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4 T HE LOCAL COMMUNITY

4.2 Contemporary social organization

Dumont foi sucedido como diretor da EFA por quatro helenistas dos mais gabaritados: Paul Foucart (1836-1926), Théophile Homolle (1848- 1925), Maurice Holleaux (1861-1932) e Gustave Fougères (1863-1927). Eles tinham em comum o fato de terem integrado tanto a École Normale

Supérieure quanto a EFA. Além do mais, os

quatro representaram, em suas respectivas épocas, posições cientificamente progressistas.

Foucart ficou à frente da escola entre 1878 e 1890. Tendo defendido uma tese sobre as associações religiosas na Atenas Clássica (1873) e sendo então titular da cadeira de Épigraphie et

Antiquités Grecques no Collège de France (1876),

ele era o nome mais gabaritado para assumir a antiga posição de Dumont. É bem verdade que sua gestão não acrescentou grandes feitos à escola. A maior parte de seus membros era enviada para missões pontuais em sítios pequenos e médios. Salomon Reinach, que estagiou na EFA nesses mesmos anos, foi bastante crítico e irônico quando se referiu ao seu ex-diretor. Além de descrevê-lo como alguém sem iniciativa, enfatizou seus conservadorismos políticos e morais (RA, 1926/1: 67-73):

Sacrificar o paganismo ao cristianismo foi uma das preocupações de sua exegese. Não que sua fé fosse profunda, pois ele era o menos místico dos homens e ignorava completamente a teologia; mas ele tinha horror a toda heresia, a todo não-conformismo, em particular quanto ao livre pensamento em religião e em política.

Ainda que não de todo justa, a crítica de Reinach é reveladora. Foucart, mesmo representando um dos expoentes do helenismo

francês nos anos 1870-80, viu seus trabalhos serem colocados em questão pelas novas gerações. A velocidade das mudanças era grande demais. Mas ele soube, ao menos, consolidar as reformas instauradas por Dumont, colocando-as ao alcance de toda uma geração de helenistas.

Na sequência, a direção de Homolle coincidiu com as grandes escavações realizadas pela EFA. Ele, doutor desde 1884 e suplente de Foucart no Collège de France, foi convidado para assumir a tarefa em 1890, aí permanecendo por quatorze anos. Graças à partilha dos sítios gregos entre as potências europeias, os franceses fizeram valer seu direito de explorar Delos, Delfos, Tasos e Argos. O trabalho foi imenso e a EFA, graças à iniciativa de Homolle, reviu as normas do recrutamento interno, enfraquecendo o predomínio dos normalianos, bem como passando a aceitar membros estrangeiros (VALENTI, 1996). Seu sucesso junto à escola lhe rendeu a nomeação futura como diretor da École

du Louvre e dos museus nacionais (1904-1911),

ao que se seguiu um novo ano em Atenas (1912) e, por fim, a direção da Bibliothèque Nationale.

Já Holleaux e Fougères, os sucessores de Homolle, pertenciam à mesma geração. Mais que isso, eles encarnaram os ideais científicos e políticos daà Nouvelle Sorbonne ,àdaà ualàa osà fizeram parte como professores titulares. Tratavam-se, afinal, de um epigrafista e de um arqueólogo de renomes já consolidados, ambos

dreyfusards. Na EFA, suas gestões foram

marcadas pela manutenção dos trabalhos nos grandes sítios arqueológicos e pela ampliação dos quadros da instituição. Na gestão Fougères, porém, a guerra cobrou seu preço, esvaziando a EFA por quatro longos anos.

74

P

ADRÕES DE

R

ECRUTAMENTO

O BCH apresenta um padrão de recrutamento que, em linhas gerais, se manteve com poucas variações ao longo do intervalo aqui estudado (1877-1920). É salutar reconhecer a existência de três grupos de colaboradores aí presentes:àosà ate ie ses ,àouàseja, aqueles que estagiam ou estagiaram na EFA; os franceses sem vínculos com a instituição; e os estrangeiros.

