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vi. The Saviour and the Strength

In document Universitetet i Bergen (sider 75-82)

Oliveira, AL; Martins, ADO; Vaneli, NR; Vargas, PO; Cócaro, ES; Coelho, ADF 1

IFSEMG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais - Câmpus Rio Pomba

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Objetivos

Com o objetivo de avaliar as conformidades e não conformidades dos rótulos de leite pasteurizado comercializado na microrregião de Ubá – Minas Gerais, foi realizado um levantamento para identificar quais e quantas marcas de leite integral pasteurizado são comercializadas.

Métodos

Após a coleta, os rótulos das sete amostras de leite foram lavados, secos e analisados conforme parâmetros estabelecidos pela Instrução Normativa N° 22 (BRASIL, 2005), RDC n° 360 (BRASIL, 2003), RDC nº 222 (BRASIL, 2002), RDC nº 259 (BRASIL, 2002). Para tanto, elaborou-se uma lista de verificações, contendo os seguintes itens: denominação de venda, conteúdo líquido, identificação de origem (nome ou razão social do beneficiador, endereço, CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), carimbo do Serviço de Inspeção Oficial, número de registro no órgão competente), informação sobre cuidados para conservação, identificação do lote, data de validade, apresentação das informações nutricionais (porção, valor diário recomendado para uma dieta de 2000 Kcal, unidades referentes à macro e micronutrientes), serviço de atendimento ao consumidor e a presença de uma frase obrigatória: “Este produto não deve ser usado para alimentar crianças menores de 1 ano de idade, a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista”.

Das amostras analisadas, duas (28,57%) encontraram-se em conformidade com todas as exigências vigentes para rotulagem de alimentos e cinco (71,42%) não atenderam a essas exigências em pelo menos um dos requisitos listados. Dois dos sete rótulos (28,57%) não apresentavam o nome ou razão social. Um (14,28%) não apresentou endereço e serviço de atendimento ao consumidor, três (42,85%) não apresentaram CNPJ, carimbo do Sistema de Inspeção Oficial e número de registro no órgão competente. Duas amostras (28,57%) apresentaram falha quanto a informações de cuidado e conservação do produto, identificação do lote e frase obrigatória, além disso, quatro (57,14%) tiveram falha quanto às informações nutricionais.

Conclusão

Diante do exposto, observa-se que apesar dos órgãos regulamentadores imporem exigências para rotulagem de alimentos em geral, alguns beneficiadores de leite fluido ainda não atendem integralmente a essas exigências.

Referências

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 222: Regulamento Técnico para Promoção Comercial dos Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância. Brasília, DF, 2002. 5p.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 259: Regulamento Técnico sobre Rotulagem de Alimentos Embalados. Brasília, DF, 2002. 11p.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 360: Regulamento Técnico sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados. Brasília, DF, 2003. 11p.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 22: Regulamento Técnico para Rotulagem de Produto de Origem Animal Embalado. Brasília, DF, 2005. 9p.

Palavras-chave: CONFORMIDADES; LEITE PASTEURIZADO; RÓTULOS

AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE AGUDA DE FOLHAS DE PERESKIA ACULEATA

Silva, DO; Gaikwad, NW; Kucera, HR; Nora, L; Vargas, CG; Seifert, M

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UC DAVIS - University of California Davis, 2 UFPEL - Universidade Federal de Pelotas

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Objetivos

O presente estudo objetivou avaliar a toxicidade aguda do extrato etanólico de folhas de Pereskia aculeata.

Métodos

O estudo realizado foi experimental, duplo-cego e com alocação aleatorizada dos animais. Adotou-se como protocolo os procedimentos descritos pela Organization for Economic Co-operationand Development (OECD, 2008). O projeto foi aprovado pelo Institutional Animal Care and Use Committee of University of California Davis, com número #17873, em Novembro de 2013. O extrato etanólico de Pereskia aculeata foi obtido com folhas frescas e maceradas, sendo adicionado álcool etílico absoluto e repetindo-se o processo de extração por 3 vezes. O sobrenadante foi filtrado e concentrado até peso constante. Foram utilizados 24 ratos, fêmeas, da linhagem Wistar, divididos em quatro grupos, segundo as seguintes concentrações de extrato: Grupo Controle (G1): 0mg; Grupo 2 (G2): 1250 mg/kg de peso corporal; Grupo 3 (G3): 2500 mg/kg de peso corporal e Grupo 4 (G4): 5000 mg/kg de peso corporal. O extrato foi ressuspendido em água e administrado por gavagem, os animais do grupo controle receberam somente água pela mesma via. Todos os animais foram mantidos em gaiolas metabólicas, com condições de ambiente controladas e ciclos de claro e escuro de 12 horas. O experimento teve duração de 20 dias, sendo os 5 primeiros para adaptação dos animais. Foram realizadas determinações de ingestão alimentar, peso dos animais e excreção fecal semanalmente, e foram observados reações clínicas diariamente, incluindo locomoção, respiração, tremores e convulsão, diarreia, sialorréia, alterações de membrana e oculares e mortalidade.

