Ao pensarmos num líder, algumas questões nos afloram à mente e nos levam a questionar acerca de traços que nos permitam perceber que capacidades se evidenciam, que competências o diferenciam, porque se é um líder, como se “faz” um líder, entre muitas outras.
Tendo presente que a lid
implicito que a aprendizagem deve ser partilhada e discutida. Senge (2002) salienta que
Maria Fernanda Monteiro Ferreira Fundamentação Teórica Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas
Cada um dos intervenientes na gestão deve concorrer para uma mesma finalidade e desempenhar a sua função em proficuidade do objetivo comum.
A problemática em análise prende-se com a necessidade de conhecer em que medida a organização escolar determina a escolha de metodologias a implementar para a consecução dos objetivos definidos nos documentos orientadores.
Em primeiro lugar há que reconhecer que o líder é alguém com algumas s, isto é, com características especiais, com capacidades de antevisão e de comunicação particulares e dotado de conhecimento específico o que o diferencia e faz com que os outros se tornem seus seguidores. O líder tem de ser reconhecido pelos pares. e ter algo a comunicar que se apresente atraente, motivador, gerador de ‘vontade’, isto é, tem de possuir uma visão muito concreta sobre o que pretende realizar, como o pretende fazer e de que modo vai levar a bom termo essa sua visão. Depois, tem de ter u capacidade de comunicação eficaz, clara e concisa de modo a que se faça ouvir mas, sobretudo, que faça com que os outros o queiram ouvir, queiram partilhar as suas ideias, os seus interesses e objetivos, caminhar no mesmo sentido. Por último, tem de ter conhecimento específico sobre a missão da tarefa que tem entre mãos, sobre os interesses dos pares, sobre os objetivos que pretende alcançar, sobre os valores que pretende desenvolver e, ainda, um conhecimento alargado que lhe permita agir nos diferentes domínios inerentes à instituição que lidera. Detentor de uma visão assertiva, consciente da missão a concretizar e conhecedor do percurso a trilhar, o líder reúne as condições essenciais para delinear o percurso a seguir e de o conseguir, dando
pessoalidade que o torna único, que o diferencia dos demais, isto é, reúne as condições para desenvolver um estilo de liderança próprio.
Características de um líder
Ao pensarmos num líder, algumas questões nos afloram à mente e nos levam a nar acerca de traços que nos permitam perceber que capacidades se evidenciam, que competências o diferenciam, porque se é um líder, como se “faz” um líder, entre muitas
Tendo presente que a liderança enfatisa actividades praticadas em grupo, está implicito que a aprendizagem deve ser partilhada e discutida. Senge (2002) salienta que
Fundamentação Teórica
45 Cada um dos intervenientes na gestão deve concorrer para uma mesma finalidade e
de de conhecer em que medida a organização escolar determina a escolha de metodologias a implementar para a
Em primeiro lugar há que reconhecer que o líder é alguém com algumas s, isto é, com características especiais, com capacidades de antevisão e de comunicação particulares e dotado de conhecimento específico o que o diferencia e faz com que os outros se tornem seus seguidores. O líder tem de ser reconhecido pelos pares. e ter algo a comunicar que se apresente atraente, motivador, gerador de ‘vontade’, isto é, tem de possuir uma visão muito concreta sobre o que pretende realizar, como o pretende fazer e de que modo vai levar a bom termo essa sua visão. Depois, tem de ter uma capacidade de comunicação eficaz, clara e concisa de modo a que se faça ouvir mas, sobretudo, que faça com que os outros o queiram ouvir, queiram partilhar as suas ideias, os seus interesses e objetivos, caminhar no mesmo sentido. Por último, tem de ter conhecimento específico sobre a missão da tarefa que tem entre mãos, sobre os interesses dos pares, sobre os objetivos que pretende alcançar, sobre os valores que pretende desenvolver e, ainda, um conhecimento alargado que lhe permita agir nos diferentes domínios inerentes à instituição que lidera. Detentor de uma visão assertiva, consciente da missão a concretizar e conhecedor do percurso a trilhar, o líder reúne as condições essenciais para delinear o percurso a seguir e de o conseguir, dando-lhe um cunho de pessoalidade que o torna único, que o diferencia dos demais, isto é, reúne as condições
Ao pensarmos num líder, algumas questões nos afloram à mente e nos levam a nar acerca de traços que nos permitam perceber que capacidades se evidenciam, que competências o diferenciam, porque se é um líder, como se “faz” um líder, entre muitas
erança enfatisa actividades praticadas em grupo, está implicito que a aprendizagem deve ser partilhada e discutida. Senge (2002) salienta que
Maria Fernanda Monteiro Ferreira
Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas pessoas com potencialidades de
compromissos e estão sempre predispostas para novas aprendizagens. Do mesmo modo, este autor aponta a organização como sendo o fator de maior relevancia para garantir o desenvovlimento e o sucesso. Também Costa (2000) se refere à lid
processo participativo e colaborativo.
