2 Norge og Sverige som case
2.1 Ideen om grønne stimulanser
O AT-9 desvenda (...) universos míticos e é o instrumento da intervenção possível sendo, entretanto, antes de tudo, um método de pesquisa psicológico e sociológico do Imaginário individual e do Imaginário grupal, mas prioritariamente um instrumento de pesquisa antropológico. (BADIA, 1999: 72- 73).
Yves Durand (1988), psicólogo francês e aluno de Gilbert Durand, criou o Arquétipo Teste de Nove Elementos - AT-9 - na década de sessenta com o objetivo inicial de colocar empiricamente à prova a arquetipologia geral de Gilbert Durand.
Amparada em Y. Durand, Lahud Loureiro (1998: 24) lembra que:
Há dificuldades em se trabalhar com imagens, pois as mesmas são esquivas ao conhecimento e há o perigo da destruição do objeto de estudo (...) mas Y. Durand lembra que onde acabam as possibilidades da pesquisa ordinária, ali inicia a pesquisa do imaginário.
Os resultados do AT-9 validaram a teoria do antropólogo Gilbert Durand, confirmando a existência das estruturas imaginárias sistematizadas por este. Nesta pesquisa, identificou-se as estruturas do imaginário do grupo de dez alunos velhos.
Para Yves Durand (1988), o AT-9 contém os fatos os quais provam a existência de uma função simbólica. O método supõe que se obtenham: de uma parte, a criação de mensagens compostas de símbolos e, de outra parte, a organização dos símbolos nas mensagens.
O teste AT-9 é composto de nove estímulos arquetípicos (os elementos) que propõem como ponto de partida a dupla construção: um desenho e uma narrativa. O desenho é historiado e estimulado pelos nove elementos arquetípicos: “Uma queda, uma espada, um refúgio, um
monstro devorante, qualquer coisa cíclica (que produz ou progride), um personagem, água, um animal (pássaro, peixe, réptil ou mamífero) e fogo”. (Y. DURAND, 1988: 47). É preciso deixar
claro que o teste deve se desenvolver com: uso de lápis, sem uso de borracha e, o tempo para a execução do teste é de trinta minutos podendo ser prorrogado.
O referido teste é dividido em três partes: 1ª parte - o sujeito-autor imaginará, a partir dos nove elementos citados, uma história e representá-la-á em um desenho: a forma pictórica do
teste; 2ª parte - o sujeito-autor escreverá ou contará oralmente o drama, a história imaginada, a
narrativa, uma história do desenho: a forma semântica do teste, descrevendo o que ocorre no desenho e explicitando assim, as relações entre os elementos (os estímulos arquetípicos). Elementos os quais precisam estar contextualizados para serem entendidos em seus significados; 3ª parte - será entregue ao sujeito-autor uma terceira folha com um pequeno questionário para recolher informações complementares e um quadro onde registrará aquilo que desenhou, representando a imagem de cada elemento do teste, qual a função atribui e como simbolizou cada um dos nove elementos.
O protocolo do teste poderá conter uma folha solicitando dados de identificação pessoal, como idade, procedência, naturalidade, etc, podendo variar conforme o propósito da pesquisa. No caso desta pesquisa, os dados foram pedidos mas eticamente não aparecem nos protocolos transcritos na dissertação, a não ser com numeração.
Os significados próprios de cada elemento, conforme Y. Durand (1988: 50-69): 1 – Elementos determinantes da estruturação:
1.1. O elemento queda - é o arquétipo da vertigem, o componente dinâmico do
movimento e da temporalidade; é o traumatismo do nascimento “a primeira experiência do
medo” (DURAND, G. 2001: 111-112); a situação existencial do homem; a angústia humana;
representa mais o fim e a morte do que a vida e lembra a perda de um ponto de apoio. O elemento queda para ser representado necessita dar forma a “qualquer coisa que cai” (DURAND, Y. 1988: 147-148).
