Uma das primeiras investigações sobre este tema foi realizada por Mendes (2008), por meio de sua dissertação de Mestrado, cujos dados foram coletados na escola pública Dom Alano Marie Du Noday, localizada na cidade de Palmas, Estado do Tocantins, região norte do Brasil. A pesquisa fora realizada com professores e alunos do Ensino Fundamental e Médio. O uso do computador portátil neste colégio estava vinculado ao Projeto UCA – Um Computador por Aluno do Ministério da Educação do Brasil, sendo, na época, um dos cinco experimentos em prática no país. O objetivo da pesquisa de Mendes era identificar e analisar os indícios de mudanças nos processos de gestão e organização da sala de aula com o uso dos computadores portáteis. O estudo realizado teve caráter exploratório, uma vez que no ano em que realizou a pesquisa em 2007, havia pouca informação e conhecimento sobre tema. Na análise de dados, Mendes conclui que a mobilidade e a portabilidade de um dispositivo sem fio permitia o trânsito pela sala de aula para a troca de informações e experiências, possibilitando o acesso imediato às informações necessárias para as atividades desenvolvidas, e potencializando novos letramentos, uma vez que expressavam seu pensamento por meio dos diversos recursos do computador portátil, estimulando a criatividade. Para os professores, o uso do computador portátil alterou suas crenças e práticas, uma vez que perceberam que o aprender junto com os alunos não os fez perder autoridade, pelo contrário, fê-los valorizar a coautoria, a construção conjunta. Para Mendes, o uso do computador portátil na escola representou o início de um processo de reavaliação das práticas pedagógicas.
Almeida e Prado (2009) desenvolveram uma investigação a respeito de um processo de formação de educadores para uso do laptop educacional, envolvendo professores, coordenadores pedagógicos e diretores de escolas em um processo integrado. A participação e o envolvimento da direção da escola no processo formativo foram considerados aspectos positivos, uma vez que estes poderiam intervir mais diretamente na solução das dificuldades encontradas na implantação do projeto, tendo maior autonomia para propor mudanças na organização da escola, entre elas a alteração do tempo de aula de 45 para noventa minutos, possibilitando ao professor realizar o seu trabalho com o uso do laptop com maior tranquilidade. O uso do ambiente virtual e_Proinfo, que forneceu suporte tecnológico para a formação de professores, fomentou o diálogo entre os pares, disseminou experiências e colaborou para que os professores se sentissem motivados e mais seguros para realizar práticas pedagógicas com uso do laptop educacional.
Silva (2009) realizou uma pesquisa de natureza qualitativa investigando professores de quatro localidades brasileiras que atuam na Rede Pública de Ensino: Distrito Federal, Mato Grosso, São Paulo e Sergipe, durante as oficinas experimentais desenvolvidas nos espaços da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo com o objetivo de explorar o uso do computador portátil no âmbito do Projeto UCA. Emergiram da pesquisa as categorias mobilidade e mudança na prática pedagógica. Os dados apontaram que os professores percebem o potencial de construção colaborativa de novos conhecimentos possibilitada pela mobilidade, característica inerente ao computador portátil. Quanto às novas práticas, concluiu que a presença do computador portátil na aula possibilita maior autonomia por parte dos alunos, fato que interfere nos rumos estabelecidos previamente para uma determinada aula, ampliando o olhar dos alunos e docentes a respeito dos conteúdos trabalhados na classe.
