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3   Teori og metode

3.5   Grønne diskurser

3.5.1   Vekst mot evighet: Industrialisme

Este capítulo tem como finalidade apresentar os resultados encontrados na pesquisa. Primeiramente será descrita a preparação do banco de dados realizada antes de iniciar as análises. Em seguida, serão descritos os resultados da análise fatorial exploratória do instrumento. Por fim, serão relatados os índices referentes à análise de homogeneidade das respostas dos membros pesquisados.

Antes de iniciar as análises foi necessário preparar o banco de dados, visando garantir as condições básicas para realizá-las. A preparação consistiu em promover a limpeza do banco de dados, certificando-se da inexistência de erros e na investigação de casos omissos. Em nenhum dos 28 itens da escala a percentagem de omissões de resposta foi superior a 0,7%. Considera-se que esse percentual foi baixo, demonstrando não haver anomalias sistemáticas nas respostas dos sujeitos, o que justifica a manutenção de todos os itens do instrumento (Tabachnick & Fidell, 2001).

Após essas preparações, deu-se início à verificação de alguns pressupostos exigidos para a aplicação da análise fatorial exploratória (relação entre o tamanho da amostra e a quantidade de itens, normalidade da distribuição das respostas e possibilidade de reduzir a matriz de correlações de fatores).

Em relação à proporção entre o tamanho da amostra e a quantidade de itens, tem-se que a escala a ser analisada neste estudo é composta por 28 itens e o banco de dados após as correções ficou composto de 138 sujeitos, gerando a proporção de aproximadamente 5 sujeitos por item. Esse número contempla as propostas de Gorsuch (1983, citado por Laros, 2005), Crocker e Algina (1986, citado por Laros 2005), e Pasquali (1999), aproximando-se da

sugestão de Costello e Osborne (2005). Portanto, considera-se que embora essa relação não seja a ideal, tendo em vista o padrão estabelecido por Constello e Osborne, ela é adequada para realizar as análises fatoriais.

Tabela 1 – Dados descritivos do instrumento

N Skewness Std. Error of Skewnes s

Kurtosis Std. Error of

Kurtosis Skewness Kurtosis Valido Missing A comunicação atingiu os diversos públicos da organização 136 3 0,15 0,21 -0,39 0,41 0,73 -0,96 A comunicação favoreceu o relacionamento entre a organização e seus diversos públicos

137 2 -0,06 0,21 -0,18 0,41

-0,33 -0,43 Foi possível perceber que a

comunicação foi planejada

138 1 -0,39 0,21 -0,72 0,41

-1,88 -1,75 Foram utilizados diferentes

instrumentos de comunicação durante o processo de mudanças

98 41 0,17 0,24 -0,56 0,48

0,69 -1,17 A linguagem utilizada nos

instrumentos de

comunicação foi de fácil entendimento

135 4 -0,26 0,21 -0,17 0,41

-1,23 -0,42 A linguagem utilizada na

comunicação das mudanças foi objetiva

139 0 -0,06 0,21 0,28 0,41

-0,28 0,69 A linguagem utilizada

facilitou o entendimento das pessoas sobre aquilo que se pretendia atingir com as mudanças 134 5 0,25 0,21 1,55 0,42 1,20 3,72 Todas as informações importantes sobre o processo de mudanças foram repassadas aos diversos públicos 136 3 0,86 0,21 3,66 0,41 4,14 8,87 A comunicação favoreceu o comprometimento das pessoas 139 0 1,33 0,21 7,15 0,41 6,46 17,52 A comunicação favoreceu a

participação das pessoas 137 2 1,92 0,21 11,35 0,41

9,28 27,59

A comunicação possibilitou a mobilização dos diversos atores

132 7 2,74 0,21 18,63 0,42

13,02 44,50

A comunicação foi um fator decisivo para o resultado das mudanças

136 3 2,34 0,21 15,63 0,41

A comunicação foi clara naquilo que se queria atingir com o processo de

mudanças

138 1 3,10 0,21 23,91 0,41

15,04 58,33

A comunicação foi clara naquilo que as pessoas deveriam fazer para atingir o processo de mudanças

138 1 4,19 0,21 35,01 0,41

20,31 85,44

A comunicação da meta a ser atingida foi essencial para o resultado do processo

135 4 4,02 0,21 33,10 0,41

19,28 79,93

O canal de comunicação específico do processo de mudanças favoreceu a interação das pessoas para sanar dúvidas

135 4 4,92 0,21 42,87 0,41

23,61 103,51

A comunicação sensibilizou as pessoas para uma maior aceitação das mudanças propostas