Cair para G. Durand (2001) é perder o equilíbrio, descer, ir ao fundo; é a angústia humana diante da temporalidade – queda é um símbolo catamórfico.
1.2. O elemento monstro devorador - considerado a noite inquietante, exprime
nitidamente, segundo G. Durand (2001: 120-121) o problema da angústia do tempo e da morte.
Nos símbolos teriomorfos, G. Durand inclui o polimorfismo do simbolismo animal: coloca, como positivas, as imagens de animais domésticos – pombas, cordeiro – e simbolizando o negativo, as imagens representando répteis, ratos e pássaros noturnos. A Função devoradora (negativa) do animal é expressa largamente na obra de G. Durand onde encontramos termos como comer, morder, mordiscar, mastigar, ao se referir ao animal.
1.3. O elemento espada, arma nos universos heróicos, é um arquétipo mais diferenciado
que a queda, pois é um objeto conhecido de todos, sua forma é simples e estereotipada. Diferentemente, o elemento queda para ser representado necessita dar forma a “qualquer coisa
que cai” (DURAND, Y. 1988: 147-148). Na escolha do tipo de espada pelo sujeito-autor do
teste, repousa a atualização das imagens no sentido da estrutura: pode representar combate ou não. “A arma de que o herói se encontra munido é, assim, ao mesmo tempo símbolo de potência
e de pureza”. (DURAND, G. 2001: 161).
“A espada não tem a função de penetrar e sim de cortar, de separar. Pode a espada representar poder paterno, pureza e colocar em evidencia características purificadoras, mágicas: a espada do herói mitológico”. (LAHUD LOUREIRO, 1998: 26).
1.4. O elemento refúgio - quase sempre remete respostas ao regime noturno da imagem; é místico, oposto ao heróico; é a proteção e o aconchego; lugar protetor, íntimo, guardado. A mãe terra pode referir-se ao túmulo, a tumba. Pode significar também, morada do peixe, embarcação, símbolo de bem estar e da vida em paz. A feminilidade materna: o refúgio primordial, o feto no útero materno, etc . Para Gilbert Durand (2001: 241) “... vai do oco (creux)
à taça (coupe) (...) cavidade, colo, seio da terra, baixo-ventre (...) abóbada, arco, cofre, taça, cálice (...) caverna-casa, habitat, continente, abrigo, sótão (...) refúgio”.
O mesmo autor diz que “... o ventre materno e o sepulcro ou sarcófago são verificados
1.5. Algo cíclico que gira, se reproduz ou progride - sugere o imaginário sintético, mas é
possível colocá-lo tanto no regime diurno como no noturno das imagens. Podendo segundo Y. Durand (1988) se localizar em um micro universo heróico (o movimento da mão ao pegar a espada), místico (o ciclo da lua, o tempo da menstruação) ou sintético (o gesto rítmico lembrando a dominante sexual, copulativa, rítmica de movimento). Sobre o elemento cíclico, Gilbert Durand (2001: 249) escreve “... o elemento cíclico se reparte entre os fenômenos
naturais (sol, lua, estações do ano) ou atribuídos aos seres vivos (postura de ovos, acasalamento) e objetos construídos pelo homem”.
2. Elementos complementares da estruturação:
2.1. O elemento água - pode ser associado a todos os regimes do imaginário. A água mística: colore, se condensa e se materializa; é dormente, parada e perigosa (água negra e hostil), lembrando fatalidade; é um convite à morte; uma viagem sem retorno; o líquido amniótico; a água protetora. A água heróica (esquizomorfa) - águas lembrando a pureza, a purificação do mundo, algumas gotas são suficientes para a purificação. A água sintética: o ciclo pela água da chuva fertilizante, a promessa de crescimento vegetal. Gilbert Durand (2001: 222) escreve sobre a água: “A própria água, cuja intenção primeira parece ser lavar, inverte-se sob a influência
das constelações noturnas da imaginação: torna-se veículo por excelência da tinta. Tal é a água profunda que Bachelard, na esteira de M. Bonaparte, estuda através das metáforas...”
