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Atendendo aos níveis de organização e aos diferentes intervenientes compreender a amplitude e os detalhes do plano a traçar.

compreender as dimensões de abrangência de cada item bem como o seu enfoque.

Figura 2.6 - Amplitude e Incidência dos itens a incluir no Plano de Ação (adap. de Chiavenato (2004)

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Fundamentação Teórica Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Como podemos observar, há uma diferença significativa entre estes dois

que, do nosso ponto de vista, se observa a dois níveis: primeiro no conhecimento do gestor sobre o contexto que lídera, resultado da observação desse mesmo contexto, e que determina a forma como o conduz; segundo, a visão que tem para conduzir

Ou seja, a abordagem que o líder determina para conduzir o processo faz a diferença. De um lado temos uma condução muito monitorizada, mais controlada e

por outro, uma visão mais estratégica que aponta cam

liberdade para que estes sejam trilhados. Porém, um não existe sem o outro, ou seja, estes conceitos coexistem. Podemos, deste modo, dizer que eficiência e eficácia caminham paralelamente, uma vez que para que o processo se revele eficaz há ne

conduzir com eficiência os diferentes intervenientes tendo em vista a obtenção de resultados que comprovem a eficácia do mesmo. O papel do líder / gestor é, por conseguinte, fundamental ao longo de todo o processo. Ao nos reportarmos ao conte

podemos deduzir que liderar / gerir consiste em orientar, dirigir e controlar os esforços de um vasto grupo de elementos que trabalham no sentido de um objetivo comum.

1.5.2 Delineamento do plano de ação: itens a considerar

s níveis de organização e aos diferentes intervenientes compreender a amplitude e os detalhes do plano a traçar. A Figura 2 compreender as dimensões de abrangência de cada item bem como o seu enfoque.

Amplitude e Incidência dos itens a incluir no Plano de Ação (adap. de Chiavenato (2004)

Fundamentação Teórica

55 há uma diferença significativa entre estes dois conceitos que, do nosso ponto de vista, se observa a dois níveis: primeiro no conhecimento do gestor sobre o contexto que lídera, resultado da observação desse mesmo contexto, e que determina a forma como o conduz; segundo, a visão que tem para conduzir, a bom termo, Ou seja, a abordagem que o líder determina para conduzir o processo faz a diferença. De um lado temos uma condução muito monitorizada, mais controlada e uma visão mais estratégica que aponta caminhos mas dá liberdade para que estes sejam trilhados. Porém, um não existe sem o outro, ou seja, estes conceitos coexistem. Podemos, deste modo, dizer que eficiência e eficácia caminham paralelamente, uma vez que para que o processo se revele eficaz há necessidade de conduzir com eficiência os diferentes intervenientes tendo em vista a obtenção de resultados que comprovem a eficácia do mesmo. O papel do líder / gestor é, por conseguinte, fundamental ao longo de todo o processo. Ao nos reportarmos ao contexto podemos deduzir que liderar / gerir consiste em orientar, dirigir e controlar os esforços de um vasto grupo de elementos que trabalham no sentido de um objetivo comum.

s níveis de organização e aos diferentes intervenientes, importa Figura 2.6 ajuda a compreender as dimensões de abrangência de cada item bem como o seu enfoque.

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Não menos importantes são os princípios sob os quais se deve conceber o plano de ação. Temos, deste modo, quatro princípios básicos, nos q

Planear, Organizar, Dirigir e Controlar.

Planear implica: dividir o trabalho, agrupar as atividades numa estrutura lógica,

designar responsáveis, alocar os recursos e coordenar os esforços.

Organizar prevê: definir objetivos, verificar como estão a decorrer as coisas,

inventariar cenários, id planos de ação.

Dirigir é: direcionar esforços para o objetivo comum, comunicar, liderar, motivar,

orientar os intervenientes e incentivar o grupo.

Controlar passa por

comparar o desempenho com os padrões estabelecidos e corrigir desvios no sentido da consecução dos objetivos traçados.

Para além destes princípios há ainda outras variáveis a considerar, pelo que destacamos algumas que nos

Planear tem implícito, de acordo com tipo de plano, a especificidade dos conteúdos, o faseamento e a abrangência das questões a abordar

Tabela 2.1- Variáveis do princípio Planear.

Planeamento Conteúdo Estratégico Genérico

Sintético Abrangente Tático Menos genérico /

mais detalhado Operacional Detalhado,

Especifico Analítico

No que concerne aos tipos de plano deve atender características que lhe conferem, depois,

2.7).