135 4 5,84 0,21 53,31 0,41

28,01 128,73

A comunicação foi intensa em todas as fases do processo 136 3 5,88 0,21 54,45 0,41 28,31 131,94 A comunicação informou o porquê do projeto 137 2 5,88 0,21 54,00 0,41 28,39 131,32 A comunicação informou

como iria ocorrer o processo 136 3 6,22 0,21 58,41 0,41

29,96 141,54 A comunicação informou os benefícios do processo de mudanças 137 2 6,77 0,21 65,86 0,41 32,70 160,15 A comunicação preparou os atores para colaborar com o processo

134 5 7,00 0,21 67,98 0,42

33,47 163,55

A comunicação alcançou os diferentes atores envolvidos no processo de mudanças

135 4 7,59 0,21 76,30 0,41

36,40 184,23

A comunicação

conscientizou os atores para a importância do processo de mudanças

137 2 8,01 0,21 82,16 0,41

38,68 199,80

A comunicação permitiu que todos tivessem acesso aos objetivos que se pretendia alcançar

137 2 7,94 0,21 81,09 0,41

38,33 197,20

As reuniões gerenciais foram utilizadas como instrumento decomunicação durante as mudanças

134 5 8,32 0,21 85,96 0,42

As informações recebidas sempre ressaltaram os aspectos positivos das mudanças

137 2 8,82 0,21 93,68 0,41

42,58 227,81

O processo de comunicação estimulou o retorno de criticas e sugestões sobre o processo de comunicação

138 1 8,58 0,21 90,53 0,41

41,56 220,92

Fonte: Dados da pesquisa

Uma vez verificado esse pressuposto, foram realizados cálculos para averiguar a normalidade da distribuição das respostas em todos os itens. Além do cálculo dos índices de assimetria e kurtose, foram realizados os testes estatísticos para verificação da normalidade da distribuição Kolmogorov-Smirnov e Shapiro-Wilk.

As análises de Assimetria e Kurtose apontaram valores superiores a 2 para todas as variáveis. Os testes de ajustamento de Kolmogorov-Smirnov e de Shapiro Wilk demonstram que os valores não possuem p-values superiores aos níveis usuais de significância. No entanto, segundo Pasquali (1998), a análise fatorial é robusta a desvios de Normalidade.

Após essa etapa, a fatorabilidade da matriz de correlações foi averiguada. Para tanto, procedeu-se inicialmente à sua inspeção. Tendo em vista o tamanho da matriz, as recomendações de Clark e Watson (1995) foram utilizadas para a sua inspeção. Dessa forma, calculou-se a média aritmética das correlações entre os itens, que foi igual a 0,66 (d.p.= 0,08), compreendendo valores entre 0,21 e 0,95. Isso demonstra que os itens apresentam relações entre si, justificando a fatorabilidade da matriz. Adicionalmente, verificou-se que todas as correlações foram significativas (p < 0,01) e 86% delas possuíam valores acima de 0,32. Esses dados constituem um indicativo de fatorabilidade da matriz, pois evidenciam a presença de variância comum entre os diversos itens que compõem a escala. Em seguida verificou-se que a magnitude do determinante da matriz foi baixa, mas diferente de zero, e que o índice de adequação do tamanho da amostra, KMO, foi bastante satisfatório (0,97), corroborando a pertinência em reduzir a matriz de correlações a fatores.

Tabela 2 - Análise exploratória - KMO e Bartlett's Teste

Kaiser-Meyer-Olkin Measure of Sampling Adequacy. 0,97 Bartlett's Test of Sphericity Approx. Chi-Square 3626,31

df 378

Sig. 0,00

Por meio da análise paralela de Horn (ENZMANN, 1977), foi verificado que dois fatores poderiam ser extraídos da matriz, pois como é possível ver na Tabela 4, a comparação entre eigenvalues randômicos e empíricos mostra que em dois fatores iniciais os eigenvalues empíricos são maiores que os randômicos. Para extração desses fatores, utilizou-se o método de análise fatorial dos eixos principais (PAF). Em seguida, os fatores foram submetidos à rotação com intuito de favorecer a sua interpretação, para tanto, adotou-se o método oblíquo

promax.

