3 Teori og metode
3.3 Vitenskapsteoretisk utgangspunkt: Postrukturalisme og sosialkonstruktivisme
Esta pesquisa objetivou identificar a estrutura antropológica do imaginário de um grupo de alunos, com sessenta anos ou mais de idade, do Instituto de Ciências Sociais e Humanas, mantida pelo Centro de Ensino Superior do Brasil, tomando por base os pressupostos teóricos: da Antropologia do Imaginário, de Gilbert Durand; da Complexidade, de Edgar Morin; da Culturanálise de Grupos e da Antropologia das Organizações proposta por Paula Carvalho. Prestigiou-se como metodologia a culturanálise de grupos e a “Pedagogia da Escuta” 19, de Paula Carvalho, e o “Arquétipo Teste de Nove Elementos”, de Yves Durand (DURAND, Y. 1988) como a heurística culturanalítica prestigiada.
Da análise efetivada e apoiada nestes autores, pôde-se dizer que a paisagem mental desenhada pelo grupo possibilitou a leitura do circuito, do trajeto permutacional constante entre o interior e o exterior, como diz G. Durand (2001; 41), do “trajeto antropológico”. Imersos nestas forças impostas - de interior e exterior -, pode-se viver no constituído, lutar contra o pré- estabelecido ou ainda, conciliar. Escutar o imaginário de um grupo de alunos trouxe à tona a consciência da necessidade de se trabalhar com os idosos e não para os idosos.
Oliveira Filho (2001; 174) que pesquisa o imaginário de um grupo de professores em uma escola, fundamentado em G. Durand, considera que:
As respostas arquetípicas, as imagens colhidas nos protocolos do teste AT-9 são as matrizes do imaginário deste grupo. Surgidas no trajeto antropológico – entre as ‘pulsões subjetivas e assimiladoras’(...) seus sonhos, suas vontades e desejos e ‘as intimações’ do ambiente objetivo – elas fornecem pistas para a compreensão profunda do seu modo de sentir, pensar e agir – visão do mundo – e seus reflexos na organização.
19
Focalizou-se na análise, como objetivo da pesquisa, as condições e variações do esquema simbólico de um grupo de alunos com sessenta anos ou mais de idade, sujeitos da pesquisa, seres humanos na sua busca eterna de completude. Na análise dos protocolos individuais do teste que compõem a pesquisa, os resultados apontaram uma variabilidade e complexidade de traços míticos independentes, indo e vindo, o que ressoa na afirmação de Hilman (2001: 215) “A
individualidade da pessoa torna-se um caleidoscópio mutável, cada um de nós nos tornando mais único, instável e complexo; (...) conclui que com o aumento da idade há um aumento na variação entre os indivíduos”. Daí presença de: (tópico 4.3 desta dissertação):
• Quatro protocolos com estrutura sintética e suas variações: • Universo mítico heróico em três protocolos;
• Universo mítico místico em dois protocolos; e
• Universo mítico não-estruturado em apenas um protocolo.
Justificativa encontrada no que G. Durand (2001: 346) enfatiza: “... estrutura sintética:
uma estrutura de harmonização dos contrários”. - (morte/vida, novo/velho). E o mesmo autor
continua assegurando (Idem: 347):
Já não se tratará da procura de um certo repouso na própria adaptabilidade, mas de uma energia móvel na qual adaptação e assimilação estão em harmonioso concerto. (...) harmonização (...) a intuição da medida e dos limites que arredonda por todo o lado os ângulos (...) conciliar os contrários e dominar a fuga existencial do tempo (...) harmonia entendida como organização conveniente dos contrários.
A presença de um imaginário com estrutura sintética neste grupo de idosos, que se reúne com grande regularidade, uma vez que freqüentam os cursos de Licenciatura da mesma faculdade, faz aflorar o teor da compreensão de Berdiaev (apud BADIA.1999: 42), afirmando que o símbolo é uma “ponte religando dois mundos (...) o ser não existe isolado; o símbolo
evoca-nos não somente a existência de dois mundos, mas também a possibilidade de uma aliança entre eles, provando-nos que não estão cindidos definitivamente, porque os delimita e ao mesmo tempo os religa”.