O primeiro grupo,àoàdosà ate ie ses , constiuiu o núcleo duro da revista. Apenas em seus dois primeiros anos, quando o número de gregos suplantou os demais, bem como durante a Guerra de 1914 e 1918, eles não representaram ao menos metade do total de colaboradores (veja-se as tabelas 2.1.1, 2.1.2, 2.1.3 e 2.1.4). Tal grupo dividia-se, contudo, em quatro subgrupos, cujas especificidades cumpre aqui observar. Parte significativa do material impresso no BCH vinha dos trabalhos desenvolvidos por membros efetivos da EFA. Tratava- se de jovens helenistas, geralmente entre os 20 e os 25 anos de idade, os quais apresentavam publicamente suas primeiras pesquisas com materiais epigráficos e arqueológicos inéditos. Na mesma situação, mas com vínculos institucionais dife e tes,àesta a àosà e osàli es àeàosà e osà est a gei os .à Sua presença no BCH foi, porém, tardia e de pouco impacto se comparada à dosà e osà efeti os . Por fim, houve um quarto subgrupo, o dosà a tigosà e osàefeti os .àA importância desse subgrupo tendeu a crescer com o passar dos anos, indicando justamente o aumento do número de antigos membros da EFA ligados à pequisa nos domínios do helenismo (ou seja, é um bom indicador da viabilização e do crescimento da área). Apenas uma observação sobre o perfil dos indivíduos que podem ser assim caracterizados: embora muitos deles tenham escrito como helenistas consagrados, a maioria dosà a tigosà e osà efeti os à e aà o postaà po à ate ie ses cujo estágio havia recém- terminado. De volta a França, eles se deparavam com os preparativos de suas teses e, até o momento da defesa, publicavam regularmente no BCH suas conclusões sobre o material recolhido na Grécia. Uma vez findo o doutorado, suas intervenções na revista tendiam a desaparecer ou a se tornar esparsas. Outras publicações, especializadas ou não, justamente por privilegiarem textos de síntese, passavam então a serem por eles visadas.

O segundo grupo, o dos franceses sem vínculos anteriores com a EFA, é morfologicamente mais homogêneo. Eles sim representam expoentes do helenismo que, em função de suas especialidades, foram convidados a auxiliar no tratamento de um ou outro material recém-descoberto. Henri Weil e Théodore Reinach, por exemplo, foram requisitados com frequência ao longo da década de 1890 quando o tema era a música antiga8.

8 Cf. BCH, 1893: 561-568, 569-583 e 584-610; BCH, 1894: 345-362 e 363-389; BCH 1895: 393-418; e, por

75 Quadro 2.1.1 - Padrões de recrutamento – autores de artigos (BCH, 1877-1887).9

VÍNCULO INSTITUCIONAL DOS AUTORES (articles de fonds)/ANO

1877 1878 1879 1880 1881 1882 1883 1884 1885 1886 1887

Membro efetivo da EFA (incluindo diretor) 18,52% 23,33% 31,58% 20,83% 21,74% 31,81% 24% 26,92% 35% 37,5% 33,33%

Membro livre da EFA 0% 0% 0% 0% 0% 4,54% 0% 3,85% 0% 0% 0%

Membro estrangeiro da EFA 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Professor/pesquisador antigo membro efetivo da EFA 18,52% 13,33% 31,58% 37,5% 34,78% 22,73% 28% 42,31% 35% 43,75% 33,33% Pesquisador francês sem vínculo anterior com a EFA 11,11% 16,67% 5,26% 12,5% 8,70% 9,09% 12% 3,85% 10% 6,25% 13,33%

Colaborador estrangeiro (Alemão) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Britânico) 0% 0% 0% 0% 0% 4,54% 4% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Belga) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Suíço) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Grego) 48,15% 40% 26,32% 25% 26,08% 4,54% 12% 11,54% 5% 12,5% 13,33%

Colaborador estrangeiro (Outro) 0% 0% 0% 0% 0% 4,54% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador não identificado 3,70% 6,67% 5,26% 4,17% 8,70% 18,19% 20% 11,54% 15% 0% 6,67%

Total de colaboradores por ano (N=100%) 27 30 19 24 23 22 25 26 20 16 15

9 Na elaboração das tabelas 2.1.1, 2.1.2, 2.1.3 e 2.1.4 desconsiderou-se a quantidade de textos por colaborador. O método adotado consistiu em acompanhar, ano a ano,

quem escrevia para o BCH e qual era então seu vínculo institucional. Se o vínculo para o ano em questão não pôde ser recuperado, preferiu-se então incorporar o autor à atego iaà ãoàide tifi ado .