Resultados

Os sinais observacionais analisados (locomoção, respiração, tremores e convulsão, sialorréia, alterações de membrana e oculares e mortalidade) não revelaram alteração durante todo o período experimental para todos os grupos estudados. No entanto, três animais do G4 apresentaram diarreia as 4 e 8 horas depois da administração do extrato e um dos animais permaneceu com diarreia no dia seguinte. Nenhum grupo apresentou diferença significativa para o parâmetro ingestão alimentar no 1°, 7° ou 14° dia (p>0,05), as médias de ingestão alimentar do 14° dia foram: G1 (13,53±0,64g), G2 (14,53±2,55g), G3 (13,89±1,16g) e G4 (13,40±1,16g). O ganho de peso, no mesmo período, também não revelou diferença entre os grupos (p>0,05), sendo a média de peso no 14° dia a seguinte, G1 (174,02±3,99g), G2 (174,47±4,34g), G3 (177,77±4,16g) e G4 (174,35±6,67g). Finalmente, os animais não apresentaram diferença significativa em relação à excreção fecal no 1°, 7° ou 14° dia de análise (p>0,05), a excreção fecal no 7° dia foi: G1 (1,92±0,19g), G2 (1,96±0,20g), G3 (1,88±0,54g) e G4 (1,76±0,39g). Tais resultados, são bastante positivos, visto que a planta Pereskia aculeata, conhecida popularmente como ora-pro-nobis, é uma Cactaceae bastante consumida no Brasil e apresenta excelentes concentrações de proteínas, minerais e vitaminas (Takeiti et al., 2009).

Conclusão

Dessa forma, com base nos dados obtidos é possível concluir que a ingestão de Pereskia aculeata é segura nas dosagens administradas. Sugere-se que mais estudos sejam realizados a fim de elucidar mais informações a respeito dessa planta.

Referências

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de Hortaliças não-convencionais. 1ed. Brasília, 2010. 92 p.

OECD Guideline for Testing of Chemicals, Acute Oral Toxicity - Up-and-Down-Procedure (UDP). 2008; Guideline 425.

Shetty AA, Rana MK, Preetham SP. Cactus: a medicinal food. Journal of Food Science and Technology. 2012; 49: 530-536.

Silva DO. Avaliação do crescimento e desenvolvimento de ratos tratados com Pereskia aculeata, Miller [Dissertação]. Pelotas: Universidade Federal de Pelotas, Faculdade de Nutrição, Programa de Pós Graduação em Nutrição e Alimentos; 2012.

Takeiti CY, Antonio GC, Motta EMP, Colares-Queiroz FP, Park KJ. Nutritive evaluation of a non-conventional leafy vegetable (Pereskia aculeata Miller). International Journal of Food Sciences and Nutrition.2009; 60: 148-160.

Palavras-chave: Extrato; Ora-pro-nobis; Ratos; Toxicidade

AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM SUPERMERCADO

Maia, MO; Maia, MO; Silva, MET; Castro, HC; Teixeira-Sá, DMA; Damaceno, MN

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IFCE - Instituto Federal do Ceará

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Objetivos

Avaliar as condições de um supermercado da cidade de Limoeiro do Norte, Ceará, através da aplicação de check list, de forma a verificar o nível de conformidades em relação às boas práticas em serviços de alimentação exigidas Ministério da Saúde.

Métodos

A pesquisa foi realizada em supermercado da cidade de Limoeiro do Norte, Ceará. Para a avaliação das Boas Práticas de Fabricação (BPF) foi utilizado como instrumento de medida de qualidade o check list, ou lista de verificação. O mesmo está pautado no anexo II da RDC N° 275 de 21 de Outubro de 2002 do Ministério da Saúde (1). Esta ferramenta é empregada para verificar as porcentagens de conformidades e não conformidades referentes à legislação em vigor. Os resultados são classificados em aprovado com ≥ 75% de conformidades e reprovado com < 75% de conformidades (2).

Resultados

Os percentuais de conformidade de cada item revelaram que as edificações, instalações, equipamentos, móveis e utensílios atendiam a 64,7%; Quanto à higienização de instalações, equipamentos, móveis e utensílios o estabelecimento estava conforme em 85,7% dos itens avaliados; O controle integrado de vetores e pragas urbanas estava totalmente conforme, obedecendo a todos os itens, ou seja, 100% conforme; O abastecimento de água atendeu a 33,3% dos itens; O manejo de resíduos 66,7%; A higiene de manipuladores correspondeu a 50%; Os cuidados com a matéria prima, ingredientes e embalagens 83,3%; Preparação do alimento, 75%; A exposição do alimento preparado estava conforme em 57,1%. Os itens referentes à documentação/registros e responsabilidades não eram realizados no estabelecimento, não havia responsável técnico, e portanto, correspondeu a 0% destes dois itens. A avaliação geral do estabelecimento de comercialização de alimentos foi classificado como reprovado, pois o percentual total de conformidades atendidas foi de 56%, tendo em vista que para ser aprovado o serviço deve apresentar ≥ 75% dos itens em conformidade.