Yves Durand (1988: 138 a 141) comenta que em seus trabalhos com o AT-9, a incidência da idade tem influência nos resultados, quanto mais velhas as pessoas maior a tendência ao aparecimento de universos míticos místicos e desestruturados. Com isto, coloca em dúvida a validade da utilização do teste em pessoas idosas. Entretanto sobre este assunto, Paula Carvalho (apud LAHUD LOUREIRO, 2004: Prefácio) escreve que com a aplicação do AT-9 nas pesquisas efetivadas e orientadas por Altair Macedo Lahud Loureiro, em grupos de idosos, tais objeções foram eliminadas e reconsiderada tal posição pelo próprio Y. Durand. O trabalho de Lahud Loureiro permitiu que outros pesquisadores, valendo-se do AT-9, comprovassem a validade do teste nesta fase da vida.
Um outro fator colocado por Y. Durand (1988: 138-141), entre outros fatores de diferenciação é o nível intelectual. O autor (Idem: 140) escreve que “a incidência do ambiente
informativo do sujeito sobre a realização de suas produções imaginárias” interfere nos dados do
teste uma vez que, para a realização do AT-9, é necessária uma atividade mental de síntese. O alerta se confirma quando os idosos não possuem instrução ou em alguns casos, encontram-se asilados. A própria Lahud Loureiro em pesquisa desenvolvida com idosos asilados, necessitou adaptar o teste na sua utilização com tal população idosa, com nível intelectual precário.
Isto é percebido nos alunos velhos saudáveis que sabem e são conscientes de sua condição e, apesar de todo o preconceito que sofrem por serem velhos, mesmo assim, se lançam no desafio e retornam, como os idosos desta pesquisa, aos bancos escolares de uma faculdade. Em outras palavras, os alunos velhos desta pesquisa por apresentarem o nível intelectual e nível sócio-econômico privilegiado, executaram com sucesso o exigido no teste e seus resultados não confirmam as primeiras observações de Y. Durand, a respeito da idade como fator de dificuldade no teste. O impedimento pode ser outro que não a idade.
Dos dados aparentemente quantitativos levantados nesta pesquisa de dissertação, pôde-se deduzir que: se o grupo não se apresenta com um imaginário heróico, de luta e reclamações contra o pré-estabelecido, tampouco se mostra aconchegado na antifrasia mística ou se apresenta com índices consideráveis de não estrutura.
Gilbert Durand (2001:346) entende a estrutura sintética como “uma estrutura de
harmonização dos contrários” 20. Aparecem nesta pesquisa, quatro protocolos sintéticos: (conforme tópico 4.3).
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• Protocolo 01 – duplo universo mítico sintético existencial diacrônico; • Protocolo 06 – duplo universo mítico sintético existencial diacrônico;
• Protocolo 09 – duplo universo mítico sintético existencial sincrônico redobrado; e • Protocolo 10 – duplo universo mítico sintético existencial diacrônico.