A investigação de Saldanha (2009) ocorreu durante dois anos na escola da Fundação Bradesco, em Campinas, interior de São Paulo, e procurou encontrar indicadores da emersão de um currículo mais flexível a partir da inclusão do computador portátil na prática pedagógica. Como resultado, o autor identificou que os professores desenvolvem atividades que seguem uma proposta de um currículo mais flexível. O fato de a instituição possuir infraestrutura tecnológica de qualidade,
com boa conexão com a internet, motivava os docentes a explorar a mobilidade, possibilitando um trabalho mais colaborativo entre alunos e professores, bem como a portabilidade, expressa por meio do uso do computador portátil em espaços diversos para além da sala de aula. Contudo, o autor concluiu haver professores que, embora estejam inseridos em um contexto com a tecnologia disponível, utilizam o computador para transmitir conteúdos, em uma transposição do modelo tradicional de dar aula, fato que conduziu o mesmo a entender isto como uma necessidade destes docentes se apropriarem mais da tecnologia, a começar por seu uso pessoal. Sugeriu, por fim, que a escola desse apoio aos professores no sentido de estimular um processo de reflexão sobre a ação, para que estes pudessem perceber as novas abordagens pedagógicas subjacentes ao uso do computador portátil.
O trabalho de Moraes (2010), cujo título foi As Implicações do Uso do Laptop Individual nas Atividades Educacionais: Experiência de uma Escola de Tempo Integral da Rede Municipal do Campo Grande – MS (Mato Grosso do Sul), analisou as implicações do uso do laptop individual pelos alunos do 1º. ano do Ensino Fundamental de uma escola municipal, tendo como objetivos específicos: investigar de que maneira o Projeto Político Pedagógico contempla o uso do laptop na escola de tempo integral; como os alunos e professoras vivenciam o processo de colaboração no processo de aprendizagem mediado pelo laptop individual; e, como se evidencia a autonomia dos alunos no processo de aprendizagem mediado pelo laptop. Tratou-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, com delineamento descritivo. Para responder às indagações deste projeto, foi utilizado um roteiro de análise, observação e entrevista semiestruturada. A pesquisadora concluiu que o Projeto Político Pedagógico é um documento que orienta e esclarece a respeito do funcionamento da escola com relação ao uso do laptop individual; que alunos e professoras colaboram entre si em benefício do ensino e da aprendizagem mediada pelo laptop; e, que os alunos desenvolvem autonomia diante das atividades e práticas em sala de aula ao usar o microcomputador. Essa pesquisa, além de trazer contribuições para o contexto educacional a respeito do uso do laptop individual, apesar de ser fato recente e inédito, incentiva a busca do conhecimento por meio da colaboração entre professoras, alunos e o desenvolvimento da autonomia dos mesmos, e ainda pode instigar e contribuir com futuras experiências e pesquisas nesse segmento.
Bento (2010), em sua dissertação de Mestrado, um estudo de caso em uma escola pública situada na cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, intitulado: O Uso Do Laptop Educacional 1:1 Nas Séries Iniciais Do Ensino Fundamental: O que muda na gestão da Sala de aula. O trabalho teve por objetivo identificar possíveis mudanças na gestão da sala de aula causadas pela introdução do chamado laptop educacional. Por meio de entrevistas com professores, procurou identificar as mudanças no trabalho docente com os alunos da referida escola com um olhar sobre os papéis que devem desempenhar nas atividades de ensino-aprendizagem, quando a tecnologia móvel está sendo integrada ao ambiente escolar em um uso pessoal do computador. Como resultado, a pesquisadora apresentou indícios de mudanças na gestão da aula, considerando que o uso do laptop educacional interfere no tempo da aula, na disciplina dos alunos, posto que, inicialmente, provoca certa agitação discente, e na assiduidade dos mesmos, uma vez que identificou uma redução nas faltas das crianças nas aulas, possivelmente por se sentirem mais motivadas aos estudos com o uso do computador portátil.
