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D ET TRANSFORMATIVE PERSPEKTIV

5. ANALYSE

5.4 D ET TRANSFORMATIVE PERSPEKTIV

A importância do trabalho de um líder é fundamental para que a liderança seja uma realidade e se afirme como uma lider

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Apresentação e Discussão dos Dados Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Através da análise da tabela, ficamos com a perceção da valorização dada entrevistada em cada item de abordagem, o que nos induziu na interpretação e nos guiou na discussão dos dados recolhidos.

Apresentação dos dados recolhidos por

22 Caraterização da escola 108 Caraterização da liderança 214 124 314 782

Figura 6.12 - Representação gráfica das categorias c total de referências (N / %).

Com base na análise feita, pode concluir-se que a entrevistada faz uma breve apresentação de si mesma, do cargo que desempenha e do percurso realizado, registando nesta categoria de análise, apenas 22 referências o que corresponde a 3% do total das 782

caraterização da escola e à Autonomia, estas duas categorias mereceram idêntica enfase, uma vez que para a primeira categoria há 108 referências, (14% do total) e para a segunda há 124 referências que correspondem a 16%.

As categorias que dizem respeito à liderança – Caraterização da liderança e liderança e sucesso, mereceram enfoque especial por parte da entrevistada. Assim, a caraterização da liderança é referida em 214 unidades de sentido, que correspondem a 27%, e a categoria liderança e sucesso conta com 314 referências que correspondem a 40%.

2.1 Discussão de resultados

A importância do trabalho de um líder é fundamental para que a liderança seja uma realidade e se afirme como uma liderança de sucesso. Desta forma, tal como nos sugerem

22; 3% 108; 14% 214; 27% 124; 16% 314; 40%

Apresentação e Discussão dos Dados

102 a perceção da valorização dada pela entrevistada em cada item de abordagem, o que nos induziu na interpretação e nos guiou na

Representação gráfica das categorias com

se que a entrevistada faz uma breve apresentação de si mesma, do cargo que desempenha e do percurso realizado, registando-se corresponde a 3% do total das 782

caraterização da escola e à Autonomia, estas duas categorias mereceram idêntica enfase, uma vez que para a primeira categoria há 108 referências,

as que correspondem a 16%.

Caraterização da liderança e liderança e sucesso, mereceram enfoque especial por parte da entrevistada. Assim, a caraterização da e correspondem a 27%, e a categoria liderança e sucesso conta com 314 referências que correspondem a 40%.

A importância do trabalho de um líder é fundamental para que a liderança seja uma ança de sucesso. Desta forma, tal como nos sugerem

214; 27% Aspetos Biograficos Caraterização da escola Caraterização da liderança Autonomia Liderança e Sucesso

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Senge (2000) e Bolívar (2003), deve existir uma consciência rigorosa da direção a imprimir à liderança que se pretende preconizar e uma boa capacidade comunicativa para cativar no sentido de ‘levar’ os out

Através da análise feita, podemos considerar que as características da escola em estudo são favoráveis à diversidade de implementação de procedimentos, isto é, a autonomia de que usufrui a escola

resultados. Assim, as abordagens feitas e as opções tomadas face ao recurso a estratégias diferenciadas de trabalho são da responsabilidade das lideranças intermédias, o que dei antever uma liderança cooperada e partilhada onde todos

corresponsabilizados pelo trabalho real

Os contributos de todos e de cada um enquanto parceiros desta liderança são fundamentais no contexto educativo. Deste modo, se a líder tem de expor a sua visão e explanar a conceção acerca da missão do estabelecimento de ensino que lidera, os seus pares, ou seja as lideranças intermédias, têm de, com base nessas premissas, conceber e redigir os documentos orientadores para que todos trabalhem no mesmo sentido, para que por um lado, os objetivos visados pelo líder se efetivem e, por outro,

concorram para a consecução dos objetivos definidos nos referidos documentos.

A liderança surge assim, como fator de mudança positiva, uma vez que, tal como nos refere Afonso (2010), liderança é um processo que envolve esforços conjuntos e coordenados em prol dos objetivos delineados. A forma como se descreve o desenvolvimento da liderança, o entusiasmo patente no discurso da líder e os exemplos ilustrativos que vai mencionando ao longo do seu discurso, pressagiam uma liderança que se coaduna com a melhoria dos resultados escolares dos alunos desta instituição escolar, logo uma liderança educativa de sucesso.

