1 RISIKOFAKTORER FOR MUSKELSKJELETTLIDELSER (MSL)
1.3 V EDLEGG
1.3.1 Vedlegg 1: Beskrivelse av metoder for utvalg av undersøkelser i denne utredningen
Resumo: CONRAD, J. O coração das trevas. Tradução: Celso Mauro Paciornik. Iluminuras. 2002.
Ele soltou um grito sussurrado ao se defrontar com alguma imagem, alguma visão... gritou duas vezes, um grito que não era mais do que um suspiro:“ „O horror! O horror!‟
Na cena inicial do romance ―Coração das trevas‖ de ―Conrad‖ há um grupo de homens a bordo de um navio Inglês ancorado no rio do Tamisa, na Inglaterra. Este grupo inclui um advogado, um contador, um diretor de empresa que possivelmente é o capitão e um homem sem profissão específica, apresentado como Marlow. Além desses, temos o narrador da história que não é apresentado pelo nome. Enquanto aguardam o momento propício de partirem, Marlow faz considerações sobre a atmosfera obscura da cidade de Londres e pode se perceber que, além do narrador, os outros que ali estavam não partilhavam com apreço e respeito às palavras proferidas por Marlow, pois este se apresentava como um homem peculiar, imoto e quedo, características que não condizem com um marinheiro. Apartir desse ponto, temos o relato da experiência pessoal de Marlow como um marinheiro de água doce no coração africano, fatoque lhe proporcionou o primeiro vislumbre do terrivel processo de colonização que ele presenciou. Marlow começa a relatar sobre a história que o levou conhecer o ―lendário‖, ―brilhante‖, e louco Sr. Kurtz, tornando se o narrador principal até o final da narrativa. Marlow diz tambén sobre o interesse e apreciação que tem por mapas, e
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relata ainda sobre sua paixão por viagens de exploração. Logo em seguida nos apresenta a forma como consegiu o emprego de capitão procurando a sua tia que tinha uma conexão no Departamento de Administração de uma empresa marítima de exploração de marfim, graças à influência desta, ele consegue realizar o seu desejo e é nomeado para substituir um capitão que foi morto numa escaramuça insignificante com os nativos.
Logo após a notícia do contrato e com a missão de resgatar o chefe do posto conhecido pelo nome de Sr. Kurtz, Marlow segue até o escritório da empresa localizado em uma ―cidade sepulcral‖, e diante disso é acometido por um augúrio, Além disso, ele tem a impressão de que todo mundo está olhando para ele com pena. Em seguida ele é encaminhado para o médico que lhe faz exames e perguntas nada convêncionais, o que o deixa pensativo e com a impressão de que local onde se encontrava medonho. No dia seguinte Marlow embarca numa viagem que levaria um mês até a estação principal da compania da qual ele fazia parte, durante a viagem ele observa a costa africana com toda a sua agitação. Chegando no local destinado ele se depara com a primeira notícia de morte - um dos membros da empresa havia recentemente cometido suicidio.
Duas figuras vêm de encontro a Marlow, o primeiro é um menino que carregava um olhar vázio e que foi presenteado com alguns biscoitos pelas mãos dele, o segundo é um homem que transmitia uma imagem de respeitabilidade e elegância, mesmo em meio ao caos presente. Logo após as devidas apresentações e cumprimentos, Marlow descobre que o esbelto homem era o chefe da compania e imediatamente torna-se amigo dele e começa a passar boa parte do seu tempo em sua cabana, em compania do contabilista que por lá fazia as suas contas. O tempo de dez dias foi suficiente para que Marlow conhecesse o mal temperamento do fazedor de contas e logo em seguida parte para uma jornada de 200 milhas rumo ao interior do Congo em companhia de 60 homens ―desleais‖, ao encontro da estação que estava sob o comando do Sr. Kurtz. A jornada é árdua, Marlow atravessa muitos caminhos, vê casas desertas, vê homens negros trabalhando que são caracterizados com termos animalescos e quando finalmente chega à estação secundária ele conhece de maneira
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estranha o gerente que momentaneamente irá monitorar o seu trabalho. Logo em seguida ele recebe a notícia de que o navio, no qual irá prosseguir com o seu trabalho encontra- se quebrado, pois um comandante que foi improvisado sob ordens de subir dois dias antes o rio com o vapor, chocou se contra pedras do fundo do rio e por isso naufragou. A permanencia de Marlow no posto torna- se necessária por um tempo (meses) e então, ele decide consertar o barco – mas para tanto era necessário rebites, o que por sua vez não havia por lá. Enquanto isso Marlow entrega se a tarefas mundanas, durante esse tempo o nome de Kurtz não saia da boca dos que ali o rodeavam. O tio do gerente chega com sua expedição e Marlow ouve atento e acidentalmente a conspiração que fazem o tio e o sobrinho; eles arquitetam sobre o plano de ver Kurtz e seu assistente enforcados, a fim de eliminarem com tal ato a concorrência na busca desdenfreada do marfim.