76 Quadro 2.1.2 - Padrões de recrutamento – autores de artigos (BCH, 1888-1898).

VÍNCULO INSTITUCIONAL DOS AUTORES (articles de fonds)/ANO

1888 1889 1890 1891 1892 1893 1894 1895 1896 1897 1898

Membro efetivo da EFA (incluindo diretor) 30% 27,27% 15% 19,05% 12% 19,23% 14,29% 22,22% 14,29% 18,75% 21,43%

Membro livre da EFA 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Membro estrangeiro da EFA 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Professor/pesquisador antigo membro efetivo da EFA 35% 54,55% 60% 61,90% 48% 50% 42,86% 44,44% 42,85% 50% 50% Pesquisador francês sem vínculo anterior com a EFA 5% 4,54% 0% 4,76% 0% 11,54% 10,71% 5,56% 14,29% 6,25% 0%

Colaborador estrangeiro (Alemão) 0% 0% 0% 0% 0% 3,85% 3,57% 5,56% 4,76% 0% 14,29%

Colaborador estrangeiro (Britânico) 5% 0% 5% 0% 0% 0% 7,14% 0% 0% 0% 7,14%

Colaborador estrangeiro (Belga) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Suíço) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Grego) 15% 13,64% 15% 14,29% 20% 15,38% 17,86% 16,67% 9,52% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Outro) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5,56% 0% 6,25% 0%

Colaborador não identificado 10% 0% 5% 0% 20% 0% 3,57% 0% 14,29% 18,75% 7,14%

77 Quadro 2.1.3 - Padrões de recrutamento – autores de artigos (BCH, 1899-1909).

VÍNCULO INSTITUCIONAL DOS AUTORES (articles de fonds)/ANO

1899 1900 1901 1902 1903 1904 1905 1906 1907 1908 1909

Membro efetivo da EFA (incluindo diretor) 28,57% 20% 22,22% 28,57% 20% 20% 14,29% 11,11% 16,67% 11,76% 18,18%

Membro livre da EFA 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Membro estrangeiro da EFA 0% 0% 22,22% 21,43% 20% 13,33% 21,42% 5,56% 11,11% 5,88% 0% Professor/pesquisador antigo membro efetivo da EFA 50% 45% 33,33% 42,86% 40% 40% 28,57% 50% 44,44% 23,53% 18,18% Pesquisador francês sem vínculo anterior com a EFA 0% 5% 0% 0% 0% 6,67% 7,14% 5,56% 5,56% 17,65% 18,18%

Colaborador estrangeiro (Alemão) 0% 5% 0% 0% 0% 0% 7,14% 0% 0% 5,88% 9,09%

Colaborador estrangeiro (Britânico) 0% 10% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Belga) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5,56% 0% 0% 9.09%

Colaborador estrangeiro (Suíço) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5,88% 0%

Colaborador estrangeiro (Grego) 14,29% 5% 0% 7,14% 13,33% 6,67% 7,14% 11,11% 11,11% 5,88% 18,18%

Colaborador estrangeiro (Outro) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5,56% 5,56% 11,76% 9,09%

Colaborador não identificado 7,14% 10% 22,22% 0% 6,67% 13,33% 14,29% 5,56% 5,56% 11,76% 0%

78 Quadro 2.1.4 - Padrões de recrutamento – autores de artigos (BCH, 1910-1920)

VÍNCULO INSTITUCIONAL DOS AUTORES (articles de fonds)/ANO

1910 1911 1912 1913 1914 1915 1916 191710 1920

Membro efetivo da EFA (incluindo diretor) 23,53% 23,09% 16,67% 25% 8,33% 0% 0% 0% 0%

Membro livre da EFA 5,88% 0% 5,56% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Membro estrangeiro da EFA 0% 0% 0% 8,33% 8,33% 0% 0% 0% 0%

Professor/pesquisador antigo membro efetivo da EFA 29,41% 30,77% 44,44% 16,67% 75% 70% 55,55% 0% 35,71% Pesquisador francês sem vínculo anterior com a EFA 5,88% 7,69% 0% 0% 0% 0% 22,22% 100% 21,43%

Colaborador estrangeiro (Alemão) 11,76% 0% 5,56% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Britânico) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 11,11% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Belga) 0% 0% 0% 0% 8,33% 10% 11,11% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Suíço) 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%

Colaborador estrangeiro (Grego) 11,76% 23,09% 22,22% 0% 0% 0% 0% 0% 14,29%

Colaborador estrangeiro (Outro) 5,88% 7,69% 5,56% 25% 0% 0% 0% 0% 14,29%

Colaborador não identificado 5,88% 7,69% 0% 25% 0% 20% 0% 0% 14,29%

Total de colaboradores por ano (N=100%) 17 13 18 12 12 10 9 1 14

10

Entre 1917 e 1919, o BCH foi colocado ao serviço do Exército Francês do Oriente. Alistado nas forças francesas, o chartista Léon Rey (1887-1954) se encarregou então de redigir um único volume relativo aos anos 1917, 1918 e 1919, o qual resumiu as atividades da EFA e do departamento de arqueologia do exército francês durante a Primeira Guerra Mundial.