Tabela 3 – Comparação dos eigenvalues randomicos e empiricos

Eigenvalue randômico Eigenvalue empírico

1,42 19,02 1,31 2,97 1,22 0,77 1,14 0,68 1,08 0,60 1,02 0,49 0,95 0,43 0,90 0,36 0,84 0,33 0,78 0,27 0,71 0,24 0,64 0,24 Fonte:Dados da pesquisa

De acordo com a Tabela 5, variância total explicada, há uma explicação de 78% da variância do instrumento com a adoção de dois fatores. De acordo com Pasquali (2005), esse é um índice excelente de explicação.

Tabela 4 – Dados da variância do instrumento

Component Initial Eigenvalues Extraction Sums of Squared Loadings Total % of Variance Cumulative % Total % of Variance Cumulative % 1 19,02 67,93 67,93 19,02 67,93 67,93 2 2,97 10,61 78,53 2,97 10,61 78,53 3 0,77 2,76 81,29 4 0,68 2,42 83,71 5 0,60 2,15 85,86 6 0,49 1,76 87,62 7 0,43 1,54 89,16 8 0,36 1,30 90,46

9 0,33 1,17 91,63 10 0,27 0,96 92,59 11 0,25 0,87 93,46 12 0,24 0,85 94,31 13 0,21 0,73 95,04 14 0,17 0,61 95,66 15 0,16 0,56 96,21 16 0,14 0,49 96,70 17 0,13 0,46 97,17 18 0,12 0,42 97,58 19 0,11 0,38 97,97 20 0,09 0,34 98,31 21 0,09 0,30 98,61 22 0,08 0,29 98,90 23 0,06 0,22 99,12 24 0,06 0,21 99,33 25 0,06 0,20 99,53 26 0,05 0,17 99,69 27 0,05 0,16 99,86 28 0,04 0,15 100,00 Fonte: Dados da pesquisa

Ao realizar a análise fatorial é desejável que obtenha uma solução fatorial simples. Assim, os itens devem apresentar cargas fatoriais elevadas em um único fator e caso isso não ocorra, é recomendado que o item seja excluído (Clark & Watson, 1995; Laros & Puente- Palacios, 2005). Cabe ressaltar que Tabachnick e Fidell (2001) sugerem que o valor de 0,32 é um critério adequado para estabelecer a carga mínima de um item. Com base nisso, as cargas fatoriais dos 28 itens da escala foram analisadas para verificar a adequação da solução fatorial. Com base nos dados aqui apresentados e na adequação teórica do conjunto de itens identificados, considera-se que a solução fatorial mais satisfatória é composta por 26 itens, sendo que 8 itens compõem o primeiro fator e 18 itens o segundo fator. Esses dois fatores juntos explicam 78,53% do total da variância observada.

Tabela 5 – Resultados da Análise Fatorial

Fator

1 2

A comunicação atingiu os diversos públicos da organização 0,97

A comunicação favoreceu o relacionamento entre a organização e seus diversos

públicos 0,94 Foi possível perceber que a comunicação foi planejada 0,76

Foram utilizados diferentes instrumentos de comunicação durante o processo de

mudanças 0,55 A linguagem utilizada nos instrumentos de comunicação foi de fácil entendimento 0,60 A linguagem utilizada na comunicação das mudanças foi objetiva 0,69 A linguagem utilizada facilitou o entendimento das pessoas sobre aquilo que se

pretendia atingir com as mudanças 0,61 Todas as informações importantes sobre o processo de mudanças foram repassadas aos

diversos públicos 0,52 A comunicação favoreceu o comprometimento das pessoas 0,49 0,42 A comunicação favoreceu a participação das pessoas 0,54 0,41 A comunicação possibilitou a mobilização dos diversos atores 0,63

A comunicação foi um fator decisivo para o resultado das mudanças 0,59 A comunicação foi clara naquilo que se queria atingir com o processo de mudanças 0,71 A comunicação foi clara naquilo que as pessoas deveriam fazer para atingir o processo

de mudanças 0,75 A comunicação da meta a ser atingida foi essencial para o resultado do processo 0,79 O canal de comunicação específico do processo de mudanças favoreceu a interação

das pessoas para sanar dúvidas 0,85 A comunicação sensibilizou as pessoas para uma maior aceitação das mudanças

propostas 0,89 A comunicação foi intensa em todas as fases do processo 0,94 A comunicação informou o porquê do projeto 0,90 A comunicação informou como iria ocorrer o processo 0,94 A comunicação informou os benefícios do processo de mudanças 0,93 A comunicação preparou os atores para colaborar com o processo 0,98 A comunicação alcançou os diferentes atores envolvidos no processo de mudanças 0,99 A comunicação conscientizou os atores para a importância do processo de mudanças 0,99 A comunicação permitiu que todos tivessem acesso aos objetivos que se pretendia

alcançar 0,94 As reuniões gerenciais foram utilizadas como instrumento de comunicação durante as

mudanças 0,81 As informações recebidas sempre ressaltaram os aspectos positivos das mudanças 0,91 O processo de comunicação estimulou o retorno de criticas e sugestões sobre o

processo de comunicação 0,94 Fonte: Dados da pesquisa

Gráfico 1 – Scree Plot

Os resultados dessas análises demonstraram na extração de dois fatores, testadas com as análises fatoriais dos eixos principais (PAF – Principal Axis Factring), com rotações Promax.