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Fundamentação Teórica Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Não menos importantes são os princípios sob os quais se deve conceber o plano de ação. Temos, deste modo, quatro princípios básicos, nos quais se centra essa definição: Planear, Organizar, Dirigir e Controlar.

: dividir o trabalho, agrupar as atividades numa estrutura lógica, designar responsáveis, alocar os recursos e coordenar os esforços.

: definir objetivos, verificar como estão a decorrer as coisas, inventariar cenários, identificar os meios para atingir os fins e implementar os

: direcionar esforços para o objetivo comum, comunicar, liderar, motivar, orientar os intervenientes e incentivar o grupo.

Controlar passa por: definir padrões de desempenho, monitorizar o desempenho, comparar o desempenho com os padrões estabelecidos e corrigir desvios no sentido da consecução dos objetivos traçados.

Para além destes princípios há ainda outras variáveis a considerar, pelo que destacamos algumas que nos parecem imprescindíveis.

tem implícito, de acordo com tipo de plano, a especificidade dos conteúdos, o faseamento e a abrangência das questões a abordar (Tabela 2.1).

cípio Planear.

Cronograma Amplitude Longo

prazo

Macroorientado – aborda as questões ao nível total

Menos genérico / mais detalhado

Médio prazo

Mesoorientado – aborda cada unidade individualmente

Curto prazo Microorientado – aborda cada tarefa ou operação por si só.

No que concerne aos tipos de plano deve atender-se, igualmente, a determinadas características que lhe conferem, depois, alguma viabilidade e mesmo credibilidade

Fundamentação Teórica

56 Não menos importantes são os princípios sob os quais se deve conceber o plano de

uais se centra essa definição:

: dividir o trabalho, agrupar as atividades numa estrutura lógica, designar responsáveis, alocar os recursos e coordenar os esforços.

: definir objetivos, verificar como estão a decorrer as coisas, entificar os meios para atingir os fins e implementar os

: direcionar esforços para o objetivo comum, comunicar, liderar, motivar,

enho, monitorizar o desempenho, comparar o desempenho com os padrões estabelecidos e corrigir desvios no sentido

Para além destes princípios há ainda outras variáveis a considerar, pelo que

tem implícito, de acordo com tipo de plano, a especificidade dos conteúdos,

aborda as questões

aborda cada unidade aborda cada tarefa

se, igualmente, a determinadas alguma viabilidade e mesmo credibilidade (Figura

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas Do mesmo modo, organizar

prendem com a abrangência do plano, com o desenho e os conteúdos e, ainda, com as características dos intervenientes e a perspectivação dos resultados esperados

Tabela 2.2 - Varáveis do Princípio Organizar.

Abrangência Desenho Institucional Organizacional

Intermédia Departamental Operacional Cargos e tarefas

O item dirigir tem influência no trabalho desde o s

deve também seguir algumas normas. Assim, dirigir depende dos níveis de organização, dos níveis de direção, dos cargos dos envolvidos e da abrangência que cada um abarca na sua plenitude e individualidade

Tabela 2.3 - Variáveis do princípio Dirigir.

Níveis de Organização Níveis Direção Institucional

Intermédio Operacional

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Fundamentação Teórica Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Figura 2.7 - Tipos de Planos.

organizar deve ter como referência algumas observações que se prendem com a abrangência do plano, com o desenho e os conteúdos e, ainda, com as

acterísticas dos intervenientes e a perspectivação dos resultados esperados

Varáveis do Princípio Organizar.

Desenho Conteúdo Resultado Organizacional Totalidade Tipos de organização Departamental Departamentos Tipo de departamentos Cargos e tarefas Tarefa ou operação Análise e descrição

dos cargos

tem influência no trabalho desde o seu início até ao final, pelo que deve também seguir algumas normas. Assim, dirigir depende dos níveis de organização, dos níveis de direção, dos cargos dos envolvidos e da abrangência que cada um abarca na sua plenitude e individualidade (Tabela 2.3).

Variáveis do princípio Dirigir.