3 Aspetos biográficos

Os aspetos biográficos foram objeto de dados pessoais e profissionais, cargo e percurso. A referências recolhidas para cada uma. A

frequência e da percentagem correspondentes a cada uma das subcategorias.

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Apresentação e Discussão dos Dados Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Senge (2000) e Bolívar (2003), deve existir uma consciência rigorosa da direção a imprimir à liderança que se pretende preconizar e uma boa capacidade comunicativa para cativar no sentido de ‘levar’ os outros a seguir as suas ideias.

Através da análise feita, podemos considerar que as características da escola em estudo são favoráveis à diversidade de implementação de procedimentos, isto é, a autonomia de que usufrui a escola permite flexibilizar procedimentos para obviar os resultados. Assim, as abordagens feitas e as opções tomadas face ao recurso a estratégias diferenciadas de trabalho são da responsabilidade das lideranças intermédias, o que dei antever uma liderança cooperada e partilhada onde todos são envolvidos e corresponsabilizados pelo trabalho realizado e pelo sucesso alcançado.

Os contributos de todos e de cada um enquanto parceiros desta liderança são fundamentais no contexto educativo. Deste modo, se a líder tem de expor a sua visão e ar a conceção acerca da missão do estabelecimento de ensino que lidera, os seus pares, ou seja as lideranças intermédias, têm de, com base nessas premissas, conceber e redigir os documentos orientadores para que todos trabalhem no mesmo sentido, para que por um lado, os objetivos visados pelo líder se efetivem e, por outro,

concorram para a consecução dos objetivos definidos nos referidos documentos.

A liderança surge assim, como fator de mudança positiva, uma vez que, tal como nos Afonso (2010), liderança é um processo que envolve esforços conjuntos e coordenados em prol dos objetivos delineados. A forma como se descreve o desenvolvimento da liderança, o entusiasmo patente no discurso da líder e os exemplos ionando ao longo do seu discurso, pressagiam uma liderança que se coaduna com a melhoria dos resultados escolares dos alunos desta instituição escolar, logo uma liderança educativa de sucesso.

iográficos foram objeto de análise considerando três

rofissionais, cargo e percurso. A Tabela 6.12 revela o número de referências recolhidas para cada uma. A Figura 6.13 apresenta esses resultados a

frequência e da percentagem correspondentes a cada uma das subcategorias.

Apresentação e Discussão dos Dados

103 Senge (2000) e Bolívar (2003), deve existir uma consciência rigorosa da direção a imprimir à liderança que se pretende preconizar e uma boa capacidade comunicativa para

Através da análise feita, podemos considerar que as características da escola em estudo são favoráveis à diversidade de implementação de procedimentos, isto é, a ntos para obviar os resultados. Assim, as abordagens feitas e as opções tomadas face ao recurso a estratégias diferenciadas de trabalho são da responsabilidade das lideranças intermédias, o que deixa são envolvidos e

Os contributos de todos e de cada um enquanto parceiros desta liderança são fundamentais no contexto educativo. Deste modo, se a líder tem de expor a sua visão e ar a conceção acerca da missão do estabelecimento de ensino que lidera, os seus pares, ou seja as lideranças intermédias, têm de, com base nessas premissas, conceber e redigir os documentos orientadores para que todos trabalhem no mesmo sentido, para que, por um lado, os objetivos visados pelo líder se efetivem e, por outro, todos conheçam e concorram para a consecução dos objetivos definidos nos referidos documentos.

A liderança surge assim, como fator de mudança positiva, uma vez que, tal como nos Afonso (2010), liderança é um processo que envolve esforços conjuntos e coordenados em prol dos objetivos delineados. A forma como se descreve o desenvolvimento da liderança, o entusiasmo patente no discurso da líder e os exemplos ionando ao longo do seu discurso, pressagiam uma liderança que se coaduna com a melhoria dos resultados escolares dos alunos desta instituição escolar,

análise considerando três subcategorias: revela o número de apresenta esses resultados através da frequência e da percentagem correspondentes a cada uma das subcategorias.