Santos e Borges (2010) realizaram uma pesquisa em uma escola pública estadual na cidade de Palmas – Tocantins (TO), na qual entrevistaram nove professores e gestores com o objetivo de perceber se o uso do laptop nas práticas pedagógicas gerava mudanças no currículo oficial prescrito por organismos governamentais e como se desenvolvia o currículo na ação, isto é, por meio das práticas pedagógicas na sala de aula entre professores e alunos. A investigação aconteceu em um momento histórico muito particular, uma vez que a escola investigada era uma entre as cinco escolas brasileiras que faziam parte da Fase I, do projeto UCA do MEC, chamada de piloto, portanto, de extrema importância para a construção de referenciais sobre o uso educacional do laptop. No momento em que o estudo foi realizado, os professores manifestavam certo desconforto com a integração da tecnologia em suas aulas, isto porque a inclusão do laptop nas práticas pedagógicas exigia tempo maior para a organização das aulas, dificultando o desenvolvimento de todos os conteúdos previstos no currículo prescrito pelos quais os professores são responsáveis e são cobrados pelo cumprimento. Por outro lado, os docentes relataram que o uso do laptop lhes permitia desenvolver projetos a respeito de temas transversais, que não são objeto de avaliação e, portanto, permite maior flexibilidade curricular, despertando maior interesse dos alunos.
As pesquisas de Lopes, Franco, Ficheman, Telles e Grace (2010) foram realizadas em uma escola pública municipal de Ensino Fundamental na cidade de São Paulo, no contexto do projeto UCA, e estão fundamentadas no modelo da Organização Não Governamental OLPC – One Laptop per Child, adotando como solução tecnológica o laptop modelo XO. O modelo de formação fora proposto pela ONG OLPC, cuja proposta é realizar o percurso formativo dentro da escola, a partir das necessidades dos professores. Além dos encontros presenciais, o modelo de formação previa a interação entre os alunos e formadores com uso do suporte de um ambiente virtual de aprendizagem, por meio do qual se criou uma rede de saberes em que os professores compartilhavam dúvidas e descobertas, desmistificando o uso de tecnologias e reduzindo, com isto, as resistências de inclusão do laptop nas práticas pedagógicas.
Mendes e Almeida (2011) realizaram, em uma escola pública na cidade de Palmas – TO, um estudo exploratório com alunos, professores e gestores sobre os modos de utilização do computador portátil em sala de aula, tentando identificar se este uso agrega uma abordagem mais tecnológica, voltada ao domínio das tecnologias em si mesmas e preocupada em inserir o currículo das TIC na escola, ou se existe uma integração da tecnologia do computador portátil na prática pedagógica e no currículo. Após a análise de dados, as pesquisadoras concluíram que no Ensino Fundamental I e II e Médio o computador portátil é mais utilizado para fins de pesquisa, inclusive porque, de acordo com as mesmas, a maior parte das atividades tem a pesquisa como motivação. O segundo maior uso diz respeito às produções de textos no Ensino Fundamental e por atividades de resolução de problemas no Ensino Médio. Ficou evidenciado também o objetivo do uso do computador portátil não ser o ensino de tecnologia, mas sua integração com outros recursos para exploração e desenvolvimento da aula. O fato de o estudo ter se realizado na fase inicial da implantação do projeto fez as pesquisadoras concluírem, a partir dos dados, que o uso do computador portátil encontrava-se incorporado ao planejamento para se desenvolver práticas que já se desenvolviam anteriormente sem este recurso, porém com recursos mais lúdicos, mais motivadores, que geram novos questionamentos e descobertas que poderão conduzir a novos modos de uso. Ao observar diretamente o uso no contexto perceberam que o uso do computador portátil provocou mudanças na disposição física da sala de aula, uma vez que os
alunos passam a transitar pela classe para compartilhar dúvidas e descobertas com os pares, podendo ser este um indício de uma nova forma de trabalhar o currículo, uma vez que mudou o espaço e as relações entre os alunos. Esta reorganização possibilita ao professor orientar grupos de acordo com suas necessidades, colaborando com o processo de construção de conhecimentos do aluno e seu próprio, uma vez que os docentes incorporaram naturalmente o fato de que eles também aprendem com seus alunos, sem que tal circunstância abale sua autoridade, pelo contrário, potencializa a partilha, a coautoria. Por fim, concluíram que o planejamento de aulas passa a ter sentido não como um roteiro acabado, mas sim como uma previsão de caminhos a serem seguidos e que vão ganhar sentido à medida que a prática ocorre.