79 O mesmo valeu para Gustave Glotz quando o assunto tangenciou tópicos mais amplos da história política e econômica da Grécia Antiga11, ou para Paul Huvelin, em questões relativas ao direito comercial em Délos12. E tais casos poderiam ser ainda multiplicados (o filósofo Ernst Renan, o epigrafista René Cagnat, o numismata Ernst Babelon, entre tantos outros). Sua presença constante nas páginas da BCH dá uma boa medida do prestígio da publicação e, a reboque, dos temas relativos ao helenismo no interior da própria universidade francesa.

Por fim, o grupo relativo aos estrangeiros foi marcado por uma grande heterogeneidade. Destacaram-se em seu interior os gregos. Como foi dito antes, entre eles havia tanto amadores quanto pesquisadores renomados, tais como Panagiotis Cavvadias e Georges Sotiriadis, ambos professores universitários em Atenas. O núcleo que os congregava era o Institut de Correspondance Hellénique. Além de indivíduos dessa nacionalidade, publicaram no BCH com alguma frequência os membros das outras missões científicas internacionais: alemães, ingleses e, em menor grau, norte-americanos. Suas presenças oscilaram ao sabor das relações diplomáticas e científicas entre os países. Os helenistas alemães, por exemplo, estiveram ausentes dos treze primeiros anos do BCH: não bastasse a recente guerra com a Prússia, houve ainda a polêmica em torno do abandono dos sítios arqueológicos franceses, denunciada por ninguém menos que Henrich Schliemann, o descobridor de Troia13. Três anos após seu falecimento os ânimos pareceram mais calmos e finalmente os alemães publicaram com relativa constância, ao menos até 1912, às vésperas da Primeira Guerra Mundial. Quanto aos demais estrangeiros, chama atenção o fato de os belgas e suíços terem contribuído pouco e tardiamente. Sua presença não deixa, porém, de ser reveladora. Afinal, ela é um reflexo direto da abertura da escola aos integrantes desses países em um cenário de crescente tensão internacional.

Diante da frequência de publicação de todos esses grupos, pode-se depreender algumas tendências mais gerais do BCH. Por exemplo, a despeito de ser a EFA a mais antiga das escolas arqueológicas estrangeiras instaladas na Grécia, seu periódico só se tornou mesmo aberto a expoentes de outras potências europeias a partir de 1890, ou seja, a partir da exploração sistemática dos grandes sítios arqueológicos sob responsabilidade francesa (gestão Homolle). Outro indício na mesma direção foi oà e uta e toà deà e osà est a gei os ,à iniciado em 1900.

11 Veja-se BCH, 1908: 271-278; 1909: 526-546; 1920: 362-366.

12 BCH, 1907: 46-93. Em se tratando de um colaborador do AS, esse texto será discutido em detalhes

mais adiante.

13

áà espostaàdosà ate ie ses à eioàdaàpe aàdeàu àe -membro da EFA, Gustave Fougères (BCH, 1890: 271-275). Talvez não por acaso o diretor da EFA, Paul Foucart, tenha sido substituído em meio à crise por Théophile Homolle.

80 Além disso, as tabelas acima assinalam bem dois fenômenos que se mantiveram sempre constantes: o caráter pedagógico do BCH e o corporativismo subjacente à instituição que o produz. Tratava-se assim de uma revista dominada por jo e s ,ào que no contexto da presente pesquisa significa pesquisadores em início de carreira. Se a EFA disponibiliza o treinamento específico, epigráfico e arqueológico, a partir do contato direto com a documentação antiga, o BCH abre espaço para que tudo isso ganhe forma científica (artigos e ensaios), garantindo ainda sua circulação entre os pares. É notável que nenhum outro agrégé não membro da escola tenha publicado aí. É também notável que a presença de não membros franceses seja relativamente pequena se restrita a expoentes já consolidados do helenismo e, quando a ocasião reclamava, do latinismo. Não há como separar, portanto, a revista da instituição que a edita: o BCH é o braço impresso da EFA.

Mas sendo ela u aà e istaàdeà jo e s ,àat à ueàpo toàaàso iologiaàdurkheimiana pode se fazer aí presente? Afinal, não se pode esquecer que durante os trinta e um primeiros anos do BCH sequer existia L’A e So iologi ue e cadeiras de sociologia na França. Houve tempo para que os trabalhos desses sociólogos alcançassem os membros da escola? E mais, teriam membros seus aderido à empresa sociológica?