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Third-Party Actors as Providers of International Security Assistance

Section I: Analytical Framework and Conceptual Development

3.3 Third-Party Actors as Providers of International Security Assistance

De 1997 a 2006 a produção do café aumentou 51,90%, fruto do aumento da produção em aproximadamente 43% dos municípios produtores.

Tanto em 1997 como em 2006 a grande maioria dos municípios foi enquadrada em uma faixa de baixa produção, mas os valores de 2006 aumentaram significativamente e desta forma contribuíram para a elevação da produção no período.

Também se observa que as regiões com maiores destaques em termos de produção continuaram as mesmas, mas muitos municípios enquadrados em 1997 com produções mais

elevadas, principalmente os intermediários, foram incorporados pelo grupo de baixa produção.

Pelo exposto nos parágrafos anteriores, a mudança para o grupo de menor produção não implicou em queda da produção, mas que a maior parte dos valores dos municípios ficaram mais próximos deste patamar, o que os distanciou daqueles com maiores produções.

Apenas 11 novos produtores surgiram entre 2002 e 2006, o que caracteriza baixa expansão da atividade cafeeira no estado de São Paulo.

As alterações sofridas ao se considerar os valores médios de produção entre 1997 e 2001 e posteriormente entre 2002 e 2006 demonstram que municípios com baixo crescimento e com redução da produção se intercalaram na maior parte do estado. Os municípios com maiores incrementos na produção se localizaram principalmente nas regiões de São José do Rio Preto e Presidente Prudente.

Cerca de 30 municípios concentraram 63,64% da produção total do estado em 2006, o que indica maior concentração ante os 56,50% apresentado pelos maiores produtores em 1997, sendo que apenas 30% destes foram substituídos ao se comparar com os dados de 2006.

Altinópolis e Garça foram os dois municípios classificados com produção muito elevada tanto em 1997 como em 2006. Espírito Santo do Pinhal foi substituído neste seleto grupo por Pedregulho no ano de 2006.

No tocante à área colhida os municípios praticamente permaneceram com a mesma classificação que lhes foi dada quando da análise da produção.

Mas uma mudança importante que ocorreu ao se comparar os dados de 2006 com 1997 foi a redução da área em 8,84%.

Quanto à variação da área colhida de 1997 a 2001 em relação à área de 2002 a 2006 foram identificados dois grandes grupos, com baixo crescimento e redução da área.

O baixo vínculo empregatício no cultivo de café também abrangeu a maior parte do território paulista e de destaca sua ausência em diversas partes onde havia produção de café em 1997, como o nordeste e noroeste do estado, região de Marília, Presidente Prudente e Piracicaba, dentre outros

Em 1997 os municípios com maior concentração de emprego formal ocorreu próxima às tradicionais produtores, representados por Santa Rita do Passa Quatro e Garça com os maiores valores, com 3.378 e 2.528 trabalhadores registrados.

Os outros grandes empregadores situaram-se ao redor de Garça e entre Pedregulho e Espírito Santo do Pinhal.

Estas tradicionais regiões empregadoras passaram por elevado incremento ao se considerar a média dos valores de 1997 a 2001 em relação dá média de 2002 a 2006. Vários municípios da região de Botucatu tiveram predomínio de baixo crescimento no mesmo período e municípios próximos à São Carlos, Bauru e Marília apresentaram redução no número de empregos formais.

Em relação a 1997, o mapa desenhado com a situação do emprego formal no ano de 2006 apresentou significativo aumento no número de municípios com trabalhadores registrados na RAIS.

Grande parte destes novos empregadores se concentrou na região de São José do Rio Preto, Marília e outros pontos junto a tradicionais produtores, como Fartura e na fronteira de São Paulo com Minas Gerais.

O maior aumento da produção em relação à área já indicava um aumento da produtividade, que se repercutiu principalmente nos municípios com produtividade média, classificados quando da geração dos clusters no início deste capítulo, que mesmo agrupando mais municípios em relação a 1997 tiveram maior produtividade em 2006.

Ainda em 1997 o mapa com a produtividade do café teve Ribeirão Preto, Ibitinga, Macedônia e Bálsamo com os maiores valores. Em um cinturão de Ribeirão Preto à Itapetininga situaram

vários municípios com elevada produtividade (entre 0,90 e 1,58 toneladas por hectare) e outros grupos com estas características foram formados no oeste do estado.

Os principais pontos com baixa produtividade também ocorreram no oeste estado, mais precisamente entre São José do Rio Preto, Araçatuba e Catanduva, com dois grupos distintos, além de alguns municípios na fronteira com o Paraná.

O aumento na produtividade pode ser percebido quando analisada a variação média dos valores de 1997 a 2001 em relação aos montantes de 2002 a 2006, em que os valores médios do segundo qüinqüênio foram superiores aos do período anterior, com a maior do crescimento classificado como baixo ocorrendo da região de Franca à Itapetininga, em partes do oeste e da fronteira com o Paraná.

Por outro lado, grande parte do oeste e da região entre Itápolis apresentou declínio da produtividade.

Os pontos com as maiores elevações na relação produção e área se concentraram na região de Barretos e Presidente Prudente

Todas as mudanças ocorridas resultaram no aumento de municípios com produtividade intermediária e o deslocamento das faixas de produtividade que compõe este grupo para cima, cujo limite superior saltou de 0,88 para 1,31 em 2006.

Alguns municípios com elevada produtividade em 1997 acabaram por ser absorvidos pelo grupo com produtividade intermediária, principalmente no oeste do estado e proximidades de Piracicaba e São João da Boa Vista.

A região de Franca, que em 1997 foi enquadrada com produtividade intermediária, passou a apresentar municípios com nível elevado em 2006.

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RESULTADOS E ANÁLISE DA CITRICULTURA NO ESTADO DE