No que concerne a competências que um líder d
(1995) colocavam em evidência sete competências que facilitavam a liderança e que se apresentam na Figura 2. 1.
Figura 2. 1- As competências de um líder,
Todas estas competências se centram numa só, a autonomia do próprio líder, ou seja, só um individuo com capacidades de autonomia, que se pautem pelo excelente, consegue demostrar confiança, encorajar a participação do ou
prevejam a intervenção de outros, estimular no outro a capacidade de autonomia, encorajar para a inovação, elogiar o trabalho do outro e apoiá
Ao agir desta forma, e ao pensar criticamente sobre a const
contribui para a educação de cidadãos que, no contexto da globalização, serão mais criticos, mais participativos e mais conscientes do seu papel na sociedade que os acolhe,
Estimular a autonomia individual do outro Encorajar e auscultar acerca da participação indivudual
Maria Fernanda Monteiro Ferreira Fundamentação Teórica Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas
pessoas com potencialidades de liderança são as que partilham as suas ideias, assu compromissos e estão sempre predispostas para novas aprendizagens. Do mesmo modo, este autor aponta a organização como sendo o fator de maior relevancia para garantir o desenvovlimento e o sucesso. Também Costa (2000) se refere à liderança como se
processo participativo e colaborativo.
No que concerne a competências que um líder deve possuir, já Blase e Anderson (1995) colocavam em evidência sete competências que facilitavam a liderança e que se
As competências de um líder, (adap. de Blasé & Andersen, 1995)
Todas estas competências se centram numa só, a autonomia do próprio líder, ou seja, só um individuo com capacidades de autonomia, que se pautem pelo excelente, consegue demostrar confiança, encorajar a participação do outro, desenvolver estruturas que prevejam a intervenção de outros, estimular no outro a capacidade de autonomia, encorajar para a inovação, elogiar o trabalho do outro e apoiá-lo sem restrições.
Ao agir desta forma, e ao pensar criticamente sobre a construção do conhecimento, contribui para a educação de cidadãos que, no contexto da globalização, serão mais criticos, mais participativos e mais conscientes do seu papel na sociedade que os acolhe,
Competências de um Líder Demonstrar confiança no outro Desenvolver estruturas de gestão partilhada Encorajar a inovação Dar apoio Dar recompensas Estimular a autonomia individual do Encorajar e auscultar acerca da participação indivudual Fundamentação Teórica 46 erança são as que partilham as suas ideias, assumem compromissos e estão sempre predispostas para novas aprendizagens. Do mesmo modo, este autor aponta a organização como sendo o fator de maior relevancia para garantir o erança como sendo um
eve possuir, já Blase e Anderson (1995) colocavam em evidência sete competências que facilitavam a liderança e que se
(adap. de Blasé & Andersen, 1995)
Todas estas competências se centram numa só, a autonomia do próprio líder, ou seja, só um individuo com capacidades de autonomia, que se pautem pelo excelente, consegue tro, desenvolver estruturas que prevejam a intervenção de outros, estimular no outro a capacidade de autonomia,
lo sem restrições.
rução do conhecimento, contribui para a educação de cidadãos que, no contexto da globalização, serão mais criticos, mais participativos e mais conscientes do seu papel na sociedade que os acolhe,
Maria Fernanda Monteiro Ferreira
Orientadora: Doutora Helena Luísa Martins Quintas
mais empreendedores e mais responsaveis, isto é, apontam para a “construção” de novos e melhores líderes.