Com o vapor finalmente consertado, Marlow parte para a estação de Kurtz com a sua tripulação, encarando oito milhas mesmo com as dificuldades de navegação do rio e com as dificuldades de operação do frágil vapor, já velho, deteriorado e com o motor defeituoso. E mesmo assim Marlow vai avançando lentamente em direção ao seu objetivo - resgatar o Sr. Kurtz das trevas da barbárie.
Numa noite eles resolvem parar e descansar, no entanto os rumores apontam que o grupo de Marlow é alvo de ataque dos nativos, além disso, os boatos também diziam que Kurtz estava morto. Nesse meio tempo ouve se um zumbido de flechas que descem do céu sem explicação nenhuma e eles revidam com tiros de rifles de onde estavam; o timoneiro morre e Marlow supõe que Kurtz poderia ter também sucumbido durante algum desses ataques descomunais, e isso o deixa perturbado. Logo após o funeral do timoneiro que fora providenciado por Marlow, a subida até a desembocadura do rio do Kongo continua, aparecendo em seguida a figura do russo que é caracterizado como um arlequim. Este traz a notícia de que Kurtz não se encontrava morto e sim enfermo e que o desejo dos nativos e de Kurtz era a permanencia deste no posto, pois aqueles acreditavam piamente que as suas mentes teriam sido alargadas pela figura carismatica de Kurtz. Com isso Marlow percebe a
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dimensão e o poder que essa figura possuía entre os nativos; mais adiante e com a chegada ao objetivo, finalmente Marlow tem a chance de conversar com Kurtz, que realmente encontrava se doente e no ―leito de morte‖. Percebendo a chegada de Marlow, os nativos cercam a cabana de Kurtz até que a presença deles não é mais admitida. Enquanto Marlow cochilava durante a noite, Kurtz foge do seu destino, pois acreditava que ainda não havia concretizado todos os seus planos, e Marlow percebendo a fuga sai imediatemente em sua busca, assim que o encontra, leva o de volta com facilidade para o seu leito e lá Kurtz confia a ele todos os seus arquivos antigos e documentos, entre esses encontra se a fotografia da sua noiva. No dia seguinte, o vapor sai da estação levando a bordo Kurtz, isso incomoda a seus idólatras de forma inesperada na narrativa, pois eles ao invéz da sedição optam pela paficidade: depois de alguns dias a bordo morre o louco Kurtz proferindo a palavra ―horror‖, ―horror‖. Marlow retorna a Inglaterra, mas a memória de seu ―amigo‖ Kurtz o persegue e faz com que visite a mulher da foto. Ela recebe-o enlutada pela dor da perda e fala longamente sobre as qualidades pessoais de Kurtz e pergunta sobre suas últimas palavras antes do suspiro final. Marlow mente a ―pretendida‖ dizendo-lhe que foi o nome dela a última palavra do morimbudo.
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FIGURA II.
KISH, M.―Heart of darkness‖. Illuminated "Heart of Darkness," lavishly illustrated by Matt Kish, Tinhousebooks, New York.400.
400 O trabalho de Kish contém 199 ilustrações para esta edição. Uma para cada página virada em tinta, marcador e aquarela. No geral, as
ilustrações são abstratas, grotescas e às vezes psicodélicas – o que contribui de forma significativa em termos de representação do texto