Em três colunas, “Patria desollada”, quadro alegórico do pintor Helio Salinger

simbolizando o cadáver no caixão; uma foto do busto do senador (autoria: escultor J.

Corona); amplo texto de página inteira com alguns subtítulos: “As forças”; “No cemiterio”; “Discurso do Conselheiro Municipal do Districto Federal, coronel Zoroastro Cunha”; “Discurso do orador official, dr. Vieira Pires”. Há um texto específico sobre a

presença de Borges de Medeiros no enterro, o que se explica por estar o presidente do Rio Grande do Sul e do PRR licenciado de suas funções, por enfermidade. Ainda na capa se iniciava a publicação do discurso do orador oficial, Vieira Pires.

Na página 2, em quatro colunas, a continuação do discurso de Vieira Pires; a seguir os de Alvaro Neves, delegado dos estudantes republicanos da Capital Federal; Graciliano de Abreu Gonçalves, inferior do Exercito; “A romaria á camara ardente e o

acompanhamento á necrópole”; e a relação de coroas enviadas.

Na página 3, em cinco colunas, ampla foto do “Javary”, chegando ao cais; em

outras quatro, colunas, outra foto de aspecto do cais. Ocupando toda a página afora as fotos: a continuação da relação de coroas.

A página 4 teve uma coluna continuando a relação de coroas; ampla foto em cinco colunas do cortejo na Avenida 7 de setembro; outra foto do préstito na mesma avenida; em três colunas: “Em casa do dr. Medeiros”; “Representações”; “A casa onde

nasceu o senador Pinheiro”. Nas quatro colunas restantes: “A conflagração européia”; “Sports” (dividindo espaço com as fotos acima citadas).

Na página 5, o “Serviço Telegraphico”, duas fotos, cada uma com quatro colunas, sobre os funerais em Porto Alegre; e 2,5 colunas com repercussão do assunto.

A cobertura seguiu nos dias restantes de setembro – igualmente já fora do limite de tempo investigado aqui, mas citada a título ilustrativo - embora menos intensa, e retomou o espaço generoso do jornal nos dias 8 e 9/10, apresentando e cobrindo as atividades do primeiro mês da morte de Pinheiro Machado.

O quadro a seguir ilustra o que foi tratado acima.

Quadro 8

COBERTURA D’A FEDERAÇÃO DE 10 A 20 DE SETEMBRO DE 1915 Data/nº de páginas Página Conteúdo 09/09/1915, quinta-feira Não circulou 10/09/1915, sexta-feira/6

Capa Toda dedicada à cobertura do assunto, com uma manchete, uma sub- manchete, um subtítulo em destaque e outros menores e reprodução dos telegramas a Borges de Medeiros e a Salvador Pinheiro Machado. Sem foto ou ilustração.

2 5,5 colunas de continuação dos telegramas e 1,5 coluna para matérias divididas em quatro subtítulos.

3 Toda dedicada à cobertura do assunto, com seqüência aos subtítulos iniciados na página anterior (agora, 4), os telegramas e notas diversas.

4 Toda a página dedicada à cobertura, no espaço Serviço Telegráfico, com textos separados pela procedência, sem títulos.

5 Toda página dando seqüência á cobertura da página anterior, – exceto três anúncios publicitários.

11/09/1915, sábado/6

Capa Toda dedicadaà cobertura, com manchete, sub-manchete, incluindo um artigo de três colunas, sem assinatura; reprodução de matéria do Diário Popular de Pelotas e telegramas a Borges de Medeiros. Sem fotos ou ilustrações. 2 Toda dedicada ao assunto. Continuação dos telegramas a Borges, telegramas

a Salvador, três outros subtítulos.

3 Toda dedicada ao assunto, iniciando com a continuação do último subtítulo da página anterior, mais quatro subtítulos.

4 Praticamente toda a página do Serviço Telegráfico dedicada ao assunto. 12/09/1915,

domingo

Não circulou

13/09/1915, segunda/6

Capa Toda dedicada ao assunto, com manchete, sub-manchete, reprodução de artigo de Dunshee de Abranches sobre Pinheiro Machado (1913) e dois subtítulos e início da reprodução dos telegramasa Borges. Sem fotos ou ilustrações.