O Fator 1 foi denominado “Abrangência da Comunicação”. Esse fator reflete a percepção dos componentes da organização sobre o alcance da comunicação, seus instrumentos e a linguagem utilizada. Esse fator apresentou um Alfa de Cronbach igual a 0,898, com itens de carga fatorial entre 0,52 a 0,97. Conforme Pasquali (no prelo), a validade das cargas fatoriais dos itens variou de razoável a muito bom, demonstrando que o fator apresenta confiabilidade para aferição dessas ações em organizações.

Tabela 6 – Descrição do Fator 1

Ordem CF Descrição dos itens h² 1 0,97 A comunicação atingiu os diversos públicos da organização 0,64 2 0,94 A comunicação favoreceu o relacionamento entre a organização e seus diversos

públicos 0,67 3 0,76 Foi possível perceber que a comunicação foi planejada 0,51 4 0,55 Foram utilizados diferentes instrumentos de comunicação durante o processo de

mudanças 0,35 5 0,60 A linguagem utilizada nos instrumentos de comunicação foi de fácil entendimento 0,39 6 0,69 A linguagem utilizada na comunicação das mudanças foi objetiva 0,63 7 0,61 A linguagem utilizada facilitou o entendimento das pessoas sobre aquilo que se

pretendia atingir com as mudanças 0,68 8 0,52 Todas as informações importantes sobre o processo de mudanças foram

repassadas aos diversos públicos

0,66 Fonte: dados da pesquisa

O Fator 2 foi denominado “Efetividade da Comunicação”. Esse fator reflete a percepção dos componentes da organização sobre os resultados que a comunicação trouxe para o processo de mudança organizacional. Esse fator apresentou um Alfa de Cronbach igual a 0,989, com itens de carga fatorial entre 0,59 e 0,99. Conforme Pasquali (no prelo), a validade das cargas fatoriais dos itens variou de razoável a muito bom, demonstrando que o fator apresenta confiabilidade para aferição dessas ações em organizações.

Tabela 7 – Descrição do Fator 2

Ordem CF Descrição dos itens h²

1 0,63 A comunicação possibilitou a mobilização dos diversos atores 0,75 2 0,59 A comunicação foi um fator decisivo para o resultado das mudanças 0,77

3 0,71 A comunicação foi clara naquilo que se queria atingir com o processo de mudanças

0,85 4 0,75 A comunicação foi clara naquilo que as pessoas deveriam fazer para atingir o

processo de mudanças 0,84 5 0,79 A comunicação da meta a ser atingida foi essencial para o resultado do processo 0,82 6 0,85 O canal de comunicação específico do processo de mudanças favoreceu a 0,81

interação das pessoas para sanar dúvidas

7 0,89 A comunicação sensibilizou as pessoas para uma maior aceitação das mudanças propostas 0,87 8 0,94 A comunicação foi intensa em todas as fases do processo 0,89 9 0,90 A comunicação informou o porquê do projeto 0,83 10 0,94 A comunicação informou como iria ocorrer o processo 0,86 11 0,93 A comunicação informou os benefícios do processo de mudanças 0,85 12 0,98 A comunicação preparou os atores para colaborar com o processo 0,91 13 0,99 A comunicação alcançou os diferentes atores envolvidos no processo de

mudanças 0,92 14 0,99 A comunicação conscientizou os atores para a importância do processo de

mudanças

0,91 15 0,94 A comunicação permitiu que todos tivessem acesso aos objetivos que se pretendia

alcançar 0,93 16 0,81 As reuniões gerenciais foram utilizadas como instrumento de comunicação

durante as mudanças 0,90 17 0,91 As informações recebidas sempre ressaltaram os aspectos positivos das mudanças 0,90 18 0,94 O processo de comunicação estimulou o retorno de criticas e sugestões sobre o

processo de comunicação 0,90 Fonte: dados da pesquisa

Segundo Hair et. Al. (2005) e Laros (2005), a carga fatorial demonstra a correlação entre o item e o fator. Tem-se que quanto mais alto o valor da carga fatorial, melhor o item representa o fator. Segundo Comrey e Lee (1992, citados por Laros 2005), as cargas maiores que 0,71 são excelentes, maiores que 0,63 muito boas, maiores que 0,55 boas, maiores que 0,45 razoáveis e maiores que 0,32 pobres. De acordo com esses critérios, as cargas dos itens que compõem os fatores 1 e 2 são consideradas de muito boas a excelentes.