Observa-se em alguns protocolos, a necessidade por parte dos sujeitos-autores de abertura sobre os fenômenos complexos, funcionando como desafio à vida. Os alunos velhos do grupo, como todo o ser humano, temem a morte, mas por vezes lutam e desafiam, ora fugindo do monstro, ora convivendo com o monstro e outras vezes ignorando-o. Como exemplo tem-se: o protocolo 01 – onde o monstro é o trabalho que não pode ser ignorado – o personagem trabalha e volta para sua casa/refúgio, mas sabe que no outro dia terá que enfrentá-lo novamente. O que Y. Durand (1988: 102) chama de “... retorno a uma vida pacífica após um combate”. Este protocolo apresenta um duplo universo mítico sintético existencial diacrônico; o protocolo 02 – que apresenta um micro-universo mítico heróico impuro, o monstro é o leão/obstáculo que impede o personagem de ir à igreja/refúgio. Apesar do personagem ter a espada, não o enfrenta, mas foge passando por diversas barreiras (cachoeira, fogo e vento) até chegar ao seu destino/refúgio/igreja. Vence seus obstáculos. Neste caso, referindo-se à impureza presente, Lahud Loureiro (2004: 27) escreve que “... o tema heróico é predominante, mas existe falta de
lógica na colocação de alguns elementos característicos da estrutura mística” e completa em
orientação (2005) que “esta impureza não é suficiente para determinar a presença da estrutura
sintética”; o protocolo 03: é o único que apresenta um micro-universo mítico não estruturado
verdadeiro, segundo Y. Durand (1988 132), pois se apresenta com um “... desenho explodido,
cada elemento desenhado separadamente; um discurso analítico, descritivo dos elementos não exprimindo nenhum cenário, nenhum agrupamento de elementos”. Porém, segundo Lahud
Loureiro, em sessão de orientação (2003), existe a persistência em encontrar alguns “fiapos desta coerência” perdida para uma pedagogia do imaginário. Sendo assim, há no protocolo uma possível presença de laivos de estrutura no místico lúdico frouxamente evidenciado. Sobre este micro-universo comenta Y. Durand (apud LAHUD LOUREIRO, 2004: 27) “O combate é de
brinquedo...”; o protocolo 04: o personagem passeia por um parque de diversões, se depara com
um monstro/positivo. Assusta-se, não luta ou foge do monstro, mas levanta-se e segue seu passeio. O monstro é de mentira e a espada é uma diversão. A queda/repentina é real, por isso o personagem logo se levanta; até o refúgio/destino não se atualiza. Há, neste protocolo, como
afirma Y. Durand (1988: 99) “... evidência de uma certa coexistência do regime místico e do
heróico (...) os símbolos monstro e/ou espada não têm papel, nessa narração, útil a seu desenvolvimento ou à sua compreensão”. Portanto entendido como um micro-universo mítico
místico lúdico. Em Y. Durand (apud LAHUD LOUREIRO, 2004: 27) acrescentamos “Mística
lúdica (...) o sujeito cria uma situação de brincadeira (...) torna presente a necessidade de separar ou de combater, mesmo que de brincadeira” ; o protocolo 05: o personagem cai de
avião/queda/morte, no mar, sobrevive e se depara com um monstro gigante/medo. Como é militar e morreria pela pátria, nada mais justo que, neste momento de medo, ser ajudado, pela instituição militar que serviu no passado (helicóptero e armamentos), no combate ao monstro. O personagem não luta; transfere as características de heroísmo militar que foi, para um outro piloto (será que ele, neste piloto, também se projeta?). Ele não fala em outro piloto e sim em um helicóptero, que no desenho aparece sem piloto. Em um momento ele/piloto cai e em outro ele/piloto atira no monstro. É classificado como um micro-universo mítico heróico integrado. Segundo Y. Durand (1988: 75) “caracterizada pela ação heróica do personagem que serve de
tema central ao conjunto da composição. A estrutura temática se organiza em torno de três elementos essenciais: o personagem, a espada e o monstro”; o protocolo 06: o personagem