Conclusão

O estabelecimento apesar de obter bons resultados de conformidade no controle integrado de vetores e pragas urbanas, manejo de resíduos e cuidados com a matéria prima, ingredientes e embalagens. Não existe nenhuma responsabilidade técnica que garanta a segurança dos produtos comercializados, o que foi determinante para sua classificação negativa em boas práticas de fabricação.

Referências

1. Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria n. 275, de 21 de outubro de 2002. Regulamento técnico de procedimentos operacionais padronizados aplicados aos estabelecimentos produtores/industrializadores de alimentos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 2002.

2. Quintiliano, CR. Santos, TA dos; Paulino, TST; Schattan, RB; Gollücke, APB. Avaliação das condições higiênico-sanitárias em restaurantes, com aplicação de ficha de inspeção baseada na legislação federal, RDC 216/2004. Higiene Alimentar., v.22, n.160, p.25-30, 2008.

Palavras-chave: Alimento; check list; conformidade; legislação

AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO EM CANTINAS ESCOLARES

GIACOMELLI, SC; SACCOL, ALF; COSTÓDIO, AR; MUMBACH, LD; WINTER, C; HECKTHEUER, LH

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UFSM - Universidade Federal de Santa Maria , 2 UNIFRA - Centro Universitário Franciscano

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Objetivos

O objetivo foi avaliar as condições das cantinas escolares em relação às Boas Práticas de Manipulação de acordo com a Portaria nº 78 de 30 de janeiro de 2009, vigente no estado do Rio Grande do Sul (RS), Brasil.

Métodos

Estudo de caráter descritivo, conduzido junto a 18 cantinas de escolas públicas e particulares do município de Santa Maria (RS). Aplicou-se uma Lista de Avaliação das Boas Práticas de Manipulação (LABPM), contendo os 149 itens da Portaria n° 78/2009 (RIO GRANDE DO SUL, 2009) a fim de verificar o percentual de adequação das cantinas escolares, as quais foram classificadas entre Muito Bom, Bom, Regular, Ruim e Muito Ruim. A primeira aplicação ocorreu em julho e agosto de 2013. A partir da Lista preenchida e gráficos elaborados, gerou-se o documento “Diagnóstico e Plano de Ação da Cantina Escolar”, o qual foi entregue aos responsáveis pelas cantinas. Em setembro e outubro foram ofertadas capacitações sobre Boas Práticas Nutricionais e de Manipulação de Alimentos para os gestores e colaboradores desses serviços de alimentação. Em outubro e novembro de 2013 as cantinas receberam visitas de acompanhamento de monitoras capacitadas para auxiliar nas adequações. Em novembro e

dezembro foi realizada a segunda aplicação da LBPM e, os percentuais de adequação encontrados foram comparados com os resultados da primeira aplicação. Para análise das médias das frequências absolutas da LBPM utilizou-se o Teste de Kruskal Wallis e, para comparação dos resultados entre a primeira e a segunda avaliação da mesma utilizou-se o Teste de Wilcoxon. As análises foram realizadas no programa SPSS versão 18.0, com 5% de significância. Foi aprovado pelo CEP da UFSM sob o parecer 14883613.8.0000.5346.

Resultados

Todas as cantinas escolares apresentaram baixa adequação das BPM perante a legislação vigente, classificando-se como “Ruim” em ambas as avaliações. Entretanto, houve diferença significativa entre a primeira e segunda avaliação, demonstrando que as ações de intervenção foram positivas. Os itens que apresentaram maior aumento no percentual de adequação foram manejo de resíduos; manipuladores; higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios. Já os piores percentuais encontraram-se nos itens documentação e registro e responsabilidade. As cantinas do âmbito particular de ensino apresentaram melhor adequação quando comparado aos âmbitos municipal e estadual. Nenhuma cantina escolar realizava o controle do tempo e temperatura, apesar de haver as BPM implantadas em um desses locais. Isso demonstra o quanto a gerência, o responsável pela manipulação (RM) e as capacitações contínuas são importantes para a realização das rotinas diárias obrigatórias dentro do estabelecimento. Sugere-se futuros estudos relacionados às dificuldades para implantação de BP em cantinas escolares, estudos mais aprofundados no que se refere ao controle de temperatura a quente de alimentos tipo lanche, bem como estudos de análise microbiológica da água utilizada em cantinas escolares. Sugere-se ainda, que nos cursos de formação para o RM seja salientado a sua função dentro do serviço de alimentação.

Conclusão

São preocupantes os resultados encontrados, visto o público alvo em questão são crianças e adolescentes. Apesar das melhorias obtidas com as intervenções, as adequações higiênico-sanitárias ainda são insuficientes para a produção de alimentos seguros e dentro das Boas Práticas de Manipulação.

Referências

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria da Saúde. Portaria nº 78 de janeiro de 2009. Aprova a Lista de Verificação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação, aprova Normas para cursos de Capacitação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação e dá outras providências. Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, publicado em 30/01/2009.

Palavras-chave: Alimentação escolar; Boas Práticas de Manipulação; Higiene de alimentos; Legislação sobre alimentos; Qualidade de alimentos

AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PORCENTAGENS DE YACON IN NATURA NAS

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