2.2. O elemento animal - é o mais freqüente e mais banal. Pode remeter à: uma estrutura heróica – certos pássaros, aves de rapina, águia – o acessório da asa é o centro das metáforas do ar e da ascensão; à uma estrutura mística - os peixes são símbolos; a pomba é mística; e à uma estrutura sintética – a serpente é símbolo da transformação temporal - mudança de pele-, da fecundidade e da perenidade ancestral. A este respeito, Gilbert Durand (2001: 69) escreve:
À primeira vista, o simbolismo animal parece ser bastante vago porque demasiado comum. Pode agregar valorizações tanto negativas (...) como positivas. Todavia, apesar dessa dificuldade, qualquer arquetipologia deve abrir com um Bestiário e começar por uma reflexão sobre sua universalidade e banalidade.
2.3. O elemento fogo também tem polivalência de significação simbólica. O fogo
purificador remete ao simbolismo heróico. O calor para nutrir, a refeição, remete à estrutura mística. O fogo na estrutura sintética é o mediador entre a natureza e a cultura: a fogueira de São João, os incêndios, as guerras, os vulcões, a seca, o sol devorador.
“No entanto, não devemos nos esquecer de mencionar quanto o símbolo do fogo é polivalente (...) e o próprio Bachelard reconhece a ambivalência do fogo (...) O fogo pode ser purificador, ao contrário, sexualmente valorizado ou na cozedura culinária”. (DURAND, G.
2001: 173-174).
3.0. E o personagem: é o autor da estória criada, é o protagonista da dramatização
imaginada. Se expressa no desenho como: homem simples, herói, pastor, cavaleiro, caçador, pescador, andarilho, masculino ou feminino, mais de um. Quanto à sua postura: pode estar de pé, sentado, curvado. Quanto à sua localização: pode estar próximo ou distante dos outros elementos. Tais características indicarão a estrutura do universo mítico (heróica, mística ou sintética).
Considerando a teoria do imaginário, Y. Durand (1988) compreende a organização interna das mensagens míticas em dois regimes: diurno e noturno e os três modos de estruturação dos universos míticos: heróico (esquizomorfos), místico (antifrásico) e sintético. E é no “trajeto antropológico”, como já foi dito, que são buscadas as imagens, “nas exigências
exteriores do social (que quer todos homem igual), e nos sonhos íntimos – loucuras íntimas, internas, silenciosas que diferencial o indivíduo – se expressando em símbolos”. (LAHUD
LOUREIRO, 2004: 26).
A mesma autora (1998: 31) diz que “a leitura do universo mítico se dará no conjunto,
gráfica e semanticamente registrado no teste AT-9, destes nove elementos arquetípicos” para
representar as imagens simbólicas e posições interligadas, demonstrativas da estrutura do imaginário, seja heróica, mística, sintética, ou defeituosa.
Yves Durand, criador do teste, subdividiu as estruturas do imaginário: heróica, mística e
sintética, presentes nos micro-universos míticos ou universos míticos registrados nos protocolos
do teste. Esta subdivisão Yves Durandiana é representada por Badia (1999: 74-78) reforçando aqui, com as colocações do próprio criador do teste AT-9, Yves Durand:
1. Microuniversos de estrutura heróica – centrados na ação heróica do personagem como
combate, pela espada, contra o monstro. Yves Durand (1988:75) afirma:
“... é caracterizada pela ação heróica do personagem que serve de tema central ao conjunto da composição (...) se organiza em torno de três elementos essenciais: o personagem, a espada, o monstro. O monstro é geralmente valorizado por seu tamanho (...) agressividade. Representa um perigo existencial, uma ameaça, obstáculo, perigo para a vida (...) o personagem trava um combate heróico. Para se defender ou atacar o monstro, o personagem se serve funcionalmente de uma espada (...) a utilização da espada pelo personagem vai situar o poder deste último em relação ao monstro. Também o agrupamento simbólico monstro- espada-personagem é suscetível de variações segundo as modalidades de relação de antagonismo do monstro ao personagem”.