Mandaio (2011) desenvolveu uma pesquisa por meio de um método misto, com dados qualitativos e quantitativos coletados em duas escolas da rede pública , uma municipal com 290 alunos do Ensino Fundamental e uma Estadual que atende a 463 estudantes do Ensino Fundamental I até o 7º. ano de escolaridade, ambas localizadas no interior de São Paulo. O objetivo da pesquisa foi o de identificar indícios de mudança na prática pedagógica a partir do uso do computador portátil. Após a investigação, a autora concluiu haver os seguintes indícios de mudança na prática pedagógica provenientes do uso do computador portátil, sendo estes percebidos pelos professores em ambas escolas: a) a previsão do uso do computador portátil no projeto político-pedagógico da escola; b) o foco nos objetivos de desenvolver autonomia dos alunos, promover atividades colaborativas e reflexiva e buscar desenvolver competências tecnológicas; c) o consenso de que o uso do computador portátil e da internet é um facilitador para o alcance destes objetivos; d) a afirmação de que o uso do computador portátil e da internet faz com que os alunos se interessem mais pelas aulas, o que provavelmente decorre do fato de haver diversidade nas atividades propostas para os alunos, que são, nos dois contextos, o centro da abordagem pedagógica. Da investigação com os alunos, emergiram em ambas escolas a percepção de mudanças nas práticas docentes com o uso do computador como: a) o acesso diário à internet na escola; b) a rotina de uso do computador portátil e internet nas aulas de Língua Portuguesa; c) a familiaridade com o Google; d) as referências a redes sociais, jogos e músicas; e) o relato de
facilidade com o uso de programas multimídia, de som, de imagem, de jogos e de acesso à internet e navegação na mesma.
França, Ramos e Borges (2011)desenvolveram uma pesquisa exploratória em uma escola de Ensino Fundamental II e Médio do Estado do Tocantins, no contexto do Projeto UCA. No entendimento das autoras, um projeto como o UCA imputa desafios e conduz à reflexão sobre soluções muitas vezes inovadoras, a exemplo do projeto de aluno-monitor adotado na escola Dom Alano Marie du Noday. A concepção adotada na escola não foi aquela em que o aluno estuda pela manhã e faz monitoria à tarde, ou ainda, que o monitor é um aluno de uma turma mais avançada. Na referida escola, o aluno-monitor era estudante da própria sala, inclusive no Ensino Fundamental I, que abarca alunos do 1º. ao 5º. ano, portanto, de seis a dez anos. Em 2007, os alunos-monitores foram designados pelos professores; no ano seguinte, a escola adotou o sistema de eleições, cuja duração do mandato foi estabelecida em um ano. Os alunos-monitores atuam em sala de aula durante as disciplinas desenvolvendo, espontaneamente, um trabalho colaborativo e solidário dentro da sala de aula. Eles ajudam os professores na distribuição e no recolhimento do Computador Portátil, na promoção da inclusão digital do pares que apresentam dificuldades e na contribuição ao processo de avaliação relativo ao uso de tecnologias. Compete a eles, também, orientar os colegas quanto ao uso do compuatdor portátil e suas funcionalidades, assim como participar ativamente das atividades programadas pelo professor com o uso dos recursos da informática em sala de aula. Para desenvolver tais atividades, os alunos foram preparados com noções básicas de utilização de editor de textos, editor de apresentação e planilha eletrônica. Eles participaram de capacitações junto aos professores, receberam treinamentos, orientações sobre a preservação dos equipamentos, utilização e uso das ferramentas do portátil.