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Tabela 6.12 - Aspetos Biográficos e subcategorias de análise. Aspetos Biográficos Pessoais e Profissionais Cargo Percurso Total de Referências Conforme ilustram a relevância ao percurso de vida

à qual está ligada desde 1994, ano do seu início

ASPETOS PESSOAIS E PROFISSIONAIS: CARGO E PERCURSO

Os aspetos biográficos de cará

forma muito direta e concisa com apenas duas “Tenho 31 anos de serviço

categoria.

Já nos aspetos ligadas ao cargo e ao percurso, a entrevistada foi mai Quanto ao cargo que desempenha, fez apenas 4 referências, os seja 18% do total. com clareza, que era “diretora de escola

“aqui como diretora desde dezembro de 2009 respeito ao percurso desenvolvido, deu 16 resposta

respostas dadas, das quais destacamos algumas pela sua importância no contexto da gestão e liderança da escola.

Tendo começado a exercer funções de

que “pertenceu à comissão instaladora desta escola

considera, “ tenho experiência a nível de gestão, de gestão escolar

através da prática que eu acabei por presidente do órgão de gestão desde 94

Maria Fernanda Monteiro Ferreira Apresentação e Discussão dos Dados Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas

Aspetos Biográficos e subcategorias de

Aspetos Biográficos

Pessoais e Profissionais 2 4 16

rências 22

Figura 6.13- Aspetos Biográficos

m a Figura 6.13 e a Tabela 6.12, a entrevistada dá uma maior relevância ao percurso de vida do que ao lugar que ocupa dentro da escola na qual exerce e à qual está ligada desde 1994, ano do seu início e da fundação desta escola.

ASPETOS PESSOAIS E PROFISSIONAIS: CARGO E PERCURSO

Os aspetos biográficos de caráter pessoal e profissional foram respondidos de direta e concisa com apenas duas respostas, “sou formada em história

Tenho 31 anos de serviço”, que correspondem a 9% das referências feitas dentro desta

Já nos aspetos ligadas ao cargo e ao percurso, a entrevistada foi mai Quanto ao cargo que desempenha, fez apenas 4 referências, os seja 18% do total.

diretora de escola”, que estava na gestão: especificou que estava aqui como diretora desde dezembro de 2009”, e que era também formadora. No que diz

respeito ao percurso desenvolvido, deu 16 respostas significativas, num total de 73 respostas dadas, das quais destacamos algumas pela sua importância no contexto da gestão

Tendo começado a exercer funções de docência em 1980, esta, agora diretora, afirma

pertenceu à comissão instaladora desta escola”, desde 1994 até 2009. Deste modo tenho experiência a nível de gestão, de gestão escolar.” Reforça

através da prática que eu acabei por ter alguma experiencia”, uma vez que, “

presidente do órgão de gestão desde 94”. Encontra-se a exercer as funções de diretora

2; 9%

4; 18%

16; 73%

Apresentação e Discussão dos Dados

104

Aspetos Biográficos, (N / %).

a entrevistada dá uma maior a escola na qual exerce e

escola.

ter pessoal e profissional foram respondidos de uma

sou formada em história” e

”, que correspondem a 9% das referências feitas dentro desta

Já nos aspetos ligadas ao cargo e ao percurso, a entrevistada foi mais expressiva. Quanto ao cargo que desempenha, fez apenas 4 referências, os seja 18% do total. Referiu, especificou que estava madora. No que diz s significativas, num total de 73% das respostas dadas, das quais destacamos algumas pela sua importância no contexto da gestão

a, agora diretora, afirma , desde 1994 até 2009. Deste modo, .” Reforça que “foi ”, uma vez que, “eu era vice- se a exercer as funções de diretora

4; 18% Pessoais e profissionais Cargo Percurso

Maria Fernanda Monteiro Ferreira

Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas porque, como afirma, “eu concorri

como “Avaliar - diagnosticar

seja, numa perspetiva ascendente e dialógica que lhe confere alguma satisfação pessoal Esta satisfação é percetível a

equipas de autoavaliação”

conhecer o trabalho desenvolvido na e pela escola e, consequentemente, apresentar propostas de melhoria.