Apresenta a possibilidade de quatro níveis distintos:
a) Super-heróico – centrado exclusivamente nos três elementos heróicos de base (espada, monstro e personagem); supervalorizando o combate em que o monstro é exagerado, e os demais elementos são esquecidos;
b) Heróico integrado – todos os elementos concorrem para compor o cenário do combate, com perfeita integração e reforço excessivo da estrutura de base;
c) Heróico-descontraído – o tema heróico é o predominante, - o herói é um herói e o monstro é um monstro - mas a ação é protelada e o território é dividido;
d) Heróico impuro – falta a coerência simbólica, pois símbolos místicos se agregam aos heróicos e à tensão heróica diminui.
2. Microuniversos de estrutura Mística – centrados na ação de vida apaziguadora do
personagem. Uma organização do espaço, refúgio e/ou natureza, e de uma atmosfera de repouso, equilíbrio e harmonia. A presença dos elementos heróicos espada e monstro, é perturbadora e a solução definirá os subtipos. Pode apresentar três níveis:
a) Super-místico – “Neste tipo de construção, a síntese está incompleta. A organização
de base fica apresentada - personagem goza a paz da natureza - mas falha o arquétipo da espada”. (DURAND, Y. 1988: 94);
b) Místico integrado – “os nove elementos se integram funcionalmente ao tema místico
realizado por uma constelação simbólica perfeitamente isomorfa” (DURAND, Y. 1988: 93).
Existe uma coerência de espaço e atmosfera bem sucedida, pois o monstro e a espada são eufemizados pela desfuncionalização. “A principal dificuldade dos sujeitos que escolhem o
imaginário místico diz respeito à integração dos arquétipos monstro e espada, cuja função e o simbolismo são respectivamente mais adaptados ao imaginário heróico”. (DURAND, Y. 1988:
93-94);
c) Místico impuro – “colocam em evidência uma certa coexistência do regime místico e
do regime heróico, mas os símbolos do monstro e da espada não têm nenhum papel”.
(DURAND, Y. 1988: 97). É criado um corpo estranho heróico no cenário místico – a situação é irônica, mas existe angústia da morte;
d) Místico lúdico – o monstro e a espada são introduzidos num cenário de jogo, portanto integrados, sugerindo que a ação heróica ocorra; o combate existe mas é de brinquedo: o cenário é de brincadeira.
3. Microuniversos de estrutura Sintética – centrados na polarização dos universos heróico
e místico, simultâneo/sincrônico, sucessivo/diacrônico. “As seqüências heróicas e místicas são
atualizadas como subconjuntos em uma estrutura unificada” (DURAND, Y. 1988: 102). São de
dois tipos: microuniversos sintéticos existenciais e microuniversos sintéticos simbólicos; e a ambos aplicado o modo sincrônico ou o modo diacrônico (conforme o tempo).
3.1. Microuniversos sintéticos existenciais:
3.1.1. Duplos universos existenciais diacrônicos – DUEX diacrônicos – “o personagem vive dois momentos existenciais – heróico e místico de modo sucessivo (...) o personagem participa por etapas das duas polaridades heróica e mística”. (DURAND, Y. 1988: 102).
3.1.2. Duplos universos existenciais sincrônicos – DUEX sincrônicos – o personagem
vive ao mesmo tempo dois universos (heróico e místico); o personagem é sujeito de duas ações ou o personagem se desdobra em dois personagens diferentes; cada um deles assume um universo porém num projeto existencial comum como par. “Os duplo-universos sincrônicos
3.2. Microuniversos sintéticos simbólicos de forma diacrônica:
3.2.1. Microuniversos da evolução cíclica – o conteúdo existencial passa a ser formulado
de modo filosófico e/ou ideológico como trajetória da existência humana pelas fases de um ciclo, figurando o eterno retorno ou a progressão cíclica parcial.