convive com a solidão/tristeza/monstro, sente-se triste pela falta do marido, se refugia/é místico, mas não se entrega e luta/continua sua vida tendo fé em Deus e voltando à faculdade. Neste protocolo, conforme escreve Y. Durand (1988: 102) “... há vida pacífica e combate vitorioso
contra um monstro” - solidão – Apresenta um duplo universo mítico sintético existencial
diacrônico; no protocolo 07: o personagem sente-se ameaçado por um monstro enorme dragão/morte que está retirando suas energias. O personagem, então, com sua espada defende seu moinho/energia, mas não luta (o monstro desiste) sai correndo em direção a uma casa/refúgio, e passa por diversos obstáculos (cachoeira, rio). Neste protocolo o personagem se espelha na águia/aprendizagem – “zooantropormofismo” 21 - como se estivesse de fora olhando/observando sua vida acontecer. Como se quisesse aprender a vencer os obstáculos. É considerado um micro- universo mítico heróico descontraído, pois, conforme Y. Durand (apud LAHUD LOUREIRO, 2004: 27) há “... símbolos místicos que se agregam aos heróicos e à tensão heróica diminui –
falta coerência simbólica”. O monstro é perigoso, o personagem está com a espada, contudo
existe um isolamento/barreira entre monstro e personagem, mesmo assim “... a espada muito
21
freqüentemente está próxima ao personagem pronta para a ação heróica, enquanto isso, se ocupa de coisas outras que não o combate” (Y. DURAND, 1988: 91); no protocolo 08, é visível
a presença do refúgio/círculos. O personagem não acredita em monstros – afirma: “essas coisas
só acontecem em filmes” – monstros e espadas são “coisas da imaginação/são histórias de cinema”. Há uma fuga do medo da morte/do envelhecer quando o personagem afirma: “gostaria de ser um pássaro, livre para voar”. Tudo o que o amedronta passa a ser irreal, imaginário e
falso – eufemiza o monstro/morte. Considerado um micro-universo mítico místico lúdico, no qual, segundo Y. Durand (apud LAHUD LOUREIRO, 2004: 27) “O personagem goza a paz da
natureza. O monstro e espada não aparecem (...) dificuldade de atenuar-lhes valores funcionais e simbólicos.O cenário resultante da composição do desenho e da narrativa, inspira a tranqüilidade pura.” ; no protocolo 09: o personagem acredita que o monstro/violência humana
é o próprio homem – antropomorfia 22 - quem tem o poder do bem e do mal. Dependerá da situação para que este homem se transforme. Acredita que, dependendo das atitudes, o ser humano/incluindo o personagem, torna-se egoísta transformando-se em monstro. Caracterizado como um duplo universo mítico sintético existencial sincrônico redobrado. O personagem, segundo Y. Durand (1988: 104) “Vive realmente um universo existencial místico e se vê em um
combate”; o protocolo 10: é considerado um duplo universo mítico sintético existencial
diacrônico, onde o personagem é um solitário, que cuida de uma floresta. Um dia precisou entrar na floresta para caçar e apareceu um monstro: crueldade humana. Este personagem se vê obrigado a fugir deste monstro pulando/saltando/driblando diversos obstáculos até encontrar seu refúgio – encontra um lugar tranqüilo para explorar; constrói sua casa, compra um carro. Começa a pensar que sua vida precisa melhorar. Não pode ficar neste lugar tranqüilo, talvez na sua condição de velho. É preciso procurar ensinamentos para não ficar só/parado no tempo. Seu combate é diário/estudos/faculdade. “Vive dois episódios existenciais sucessivos: vida pacífica e
combate vitorioso contra o monstro/medo” (DURAND, Y. 1988: 102).
O que se observa com relação às análises dos protocolos acima?
Que o processo de procura do ser humano é interminável sendo inclusive, gerador de uma angústia que só será aliviada pela busca, pelo caminhar constante na estrada do conhecimento e
22
do autoconhecimento, seja pela percepção do mundo interno, subjetivo, seja pelo ensino- aprendizagem formal.
Os alunos velhos considerados nesta pesquisa, procedem de diferentes lugares, mas são todos brasileiros, latino-americanos, moradores no entorno do Distrito Federal.