Inseridos neste contexto mediado pelas TIC, os monitores buscam uma nova relação monitor/aluno/tecnologias/conteúdo para potencializar os processos de ensino-aprendizagem. De acordo com Almeida (2010):
As novas tecnologias podem ser usadas de diferentes maneira, mas podem trazer soluções mais eficazes em projetos que envolvem a participação ativa dos alunos, como em atividades de resolução de problemas, na produção conjunta de textos e no desenvolvimento de projetos. O fundamental nessas tarefas é fazer com que os alunos utilizem a tecnologia para chegar até as informações que são úteis nos seus projetos de estudo, desenvolver a criatividade, a coautoria e o senso crítico (p. 1).
A contribuição desse trabalho foi a de perceber que a presença do computador portátil pode promover uma escola que pensa e age de maneira diferenciada, desmistificando o papel passivo do aluno, que passa a exercer a colaboração com seus professores e pares, exercitando, com isto, sua cidadania. O aluno-monitor colabora para a integração do computador portátil ao currículo àa medida que age em parceria com seu professor durante as atividades da aula, fato que possibilita uma atendimento a um número maior de alunos que pode, num determinado momento, apresentar dificuldades para avançar.
Weckelmann, Almeida e Fernandes (2011) realizaram uma pesquisa a respeito da formação de professores para uso do computador portátil em uma escola pública municipal da cidade de Campo Limpo Paulista, interior de São Paulo. A formação de professores realizada ocorreu na modalidade semipresencial, composta por 180 horas de trabalhos realizados com o suporte do ambiente virtual de aprendizagem e_Proinfo, no qual os conteúdos de formação encontram-se alocados no formato de textos, vídeos, videoaulas, e softwares de apresentação, e que permite a comunicação síncrona e assíncrona por meio de recursos como o chat, fórum, portifólio e diário. Para além do suporte do ambiente virtual, a formação previa um encontro presencial mensal, com duração de oito horas cada um, cujo trabalho emergia das necessidades explicitadas pela própria escola. Os resultados da pesquisa revelaram que, na fase inicial da formação, os professores demosntravam insegurança quanto ao uso do laptop com os alunos, entretanto, com o desenvolveimento das ações contextualizadas com a realidade da escola, este sentimento foi superado possibilitando o desenvolvimento de projetos interdisicplinares que representaram um ganho para alunos e docentes.
Prado e Costa (2011) realizaram uma investigação a respeito das práticas pedagógicas com o uso do computador portátil na disciplina de Matemática, no âmbito do Projeto UCA, em quatorze escolas públicas da cidade de São João da
Ponta - PA (Pará). Os dados apontaram para o fato de os professores desta localidade estarem percebendo o uso do laptop de maneira muito posisitiva na Matemática, isto porque este recurso tem favorecido aos alunos uma melhor compreensão dos conceitos matemáticos, particularmente, quando as aulas incluem o uso de softwares como o geogebra, winplot, régua e compasso, programas que possibilitam a visualização do processo do desenvolvimento do raciocínio. As pesquisadoras constataram que os professores percebiam o computador portátil e os softwares como recursos que facilitavam e ilustravam suas aulas, sem se darem por conta de outras potencialidades como a pesquisa colaborativa, o desenvolvimento de software de autoria, como a webquest por exemplo. Um aspecto destacado pelas pesquisadoras é que a integração do laptop nas aulas de matemática iria exigir dos docentes mais do que o domínio dos conteúdos de matemática e de apropriação tecnológica do computador, mas o conhecimento pedagógico de ambos para poder, desta maneira, integrar os dois saberes.
A pesquisa de Almeida, Silva, Borges e França (2011), intitulada: Os impactos iniciais na formação dos professores e gestores da escola pública brasileira para uso do laptop educacional no Estado do Tocantins, apresenta os resultados preliminares do curso de formação de professores, que é realizado a partir de uma rede de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que se constitui como Instituto de Educação Superior Global, a Universidade Federal do Tocantins, que assumiu o status de instituto local, e professores e gestores de dez escolas públicas, sendo oito estaduais e duas municipais. Como o Estado do Tocantins fez