3.2.2. Microuniverso da evolução progressiva – o ciclo não é fechado, pois há progressão
ou progresso, e não repetição, e porque há um alvo.
3.3. Microuniversos sintéticos simbólicos de forma sincrônica:
3.3.1. Microuniverso do dualismo – organização dualista do espaço gráfico e do conteúdo
temático como pares de aspectos opostos e contraditórios. Não há mediação – o universo mítico se torna maniqueísta.
3.3.2. Microuniverso da mediação – o personagem está no ponto de articulação de uma
bipolarização mítica que são duas perspectivas existenciais apresentadas à mediação e à escolha. Y. Durand (1988: 120) afirma que “o caráter comum dos micro-universos de tipo
sintético reside no processo temporal de integração de dados míticos elementares e na sua diferenciação diacrônica e sincrônica”.
Além das formas positivas aqui apresentadas dos universos míticos, passa-se às formas negativas que introduzem as estruturas da angústia mais acentuada, com a idéia de morte predominando:
4. Formas negativas dos universos míticos:
a) universos heróicos de forma negativa, é o fracasso total do herói: sua fuga, a
eliminação do monstro e a incerteza no desfecho do combate. “O combate é verdadeiramente ou
potencialmente desfavorável ao personagem” (DURAND, Y. 1988: 123);
b) universos místicos de forma negativa,: motivos potenciais de insegurança – natureza ou monstros que possuem a espada ou introduzam a atmosfera do raro. “O personagem deseja
viver pacificamente e de seu ponto de vista a temática é mística, mas o ambiente (refúgio) comporta os motivos potenciais e atuais de insegurança” (DURAND, Y. 1988: 123 e 129);
c) nos duplos universos existenciais de forma negativa: são os mesmos indícios dos universos heróico e/ou místico. “diacrônicos ou sincrônicos, são susceptíveis de reverter em
uma forma negativa (fracasso ou insegurança) sobre uma ou outra das polaridades heróicas e místicas” (DURAND, Y. 1988: 129);
d) nos microuniversos sintéticos simbólicos de forma negativa, concepções fatalistas e pessimistas da evolução humana ou um dualismo sem saída e mortífero.
5. O universo da não-estruturação – Não há ligação entre os elementos e apresenta duas
categorias:
5.1. As não-estruturadas verdadeiras – o desenho é explodido, “fragmentado e desenhado separadamente” e o relato é “apenas descritivo dos elementos” (DURAND, Y. 1988:
132). Não há nenhuma ligação – não-estruturado simples e desestruturados completos.
5.2. As pseudo-desestruturadas – o desenho é explodido mas há uma coerência mítica no
relato, dando uma ordem simbólica ao desenho. “As figurações que compõem não são, com
efeito, nulamente abstratas, elas comportam significações articuladas com uma ordem simbólica geradora de uma estrutura. A vida e a morte, por exemplo” (DURAND, Y. 1988: 132).
Y. Durand (1988) sugere, para a análise dos protocolos do teste, as análises: elemencial, actancial, funcional, e a análise estrutural do qual os encaminhamentos conclusivos desta pesquisa resultaram.
Para facilitar a descoberta pretendida do imaginário, nesta pesquisa/dissertação, os dados elemenciais ou morfológicos (DURAND, Y. 1988: 146) estão colocados em quadros-resumo dos nove elementos em suas representações, funções e simbolismos atribuídos pelos sujeitos-autores – 10 alunos velhos – bem como os dados de idade e sexo (Quadros nos tópicos 4.2.1 e 4.2.2 desta dissertação). As idéias positivas de vida ou negativas de morte foram buscadas/localizadas nos simbolismos atribuídos a cada um dos nove elementos do teste (Quadro no tópico 4.2.3 desta dissertação).
A análise dos dados míticos coletados prendeu-se fundamentalmente à análise estrutural (DURAND, Y. 1988: 48).
SEGUNDA PARTE :
APRENDENDO E ENVELHECENDO
CAPÍTULO 3 – VELHOS APRENDIZES