Diante disto, pode-se dizer que o resultado desta pesquisa pode sugerir que este é o panorama do aluno velho que quando jovem viveu no entorno do Distrito Federal – este é o imaginário do aluno/velho/candango/pioneiro que quando aqui chegou, lutou, sofreu, silenciou e ficou. Assim, entende-se melhor a discussão entre o heróico/luta e o místico/aconchego, corroborando com o cenário de um universo sintético: construção e luta, repouso, tranqüilidade, bem estar, voltando à luta e heroísmo. O imaginário identificado da síntese é a potência organizativa que vai justificar, quer dizer, subsidiar a organizacionalidade quando este mapa da realidade mítica do grupo for considerado na (re)organização da Instituição/faculdade que freqüentam, sempre se atualizando, sendo feito e refeito, respeitada a dimensão simbólica do grupo.
Nas observações das representações desenhadas, ditas e escritas em imagens, realizadas pelos sujeitos-autores do teste, das funções (o papel dos elementos do teste na dramatização) e dos simbolismos atribuídos a cada um dos nove elementos do teste, estabeleceu-se a análise estrutural proposta por Y. Durand (1988: 82 e 83) “... a polarização mítica e sua orientação
temática positiva ou negativa, a integração estrutural (...) a organização das polarizações (...) a elaboração discursiva (...) definir a partir do desenho e do discurso o tema existencial e/ou simbólico, veiculado pelo sujeito-autor da ação”. Elaborou-se também, quadros resumos com as
incidências das representações, funções e simbolismos conferidas aos nove elementos, onde cada elemento foi registrado com o intuito de amparar a análise.
Não mais analisados separadamente, mas no todo, tem-se um grupo, de acordo com os tópicos 4.2.2 e o tópico 4.2.3, com uma clara convergência à vida e não à morte, pois os alunos/velhos simbolizam a angústia do passar do tempo de forma positiva. O monstro ora tem forma lúdica, ora aparece e não ataca, ora quase ataca. Mas a cena, na maioria das vezes, acaba em tranqüilidade, com a vitória do personagem. Às vezes o monstro não existe, não é considerado; outras vezes, o monstro ataca sendo destruído por outra pessoa ou coisa. O grupo se caracteriza por um imaginário com estrutura sintética, conforme se evidencia no tópico 4.3 análise estrutural desta dissertação. G. Durand (2001: 344 e 345) afirma “É muito difícil analisar
as estruturas sintéticas do Regime noturno da imagem (...) porque integram, numa seqüência contínua, todas as outras intenções do imaginário”.
O domínio deste imaginário vivo e criativo, dentro das possibilidades do homem, dá à velhice a perspectiva de esperança. Considerando que o ser humano é sempre inacabado em sua essência, Lahud Loureiro (2000: 36) considera que:
O poder dar e receber, na reciprocidade constante do viver, saudável e digno; o ter esperança de ainda poder ser feliz, sem esquecer de fazer feliz, de ser ainda um elo necessário na corrente do sorrir e do viver em paz consigo mesmo e com os demais; o ser ainda um produtor, mas produtor de felicidade, é o possível pretendido para uma categoria etária de homens não mais jovens, mais ainda não mortos.
Considerando os pressupostos teóricos da pesquisa explicitados no capítulo 3: Velhos aprendizes, onde o envelhecimento e a aprendizagem/mudanças são processos que ocorrem durante toda a vida; fazendo uso de todo o referencial teórico e metodológico citado no capítulo 2; aliado ao trabalho “desbravador”, dito por Paula Carvalho (apud LAHUD LOUREIRO, 2004: prefácio), de Lahud Loureiro em inserir a temática da velhice à Teoria Antropológica do Imaginário; pôde-se, no final desta dissertação, que não se pretende conclusiva, apresentar pistas, subsídios simbólicos a serem considerados na constante revisão do projeto pedagógico da Faculdade, integrando neste movimento inclusivo de educação/formação, o imaginário do grupo de alunos velhos que a prestigia com sua presença, oficialmente concedida por matrícula e freqüência, assíduos ás suas atividades acadêmicas. Trata-se de um grupo de idosos saudáveis que luta contra o pré-estabelecido, que sabe o que quer e se acomoda quando necessário. Convém escutá-los e considerar suas vozes!
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