A comunalidade (h²), que representa a quantidade total de variância que um item compartilha com os demais (Hair et al., 2005), variou de 0,35 a 0,68 no fator 1 e de 0,75 a 0,93 no fator 2. Segundo Pasquali (2005), a magnitude da comunalidade define a qualidade da representação comportamental do traço latente pelos itens da escala.

Tabela 8 – Comunalidades dos itens dos instrumentos

Extraction

A comunicação atingiu os diversos públicos da organização 0,64 A comunicação favoreceu o relacionamento entre a organização e seus diversos

públicos 0,67 Foi possível perceber que a comunicação foi planejada 0,51 Foram utilizados diferentes instrumentos de comunicação durante o processo de

mudanças 0,35 A linguagem utilizada nos instrumentos de comunicação foi de fácil

entendimento 0,40 A linguagem utilizada na comunicação das mudanças foi objetiva 0,63

A linguagem utilizada facilitou o entendimento das pessoas sobre aquilo que se

pretendia atingir com as mudanças 0,68 Todas as informações importantes sobre o processo de mudanças foram

repassadas aos diversos públicos 0,66 A comunicação favoreceu o comprometimento das pessoas 0,67 A comunicação favoreceu a participação das pessoas 0,74 A comunicação possibilitou a mobilização dos diversos atores 0,75 A comunicação foi um fator decisivo para o resultado das mudanças 0,77 A comunicação foi clara naquilo que se queria atingir com o processo de

mudanças 0,85 A comunicação foi clara naquilo que as pessoas deveriam fazer para atingir o

processo de mudanças 0,84 A comunicação da meta a ser atingida foi essencial para o resultado do processo 0,82 O canal de comunicação específico do processo de mudanças favoreceu a

interação das pessoas para sanar dúvidas 0,81 A comunicação sensibilizou as pessoas para uma maior aceitação das mudanças

propostas 0,87 A comunicação foi intensa em todas as fases do processo 0,89 A comunicação informou o porquê do projeto 0,83 A comunicação informou como iria ocorrer o processo 0,86 A comunicação informou os benefícios do processo de mudanças 0,85 A comunicação preparou os atores para colaborar com o processo 0,91 A comunicação alcançou os diferentes atores envolvidos no processo de

mudanças 0,92 A comunicação conscientizou os atores para a importância do processo de

mudanças 0,91 A comunicação permitiu que todos tivessem acesso aos objetivos que se

pretendia alcançar 0,93 As reuniões gerenciais foram utilizadas como instrumento de comunicação

durante as mudanças 0,90 As informações recebidas sempre ressaltaram os aspectos positivos das

mudanças 0,90 O processo de comunicação estimulou o retorno de criticas e sugestões sobre o

processo de comunicação 0,90 Fonte: Dados da pesquisa

Como a rotação entre os fatores foi a rotação obliqua, foi calculada a correlação entre fatores. Tal correlação foi de 0,62, o que indica a existência de um único fator de segunda ordem.

Tabela 9 – Matriz de correlação dos fatores

Fator 1 2 Dimensão

1 1,00 0,62 2 0,62 1,00 Fonte: Dados da pesquisa

Posteriormente, investigou-se a consistência interna dos fatores por meio do cálculo do valor do alpha de Cronbach e da magnitude da correlação item-total. O valor do alpha de Cronbach do fator 1 foi de 0,90 e para o fator 2 foi de 0,99. Nunnaly (1978) ressalta que para ser considerado satisfatório o valor do alpha deve ser superior a 0,80. No entanto, Clark e Watson (1995) pontuam que o alpha de Cronbach é suscetível à quantidade de itens que compõem a escala. Assim, esse índice tende a aumentar quando há um maior número de itens. Diante disso, Clark e Watson (1995) afirmam que a média das correlações item-total é o indicador mais adequado para se averiguar a consistência interna do instrumento. Verificou- se que a média da correlação item-total no fator 1 foi igual a 0,62 e no fator 2 igual a 0,62.