Níveis Direção Cargos envolvidos Abrangência Direção Diretores e executivos A totalidade da Gerência Executivos intermédios Departamentos Supervisão Supervisores e Professores

Cada grupo de pessoas

Fundamentação Teórica

57 deve ter como referência algumas observações que se prendem com a abrangência do plano, com o desenho e os conteúdos e, ainda, com as

acterísticas dos intervenientes e a perspectivação dos resultados esperados (Tabela 2.2)

Resultado Tipos de organização Tipo de departamentos

Análise e descrição dos cargos

eu início até ao final, pelo que deve também seguir algumas normas. Assim, dirigir depende dos níveis de organização, dos níveis de direção, dos cargos dos envolvidos e da abrangência que cada um abarca na

Abrangência A totalidade da

instituição Departamentos Cada grupo de pessoas

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas Por último abordamos o princípio abrangentes , dinâmicas e interdependentes

Em primeira instância constitui

observação de desempenho dos diferentes inter

ao fazer a comparação entre os padrões e o desempenho efetivo, pode enveredar

não, pelo ajuste de ações. Estas decisões, a par das anteriores tomadas, são relevantes para a obtenção do objetivo final.

Após o conhecimento das fases que norteiam o princípio do controle, enfocamos, de forma particular, a nossa atenção nos objetivos

(Figura 2.9).

Figura 2.9

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Por último abordamos o princípio controlar. Este princípio passa por quatro fases abrangentes , dinâmicas e interdependentes como se mostra na Figura 2.

Figura 2.8 - Fases do princípio do controle.

Em primeira instância constitui-se relevante a definição de padrões a observar. Da observação de desempenho dos diferentes intervenientes, a das conclusões a que se chega ao fazer a comparação entre os padrões e o desempenho efetivo, pode enveredar

não, pelo ajuste de ações. Estas decisões, a par das anteriores tomadas, são relevantes para a obtenção do objetivo final.

o conhecimento das fases que norteiam o princípio do controle, enfocamos, de forma particular, a nossa atenção nos objetivos a considerar para desenvolver estas funções

- Princípios a considerar para a formulação de objetivos.

Definição de Padrões Observação de Desempenho Comparação do desempenho com padrões Ajuste de acções Fundamentação Teórica 58 . Este princípio passa por quatro fases

Figura 2.8.

se relevante a definição de padrões a observar. Da venientes, a das conclusões a que se chega ao fazer a comparação entre os padrões e o desempenho efetivo, pode enveredar-se, ou não, pelo ajuste de ações. Estas decisões, a par das anteriores tomadas, são relevantes para

o conhecimento das fases que norteiam o princípio do controle, enfocamos, de a considerar para desenvolver estas funções

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

É na fase do controle que a formulação dos objetivos se assume como estratégica para se assegurar a intenção final de consecução das metas a alcançar. Deste modo, o respeito pela sequencialidade de decisões

algum rigor, para que o possível ajuste se centre , respetivamente, no desempenho ou nos padrões, garantindo, desta forma, o cumprimento do planeado.

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Fundamentação Teórica Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

É na fase do controle que a formulação dos objetivos se assume como estratégica para se assegurar a intenção final de consecução das metas a alcançar. Deste modo, o respeito pela sequencialidade de decisões a tomar deve ser considerada e executada com algum rigor, para que o possível ajuste se centre , respetivamente, no desempenho ou nos padrões, garantindo, desta forma, o cumprimento do planeado.

Fundamentação Teórica

59 É na fase do controle que a formulação dos objetivos se assume como estratégica para se assegurar a intenção final de consecução das metas a alcançar. Deste modo, o a tomar deve ser considerada e executada com algum rigor, para que o possível ajuste se centre , respetivamente, no desempenho ou nos

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Capítulo III - Liderança educativa

É deles que depende, não direi todo, mas uma parcela considerável

Introdução

A educação é uma construção humana que ocorre no âmbito das relações sociais. Esta condição, porque acontece de forma intencional, pode considerar

mas é, sobretudo, um ato social que carece de participação desde a sua ela execução.

Neste contexto são diversas as componentes que concorrem para que a educação seja uma realidade atual, tal como são diversos os intervenientes que colaboram e desenvolvem atividade no sentido de cumprir com êxito o sucesso pret

A componente que se afigura como fulcral é a envolvência de todos e de cada um no processo de aprendizagem. Cada vez menos, o ensino passa pela transmissão de conhecimentos e saberes do professor para o aluno porque, cada vez mais, os alunos interagem com os professores com quem partilham ideias e discutem projetos. Contudo, não podemos esquecer o sentido da escola, nem a importância do professor. Tal como nos diz Boavida (2009), perder a estrutura e a função do professor é inverter a estrutura e função da escola. Ou seja, valorizar o indivíduo por si só, dando

ainda que ligando-o à ideia de inovação, significaria a desvalorização da sociedade e do saber que a sustenta.

Tal como referimos anteriormente, a

legitimar a liderança educativa impressa pelo líder e, por outro, colocar

direto com a dicotomia, amplamente conhecida, entre a escola antiga, tradicionalista, e a

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