2 Toda dedicada ao assunto, com seqüência dos telegramas, telegramas a Salvador, convites para os funerais.

3 Toda dedicada ao assunto,com seqüência dos telegramas a Salvador. Oito subtítulos.

4 6,5 colunas da página (Serviço Telegráfico) ocupando-se do assunto. 14/09/1915,

terça-feira/6

Capa Toda dedicada ao assunto, com manchete, sub-manchete, artigo sem assinatura, telegramas a Borges e a Salvador. Sem fotos ou ilustrações. 2 Toda dedicada ao assunto, com 1,5 coluna de seqüência dos telegramas a

Salvador, 2,5 colunas com telegramas aos secretários do Interior e da Fazenda, duas colunas com três outros subtítulos, restante da página ocupado pela programação das cerimônias fúnebres em preparação.

3 Toda dedicada ao assunto, com a continuação da programação iniciada na página anterior em quatro subtítulos.

4 Quatro colunas do Serviço Telegráfico tratando do assunto. 15/09/1915,

quarta-feira/6

Capa Toda ao assunto, com manchete, sub-manchete, 4 subtítulos. Sem fotos ou ou ilustrações.

2 Toda. Seqüência dos telegramas iniciados na anterior, em 4,5 colunas. Programa das homenagens fúnebres.

3 Toda. Seqüência do programa e outras notas sobre os atos fúnebres. 4 Duas colunas sobre o assunto.

16/09/1915, quinta-feira/6

Capa Toda. Manchete, sub-manchete, quatro subtítulos. Sem fotos ou ilutrações.

Salvador. 11 subtítulos .

3 Toda. Iniciando pela seqüência à cobertura da anterior. 4 1,5 coluna de Serviços Telegráficos tratando do tema. 17/09/1915,

sexta-feira/6

Capa Toda, com manchete, sub-manchete, artigo assinado, telegramas a Borges. Sem fotos ou ilustrações.

2 Toda, iniciando com telegramas a Salvador, mais oito subtítulos. 3 Dois-terços da página dedicados ao tema, com seqüência da cobertura da

página anterior.

4 4,5 colunas de Serviços Telegráficos dedicados ao tema. 18/09/1915,

sábado/6

Capa Toda. Ilustrada com ampla foto do corpo do senador deitado. Manchete e sub- manchete, mais título de texto principal. Dois subtítulos.

2 Toda. Continuação do conteúdo da página anterior.

3 Toda. Continuação da cobertura das páginas anteriores, com a relação das pessoas autorizadas aos funerais. Programação. Telegramas a Borges. 4 Toda. Continuação dos telegramas. Telegramas a Salvador.

19/09/1915, domingo Não circulou. 20/09/1915, segunda- feira/10

Capa Toda. Manchete (pela primeira vez, diferente das anteriores) e sub-manchete (igual). Fotos de pintura Pátria desollada e do busto do senador, com destaque na página. Amplo texto de página inteira com quadro subtítulos, iniciando a reprodução dos discursos feitos nos funerais.

2 Toda. Quatro colunas de continuação do discurso do orador oficial, restante com os demais pronunciamentos, antecedidos por título específico, mais a visitação à câmara ardente e a relação de coroas enviadas.

3 Toda, com ampla foto do Javary, o navio que trouxe o corpo desde Rio Grande, e outra do cais do porto de Porto Alegre. Continuação da relação de coroas enviadas.

4 Parte, com ampla foto do cortejo na Avenida 7 de Setembro e outra do cortejo na mesma rua. Continuação da relação de coroas enviadas. Três colunas com três outros subtítulos. Três colunas no total da página.

5 Duas fotos sobre os funerais em Porto Alegre, mais a repercussão no Serviço Telegráfico.

Fonte: exemplares do jornal A Federação, de 10 a 20/09/1915, pesquisados pelo autor no Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa e microfilmes na Fundação Biblioteca Nacional

5.2.2 Correio da Manhã

Com redação à Rua do Ouvidor, 162, no Centro da então capital federal, o Correio da Manhã era, em 1915, um jornal em formato standard, que circulava diariamente, variando de oito a 12 páginas, divididas cada uma em oito colunas. Seu